Cabo Verde
Epidemia de dengue: Evitar viagens a curto prazo
por Marta F. Reis, Publicado em 09 de Novembro de 2009
.Primeiro surto registado no país já fez seis mortos. Enviados portugueses chegaram a Praia
TÊM UMA PRESIDENTA DE CÂMARA MUITO EMPREENDEDORA QUE TORROU MUITO DINHEIRINHO A ESCAVACAR A AVENIDA LUÍSA TODI, QUE ALIÁS FICOU UMA MERDA.MAS COM MUITAS LAGOAZINHAS DE ÁGUAS PARADAS QUE NO VERÃO VI QUE ERAM VIVEIROS DE MILHARES DE MOSQUITOS.COMO A VOSSA PRESIDENTA ACUMULA COM UM INTERNACIONALISMO MILITANTE, COM O VOSSO APLAUSO CLARO ESTÁ, POIS QUE ADORAM O NIVELAMENTO POR BAIXO, O TRATAMENTO DE AFRICANO,TÊM UMA DAS MAIORES PERCENTAGENS DE AFRICANOS QUE MILAGROSAMENTE ANDAM SEMPRE NUM CORROPIO ENTRE A TERRINHA DELES E A VOSSA(VIDAS CHEIAS DE MISTÉRIO) PELO QUE OS TAIS MOSQUITOS IRÃO PICAR SEM DISCRIMINAÇÃO BRANCOS E PRETOS E VICE VERSA MUITO DEMOCRATICAMENTE.PORTANTO TÊM UM FUTURO PROMISSOR À VOSSA FRENTE COM DENGUES, SIDAS E TUBERCULOSES RESISTENTES.E OLHEM QUE AGORA NINGUÉM VOS VAI DAR MEDALHAS LENINE...
Se se conjugarem variáveis, pode desencadear-se a doença, diz ao i Paulo Gouveia de Almeida, do Instituto de Higiene e Medicina Tropical da Universidade Nova de Lisboa. A deslocação de uma pessoa infectada, mesmo com sintomas ligeiros - mas no período de viremia activa - pode infectar os mosquitos que transmitem a doença da dengue e iniciar a cadeia de transmissão. "A partir do momento em que existam mosquitos infectados, a progressão é geométrica se os mosquitos não forem controlados."
Monday, November 9, 2009
O CRUZ É MESMO UMA REFERÊNCIA ÉTICA AO NÍVEL DO VARA...
António Martins da Cruz: "Armando Vara merece-me a maior consideração"
por Nuno Aguiar, Publicado em 09 de Novembro de 2009
.Ex-ministro dos Negócios Estrangeiros de Durão Barroso, Martins da Cruz critica Manuela Ferreira Leite e apoia Pedro Passos Coelho
ESTOU A LEMBRAR-SE DA SUA RICA FILHINHA NUM ACESSO EXPEDITO À UNIVERSIDADE, AO NEGÓCIO DOS SÊLOS EM MADRID EM QUE TAMBÉM DEU COBERTURA A UM JOGO DE PIRÂMIDE...
E ACIMA DE TUDO ESSA SUA PREFERÊNCIA POR PPC ESSE REBENTO JÁ CHEIO DE ÉTICA PARA "CHEFE"...
por Nuno Aguiar, Publicado em 09 de Novembro de 2009
.Ex-ministro dos Negócios Estrangeiros de Durão Barroso, Martins da Cruz critica Manuela Ferreira Leite e apoia Pedro Passos Coelho
ESTOU A LEMBRAR-SE DA SUA RICA FILHINHA NUM ACESSO EXPEDITO À UNIVERSIDADE, AO NEGÓCIO DOS SÊLOS EM MADRID EM QUE TAMBÉM DEU COBERTURA A UM JOGO DE PIRÂMIDE...
E ACIMA DE TUDO ESSA SUA PREFERÊNCIA POR PPC ESSE REBENTO JÁ CHEIO DE ÉTICA PARA "CHEFE"...
A PJ TEM QUE COMEÇAR A DAR ESTES NÚMEROS E TAMBÉM A NACIONALIDADE OU ORIGEM DOS DITOS TRAFICANTES...
Heroína entra em Portugal por terra e visa consumo interno
Ontem
O inspector-chefe da Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefacientes da PJ revelou hoje, domingo, que, ao contrário do haxixe e da cocaína, a "heroína que vem para Portugal entra pela fronteira terrestre" e destina-se "ao mercado interno".
João Figueira falava à agência Lusa sobre o tráfico relativo às quatro principais substâncias ? haxixe, cocaína, heroína, ecstasy/anfetaminas ? que utiliza o território português como "porta de entrada" da droga na Europa ou para abastecer o mercado nacional, que, apesar de tudo, é de "reduzida dimensão".
Começando pelo tráfico de haxixe, João Figueira sublinhou que Portugal, com uma longa zona costeira, tem sido utilizado como ponto de entrada do haxixe no espaço europeu, mas que essa tentativa das organizações criminosas tem deparado com uma "capacidade de resposta significativa" das autoridades portuguesas, que, em 2007, apreenderam mais de 44 toneladas deste produto, num valor até então nunca atingido.
Contudo, em 2008 – prosseguiu o inspector-chefe da Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefacientes (UNCTE) - o haxixe apreendido em Portugal subiu para 61 toneladas, um valor "quase absurdo".
"Isso mostra que as organizações criminosas tentaram utilizar a costa portuguesa para descarregar grandes quantidades de haxixe", disse, sublinhando que a maior parte dessa droga destinava-se à "reexportação" para Espanha e resto da Europa.
As "grandes apreensões" desta droga nos últimos dois anos em Portugal resultam, ao que tudo indica, não só da "maior eficácia" das autoridades portuguesas (PJ, PSP, GNR, Alfândegas, Autoridade Marítima Nacional), mas também do "aumento da quantidade de haxixe em termos de tráfico".
"Não há dúvida que se tentou traficar uma muito maior quantidade (de haxixe) do que em anos anteriores", enfatizou.
Já quanto à heroína, esta droga entra em Portugal sobretudo pelas fronteiras terrestres, em "viaturas ligeiras", vinda da Holanda e de Espanha, e destina-se ao mercado interno, onde o comércio é gerido por "pequenos grupos" e o número de consumidores poderá estar a diminuir.
Assim, em 2007, a heroína apreendida em Portugal rondou os 62 quilos e no ano passado subiu para cerca de 68 quilos.
Relativamente ao tráfico de cocaína, João Figueira explicou que, à semelhança do haxixe, as grandes quantidades que são descarregadas na costa portuguesas têm como destino, nomeadamente, Espanha, Holanda e Reino Unido.
Em 2005 e 2006 registaram-se importantes apreensões de cocaína em alto mar ou na costa portuguesa, tendo nos anos seguintes sido "significativamente inferiores", admitindo a Polícia Judiciária (PJ) que o tráfico internacional tenha "alterado as suas rotas", pelo que em vez de desembarcarem a cocaína na Península Ibérica o façam agora na costa de África, incluindo Guiné-Bissau.
Quanto ao ecstasy e as anfetaminas, referiu que estas drogas chegam a Portugal, em paralelo com a heroína, por via terrestre, tendo origem na Holanda, e visam abastecer o mercado interno.
Nos últimos dois anos, as apreensões feitas em Portugal rondaram as 70 mil pastilhas/ano, valores "estáveis" que não permitem garantir que o consumo tenha subido.
Entretanto, no início de Outubro, o dirigente da PJ José Eduardo Ferreira Leite assumiu funções de director do Centro de Análise e Operações Marítimas (MAOC-N), com sede em Lisboa, destinado à supressão do tráfico ilícito de estupefacientes por mar e ar através do Atlântico com destino à Europa.
ISTO SÓ PARA QUE O ZÉ POVINHO FIQUE A SABER QUEM É QUE ENRIQUECE QUEM...E TIRE A MÁSCARA AO POLITICAMENTE CORRECTO TRAIDOR...
Ontem
O inspector-chefe da Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefacientes da PJ revelou hoje, domingo, que, ao contrário do haxixe e da cocaína, a "heroína que vem para Portugal entra pela fronteira terrestre" e destina-se "ao mercado interno".
João Figueira falava à agência Lusa sobre o tráfico relativo às quatro principais substâncias ? haxixe, cocaína, heroína, ecstasy/anfetaminas ? que utiliza o território português como "porta de entrada" da droga na Europa ou para abastecer o mercado nacional, que, apesar de tudo, é de "reduzida dimensão".
Começando pelo tráfico de haxixe, João Figueira sublinhou que Portugal, com uma longa zona costeira, tem sido utilizado como ponto de entrada do haxixe no espaço europeu, mas que essa tentativa das organizações criminosas tem deparado com uma "capacidade de resposta significativa" das autoridades portuguesas, que, em 2007, apreenderam mais de 44 toneladas deste produto, num valor até então nunca atingido.
Contudo, em 2008 – prosseguiu o inspector-chefe da Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefacientes (UNCTE) - o haxixe apreendido em Portugal subiu para 61 toneladas, um valor "quase absurdo".
"Isso mostra que as organizações criminosas tentaram utilizar a costa portuguesa para descarregar grandes quantidades de haxixe", disse, sublinhando que a maior parte dessa droga destinava-se à "reexportação" para Espanha e resto da Europa.
As "grandes apreensões" desta droga nos últimos dois anos em Portugal resultam, ao que tudo indica, não só da "maior eficácia" das autoridades portuguesas (PJ, PSP, GNR, Alfândegas, Autoridade Marítima Nacional), mas também do "aumento da quantidade de haxixe em termos de tráfico".
"Não há dúvida que se tentou traficar uma muito maior quantidade (de haxixe) do que em anos anteriores", enfatizou.
Já quanto à heroína, esta droga entra em Portugal sobretudo pelas fronteiras terrestres, em "viaturas ligeiras", vinda da Holanda e de Espanha, e destina-se ao mercado interno, onde o comércio é gerido por "pequenos grupos" e o número de consumidores poderá estar a diminuir.
Assim, em 2007, a heroína apreendida em Portugal rondou os 62 quilos e no ano passado subiu para cerca de 68 quilos.
Relativamente ao tráfico de cocaína, João Figueira explicou que, à semelhança do haxixe, as grandes quantidades que são descarregadas na costa portuguesas têm como destino, nomeadamente, Espanha, Holanda e Reino Unido.
Em 2005 e 2006 registaram-se importantes apreensões de cocaína em alto mar ou na costa portuguesa, tendo nos anos seguintes sido "significativamente inferiores", admitindo a Polícia Judiciária (PJ) que o tráfico internacional tenha "alterado as suas rotas", pelo que em vez de desembarcarem a cocaína na Península Ibérica o façam agora na costa de África, incluindo Guiné-Bissau.
Quanto ao ecstasy e as anfetaminas, referiu que estas drogas chegam a Portugal, em paralelo com a heroína, por via terrestre, tendo origem na Holanda, e visam abastecer o mercado interno.
Nos últimos dois anos, as apreensões feitas em Portugal rondaram as 70 mil pastilhas/ano, valores "estáveis" que não permitem garantir que o consumo tenha subido.
Entretanto, no início de Outubro, o dirigente da PJ José Eduardo Ferreira Leite assumiu funções de director do Centro de Análise e Operações Marítimas (MAOC-N), com sede em Lisboa, destinado à supressão do tráfico ilícito de estupefacientes por mar e ar através do Atlântico com destino à Europa.
ISTO SÓ PARA QUE O ZÉ POVINHO FIQUE A SABER QUEM É QUE ENRIQUECE QUEM...E TIRE A MÁSCARA AO POLITICAMENTE CORRECTO TRAIDOR...
CONA FUNDA E CPPENAL INTERNACIONALISTA/HUMANISTA
Mulher usava vagina para esconder tesouro
00h10m
CARLOS VARELA
Peças em ouro foram furtadas, de Leiria a Setúbal, por grupo de nómadas.
Na vagina de uma mulher, a PSP encontrou onze jóias em ouro e um relógio Omega Speed Master. Faz parte de um grupo nómada, cujo julgamento está marcado mas pode não realizar-se; o tribunal não encontra os arguidos para os notificar.
Com efeito, e segundo o JN apurou, as primeiras sessões do julgamento estavam marcadas para amanhã e depois de amanhã, no Tribunal da Moita, na Margem Sul do rio Tejo, mas a verdade é que as autoridades não conseguiram notificar os arguidos, por desconhecerem o seu paradeiro.
Como consequência, o tribunal teve que adiar o início dos trabalhos, mas sem ter qualquer certeza de quando os poderá reiniciar, o que poderá conduzir à impunidade dos autores dos crimes, acusados da prática de associação criminosa, onze furtos qualificados em residências, receptação, falsificação de documentos, condução sem carta e falsas declarações.
Os indivíduos, catorze homens e mulheres, ligados aos romi, com origem na sua maioria, na zona dos Balcãs, mas também em Itália. A acusação do Ministério Público dá conta que vieram para Portugal, até 2006, para praticarem furtos em residências.
O principal objectivo do grupo era o furto de ouro, relógios, dinheiro e telemóveis, artigos de fácil transporte e venda, num modus operandi em tudo similar a um outro inquérito que decorre no DIAP do Porto e que está também sob investigação da PSP.
O grupo em fuga, no entanto, começou a ser investigado pela PSP da Moita, em 2007, e foi na sequência dessas operações policiais que a polícia veio a detectar, em Março, uma mulher, de nome L.D., de 29 anos, natural da Croácia, depois de buscas na residência que ocupava no Montijo, na Rua João das Regras. A arguida só veio a ser detida na cidade de Elvas, junto à fronteira com a Espanha, para onde se prepararia para fugir.
Na revista efectuada por uma agente da PSP, segundo os autos, foram-lhe encontradas na vagina dois anéis, três brincos, três pendentes com pedras preciosas, um fio com cerca de meio metro, um relógio Omega Speed Master, duas pulseiras e duas medalhas com motivos religiosos.
L.D. era uma das mulheres que foram usadas pelo grupo para a prática dos furtos em residências que ocorreram em Palmela, em Setúbal, na Moita, no Seixal e em Lisboa (Telheiras e Pontinha) e em Leiria, enquantos os homens ficavam em casa a tomar conta das crianças.
Foram arrendadas casas no Montijo, Pinhal Novo e Moita, onde as famílias viviam, assim como em rulotes, e onde guardavam os objectos furtados. Quando as mulheres chegavam, os homens encarregavam-se, então, dos objectos, procedendo à sua venda ou ao seu encaminhamento para fora do país.
De acordo com os autos, o chefe do grupo, tido como muito bem organizado, era um indivíduo de nome Z.M., de 44 anos, natural da Jugoslávia, que distribuía todas as tarefas.
Num dos furtos, em Palmela, o grupo conseguiu entrar numa moradia, numa urbanização de luxo, de onde conseguiram retirar um cofre com 600 quilos, que continha mais de 200 mil euros em jóias.
Seis elementos do grupo foram detidos e ficaram em preventiva e os outros constituídos arguidos, com termo de identidade e residência, mas por causa da reforma do Código de Processo Penal, eles acabaram por ser libertados, enquanto os outros nunca cumpriram as apresentações periódicas às autoridades.
As autoridades admite que terão todos fugido para fora do país, se bem que um novo grupo tenha sido detectado, desta feita pela PSP do Porto, em assaltos realizados também em Lisboa. As autoridades estão agora a tentar perceber se haverá alguma ligação ligação entre as duas estruturas organizadas.
O EXTREMISMO DE ESQUERDA RADICAL A GOVERNAR DO QUAL SAIU A LEI DA NACIONALIDADE, O CÓDIGO DO PROCESSO PENAL, AQUELE DAS GARANTIAS TOTAIS E A TRAIÇÃO GENÉTICA HABITUAL TRANSFORMARAM OS PORTUGUESES INDÍGENAS EM VÍTIMAS DE TODA A MERDA QUE AQUI CHEGAR E A QUEM OS DITOS RECONHECEM LOGO TODOS OS DIREITOS...O QUE NÃO É BARATO NEM OS DITOS CONTABILIZAM E EXPLICAM AOS SEUS CONTRIBUINTES...
COMO JÁ TINHAMOS POUCOS CIGANOS VÁ DE FACILITAR A VINDA DE MAIS...
00h10m
CARLOS VARELA
Peças em ouro foram furtadas, de Leiria a Setúbal, por grupo de nómadas.
Na vagina de uma mulher, a PSP encontrou onze jóias em ouro e um relógio Omega Speed Master. Faz parte de um grupo nómada, cujo julgamento está marcado mas pode não realizar-se; o tribunal não encontra os arguidos para os notificar.
Com efeito, e segundo o JN apurou, as primeiras sessões do julgamento estavam marcadas para amanhã e depois de amanhã, no Tribunal da Moita, na Margem Sul do rio Tejo, mas a verdade é que as autoridades não conseguiram notificar os arguidos, por desconhecerem o seu paradeiro.
Como consequência, o tribunal teve que adiar o início dos trabalhos, mas sem ter qualquer certeza de quando os poderá reiniciar, o que poderá conduzir à impunidade dos autores dos crimes, acusados da prática de associação criminosa, onze furtos qualificados em residências, receptação, falsificação de documentos, condução sem carta e falsas declarações.
Os indivíduos, catorze homens e mulheres, ligados aos romi, com origem na sua maioria, na zona dos Balcãs, mas também em Itália. A acusação do Ministério Público dá conta que vieram para Portugal, até 2006, para praticarem furtos em residências.
O principal objectivo do grupo era o furto de ouro, relógios, dinheiro e telemóveis, artigos de fácil transporte e venda, num modus operandi em tudo similar a um outro inquérito que decorre no DIAP do Porto e que está também sob investigação da PSP.
O grupo em fuga, no entanto, começou a ser investigado pela PSP da Moita, em 2007, e foi na sequência dessas operações policiais que a polícia veio a detectar, em Março, uma mulher, de nome L.D., de 29 anos, natural da Croácia, depois de buscas na residência que ocupava no Montijo, na Rua João das Regras. A arguida só veio a ser detida na cidade de Elvas, junto à fronteira com a Espanha, para onde se prepararia para fugir.
Na revista efectuada por uma agente da PSP, segundo os autos, foram-lhe encontradas na vagina dois anéis, três brincos, três pendentes com pedras preciosas, um fio com cerca de meio metro, um relógio Omega Speed Master, duas pulseiras e duas medalhas com motivos religiosos.
L.D. era uma das mulheres que foram usadas pelo grupo para a prática dos furtos em residências que ocorreram em Palmela, em Setúbal, na Moita, no Seixal e em Lisboa (Telheiras e Pontinha) e em Leiria, enquantos os homens ficavam em casa a tomar conta das crianças.
Foram arrendadas casas no Montijo, Pinhal Novo e Moita, onde as famílias viviam, assim como em rulotes, e onde guardavam os objectos furtados. Quando as mulheres chegavam, os homens encarregavam-se, então, dos objectos, procedendo à sua venda ou ao seu encaminhamento para fora do país.
De acordo com os autos, o chefe do grupo, tido como muito bem organizado, era um indivíduo de nome Z.M., de 44 anos, natural da Jugoslávia, que distribuía todas as tarefas.
Num dos furtos, em Palmela, o grupo conseguiu entrar numa moradia, numa urbanização de luxo, de onde conseguiram retirar um cofre com 600 quilos, que continha mais de 200 mil euros em jóias.
Seis elementos do grupo foram detidos e ficaram em preventiva e os outros constituídos arguidos, com termo de identidade e residência, mas por causa da reforma do Código de Processo Penal, eles acabaram por ser libertados, enquanto os outros nunca cumpriram as apresentações periódicas às autoridades.
As autoridades admite que terão todos fugido para fora do país, se bem que um novo grupo tenha sido detectado, desta feita pela PSP do Porto, em assaltos realizados também em Lisboa. As autoridades estão agora a tentar perceber se haverá alguma ligação ligação entre as duas estruturas organizadas.
O EXTREMISMO DE ESQUERDA RADICAL A GOVERNAR DO QUAL SAIU A LEI DA NACIONALIDADE, O CÓDIGO DO PROCESSO PENAL, AQUELE DAS GARANTIAS TOTAIS E A TRAIÇÃO GENÉTICA HABITUAL TRANSFORMARAM OS PORTUGUESES INDÍGENAS EM VÍTIMAS DE TODA A MERDA QUE AQUI CHEGAR E A QUEM OS DITOS RECONHECEM LOGO TODOS OS DIREITOS...O QUE NÃO É BARATO NEM OS DITOS CONTABILIZAM E EXPLICAM AOS SEUS CONTRIBUINTES...
COMO JÁ TINHAMOS POUCOS CIGANOS VÁ DE FACILITAR A VINDA DE MAIS...
Sunday, November 8, 2009
POR CÁ ATÉ OS APOIANTES DO PPC SÃO CONTRA CRUZES...
Sondagem: 84 por cento dos italianos favoráveis aos crucifixos nas escolas
17:12 AFP, PÚBLICO
Quase 84 por cento dos italianos interrogados numa sondagem disseram ser favoráveis à presença dos crucifixos nas salas de aula das escolas.
CONTRA CRUZES, A FAVOR DO ABORTO,DO "CASAMENTO" PANELEIRO E LÉSBICO OU SEJA SÃO DA ESQUERDA RADICAL DO PSD...
17:12 AFP, PÚBLICO
Quase 84 por cento dos italianos interrogados numa sondagem disseram ser favoráveis à presença dos crucifixos nas salas de aula das escolas.
CONTRA CRUZES, A FAVOR DO ABORTO,DO "CASAMENTO" PANELEIRO E LÉSBICO OU SEJA SÃO DA ESQUERDA RADICAL DO PSD...
POR CÁ O GRANDE AFRICANIZADOR VAI CERTAMENTE "AVANÇAR" MAIS...
Home Office covered up immigration risk
Labour's “open door” immigration policy knowingly risked allowing dangerous people to settle in Britain unchecked, according to documents seen by The Sunday Times.
The Whitehall correspondence, which was illegally withheld by the Home Office for four years, shows how ministers were told by the country’s most senior immigration official that his staff were to be “encouraged to take risks” when granting visas, work permits and extended residency to hundreds of thousands of new migrants.
The cover-up of this policy of risk-taking was so concerted that Richard Thomas, the then information commissioner, sent a team of investigators into the Home Office to trawl all the relevant papers. Earlier this year he rebuked the department for breaking the law and ordered it to release the material under the freedom of information (FoI) law.
The documents help to explain the huge rise in the flow of migrants into Britain as the Home Office rushed to clear a backlog of 45,000 cases.
Officials agreed to fast-track 337,000 applications with minimal checks. This led to a rapid rise in immigration. In 1999, 170,000 visas were granted; by 2002, this had risen to 300,000.
As officials were being ordered to take risks, several potentially dangerous people entered the UK. In late 2001, more than 20 Taliban, who had fled from Afghanistan after their defeat by American and British forces, were allowed to stay in the UK.
The documents cast new light on the row over past immigration policy, highlighted by the recent rise of the British National party.
Last week Alan Johnson became the first Labour home secretary to admit the government had made mistakes in its handling of immigration. He said ministers had ignored problems about failed asylum seekers and foreign national prisoners. They had also failed to grasp public unease about the growing pressure on jobs and public services.
http://www.timesonline.co.uk/tol/news/politics/article6907991.ece
EM PORTUGAL QUEM É QUE QUESTIONA ESTA POLÍTICA TRAIDORA?
QUEM SÃO OS RESPONSÁVEIS?
Labour's “open door” immigration policy knowingly risked allowing dangerous people to settle in Britain unchecked, according to documents seen by The Sunday Times.
The Whitehall correspondence, which was illegally withheld by the Home Office for four years, shows how ministers were told by the country’s most senior immigration official that his staff were to be “encouraged to take risks” when granting visas, work permits and extended residency to hundreds of thousands of new migrants.
The cover-up of this policy of risk-taking was so concerted that Richard Thomas, the then information commissioner, sent a team of investigators into the Home Office to trawl all the relevant papers. Earlier this year he rebuked the department for breaking the law and ordered it to release the material under the freedom of information (FoI) law.
The documents help to explain the huge rise in the flow of migrants into Britain as the Home Office rushed to clear a backlog of 45,000 cases.
Officials agreed to fast-track 337,000 applications with minimal checks. This led to a rapid rise in immigration. In 1999, 170,000 visas were granted; by 2002, this had risen to 300,000.
As officials were being ordered to take risks, several potentially dangerous people entered the UK. In late 2001, more than 20 Taliban, who had fled from Afghanistan after their defeat by American and British forces, were allowed to stay in the UK.
The documents cast new light on the row over past immigration policy, highlighted by the recent rise of the British National party.
Last week Alan Johnson became the first Labour home secretary to admit the government had made mistakes in its handling of immigration. He said ministers had ignored problems about failed asylum seekers and foreign national prisoners. They had also failed to grasp public unease about the growing pressure on jobs and public services.
http://www.timesonline.co.uk/tol/news/politics/article6907991.ece
EM PORTUGAL QUEM É QUE QUESTIONA ESTA POLÍTICA TRAIDORA?
QUEM SÃO OS RESPONSÁVEIS?
PORTUGAL ENDIVIDA-SE PARA FAZER O BEM
EEUU Base militar de Fort Hood
¿Fue el tiroteo de Texas un atentado?
El presidente del Comité de Seguridad Nacional del Senado apunta que Hasán se había convertido en un extremista islámico.
lei da nacionalidade(portuguesa):UMA LEI JUSTA E EUILIBRADA CONTRA A EXCLUSÃO SOCIAL
OS PORTUGUESES INDÍGENAS TÊM MUITO QUE PENAR.O MUNDO E EM ESPECIAL A ÁFRICA SÃO GRANDES E COMO VEMOS PELO MAJOR OS ACOLHIDOS PODEM "CONVERTER-SE EM EXTEMISTAS"...
NADA QUE AMEDRONTE A PALMA E COMPANHIA QUE DÃO O SEU MÁXIMO PARA JUSTIFICAR A ALTA TRAIÇÃO QUE ANDAM A COMETER...
¿Fue el tiroteo de Texas un atentado?
El presidente del Comité de Seguridad Nacional del Senado apunta que Hasán se había convertido en un extremista islámico.
lei da nacionalidade(portuguesa):UMA LEI JUSTA E EUILIBRADA CONTRA A EXCLUSÃO SOCIAL
OS PORTUGUESES INDÍGENAS TÊM MUITO QUE PENAR.O MUNDO E EM ESPECIAL A ÁFRICA SÃO GRANDES E COMO VEMOS PELO MAJOR OS ACOLHIDOS PODEM "CONVERTER-SE EM EXTEMISTAS"...
NADA QUE AMEDRONTE A PALMA E COMPANHIA QUE DÃO O SEU MÁXIMO PARA JUSTIFICAR A ALTA TRAIÇÃO QUE ANDAM A COMETER...
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