08 Novembro 2009 - 00h30
Desabamento: Viaduto em construção cai e arrasta 11 trabalhadores
“Gritavam desesperados por socorro”
"Aquelas vozes não me saem da cabeça. Eles estavam em pânico e debaixo dos escombros. Só se ouvia os gritos desesperados por socorro e a pedir que os tirassem dali.” É com a voz embargada que Paula Bragança, emigrante portuguesa em Andorra, descreve ao CM o desespero que se sucedeu à queda do viaduto em construção que liga ao túnel de Dos Valires, em Andorra, que ontem matou três portugueses e feriu sete – seis foram hospitalizados durante a tarde e um outro estava preso nos escombros pelas pernas, mas vivo e a ser resgatado ao final da noite.
Um último trabalhador continua desaparecido e não se sabia se ainda está vivo.
O acidente ocorreu pelas 12h00 locais (11h00 em Portugal continental), quando 35 trabalhadores estavam a colocar cimento no viaduto de ligação ao túnel que une La Massana a Encamp. “Uma parte da plataforma cedeu e os trabalhadores caíram de uma altura de perto de vinte metros. Alguns ainda se agarram aos ferros e conseguiram escapar, mas muitos ficaram soterrados”, explica ao CM o português António Martins, empresário da construção em Andorra.
Em poucos minutos o pânico instalou-se. Durante várias horas os bombeiros tentaram retirar as vítimas dos escombros, mas as enormes barras de ferro e o facto de o betão ter começado a secar dificultaram o resgate. “Os trabalhadores estavam em pânico. Achavam que não iam sobreviver”, conta António Martins.
Ao final da noite, os corpos dos três mortos confirmados ainda não tinham sido retirados, pois os meios foram canalizados para o trabalhador preso nos escombros até à cintura. “Foi muito difícil. Ele só chorava e dizia que os amigos estavam ao lado dele, mortos no meio do ferro”, relata António.
O governo de Andorra divulgou uma lista com o nome das vítimas. Olímpio Santos e António Gonçalves eram mortes confirmadas. Depois três nomes: António Ribeiro, Carlos Alves e Carlos Marques – sabendo-se que um estava morto, um a ser resgatado e o outro desaparecido, sendo que não foi possível fazer a correspondência entre os nomes e o seu estado. Os feridos hospitalizados eram Fernando Ferreira, Manuel Teixeira, António Andrade, Benjamim Pereira, Alberto Braz e Daniel Coelho.
SAIBA MAIS
SEXTO MAIS PEQUENO
Andorra é o 6.º país mais pequeno da Europa (468 km2), localizado num enclave nos Pirenéus entre o nordeste da Espanha e o sudoeste da França.
13 800
é o número aproximado deportugueses a trabalhar em Andorra, a maior parte na construção civil e no turismo. São 16,3% da população total.
236
bebés portugueses nasceramem 2008 no principado. Representam 17,1% dos nascimentos.
1200 EUROS DE SALÁRIO
O boom de portugueses teve início nos anos 80. O ordenado médio é de 1200 euros.
ALDEIA DE VALPAÇOS DE LUTO POR EMIGRANTE
Há 22 anos que Olímpio Carriço, de 45 anos, estava emigrado em Andorra, onde trabalhava na construção civil. Vivia lá com a mulher e o filho, Tiago, agora com 18 anos. Ontem, na pequena aldeia de Sá, em Valpaços, o ambiente era de pesar, e até ao início da noite familiares e amigos queriam acreditar que Olímpio, uma das vítimas mortais, tinha sobrevivido ao acidente.
'Ele guiava um camião que fornecia betão para grandes obras. Era amigo de todos na aldeia, uma excelente pessoa', disse ontem ao CM Abel Carriço, irmão de Olímpio, ainda atónito com a tragédia.
Ao final da tarde, a mãe de Olímpio, Maria Carriço, de 82 anos, ainda não sabia da morte do filho. Em casa da sogra do trabalhador o ambiente era semelhante. 'Ele vinha agora no Natal à terra. Estou muito aflita, ainda estou à espera da má notícia', desabafou ao CM Maria Rodrigues, 71 anos, mãe da mulher de Olímpio, Maria Cardoso, de 40.
A vítima mortal tem dois irmãos e duas irmãs, mas apenas um não está emigrado. Cerca de cem pessoas da aldeia de Sá trabalham em Andorra.
GRANADA: CINCO PORTUGUESES
A 7 de Novembro de 2005, parte do viaduto da A7, em Granada, Espanha, abateu, matando seis operários, cinco deles portugueses. Doze pessoas responderam em tribunal pelo sucedido.
SOCORRO: DEZENAS ENVOLVIDOS
As equipas trabalhavam ontem à noite em turnos de 20 homens para tentar resgatar as vítimas. O trabalho era dificultado pelo frio (foram postas mantas térmicas) e pelo pouco espaço.
VÍTIMAS: DUAS EMPRESAS
Dois dos 11 trabalhadores sinistrados são da empresa Unifor (de Andorra) e residiam há anos no principado, enquanto os restantes pertencem à Ambicepol (do Marco de Canaveses).
COMO PORTUGAL TINHA FALTA DE MÃO DE OBRA NÃO ESPECIALIZADA OS ESQUERDISTAS QUE NÃO QUEREM QUE NADA FALTE AOS PEDREIROS QUE MANDAM ABRIRAM AS PORTAS E "NACIONALIZAM" QUEM NOS ESCOLHA, SEJAM OU NÃO NECESSÁRIOS.DANDO UMA VOLTA PELOS MUITOS BAIRROS SOCIAIS MULTICULTURAIS EM HORAS DE TRABALHO TODOS PODEM VERIFICAR A CIENTIFICA GOVERNAÇÃO QUE PREVÊ A AFRICANIZAÇÃO POR FORMA A FABRICAR O "PORTUGUÊS MULATO" MAIS FÁCIL DE LEVAR EM REBANHO E FIEL NO VOTO...OS INDÍGENAS ESSES QUE VÃO MORRER LONGE, PELAS ESTRADAS E QUE FIQUEM SEM IDEIAS DE EXPRESSAR O SEU REACIONARISMO ATRvés do voto...
Sunday, November 8, 2009
Saturday, November 7, 2009
O MARCELINO EMPREGADO DO PATRÃO QUE EDITOU EMAILS ROUBADOS...
O 'amigo Joaquim'
O universo da Comunicação Social esteve sempre presente nas dezenas de conversas entre Armando Vara e José Sócrates, escutadas pela Polícia Judiciária de Aveiro e anexas a certidões que se encontram desde Julho passado na Procuradoria Geral da República. O primeiro-ministro e o ‘vice’ do BCP falaram sobre as dívidas do empresário Joaquim Oliveira, da Global Notícias – que detém títulos como o Jornal de Notícias, o Diário de Notícias e a TSF –, bem como sobre a necessidade de encontrar uma solução para o ‘amigo Joaquim*’. Uma das soluções abordadas foi a eventual entrada da Ongoing, do empresário Nuno Vasconcellos, no capital do grupo. Para as autoridades, estas conversas poderiam configurar o crime de tráfico de influências.
Correio da Manhã
*Não esquecer que o 'amigo Joaquim' é o patrão do 'amigo Marcelino'.
O universo da Comunicação Social esteve sempre presente nas dezenas de conversas entre Armando Vara e José Sócrates, escutadas pela Polícia Judiciária de Aveiro e anexas a certidões que se encontram desde Julho passado na Procuradoria Geral da República. O primeiro-ministro e o ‘vice’ do BCP falaram sobre as dívidas do empresário Joaquim Oliveira, da Global Notícias – que detém títulos como o Jornal de Notícias, o Diário de Notícias e a TSF –, bem como sobre a necessidade de encontrar uma solução para o ‘amigo Joaquim*’. Uma das soluções abordadas foi a eventual entrada da Ongoing, do empresário Nuno Vasconcellos, no capital do grupo. Para as autoridades, estas conversas poderiam configurar o crime de tráfico de influências.
Correio da Manhã
*Não esquecer que o 'amigo Joaquim' é o patrão do 'amigo Marcelino'.
A GLOBALIZAÇÃO DA DESPESA VERSUS NECESSIDADE DE "AVALIAR"
Dengue: Portugal envia equipa médica para Cabo Verde Inserido em 06-11-2009 23:50
Portugal vai enviar ajuda para o combate à epidemia de dengue em Cabo Verde, em resposta ao apelo de auxilio internacional lançado pelo Governo daquele país.
A equipa portuguesa arranca este sábado para a Cidade da Praia, onde se vai juntar ao infecciologista Kamal Mansinho, é constituída por quatro médicos e quatro enfermeiros dos Hospitais da Universidade de Coimbra.
SEGINDO O DN VÊM 1000 DOENTES POR ANOS TRATAR-SE A PORTUGAL.TUDO POR CONTA DO RESPECTIVOS CONTRIBUINTES.NÃO DISSERAM É QUANTOS REGRESSAM TODOS OS ANOS.
DEPOIS DA SABOROSA MAIORIA EM LISBOA DADA PELA MULTICULTURALIDADE POR NOSSA CONTA JÁ FOI FEITA A PROMESSA DE PODEREM VIR A VOTAR NAS LEGISLATIVAS...
OS INDÍGENAS EMIGRADOS ESSES SÓ ENCONTRAM OBSTÁCULOS PARA PODEREM EXERCER O SEU DIREITO A VOTAR.É SÓ DIFICULDADES...
PARA QUANDO UM LEVANTAMENTO EXAUSTIVO DE QUANTO NOS CUSTA A "COOPERAÇÃO" E QUAIS AS CONTRAPARTIDAS OBTIDAS?É QUE COM UM DÉFICE ANUAL DE 10% NALGUM LADO SE TEM QUE CORTAR...E CALHAR SEMPRE AOS MESMOS, AQUELES QUE EFECTIVAMENTE PAGAM IMPOSTOS, JÁ CHEIRA MAL.
Portugal vai enviar ajuda para o combate à epidemia de dengue em Cabo Verde, em resposta ao apelo de auxilio internacional lançado pelo Governo daquele país.
A equipa portuguesa arranca este sábado para a Cidade da Praia, onde se vai juntar ao infecciologista Kamal Mansinho, é constituída por quatro médicos e quatro enfermeiros dos Hospitais da Universidade de Coimbra.
SEGINDO O DN VÊM 1000 DOENTES POR ANOS TRATAR-SE A PORTUGAL.TUDO POR CONTA DO RESPECTIVOS CONTRIBUINTES.NÃO DISSERAM É QUANTOS REGRESSAM TODOS OS ANOS.
DEPOIS DA SABOROSA MAIORIA EM LISBOA DADA PELA MULTICULTURALIDADE POR NOSSA CONTA JÁ FOI FEITA A PROMESSA DE PODEREM VIR A VOTAR NAS LEGISLATIVAS...
OS INDÍGENAS EMIGRADOS ESSES SÓ ENCONTRAM OBSTÁCULOS PARA PODEREM EXERCER O SEU DIREITO A VOTAR.É SÓ DIFICULDADES...
PARA QUANDO UM LEVANTAMENTO EXAUSTIVO DE QUANTO NOS CUSTA A "COOPERAÇÃO" E QUAIS AS CONTRAPARTIDAS OBTIDAS?É QUE COM UM DÉFICE ANUAL DE 10% NALGUM LADO SE TEM QUE CORTAR...E CALHAR SEMPRE AOS MESMOS, AQUELES QUE EFECTIVAMENTE PAGAM IMPOSTOS, JÁ CHEIRA MAL.
O JAS E O "CASAMENTO" PANELEIRO E LÉSBICO
A homossexualidade está na moda?
Publicação: 06 November 09 12:00 AM
O casamento entre homossexuais tornou-se um dos ex libris do PS. Melhor: um dos ex libris do PS de Sócrates – visto que o PS de Guterres era muito mais cauteloso em matéria de costumes. Não fosse Guterres católico praticante.
Julgo que, para esta abertura de Sócrates aos novos ventos, muito contribuiu a sua relação com Fernanda Câncio – que curiosamente chegou a ser minha jornalista no Expresso. Era na altura uma jovem vistosa mas profissionalmente discreta, que escrevia (e assinava) a duas mãos com uma colega, pelo que nunca se revelou.
Saiu dali para trabalhar na Elle, na época em que esta era dirigida por Margarida Marante. E foi Marante quem um dia me disse: «Tenho cá uma excelente jornalista que veio aí do Expresso». Fiquei à espera do nome. E confesso que me surpreendi quando ela disse: «A Fernanda Câncio».
Segundo julgo, foi também Margarida Marante quem apresentou Câncio a Sócrates. Este era um dos colaboradores residentes de um programa de Marante na SIC chamado Sete à Sexta, e Fernanda Câncio fazia parte da equipa do programa – o que propiciou a aproximação. Esta época revelar-se-ia, aliás, decisiva para o actual primeiro-ministro, não só porque conheceu a futura namorada mas também porque foi aí que iniciou a sua ascensão rumo ao poder.
Como?
Na sequência dessa colaboração na SIC, Sócrates foi convidado por Emídio Rangel (que entretanto se mudara para a RTP) para um programa semanal de debate, em que tinha como adversário Santana Lopes. Os debates correram bem a Sócrates, que desse modo foi catapultado para a ‘primeira divisão’ da política portuguesa.
‘P OR trás de um grande homem está sempre uma grande mulher’, diz o ditado. No caso de José Sócrates, está uma mulher que o tem influenciado no sentido do apoio a rupturas sociais.
O problema não teria importância se Sócrates não fosse primeiro-ministro e não quisesse transformar essas ‘causas’ em ‘assuntos de Estado’. A verdade é que, se pudesse, Sócrates já teria feito aprovar o casamento entre homossexuais, a adopção por casais homossexuais, a eutanásia, etc.
Sou em geral contra estas rupturas – e logo à partida contra o casamento entre homossexuais. Uma sociedade organizada vive de referências. E uma das principais referências é a família, da qual o casamento é o acto fundador.
Ora uma relação entre homossexuais é uma coisa diferente. Não é o acto fundador de uma família. Tem um carácter mais efémero, até porque não pode haver descendentes: dois homens ou duas mulheres que decidam viver juntos renunciam a ter filhos comuns.
Mexer nestas coisas é baralhar referências – e representa abrir uma caixa de Pandora.
Quando se debate homossexualidade convém separar duas coisas: a ‘propensão genética’ e o ‘fenómeno de moda’ ou de imitação.
Não há dúvida de que existem pessoas com inclinações homossexuais naturais. Contava-me uma empregada minha que numa casa onde em tempos trabalhou havia um menino que só gostava de brincar com bonecas, tachos e panelas. A minha empregada começou a achar aquilo estranho. E a verdade é que, na saída da adolescência, o menino revelou a sua inclinação homossexual. Este caso deverá ser extremo, mas não há dúvida de que em certas pessoas a inversão sexual se manifesta muito cedo.
Inversão que, aliás, também se verifica no reino animal. Diz-se que nas relações entre animais há cerca de 10% de práticas homossexuais.
Discutir a homossexualidade não é fácil, por pressão do ‘politicamente correcto’. Instituiu-se uma espécie de ditadura que impede um debate aberto e descomplexado sobre o assunto. As pessoas têm medo de o abordar publicamente, receando represálias. Veja-se o que sucedeu a Manuela Ferreira Leite quando disse espontaneamente que «o casamento é para ter filhos»: foi ridicularizada na praça pública, como se fosse do tempo das cavernas. E a partir daí a líder do PSD passou a falar do tema a medo e com pinças.
Mas por que não haveremos de falar abertamente da homossexualidade e das questões que coloca?
Como eu dizia, há uma homossexualidade decorrente de ‘propensão genética’ e outra induzida por fenómenos de moda e de imitação. Em Paris visitei recentemente uma zona – o Marais – frequentada à noite por multidões de homossexuais, e confesso que fiquei muito impressionado com o que vi: milhares de jovens, alguns no início da adolescência, exibiam ostensivamente a sua atracção (real, forçada?) por pessoas do seu sexo.
Em certos meios, ser homossexual pode ser hoje sinal de modernidade, de desinibição, de desafio às convenções. No mundo da moda, por exemplo, a homossexualidade é hoje a regra.
E aqui é que importa parar para reflectir.
Estas modas que enfrentam regras e convenções, e que alastram em certos ambientes generalizando comportamentos minoritários ou marginais, não serão um sinal preocupante?
Olhando para a História, não é verdade que os fenómenos deste tipo ficaram a assinalar períodos de declínio?
E depois há o problema dos filhos.
Dir-se-á que um casal homossexual poderá sempre ter filhos adoptivos. Mas, com a vulgarização do aborto, a cedência de crianças para adopção tenderá a diminuir. E depois, não é a mesma coisa. Não é a mesma coisa ter um filho natural ou adoptado. Nem para os pais adoptivos nem para as crianças – que, para começar, não terão um pai e uma mãe mas dois pais ou duas mães.
E que dizer de casos como o de uma apresentadora de TV chamada Solange F, que só teve relações sexuais com um homem para engravidar, sonegando deliberadamente ao filho o direito básico a ter pai?
Sempre condenei a homofobia. Sempre defendi a tolerância. Trabalho com homossexuais e tenho amigos que assumidamente o são. Mas fazer da homossexualidade uma ‘moda’ é uma parvoíce. E exibi-la publicamente – falando do ‘orgulho gay’ – é ridículo.
Como dizem os homossexuais, é preciso ter sempre presente que não somos todos iguais. Que há diferenças entre as pessoas. Os ‘casais’ homossexuais são diferentes dos heterossexuais – e para situações diferentes deve haver legislação diferente.
Para rematar, uma clarificação: fala-_-se hoje muito em ‘opção sexual’. Ora fará isto algum sentido? Será que uma pessoa chega a certa idade e interroga-se: ‘Qual irá ser a minha opção sexual? Optarei por ser heterossexual? Ou vou optar antes por ser gay?’.
As inclinações homossexuais não são uma ‘opção’.
Ou resultam de uma inclinação genética ou de fenómenos de moda ou de imitação. Mas aqui também não há propriamente ‘opção’: há seguidismo, há o ir na onda, há cedência ao ar do tempo.
Estes homossexuais sem propensão genética serão potencialmente os mais infelizes – porque não se sentirão bem na sua pele. E passarão ao lado da possibilidade de terem uma família, mulher e filhos. Em troca de quê?
por JAS
Publicação: 06 November 09 12:00 AM
O casamento entre homossexuais tornou-se um dos ex libris do PS. Melhor: um dos ex libris do PS de Sócrates – visto que o PS de Guterres era muito mais cauteloso em matéria de costumes. Não fosse Guterres católico praticante.
Julgo que, para esta abertura de Sócrates aos novos ventos, muito contribuiu a sua relação com Fernanda Câncio – que curiosamente chegou a ser minha jornalista no Expresso. Era na altura uma jovem vistosa mas profissionalmente discreta, que escrevia (e assinava) a duas mãos com uma colega, pelo que nunca se revelou.
Saiu dali para trabalhar na Elle, na época em que esta era dirigida por Margarida Marante. E foi Marante quem um dia me disse: «Tenho cá uma excelente jornalista que veio aí do Expresso». Fiquei à espera do nome. E confesso que me surpreendi quando ela disse: «A Fernanda Câncio».
Segundo julgo, foi também Margarida Marante quem apresentou Câncio a Sócrates. Este era um dos colaboradores residentes de um programa de Marante na SIC chamado Sete à Sexta, e Fernanda Câncio fazia parte da equipa do programa – o que propiciou a aproximação. Esta época revelar-se-ia, aliás, decisiva para o actual primeiro-ministro, não só porque conheceu a futura namorada mas também porque foi aí que iniciou a sua ascensão rumo ao poder.
Como?
Na sequência dessa colaboração na SIC, Sócrates foi convidado por Emídio Rangel (que entretanto se mudara para a RTP) para um programa semanal de debate, em que tinha como adversário Santana Lopes. Os debates correram bem a Sócrates, que desse modo foi catapultado para a ‘primeira divisão’ da política portuguesa.
‘P OR trás de um grande homem está sempre uma grande mulher’, diz o ditado. No caso de José Sócrates, está uma mulher que o tem influenciado no sentido do apoio a rupturas sociais.
O problema não teria importância se Sócrates não fosse primeiro-ministro e não quisesse transformar essas ‘causas’ em ‘assuntos de Estado’. A verdade é que, se pudesse, Sócrates já teria feito aprovar o casamento entre homossexuais, a adopção por casais homossexuais, a eutanásia, etc.
Sou em geral contra estas rupturas – e logo à partida contra o casamento entre homossexuais. Uma sociedade organizada vive de referências. E uma das principais referências é a família, da qual o casamento é o acto fundador.
Ora uma relação entre homossexuais é uma coisa diferente. Não é o acto fundador de uma família. Tem um carácter mais efémero, até porque não pode haver descendentes: dois homens ou duas mulheres que decidam viver juntos renunciam a ter filhos comuns.
Mexer nestas coisas é baralhar referências – e representa abrir uma caixa de Pandora.
Quando se debate homossexualidade convém separar duas coisas: a ‘propensão genética’ e o ‘fenómeno de moda’ ou de imitação.
Não há dúvida de que existem pessoas com inclinações homossexuais naturais. Contava-me uma empregada minha que numa casa onde em tempos trabalhou havia um menino que só gostava de brincar com bonecas, tachos e panelas. A minha empregada começou a achar aquilo estranho. E a verdade é que, na saída da adolescência, o menino revelou a sua inclinação homossexual. Este caso deverá ser extremo, mas não há dúvida de que em certas pessoas a inversão sexual se manifesta muito cedo.
Inversão que, aliás, também se verifica no reino animal. Diz-se que nas relações entre animais há cerca de 10% de práticas homossexuais.
Discutir a homossexualidade não é fácil, por pressão do ‘politicamente correcto’. Instituiu-se uma espécie de ditadura que impede um debate aberto e descomplexado sobre o assunto. As pessoas têm medo de o abordar publicamente, receando represálias. Veja-se o que sucedeu a Manuela Ferreira Leite quando disse espontaneamente que «o casamento é para ter filhos»: foi ridicularizada na praça pública, como se fosse do tempo das cavernas. E a partir daí a líder do PSD passou a falar do tema a medo e com pinças.
Mas por que não haveremos de falar abertamente da homossexualidade e das questões que coloca?
Como eu dizia, há uma homossexualidade decorrente de ‘propensão genética’ e outra induzida por fenómenos de moda e de imitação. Em Paris visitei recentemente uma zona – o Marais – frequentada à noite por multidões de homossexuais, e confesso que fiquei muito impressionado com o que vi: milhares de jovens, alguns no início da adolescência, exibiam ostensivamente a sua atracção (real, forçada?) por pessoas do seu sexo.
Em certos meios, ser homossexual pode ser hoje sinal de modernidade, de desinibição, de desafio às convenções. No mundo da moda, por exemplo, a homossexualidade é hoje a regra.
E aqui é que importa parar para reflectir.
Estas modas que enfrentam regras e convenções, e que alastram em certos ambientes generalizando comportamentos minoritários ou marginais, não serão um sinal preocupante?
Olhando para a História, não é verdade que os fenómenos deste tipo ficaram a assinalar períodos de declínio?
E depois há o problema dos filhos.
Dir-se-á que um casal homossexual poderá sempre ter filhos adoptivos. Mas, com a vulgarização do aborto, a cedência de crianças para adopção tenderá a diminuir. E depois, não é a mesma coisa. Não é a mesma coisa ter um filho natural ou adoptado. Nem para os pais adoptivos nem para as crianças – que, para começar, não terão um pai e uma mãe mas dois pais ou duas mães.
E que dizer de casos como o de uma apresentadora de TV chamada Solange F, que só teve relações sexuais com um homem para engravidar, sonegando deliberadamente ao filho o direito básico a ter pai?
Sempre condenei a homofobia. Sempre defendi a tolerância. Trabalho com homossexuais e tenho amigos que assumidamente o são. Mas fazer da homossexualidade uma ‘moda’ é uma parvoíce. E exibi-la publicamente – falando do ‘orgulho gay’ – é ridículo.
Como dizem os homossexuais, é preciso ter sempre presente que não somos todos iguais. Que há diferenças entre as pessoas. Os ‘casais’ homossexuais são diferentes dos heterossexuais – e para situações diferentes deve haver legislação diferente.
Para rematar, uma clarificação: fala-_-se hoje muito em ‘opção sexual’. Ora fará isto algum sentido? Será que uma pessoa chega a certa idade e interroga-se: ‘Qual irá ser a minha opção sexual? Optarei por ser heterossexual? Ou vou optar antes por ser gay?’.
As inclinações homossexuais não são uma ‘opção’.
Ou resultam de uma inclinação genética ou de fenómenos de moda ou de imitação. Mas aqui também não há propriamente ‘opção’: há seguidismo, há o ir na onda, há cedência ao ar do tempo.
Estes homossexuais sem propensão genética serão potencialmente os mais infelizes – porque não se sentirão bem na sua pele. E passarão ao lado da possibilidade de terem uma família, mulher e filhos. Em troca de quê?
por JAS
OS EXTREMOS TOCAM-SE.CASO DO LOUÇÃ E DA MOREIRA
REPAREM BEM NO PERCURSO DE VIDA DO LOUÇÃ E DA ISABEL MOREIRA, AQUELA DAS LÉSBICAS E FILHA DO ADRIANO MOREIRA.AMBOS ESQUERDISTAS, HUMANISTA,INTERNACIONALISTAS,PRÓ-PANELEIRAGEM E LESBIANISMO,SEMPRE AO LADO DOS POBRES DO MUNDO, EM SUMA DO LADO BOM DA FOTOGRAFIA DO POLITICAMENTE CORRECTO E SEM FALHAS.AMBOS FILHOS DE DITOS "FASCISTAS" QUE SERVIAM COM GRANDE RELEVO O ANTERIOR REGIME.
ANDAM NA MÓ DE CIMA.NA CRISTA DA ONDA.TAL COMO ANDAVAM OS SEUS PAPÁS.EU DESCONFIO DE TANTA "GENEROSIDADE" DE TANTA "VERDADE" DE TANTA "GENUINIDADE" NESTES PERCURSOS.ACREDITO ISSO SIM QUE SEJA POR PURO OPORTUNISMO... E ATÉ VINGANÇA!
E EXPLICA TALVEZ A POSIÇÃO DO BE ACERCA DOS "SUBMARINOS"...
ANDAM NA MÓ DE CIMA.NA CRISTA DA ONDA.TAL COMO ANDAVAM OS SEUS PAPÁS.EU DESCONFIO DE TANTA "GENEROSIDADE" DE TANTA "VERDADE" DE TANTA "GENUINIDADE" NESTES PERCURSOS.ACREDITO ISSO SIM QUE SEJA POR PURO OPORTUNISMO... E ATÉ VINGANÇA!
E EXPLICA TALVEZ A POSIÇÃO DO BE ACERCA DOS "SUBMARINOS"...
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CORRUPTOS E TRAIDORES A GOVERNAR DÁ NISTO...
JÁ SE VÊM POR AÍ AS MAIS ABSURDAS JUSTIFICAÇÕES PARA UM SIMPLES ACTO DE JIADISMO
From The Times November 7, 2009
Investigators try to understand reasons behind Major Hasan’s rampage
Major Malik Nidal Hassan: signs that he was close to breaking point went unnoticed
Image :1 of 3
Giles Whittell in Washington
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Investigators have begun piecing together a harrowing story of missed clues and sudden carnage left by an army psychiatrist who gunned down more than 40 people on a Texas army base, killing 13, when faced with the prospect of deploying to a war he wished President Obama had ended.
At the time, the signs that Major Nidal Malik Hasan was close to breaking point went unnoticed. Hours later they were being logged as evidence in a case that is likely to end in the death penalty for the sole suspect in the worst mass shooting on a US military post in recent history.
The day before Major Hasan smuggled two registered handguns into the Soldier Readiness Processing Centre at Fort Hood and started firing, he had knocked on neighbours’ doors and offered shelves, a lamp and frozen broccoli from a flat to which he did not expect to return.
He also distributed several copies of the Koran, telling one confused recipient that he was moving to Oklahoma and another that he was deploying to Iraq.
Related Links
The mother who brought down the Fort Hood killer
Fort Hood killer cracked under inner conflict
Peaceful appearance belies Fort Hood’s status
The truth was infinitely more troubling. First, he drove on to the sprawling base in central Texas to which he had been assigned in July after a six-year stint at America’s largest hospital for wounded veterans, in Washington.
Wearing a white salmar kameez and cap, he stopped as usual at a convenience store for a breakfast of hash browns and coffee. Closed-circuit television footage aired repeatedly on US news networks yesterday showed Major Hasan’s incongruous and somewhat chubby figure smiling as he pocketed his change and headed for the door.
His workplace was the Darnall Hospital near the southern entrance to Fort Hood, a short drive from his home in neighbouring Killeen.
How much time he spent there was unclear but some time before 1.30pm he made the short journey, a few blocks west, to the building where 300 uniformed personnel were receiving final vaccinations and eyesight checks before being sent overseas.
When he began shooting, the orderly lines of soldiers queuing for treatment dissolved in seconds into bloody chaos.
Witnesses described soldiers tearing off their shirts to staunch the bleeding of those hit in a ten-minute rampage during which Major Hasan may have had time to reload his weapons, and friendly fire may have added to the casualties.
One soldier who was hit in the initial fusillade said: “I made the mistake of moving and I was shot again.”
A female civilian police officer on contract to the US Army, Kimberly Munley, shot Major Hasan four times and was being described as a hero without whom the death toll could have been far higher.
But by the time the gunman was brought down she and more than 40 others had been hit. She and Major Hasan were among the 30 people wounded but in stable condition being treated in military and civilian hospitals throughout the region.
JUSTIFICAR UM TERRORISTA E ASSASSINO?COMO JUSTIFICAM OS MULTICULTURALISTAS DE CÁ OS PERIGOS DESNECESSÁRIOS(PARA ALÉM DA DESPESA)COM QUE ANDAM A PRESENTEAR O POVO PORTUGUÊS?OS TRAIDORES JACOBINOS QUE ATACAM OS CATÓLICOS E NÃO ATACAM OS ISLÂMICOS PORQUÊ?
UM ASSASSINO TERRORISTA SER ABATIDO POR UMA MULHER...
Investigators try to understand reasons behind Major Hasan’s rampage
Major Malik Nidal Hassan: signs that he was close to breaking point went unnoticed
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Giles Whittell in Washington
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Investigators have begun piecing together a harrowing story of missed clues and sudden carnage left by an army psychiatrist who gunned down more than 40 people on a Texas army base, killing 13, when faced with the prospect of deploying to a war he wished President Obama had ended.
At the time, the signs that Major Nidal Malik Hasan was close to breaking point went unnoticed. Hours later they were being logged as evidence in a case that is likely to end in the death penalty for the sole suspect in the worst mass shooting on a US military post in recent history.
The day before Major Hasan smuggled two registered handguns into the Soldier Readiness Processing Centre at Fort Hood and started firing, he had knocked on neighbours’ doors and offered shelves, a lamp and frozen broccoli from a flat to which he did not expect to return.
He also distributed several copies of the Koran, telling one confused recipient that he was moving to Oklahoma and another that he was deploying to Iraq.
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The truth was infinitely more troubling. First, he drove on to the sprawling base in central Texas to which he had been assigned in July after a six-year stint at America’s largest hospital for wounded veterans, in Washington.
Wearing a white salmar kameez and cap, he stopped as usual at a convenience store for a breakfast of hash browns and coffee. Closed-circuit television footage aired repeatedly on US news networks yesterday showed Major Hasan’s incongruous and somewhat chubby figure smiling as he pocketed his change and headed for the door.
His workplace was the Darnall Hospital near the southern entrance to Fort Hood, a short drive from his home in neighbouring Killeen.
How much time he spent there was unclear but some time before 1.30pm he made the short journey, a few blocks west, to the building where 300 uniformed personnel were receiving final vaccinations and eyesight checks before being sent overseas.
When he began shooting, the orderly lines of soldiers queuing for treatment dissolved in seconds into bloody chaos.
Witnesses described soldiers tearing off their shirts to staunch the bleeding of those hit in a ten-minute rampage during which Major Hasan may have had time to reload his weapons, and friendly fire may have added to the casualties.
One soldier who was hit in the initial fusillade said: “I made the mistake of moving and I was shot again.”
A female civilian police officer on contract to the US Army, Kimberly Munley, shot Major Hasan four times and was being described as a hero without whom the death toll could have been far higher.
But by the time the gunman was brought down she and more than 40 others had been hit. She and Major Hasan were among the 30 people wounded but in stable condition being treated in military and civilian hospitals throughout the region.
JUSTIFICAR UM TERRORISTA E ASSASSINO?COMO JUSTIFICAM OS MULTICULTURALISTAS DE CÁ OS PERIGOS DESNECESSÁRIOS(PARA ALÉM DA DESPESA)COM QUE ANDAM A PRESENTEAR O POVO PORTUGUÊS?OS TRAIDORES JACOBINOS QUE ATACAM OS CATÓLICOS E NÃO ATACAM OS ISLÂMICOS PORQUÊ?
UM ASSASSINO TERRORISTA SER ABATIDO POR UMA MULHER...
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