Perseguiram e mataram jovem no Bairro Alto com facadas
por DANIEL LAMHoje
As autoridades policiais ainda não revelaram o que levou um grupo de africanos a correr atrás de três raparigas e um jovem que acabou por morrer esfaqueado. Moradores falam em roubo e droga. Ou "tentaram meter-se com as miúdas".
Ninguém sabe o que terá estado na origem do crime de homicídio que vitimou um jovem de 19 anos, esfaqueado no peito e no ombro, pelas 03.30 de ontem, em plena via pública do Bairro Alto, em Lisboa. O suspeito foi detido de imediato pela PSP e ficou em prisão preventiva. No local, moradores apontam várias hipóteses: problemas com negócios de tráfico de droga, tentativa de roubo ou "porque alguém se meteu com as raparigas" que estavam com a vítima.
O QUE ANDAVA A FAZER QUEM NOS VEIO ENRIQUECER PELO "TRABALHO" ÀS TANTAS DA MADRUGADA LONGE DO SEU CASAL DE S.BRÁS?DEVIAM CERTAMENTE ANDAR A PREGAR AS NOVAS DO "JEOVÁ"...
NESTAS ALTURAS O SOS RACISMO E OS TRAIDORES QUE QUEREM TORNAR ESCRAVOS OS SEUS CIDADÃOS É QUE DEVERIAM DAR A CARA DOS SUES PROJECTOS ESCONDIDOS E QUE EXECUTAM À REVELIA DA VONTADE DO INDIGENATO...
Sunday, August 9, 2009
Thursday, August 6, 2009
GUERRA DE GUERRILHA IMPORTADA E QUE QUER EMPRENHAR AS INDÍGENAS...A BEM OU A MAL...
06 Agosto 2009 - 00h30
Margem Sul: PSP deteve três assaltantes perigosos. Um escapou
Troca de tiros para ‘caçar’ gang violento
O perigoso gang que na terça-feira de madrugada sequestrou uma jovem de 24 anos na Azambuja, tal como o CM ontem noticiou , voltou a atacar nessa mesma noite, na Margem Sul. A vítima foi também uma jovem, de 26 anos, fechada na mala do seu carro, agredida e obrigada a dar os cartões multibanco e códigos. Mas três dos quatro ladrões acabaram capturados pela PSP do Seixal, após uma troca de tiros. Um dos membros do gang, de que faz parte um menor de 14 anos, foi atingido numa perna. Um outro anda a monte.
Segundo fonte policial, os quatro ladrões saíram de Benfica, onde abandonaram a primeira vítima, às 02h00. Uma hora depois, empunhando armas de fogo e com mil euros que tinham roubado à rapariga de 24 anos, abordaram a jovem, de 26, num parque de estacionamento na Sobreda, em Almada, e enfiaram-na na bagageira do seu Volkswagen Polo escuro.
A vítima andou mais de meia hora com os ladrões e foi largada em Belverde, Seixal, a alguns quilómetros do local onde foi sequestrada. Antes disso, taparam-lhe a cabeça com um capuz e, num sítio isolado, espancaram-na – obrigando-a a revelar o código do cartão multibanco. Chegaram mesmo a disparar um tiro para o ar, aumentando o pânico da jovem.
Pouco depois, os quatro membros do gang foram surpreendidos pela PSP. Tentaram fugir, mas tiveram um acidente. O que estava armado reagiu à polícia com tiros, obrigando os agentes a ripostar. Resultado: acabou atingido a tiro numa das pernas, mas não corre perigo de vida.
FECHADA NA BAGAGEIRA, LIGOU AO NAMORADO
Quando a jovem, de 26 anos, foi sequestrada na Sobreda, em Almada, pelas 03h00 de anteontem, mal sabia o pesadelo por que ia passar. Ao chegar a Belverde, Seixal, a jovem foi despida e sexualmente molestada pelos assaltantes. Apontaram-lhe a arma à cabeça e depois dispararam para o ar. Foi agredida com violência para revelar os códigos do cartão multibanco. O gang sabia que naquele sítio há uma caixa ATM junto a uma papelaria.
Puseram a vítima na bagageira do seu carro, onde ela conseguiu telefonar para o namorado, que alertou de imediato a PSP. O gang foi apanhado pouco depois graças à rápida intervenção policial. Ainda assim, foi necessário persegui-los por dois quilómetros, ao fim dos quais o carro do gang capotou, tendo os assaltantes saído aos tiros.
GRUPO ROUBOU, VIOLOU E MATOU
Este gang, por actuar preferencialmente na Margem Sul e sequestrar jovens mulheres que obrigam a dar os cartões, faz lembrar o primeiro grupo a ficar conhecido como gang do multibanco. No Verão de 1992, o desaparecimento de Ana Cristina, 25 anos, agitou o País. Durante semanas especulou-se sobre o paradeiro da jovem, vista pela última vez na Costa de Caparica. O mistério foi resolvido dois anos e meio depois, com a PJ a deter os carrascos da jovem. Dois homens e uma mulher foram condenados por sequestro, violação e, no caso de Ana Cristina, homicídio.
Tal como outras mulheres, Ana Cristina foi mantida prisioneira numa casa da Margem Sul, onde foi violada, agredida e obrigada a dar os códigos dos cartões, com que o grupo fez levantamentos. Acabou por ser morta e enterrada perto da Lagoa de Albufeira. Rui Gomes e Eduardo Cardoso foram condenados a penas de vinte anos. Ana Maria apanhou 18 anos. Rui foi morto na cadeia.
PORMENORES
ORGANIZADOS
Os ladrões eram bem organizados e a escolha dos lugares onde atacar obedecia a duas regras: isolados; e com caixas ATM para os levantamentos.
APREENSÕES
Os agentes da PSP do Seixal apreenderam aos suspeitos 200 euros que tinham acabado de levantar da conta da vítima, a viatura da jovem, o carro em que seguia o gang e um revólver ilegal.
MARGEM SUL
O grupo dedicava-se a assaltos violentos, preferencialmente na Margem Sul do Tejo.
É OU NÃO UMA RIQUEZA?TUDO NÓDOAS NEGRAS CLARO.PORTUGAL COM MONTANHAS DE NÓDOAS NEGRAS...
Margem Sul: PSP deteve três assaltantes perigosos. Um escapou
Troca de tiros para ‘caçar’ gang violento
O perigoso gang que na terça-feira de madrugada sequestrou uma jovem de 24 anos na Azambuja, tal como o CM ontem noticiou , voltou a atacar nessa mesma noite, na Margem Sul. A vítima foi também uma jovem, de 26 anos, fechada na mala do seu carro, agredida e obrigada a dar os cartões multibanco e códigos. Mas três dos quatro ladrões acabaram capturados pela PSP do Seixal, após uma troca de tiros. Um dos membros do gang, de que faz parte um menor de 14 anos, foi atingido numa perna. Um outro anda a monte.
Segundo fonte policial, os quatro ladrões saíram de Benfica, onde abandonaram a primeira vítima, às 02h00. Uma hora depois, empunhando armas de fogo e com mil euros que tinham roubado à rapariga de 24 anos, abordaram a jovem, de 26, num parque de estacionamento na Sobreda, em Almada, e enfiaram-na na bagageira do seu Volkswagen Polo escuro.
A vítima andou mais de meia hora com os ladrões e foi largada em Belverde, Seixal, a alguns quilómetros do local onde foi sequestrada. Antes disso, taparam-lhe a cabeça com um capuz e, num sítio isolado, espancaram-na – obrigando-a a revelar o código do cartão multibanco. Chegaram mesmo a disparar um tiro para o ar, aumentando o pânico da jovem.
Pouco depois, os quatro membros do gang foram surpreendidos pela PSP. Tentaram fugir, mas tiveram um acidente. O que estava armado reagiu à polícia com tiros, obrigando os agentes a ripostar. Resultado: acabou atingido a tiro numa das pernas, mas não corre perigo de vida.
FECHADA NA BAGAGEIRA, LIGOU AO NAMORADO
Quando a jovem, de 26 anos, foi sequestrada na Sobreda, em Almada, pelas 03h00 de anteontem, mal sabia o pesadelo por que ia passar. Ao chegar a Belverde, Seixal, a jovem foi despida e sexualmente molestada pelos assaltantes. Apontaram-lhe a arma à cabeça e depois dispararam para o ar. Foi agredida com violência para revelar os códigos do cartão multibanco. O gang sabia que naquele sítio há uma caixa ATM junto a uma papelaria.
Puseram a vítima na bagageira do seu carro, onde ela conseguiu telefonar para o namorado, que alertou de imediato a PSP. O gang foi apanhado pouco depois graças à rápida intervenção policial. Ainda assim, foi necessário persegui-los por dois quilómetros, ao fim dos quais o carro do gang capotou, tendo os assaltantes saído aos tiros.
GRUPO ROUBOU, VIOLOU E MATOU
Este gang, por actuar preferencialmente na Margem Sul e sequestrar jovens mulheres que obrigam a dar os cartões, faz lembrar o primeiro grupo a ficar conhecido como gang do multibanco. No Verão de 1992, o desaparecimento de Ana Cristina, 25 anos, agitou o País. Durante semanas especulou-se sobre o paradeiro da jovem, vista pela última vez na Costa de Caparica. O mistério foi resolvido dois anos e meio depois, com a PJ a deter os carrascos da jovem. Dois homens e uma mulher foram condenados por sequestro, violação e, no caso de Ana Cristina, homicídio.
Tal como outras mulheres, Ana Cristina foi mantida prisioneira numa casa da Margem Sul, onde foi violada, agredida e obrigada a dar os códigos dos cartões, com que o grupo fez levantamentos. Acabou por ser morta e enterrada perto da Lagoa de Albufeira. Rui Gomes e Eduardo Cardoso foram condenados a penas de vinte anos. Ana Maria apanhou 18 anos. Rui foi morto na cadeia.
PORMENORES
ORGANIZADOS
Os ladrões eram bem organizados e a escolha dos lugares onde atacar obedecia a duas regras: isolados; e com caixas ATM para os levantamentos.
APREENSÕES
Os agentes da PSP do Seixal apreenderam aos suspeitos 200 euros que tinham acabado de levantar da conta da vítima, a viatura da jovem, o carro em que seguia o gang e um revólver ilegal.
MARGEM SUL
O grupo dedicava-se a assaltos violentos, preferencialmente na Margem Sul do Tejo.
É OU NÃO UMA RIQUEZA?TUDO NÓDOAS NEGRAS CLARO.PORTUGAL COM MONTANHAS DE NÓDOAS NEGRAS...
BRANCO CEGOU BRANCO TEM QUE CURAR
Santa Maria
Doentes não podem ser obrigados a aceitar alta
Ontem
Em caso de recusa de alta, os hospitais não têm meios legais para forçar os internados a abandonar as instalações, admitem os administradores das unidades.
Se os doentes internados com cegueira no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, se recusarem a ter alta, a unidade não têm meios legais para os obrigar a abandonar as instalações. "Os hospitais não dispõem de mecanismos legais e específicos para obrigar um doente a aceitar a alta clínica, no caso de uma recusa", disse ao DN o presidente da Associação dos Administradores Hospitalares, Pedro Lopes. A situação é também admitida pelo presidente do Hospital Curry Cabral, na capital ."São casos muito difíceis de gerir, que às vezes só são resolvidos ao fim de meses e, à custa de muita paciência e pedagogia", disse ao DN Manuel Delgado.
A AFRICANIDADE É VALIOSA.E VEIO DEMONSTRAR COMO OS GOVERNANTES TÊM ANDADO A FAZER DE BRANCOS PRETOS.POR BATEREM SEMPRE TODOS OS RECORDS EM AVAÇOS CIVILIZACIONAIS POR NOSSA CONTA.AFOGAM-SE NÓS PAGAMOS,MATAM-SE NÓS PAGAMOS,HOUVE ACIDENTE?TEMOS QUE PAGAR...COM TANTA PROPAGANDA A AFRICANIDADE FICOU CONVENCIDA DE QUE É MESMO "ESPECIAL"...
Doentes não podem ser obrigados a aceitar alta
Ontem
Em caso de recusa de alta, os hospitais não têm meios legais para forçar os internados a abandonar as instalações, admitem os administradores das unidades.
Se os doentes internados com cegueira no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, se recusarem a ter alta, a unidade não têm meios legais para os obrigar a abandonar as instalações. "Os hospitais não dispõem de mecanismos legais e específicos para obrigar um doente a aceitar a alta clínica, no caso de uma recusa", disse ao DN o presidente da Associação dos Administradores Hospitalares, Pedro Lopes. A situação é também admitida pelo presidente do Hospital Curry Cabral, na capital ."São casos muito difíceis de gerir, que às vezes só são resolvidos ao fim de meses e, à custa de muita paciência e pedagogia", disse ao DN Manuel Delgado.
A AFRICANIDADE É VALIOSA.E VEIO DEMONSTRAR COMO OS GOVERNANTES TÊM ANDADO A FAZER DE BRANCOS PRETOS.POR BATEREM SEMPRE TODOS OS RECORDS EM AVAÇOS CIVILIZACIONAIS POR NOSSA CONTA.AFOGAM-SE NÓS PAGAMOS,MATAM-SE NÓS PAGAMOS,HOUVE ACIDENTE?TEMOS QUE PAGAR...COM TANTA PROPAGANDA A AFRICANIDADE FICOU CONVENCIDA DE QUE É MESMO "ESPECIAL"...
Tuesday, August 4, 2009
BENEFICIOS DA POLITICA ISCTE

03/08/2009 / BRéSIL
Du 8 000 volts pour décourager les voleurs
Brésilcriminalité.Si la capitale brésilienne, Brasilia, n’est pas la ville la plus dangereuse du pays, ses quartiers huppés sont en train de se transformer en véritables forteresses. L’un de nos Observateurs nous explique que les habitants les plus riches sont désormais prêts à tout pour se protéger.
Contributeurs
Rasheed Abou...
."La plupart des crimes au Brésil sont une conséquence directe de l’immense fossé entre les riches et les pauvres"
Rasheed Abou-Alsamh est un blogueur sud-américain qui vit dans le quartier de Lago Sul, à Brasilia. Il a pris des photos des barrières de sécurité qui se multiplient dans sa ville.
Il y a vingt ans, on n’en voyait pas une seule. Aujourd’hui, pratiquement toutes les maisons de Lago Sul sont entourées de grillages électriques chargés à 8 000 volts pour décourager les voleurs.
Une importante vague de criminalité s’est abattue sur Brasilia, ces dernières années. Le "Distrito Federal", qui englobe la capitale et ses banlieues, a connu un énorme boom démographique. Plus de deux millions de personnes vivent désormais dans le district fédéral, dont certaines dans des conditions misérables. Ces gens côtoient tous les jours une population qui jouit des plus hauts revenus du pays.
Les enlèvements éclairs, ou "Sequestros relampagos", sont devenus malheureusement fréquents à Brasilia. La plupart du temps, une personne riche est attaquée alors qu'elle se trouve dans sa voiture. Les ravisseurs volent le véhicule et conduisent le propriétaire au guichet le plus proche pour y retirer un maximum d’argent. Il y a quelques mois, j’ai rencontré une jeune fille qui avait été victime d’un enlèvement éclair, le jour-même. Ses ravisseurs lui ont volé sa voiture et son argent. La police n’a toujours pas retrouvé la voiture...
La plupart des crimes au Brésil sont une conséquence directe de l’immense fossé entre les riches et les pauvres. Tous les jours, je croise les Mercedes et les BMW les plus luxueuses à quelques mètres d’enfants pieds nus qui mendient dans la rue.
La prolifération des drogues bon marché contribue, elle aussi, à la hausse de la criminalité. Beaucoup de Brésiliens en veulent au système judiciaire qui n’est pas, selon eux, assez dur avec les criminels. La peine de mort a été abolie et un meurtrier ne risque désormais pas plus que trente ans d’emprisonnement. Sans compter les remises de peine à l’occasion des fêtes... Je comprends les habitants de Lago Sul, qui se réfugient désormais derrières des grillages électrifiés."
COMO DIRIA A JOANA AMARAL DIAS NADA DE DISCRIMINAÇÕES...
L'espion nouveau de Sa Majesté est arrivé. C'est une taupe d'Al-Qaida... D'après le Daily Telegraph du samedi 1er août, la nébuleuse islamiste a infiltré le MI-5, le célèbre service de contre-espionnage britannique. Selon le député conservateur Patrick Mercer, cité par le Telegraph, six employés de confession musulmane du service de sécurité intérieure ont été écartés après des révélations sur leurs antécédents politiques. Deux d'entre eux seraient passés dans des camps d'Al-Qaida au Pakistan et en Afghanistan. Les quatre autres présentaient des blancs inquiétants dans leur curriculum vitae.
POR CÁ ISSO É PRATICADO EM TODAS AS ÁREAS.QUANTO MAIS "INCLUSÃO" MELHOR.COM OS RESULTADOS EXCELENTES PARA O INDIGENATO QUE SE VÊM...ATÉ JÁ EXISTEM JUIZES COM CORAÇÕES MULTICULTURAIS QUE DE BRANCO QUEREM FAZER PRETO...
POR CÁ ISSO É PRATICADO EM TODAS AS ÁREAS.QUANTO MAIS "INCLUSÃO" MELHOR.COM OS RESULTADOS EXCELENTES PARA O INDIGENATO QUE SE VÊM...ATÉ JÁ EXISTEM JUIZES COM CORAÇÕES MULTICULTURAIS QUE DE BRANCO QUEREM FAZER PRETO...
LÁ É VIRTUDE , CÁ É CRIME...
Evo Morales pone en marcha en Bolivia la autonomía indígena
La oposición asegura que el decreto viola la nueva Constitución
MABEL AZCUI - Cochabamba - 04/08/2009
El Gobierno de Evo Morales presentó ayer un decreto y un proyecto de ley que impulsa la formación de las autonomías indígenas, y que ha sido contestado por la oposición al considerar que polariza el país en términos raciales.
A ESQUERDALHADA TUDO FAZ PARA SUBJUGAR O OCIDENTE TORNANDO OS SEUS CIDADÃOS EM FUTUROS ESCRAVOS DE TODAS AS "DIFERENÇAS"
La oposición asegura que el decreto viola la nueva Constitución
MABEL AZCUI - Cochabamba - 04/08/2009
El Gobierno de Evo Morales presentó ayer un decreto y un proyecto de ley que impulsa la formación de las autonomías indígenas, y que ha sido contestado por la oposición al considerar que polariza el país en términos raciales.
A ESQUERDALHADA TUDO FAZ PARA SUBJUGAR O OCIDENTE TORNANDO OS SEUS CIDADÃOS EM FUTUROS ESCRAVOS DE TODAS AS "DIFERENÇAS"
ESTE JUIZ LUIS RIBEIRO AINDA UM DIA VAI SER CANDIDATO DO BE...
Militar da GNR condenado a 14 anos por homicídio
por SÓNIA SIMÕESHoje
O colectivo de juízes entendeu que o soldado Marco C. podia ter agido de outra forma e agravou a pena por ele não ter mostrado arrependimento. Terá ainda de pagar uma indemnização de 145 mil euros aos pais do rapaz a quem roubou a vida.
As versões "contraditórias" que o militar da GNR apresentou em tribunal não convenceram o colectivo de juízes de Loures. O soldado Marco C. foi ontem condenado a 14 anos de cadeia, pelo homicídio de um rapaz de 17 anos, e obrigado a pagar uma indemnização de 145 mil euros por danos morais, aos pais da vítima.
"O senhor devia e podia ter agido de outra forma, tinha essa obrigação enquanto militar da GNR", disse-lhe o juiz Luís Ribeiro.
Sentado no banco dos réus, de costas para os pais da vítima, Marco C. não mostrou qualquer emoção quando ouviu a sentença. Aliás, a sua falta de arrependimento e "de auto-censura" durante todo o julgamento serviram para agravar a pena a aplicar.
Segundo disse o juiz, Marco tentou explicar a noite de 26 de Julho de 2006 apresentando uma versão diferente à qual vinha acusado pelo Ministério Público (MP).
Alegou ter sido abordado por um grupo de rapazes que queriam roubar-lhe o fio de ouro. Ainda tentou mostrar a identificação, já que não estava de serviço, mas isso só tornou os suspeitos mais violentos. Por isso disparou para o ar.
O discurso "cheio de contradições" foi alterado duas vezes ao longo do julgamento. Marco inverteu a ordem dos factos, alegando ter agido em defesa. Ainda disse desconhecer que a sua arma estava pronta a disparar - já que mostrou a arma a uma amigo, e terá sido ele quem inverteu a ordem das munições reais e das de salva.
Versões que não convenceram o juiz. Marco foi abordado por Pedro Vasconcelos, que lhe arrancou o fio, correu atrás dele e disparou pelas costas. "Todas as incertezas foram esclarecidas pelos testemunhos de acusação, alguns nem conheciam a vítima", disse o juiz.
Assim que Pedro ficou imobilizado, o militar tirou-lhe o fio da mão e abandonou-o. Metros à frente, foi agredido por um grupo de alegados amigos da vítima que o esfaquearam duas vezes.
Mais. O projéctil que trespassou o corpo de Pedro ainda atingiu a perna de uma jovem, Romina Santos. O crime ocorreu após um concerto das Festas da Cidade de Loures. Estavam muitas pessoas na rua, que seguiam para casa. E o militar nem isso teve em consideração, sublinhou o juiz.
O militar foi condenado a uma pena única de14 anos pelo homicídio de Pedro e por ofensas à integridade física de Romina. Vai ter de pagar 3600 euros por danos morais e 120,85 pelos custos médicos a Romina.
Aos pais de Pedro, o colectivo fixou uma indemnização por danos morais muito superior ao normalmente estabelecido por outros juízes: 75 mil pelo dano morte e 70 mil pelos danos sofridos pelos pais, no total de 145 mil. "A vítima era jovem e tinha sonhos", disse o juiz. A família chorou. Somam-se as depesas de funeral, pouco mais de 1500 euros. "É sempre complicado dizer que se fez Justiça quando se perdeu um filho", disse ao DN o pai da vítima, Fernando Vasconcelos.
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04 Agosto 2009 - 00h30
Loures: Reagiu a assalto durante festas da cidade em 2006
GNR apanha 14 anos por matar
Na madrugada de 26 de Junho de 2006, o soldado de infantaria da GNR Marco C. foi assaltado durante as festas de Loures. Pedro Vasconcelos, de 17 anos, puxou o cordão de ouro que o militar trazia ao pescoço. Marco, que estava de folga, reagiu e desferiu três disparos com a sua arma pessoal, atingindo mortalmente o assaltante e ferindo uma mulher. Ontem foi condenado pelo Tribunal de Loures a 14 anos de cadeia pelo homicídio.
O colectivo de juízes, presidido por Luís Ribeiro, considerou que Marco C., na altura com 24 anos e três de carreira militar, "podia e devia ter agido de outra forma" e sustentou a sentença na intenção. "Quis acertar no Pedro Vasconcelos, disparando em movimento, a curta distância e no meio de uma multidão. E como os primeiros dois tiros eram salvas, disparou as vezes necessárias até sair uma bala real do revólver", disse o juiz durante a leitura do acórdão, recordando que o militar "não efectuou qualquer tiro de advertência".
Marco C., actualmente em liberdade e a prestar serviços administrativos na GNR de Vila Franca de Xira, foi ainda condenado a pagar um total de 150 376,45 euros em indemnizações – 75 mil pelo dano provocado pela perda da vida, 70 mil euros por danos morais e 1525,50 euros pelas despesas de funeral à família de Pedro Vasconcelos. O resto do valor – 3600 por danos morais e 120,85 pelas despesas hospitalares – será entregue à mulher que também foi atingida, numa perna, pelo disparo.
O militar, devido ao recurso que a Defesa irá interpor, continua em liberdade.
"DINHEIRO NÃO PAGA MORTE"
"Não há dinheiro nenhum que pague a morte de um jovem, de 17 anos, mas temos de aceitar a decisão. Vamos ver se suportamos a dor de perder um filho, cuja vida foi tirada sem razão." Foi desta forma que Fernando Vasconcelos, o pai de Pedro, reagiu à sentença proferida pelo tribunal. O advogado da família, Jorge Cabral, adiantou ainda ao CM que não irá recorrer da decisão por considerar que "foi feita justiça" e que a indemnização estabelecida pelo colectivo de juízes "foi muito bem calculada". O advogado de defesa do militar não quis prestar declarações.
Sobre a forma como será paga a indemnização, o CM apurou que deverá ser o Estado a ‘adiantar’ o montante definido à família da vítima, sendo ressarcido a posteriori através da execução de bens do militar agora condenado e da penhora de ordenados futuros. Já o futuro profissional de Marco C. está dependente do trânsito em julgado da decisão judicial.
ESTÃO A VER COMO UM CIDADÃO TEM QUE SE DEIXAR SER ASSALTADO? E SE CALHAR NO FUTURO AINDA VAI SER OBRIGADO A DESCER AS CALÇAS...
por SÓNIA SIMÕESHoje
O colectivo de juízes entendeu que o soldado Marco C. podia ter agido de outra forma e agravou a pena por ele não ter mostrado arrependimento. Terá ainda de pagar uma indemnização de 145 mil euros aos pais do rapaz a quem roubou a vida.
As versões "contraditórias" que o militar da GNR apresentou em tribunal não convenceram o colectivo de juízes de Loures. O soldado Marco C. foi ontem condenado a 14 anos de cadeia, pelo homicídio de um rapaz de 17 anos, e obrigado a pagar uma indemnização de 145 mil euros por danos morais, aos pais da vítima.
"O senhor devia e podia ter agido de outra forma, tinha essa obrigação enquanto militar da GNR", disse-lhe o juiz Luís Ribeiro.
Sentado no banco dos réus, de costas para os pais da vítima, Marco C. não mostrou qualquer emoção quando ouviu a sentença. Aliás, a sua falta de arrependimento e "de auto-censura" durante todo o julgamento serviram para agravar a pena a aplicar.
Segundo disse o juiz, Marco tentou explicar a noite de 26 de Julho de 2006 apresentando uma versão diferente à qual vinha acusado pelo Ministério Público (MP).
Alegou ter sido abordado por um grupo de rapazes que queriam roubar-lhe o fio de ouro. Ainda tentou mostrar a identificação, já que não estava de serviço, mas isso só tornou os suspeitos mais violentos. Por isso disparou para o ar.
O discurso "cheio de contradições" foi alterado duas vezes ao longo do julgamento. Marco inverteu a ordem dos factos, alegando ter agido em defesa. Ainda disse desconhecer que a sua arma estava pronta a disparar - já que mostrou a arma a uma amigo, e terá sido ele quem inverteu a ordem das munições reais e das de salva.
Versões que não convenceram o juiz. Marco foi abordado por Pedro Vasconcelos, que lhe arrancou o fio, correu atrás dele e disparou pelas costas. "Todas as incertezas foram esclarecidas pelos testemunhos de acusação, alguns nem conheciam a vítima", disse o juiz.
Assim que Pedro ficou imobilizado, o militar tirou-lhe o fio da mão e abandonou-o. Metros à frente, foi agredido por um grupo de alegados amigos da vítima que o esfaquearam duas vezes.
Mais. O projéctil que trespassou o corpo de Pedro ainda atingiu a perna de uma jovem, Romina Santos. O crime ocorreu após um concerto das Festas da Cidade de Loures. Estavam muitas pessoas na rua, que seguiam para casa. E o militar nem isso teve em consideração, sublinhou o juiz.
O militar foi condenado a uma pena única de14 anos pelo homicídio de Pedro e por ofensas à integridade física de Romina. Vai ter de pagar 3600 euros por danos morais e 120,85 pelos custos médicos a Romina.
Aos pais de Pedro, o colectivo fixou uma indemnização por danos morais muito superior ao normalmente estabelecido por outros juízes: 75 mil pelo dano morte e 70 mil pelos danos sofridos pelos pais, no total de 145 mil. "A vítima era jovem e tinha sonhos", disse o juiz. A família chorou. Somam-se as depesas de funeral, pouco mais de 1500 euros. "É sempre complicado dizer que se fez Justiça quando se perdeu um filho", disse ao DN o pai da vítima, Fernando Vasconcelos.
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04 Agosto 2009 - 00h30
Loures: Reagiu a assalto durante festas da cidade em 2006
GNR apanha 14 anos por matar
Na madrugada de 26 de Junho de 2006, o soldado de infantaria da GNR Marco C. foi assaltado durante as festas de Loures. Pedro Vasconcelos, de 17 anos, puxou o cordão de ouro que o militar trazia ao pescoço. Marco, que estava de folga, reagiu e desferiu três disparos com a sua arma pessoal, atingindo mortalmente o assaltante e ferindo uma mulher. Ontem foi condenado pelo Tribunal de Loures a 14 anos de cadeia pelo homicídio.
O colectivo de juízes, presidido por Luís Ribeiro, considerou que Marco C., na altura com 24 anos e três de carreira militar, "podia e devia ter agido de outra forma" e sustentou a sentença na intenção. "Quis acertar no Pedro Vasconcelos, disparando em movimento, a curta distância e no meio de uma multidão. E como os primeiros dois tiros eram salvas, disparou as vezes necessárias até sair uma bala real do revólver", disse o juiz durante a leitura do acórdão, recordando que o militar "não efectuou qualquer tiro de advertência".
Marco C., actualmente em liberdade e a prestar serviços administrativos na GNR de Vila Franca de Xira, foi ainda condenado a pagar um total de 150 376,45 euros em indemnizações – 75 mil pelo dano provocado pela perda da vida, 70 mil euros por danos morais e 1525,50 euros pelas despesas de funeral à família de Pedro Vasconcelos. O resto do valor – 3600 por danos morais e 120,85 pelas despesas hospitalares – será entregue à mulher que também foi atingida, numa perna, pelo disparo.
O militar, devido ao recurso que a Defesa irá interpor, continua em liberdade.
"DINHEIRO NÃO PAGA MORTE"
"Não há dinheiro nenhum que pague a morte de um jovem, de 17 anos, mas temos de aceitar a decisão. Vamos ver se suportamos a dor de perder um filho, cuja vida foi tirada sem razão." Foi desta forma que Fernando Vasconcelos, o pai de Pedro, reagiu à sentença proferida pelo tribunal. O advogado da família, Jorge Cabral, adiantou ainda ao CM que não irá recorrer da decisão por considerar que "foi feita justiça" e que a indemnização estabelecida pelo colectivo de juízes "foi muito bem calculada". O advogado de defesa do militar não quis prestar declarações.
Sobre a forma como será paga a indemnização, o CM apurou que deverá ser o Estado a ‘adiantar’ o montante definido à família da vítima, sendo ressarcido a posteriori através da execução de bens do militar agora condenado e da penhora de ordenados futuros. Já o futuro profissional de Marco C. está dependente do trânsito em julgado da decisão judicial.
ESTÃO A VER COMO UM CIDADÃO TEM QUE SE DEIXAR SER ASSALTADO? E SE CALHAR NO FUTURO AINDA VAI SER OBRIGADO A DESCER AS CALÇAS...
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