P. ¿Qué le responde a Italia cuando pide que Europa debe hacer más por la inmigración?
R. La cuestión de la inmigración no es sólo un problema para Italia, Malta, España o Portugal. Es un problema para Europa. Es un asunto que seguiremos tratando en el paquete Estocolmo, que presentaré en junio, con el vicepresidente, Jacques Barro. Tenemos un nuevo reto. La agencia Frontex, por ejemplo, la responsable de la gestión de fronteras, no tiene los medios y se precisa la cooperación de los Gobiernos.
P. ¿Se abordará la emigración en la próxima cumbre de junio?
R. De momento no está en el orden del día, pero la inmigración es un asunto que será de la máxima prioridad en la UE. Vamos a desarrollar la agenda sobre justicia, seguridad y libertad, que incluye la emigración, desarrollará el Pacto por la Inmigración alcanzado el año pasado.
P. ¿Cómo se concretará la nueva agenda?
R. El vicepresidente Barro abordará la cuestión en junio. La prioridad es prevenir e impedir las tragedias en el mar. No podemos aceptar que para llegar a Canarias se produzcan más muertos que en la guerra del Líbano.
P. ¿Pero cuál es la posición de la Comisión respecto a la decisión de Italia de devolver los barcos a Libia, en contradicción con el derecho de asilo, como ha señalado la ONU?
R. Quiero recordar que la Comisión ha propuesto una oficina europea de apoyo al asilo que estará a la disposición de los Estados miembros y de nuestros socios. El respeto al principio del asilo es universal, debe ser respetado por todos los países, ya sea en Europa o en África. Hemos pedido especialmente a los países más afectados que unan sus esfuerzos a los de la Comisión Europea y la Agencia de Naciones Unidas para los Refugiados para activar la convención en materia del derecho de asilo.
P. ¿Qué piensa de las leyes que está elaborando Italia para expulsar a los inmigrantes?
R. Se trata de un paquete que está pendiente de ser examinado por el Parlamento italiano. Nosotros no vamos a comentar el texto de una iniciativa legal que todavía no ha sido adoptada.
P. ¿Es difícil mantener el equilibrio en plena crisis?
R. Es verdad, pero es la responsabilidad de los políticos. Creo que ceder a la presión populista contra los inmigrantes será un muy mal camino para Europa. En cualquier caso, estoy por una Europa que se mantenga abierta, pero con responsabilidad y firmeza en la gestión de sus fronteras.
AINDA APANHA UMA BANHADA...O GAJO JULGA QUE ESTÁ EM PORTUGAL...E NOS TEMPOS DO "NEM MAIS UM SOLDADO PARA A AS COLÓNIAS".QUE AGORA É "NENHUMA RECUSA DE ENTRADA DE AFRICANOS NA EUROPA"...DE DESCOLONIZADOR A COLONIZADOR.MAS COM UM RICO PATRIMÓNIO...
Wednesday, May 20, 2009
OS BIFES TÊM QUE VIR ESTAGIAR A PORTUGAL
20 Maio 2009 - 00h30
Reino Unido: Nova demissão por causa do escândalo das despesas
Líder dos Comuns forçado a resignar
O presidente da Câmara dos Comuns, Michael Martin, tido como o principal rosto do escândalo dos abusos nas despesas dos deputados que abala a política britânica, anunciou ontem a sua demissão. É a primeira vez em mais de 300 anos que um presidente dos Comuns abandona o cargo em desgraça.
AQUI ELEITO FICA SEMPRE DE PEDRA E CAL.MESMO FUGIDO RECEB, TEM DIREITO A ADVOGADO PAGO E É RECEBIDO COMO HERÓI.
DEMITIDO POR "DESPESAS"?PORR QUE AQUILO É UMA AUTÊNTICA DITADURA... VENHAM CÁ E VERÃO QUE MESMO COMENDO UNS MENINOS A COISA É INSIGNIFICANTE E TODOS MAS TODOS OS ELEITOS FICAM SOLIDÁRIOS...
QUANTO A DESPESAS AQUI QUEM MAIS GASTAR MAIS AMIGOS TEM...E AI DE QUEM SE META QUE AINDA "LEVA"...
Reino Unido: Nova demissão por causa do escândalo das despesas
Líder dos Comuns forçado a resignar
O presidente da Câmara dos Comuns, Michael Martin, tido como o principal rosto do escândalo dos abusos nas despesas dos deputados que abala a política britânica, anunciou ontem a sua demissão. É a primeira vez em mais de 300 anos que um presidente dos Comuns abandona o cargo em desgraça.
AQUI ELEITO FICA SEMPRE DE PEDRA E CAL.MESMO FUGIDO RECEB, TEM DIREITO A ADVOGADO PAGO E É RECEBIDO COMO HERÓI.
DEMITIDO POR "DESPESAS"?PORR QUE AQUILO É UMA AUTÊNTICA DITADURA... VENHAM CÁ E VERÃO QUE MESMO COMENDO UNS MENINOS A COISA É INSIGNIFICANTE E TODOS MAS TODOS OS ELEITOS FICAM SOLIDÁRIOS...
QUANTO A DESPESAS AQUI QUEM MAIS GASTAR MAIS AMIGOS TEM...E AI DE QUEM SE META QUE AINDA "LEVA"...
A AFRICANIZAÇÃO É OU NÃO UMA RIQUEZA?

Europa
Portugal entre os maiores exportadores de SIDA
Hoje
Portugal é um dos quatro países europeus que mais contagiam com o vírus da SIDA, além fronteiras, revela um estudo publicado, hoje, na revista Retrovirology.
O nosso país aparece ao lado de Espanha, Grécia e Sérvia na lista negra das principais fontes de contagio no espaço europeu.
Segundo o estudo, os 18 Estados analisados importam e exportam o vírus. No entanto, há países que exportam mais e outros exportam menos. Já Portugal importa e exporta.
Portugal está assim na origem de muitas infecções no espaço europeu, tendo como foco secundário os emigrantes portugueses no Luxemburgo – país com maior incidência de infecções por via externa - e na Áustria.
Ricardo Camacho, investigador português que participou no estudo científico, contactado pelo jornal i, refere que estes números têm como causa o facto de Portugal “ser um país turístico” e também “a longa história de migrações”,
Já a Grécia é o país com mais focos de contágio, com ligação directa a países como Bélgica, Alemanha, Noruega, Holanda ou reino Unido – países entre os que mais importam o VIH.
A Polónia é o país onde as infecções por via externa têm menos relevância.
AQUI NÃO SE DISCRIMINA NADA, ANTES PELO CONTRÁRIO.IMPORTAM-SE E NACIONALIZAM-SE PARA MELHOR SE PODEREM TRATAR.AFINAL SÓ CUSTAM 2000 EUROS/MÊS.UMA MINUDÊNCIA COMO MUITAS OUTRAS MINUDÊNCIAS...O QUE INTERESSA É ALIVIAR OS PAÍSES AFRICANOS DOS SEUS DOENTES E POBRES.E NADA DE SUJEITAR A EXAMES QUEM QUISER VIR.ERA UMA AUTÊNTICA INDECÊNCIA NÃO ERA?O PROBLEMA É QUE A EUROPA VAI A CERTA ALTURA ASSOCIAR PORTUGUÊS=AFRICANO.E NEM É PRECISO O SÓCRATES GABAR-SE... SERÁ BOM SERÁ MAU?IMAGINEM...
AFRICANIZAÇÃO : A PROPAGANDA CONTRA-ATACA
"O caminho proposto por aqueles que defendem a pureza étnica e cultural condena a Europa à irrelevância e ao declínio"
Jornalista Teresa de Sousa dixit
A INCOMODIDADE NOS SECTORES FORMADORES DE OPINIÃO E NOS DECISORES É PATENTE.MAS DE INCOMODIDADE VAI PASSAR A MAIS QUALQUER COISA PORQUE FINALMENTE OS CRIMES COMEÇAM A TER CASTIGO.
A FORMAÇÃO MARXISTA DA MAIORIA DOS NOSSOS DECISORES LEVOU-OS ÁS BOAS ACÇÕES, MELHOR A DAR A OUTRA FACE QUE A PRIMEIRA BOFETADA FOI NA DESCOLONIZAÇÃO.E DERAM A OUTRA FACE PARA AGORA NOS COLONIZAREM."INTERPRETANDO" A VONTADE DOS ELEITORES, DOS "SEUS" ELEITORES.Á MARXISTA CLARO ESTÁ."DAR" AQUILO QUE NÃO NOS PERTENCE É FÁCIL...
AQUI NUNCA NINGUÉM DEFENDEU A "PUREZA ÉTNICA", MAS DEFENDEMOS A COESÃO CULTURAL.COMO ELO MAIS FRACO DA CADEIA EUROPEIA MANDAVA O BOM SENSO, QUE OS GOVERNANTES DEVERIAM TER, ATÉ EM EXCESSO, E POR VIA DELES AS SUAS "CORREIAS DE TRANSMISSÃO" COMO A TERESA DE SOUSA, QUE, COMO ELEITOS POR UM POVO ESPECÍFICO, NO CASO O PORTUGUÊS, O SALVAGUARDASSEM DE ASNEIRAS GRAVÍSSIMAS, O QUE NÃO FIZERAM.
O FACTO É QUE OS "LEGISLADORES"/"INTERPRETADORES" DA VONTADE DO POVO PORTUGUÊS COMETERAM UM GRAVE ACTO DE ALTA TRAIÇÃO AOS SEUS ELEITORES AO FAZEREM AS LEIS DA NACIONALIDADE E MESMO DA IMIGRAÇÃO.
ERA UMA "COMPETIÇÃO" PARA VER QUEM "DAVA" MAIS, QUEM ERA MAIS SOLIDÁRIO, MAIS INTERNACIONALISTA.SAIU A MERDA QUE AGORA PODEM ADMIRAR EM ESPECIAL O RESPONSÁVEL PELA "ARQUITECTURA" O ANTONINHO COSTA DA CML QUE "OUVIU" TUDO O QUE ERA "ASSOCIAÇÃO", PAGA PELO MAI, PARA FAZER A LINDA OBRA DE QUE AGORA SE COMEÇAM A VER OS RESULTADOS.O DOIS EM UM, PARA JÁ...DOIS POVOS NUM MESMO TERRITÓRIO.E UM DE FORA E POR NOSSA CONTA...
500000 IMIGRANTES, MUITOS DOS QUAIS JÁ "NACIONAIS" E 600000 DESEMPREGADOS.UMA RIQUEZA E UMA VISÃO DE GOVERNO...
DECLÍNIO NEM EXISTE.VAMOS DE VENTO EM POPA, TEMOS AS AMOSTRAS DO MUNDO TODAS CÁ DENTRO.A "PRODUZIR" FELICIDADE PARA O INDIGINATO QUE COMO SE VÊ ANDA SATISFEITÍSSIMO...E NEM É PRECISO GANHAR MENOS PARA OUTROS GANHAREM MAIS E NOS ANDAREM A ANIMAR DE CANOS SERRADOS NA MÃO...
MAS O QUE INTERESSA MESMO É CONSIDERAR "PORTUGUESES" OS QUE CÁ VENHAM "NASCER".ISSO E A RESPECTIVA FACTURA DEPOIS ALGUÉM VAI RESOLVER UM DIA...
A PROPAGANDA DEVERIA ERA EXPLICAR BEM AO SEU POVO O QUE LHES TÊM ANDADOA FAZER E QUAIS AS CONSEQUÊNCIAS DISSO... ANTES QUE O REI DOS REIS REIVINDIQUE MAIS UM PAIS , O PRIMEIRO DA EUROPA COMO PERTECENDO DE ALMA E CORAÇÃO Á UNIÃO AFRICANA...
Jornalista Teresa de Sousa dixit
A INCOMODIDADE NOS SECTORES FORMADORES DE OPINIÃO E NOS DECISORES É PATENTE.MAS DE INCOMODIDADE VAI PASSAR A MAIS QUALQUER COISA PORQUE FINALMENTE OS CRIMES COMEÇAM A TER CASTIGO.
A FORMAÇÃO MARXISTA DA MAIORIA DOS NOSSOS DECISORES LEVOU-OS ÁS BOAS ACÇÕES, MELHOR A DAR A OUTRA FACE QUE A PRIMEIRA BOFETADA FOI NA DESCOLONIZAÇÃO.E DERAM A OUTRA FACE PARA AGORA NOS COLONIZAREM."INTERPRETANDO" A VONTADE DOS ELEITORES, DOS "SEUS" ELEITORES.Á MARXISTA CLARO ESTÁ."DAR" AQUILO QUE NÃO NOS PERTENCE É FÁCIL...
AQUI NUNCA NINGUÉM DEFENDEU A "PUREZA ÉTNICA", MAS DEFENDEMOS A COESÃO CULTURAL.COMO ELO MAIS FRACO DA CADEIA EUROPEIA MANDAVA O BOM SENSO, QUE OS GOVERNANTES DEVERIAM TER, ATÉ EM EXCESSO, E POR VIA DELES AS SUAS "CORREIAS DE TRANSMISSÃO" COMO A TERESA DE SOUSA, QUE, COMO ELEITOS POR UM POVO ESPECÍFICO, NO CASO O PORTUGUÊS, O SALVAGUARDASSEM DE ASNEIRAS GRAVÍSSIMAS, O QUE NÃO FIZERAM.
O FACTO É QUE OS "LEGISLADORES"/"INTERPRETADORES" DA VONTADE DO POVO PORTUGUÊS COMETERAM UM GRAVE ACTO DE ALTA TRAIÇÃO AOS SEUS ELEITORES AO FAZEREM AS LEIS DA NACIONALIDADE E MESMO DA IMIGRAÇÃO.
ERA UMA "COMPETIÇÃO" PARA VER QUEM "DAVA" MAIS, QUEM ERA MAIS SOLIDÁRIO, MAIS INTERNACIONALISTA.SAIU A MERDA QUE AGORA PODEM ADMIRAR EM ESPECIAL O RESPONSÁVEL PELA "ARQUITECTURA" O ANTONINHO COSTA DA CML QUE "OUVIU" TUDO O QUE ERA "ASSOCIAÇÃO", PAGA PELO MAI, PARA FAZER A LINDA OBRA DE QUE AGORA SE COMEÇAM A VER OS RESULTADOS.O DOIS EM UM, PARA JÁ...DOIS POVOS NUM MESMO TERRITÓRIO.E UM DE FORA E POR NOSSA CONTA...
500000 IMIGRANTES, MUITOS DOS QUAIS JÁ "NACIONAIS" E 600000 DESEMPREGADOS.UMA RIQUEZA E UMA VISÃO DE GOVERNO...
DECLÍNIO NEM EXISTE.VAMOS DE VENTO EM POPA, TEMOS AS AMOSTRAS DO MUNDO TODAS CÁ DENTRO.A "PRODUZIR" FELICIDADE PARA O INDIGINATO QUE COMO SE VÊ ANDA SATISFEITÍSSIMO...E NEM É PRECISO GANHAR MENOS PARA OUTROS GANHAREM MAIS E NOS ANDAREM A ANIMAR DE CANOS SERRADOS NA MÃO...
MAS O QUE INTERESSA MESMO É CONSIDERAR "PORTUGUESES" OS QUE CÁ VENHAM "NASCER".ISSO E A RESPECTIVA FACTURA DEPOIS ALGUÉM VAI RESOLVER UM DIA...
A PROPAGANDA DEVERIA ERA EXPLICAR BEM AO SEU POVO O QUE LHES TÊM ANDADOA FAZER E QUAIS AS CONSEQUÊNCIAS DISSO... ANTES QUE O REI DOS REIS REIVINDIQUE MAIS UM PAIS , O PRIMEIRO DA EUROPA COMO PERTECENDO DE ALMA E CORAÇÃO Á UNIÃO AFRICANA...
Tuesday, May 19, 2009
SERÁ POSSÍVEL A TRAIÇÃO GOVERNAR?
Anatomia da traição
por João César das NevesOntem2 comentários
A humanidade partilha alguns valores comuns que, em qualquer cultura, época ou tradição, definem a sua natureza. Um deles é o repúdio universal pelos traidores. Desde sempre a infidelidade foi sumamente desprezada, com delatores e apóstatas tratados com asco. Mas se os princípios da raça humana são gerais e permanentes, cada período, povo e doutrina tradu-los à sua maneira, sublinhando uns, esbatendo outros, nem sempre com o indispensável equilíbrio.
Vivemos num tempo onde a eterna abjecção pela traição anda muito omissa. A cultura contemporânea admira a liberdade e o individualismo, que deram grandes ganhos na ciência, progresso e justiça. É pois inevitável que as virtudes complementares, lealdade ou obediência, acabem silenciadas ou até menosprezadas. "Fidelidade canina" é insulto. Ainda respeitamos os superiores e cumprimos deveres na comunidade, mas admiramos o atrevimento dos rebeldes e o engenho dos espiões, raramente condenando a sua baixeza.
A traição é tanto mais tolerável quanto mais próxima e efectiva é a afronta. No que toca aos princípios abstractos apresentamo-nos tão fiéis como sempre. Todos juram respeitar a justiça, democracia, liberdade e afins. Mas descendo a coisas mais concretas, como a pátria, a traição é muito menos repudiada que em épocas passadas. O patriota é visto como tolo e o nacionalista como perigoso. Quem fizer acções gravemente opostas ao interesse nacional basta que invoque ideologia ou interesses particulares para isso ser compreensível ou até aceitável.
Se o patriotismo é relativizado, ainda é mais vaga a lealdade à comunidade, empresa, amigos. Enxovalham- -se chefes, acusam-se governantes, suspeita--se de tribunais. Uma ligação, mesmo institucional, só é sustentável enquanto o interesse pessoal estiver alinhado com o grupo. Muda-se de clube sem dificuldade e abandonam-se alianças sem compromisso. Se houver problema é meramente legal, porque eticamente a carreira, sucesso e até comodidade de cada um são hoje argumentos para justificar qualquer trânsfuga. Admira-se quem denuncia os seus e desconfia-se de quem os defende. Talvez não haja mais corrupção, mas como todos pensam que há, isso é pior do que haver.
Passando a campos mais íntimos, na família a traição até deixou de ser defeito. O adultério, sempre frequente, tornou-se banal; o divórcio, antes raro, passou a recomendável. A promiscuidade e o flirt são o ideal. Nisso não se vê traição, mas mera expressão da autonomia pessoal. Quem abandona mulher ou marido e filhos está justificado porque, como o amor tinha acabado, nada mais havia a fazer. A devoção conjugal fica reduzida à condição de gasolina que se gasta após alguns quilómetros. De injúria e quebra de compromisso nem sequer se fala.
O limite encontra-se na religião, onde já nem se consegue entender como possa existir traição. Cada um é soberano nas suas relações com Deus e pode quebrá- -las quando lhe apetecer. Os termos são definidos a partir das opções e condições humanas de cada um, não a partir da transcendência. É Deus e a Igreja quem se devem dar por muito satisfeitos com a nossa homenagem eventual. É comum ouvir frases como "sou católico, mas..."; raramente "sou católico, por isso...".
Existe ainda uma forma mais profunda e radical de traição. Este texto começou afirmando que a humanidade partilha alguns valores comuns que definem a sua natureza em qualquer cultura. Hoje este postulado é discutido ou rejeitado frontalmente, vivendo-se um relativismo, quer filosófico quer pragmático.
É verdade que a nossa era proclamou os direitos humanos universais e muito se esforça por os defender. Mas a sua aplicação concreta vem sujeita à maior ar- bitrariedade. Esses direitos aparecem compatíveis, e até justificativos de infâ- mias como tortura, aborto, eutanásia, guerrilha, divórcio, casamento sem casais, manipulações genéticas, pena de morte, etc. Recusar a existência de valores uni- versais e objectivos é a suprema traição pessoal porque constitui uma deslealdade à humanidade, à sua própria natureza.
UM DOS MALES QUE NOS AFLIGEM É O DA TRAIÇÃO.TRAIR O POVO COMO QUEM VENDE SABONETES E NAS SUAS BARBAS.EM NOME DE IDEOLOGIAS IMPORTADAS.MAS VENDIDAS COM FORTES DOSES DE PROPAGANDA COMO SE FOSSEM VERDADES UNIVERSAIS E VONTADE DOS DEUSES.O POVO VAI PAGAR CARO OS ACTOS DE TRAIÇÃO QUE EM SEU NOME ANDAM A SER COMETIDOS...A NÃO SER QUE LHES PONHAM UM FIM.E AOS TRAIDORES...
por João César das NevesOntem2 comentários
A humanidade partilha alguns valores comuns que, em qualquer cultura, época ou tradição, definem a sua natureza. Um deles é o repúdio universal pelos traidores. Desde sempre a infidelidade foi sumamente desprezada, com delatores e apóstatas tratados com asco. Mas se os princípios da raça humana são gerais e permanentes, cada período, povo e doutrina tradu-los à sua maneira, sublinhando uns, esbatendo outros, nem sempre com o indispensável equilíbrio.
Vivemos num tempo onde a eterna abjecção pela traição anda muito omissa. A cultura contemporânea admira a liberdade e o individualismo, que deram grandes ganhos na ciência, progresso e justiça. É pois inevitável que as virtudes complementares, lealdade ou obediência, acabem silenciadas ou até menosprezadas. "Fidelidade canina" é insulto. Ainda respeitamos os superiores e cumprimos deveres na comunidade, mas admiramos o atrevimento dos rebeldes e o engenho dos espiões, raramente condenando a sua baixeza.
A traição é tanto mais tolerável quanto mais próxima e efectiva é a afronta. No que toca aos princípios abstractos apresentamo-nos tão fiéis como sempre. Todos juram respeitar a justiça, democracia, liberdade e afins. Mas descendo a coisas mais concretas, como a pátria, a traição é muito menos repudiada que em épocas passadas. O patriota é visto como tolo e o nacionalista como perigoso. Quem fizer acções gravemente opostas ao interesse nacional basta que invoque ideologia ou interesses particulares para isso ser compreensível ou até aceitável.
Se o patriotismo é relativizado, ainda é mais vaga a lealdade à comunidade, empresa, amigos. Enxovalham- -se chefes, acusam-se governantes, suspeita--se de tribunais. Uma ligação, mesmo institucional, só é sustentável enquanto o interesse pessoal estiver alinhado com o grupo. Muda-se de clube sem dificuldade e abandonam-se alianças sem compromisso. Se houver problema é meramente legal, porque eticamente a carreira, sucesso e até comodidade de cada um são hoje argumentos para justificar qualquer trânsfuga. Admira-se quem denuncia os seus e desconfia-se de quem os defende. Talvez não haja mais corrupção, mas como todos pensam que há, isso é pior do que haver.
Passando a campos mais íntimos, na família a traição até deixou de ser defeito. O adultério, sempre frequente, tornou-se banal; o divórcio, antes raro, passou a recomendável. A promiscuidade e o flirt são o ideal. Nisso não se vê traição, mas mera expressão da autonomia pessoal. Quem abandona mulher ou marido e filhos está justificado porque, como o amor tinha acabado, nada mais havia a fazer. A devoção conjugal fica reduzida à condição de gasolina que se gasta após alguns quilómetros. De injúria e quebra de compromisso nem sequer se fala.
O limite encontra-se na religião, onde já nem se consegue entender como possa existir traição. Cada um é soberano nas suas relações com Deus e pode quebrá- -las quando lhe apetecer. Os termos são definidos a partir das opções e condições humanas de cada um, não a partir da transcendência. É Deus e a Igreja quem se devem dar por muito satisfeitos com a nossa homenagem eventual. É comum ouvir frases como "sou católico, mas..."; raramente "sou católico, por isso...".
Existe ainda uma forma mais profunda e radical de traição. Este texto começou afirmando que a humanidade partilha alguns valores comuns que definem a sua natureza em qualquer cultura. Hoje este postulado é discutido ou rejeitado frontalmente, vivendo-se um relativismo, quer filosófico quer pragmático.
É verdade que a nossa era proclamou os direitos humanos universais e muito se esforça por os defender. Mas a sua aplicação concreta vem sujeita à maior ar- bitrariedade. Esses direitos aparecem compatíveis, e até justificativos de infâ- mias como tortura, aborto, eutanásia, guerrilha, divórcio, casamento sem casais, manipulações genéticas, pena de morte, etc. Recusar a existência de valores uni- versais e objectivos é a suprema traição pessoal porque constitui uma deslealdade à humanidade, à sua própria natureza.
UM DOS MALES QUE NOS AFLIGEM É O DA TRAIÇÃO.TRAIR O POVO COMO QUEM VENDE SABONETES E NAS SUAS BARBAS.EM NOME DE IDEOLOGIAS IMPORTADAS.MAS VENDIDAS COM FORTES DOSES DE PROPAGANDA COMO SE FOSSEM VERDADES UNIVERSAIS E VONTADE DOS DEUSES.O POVO VAI PAGAR CARO OS ACTOS DE TRAIÇÃO QUE EM SEU NOME ANDAM A SER COMETIDOS...A NÃO SER QUE LHES PONHAM UM FIM.E AOS TRAIDORES...
Monday, May 18, 2009
O BLOCO DE ESQUERDA VISTO POR QUEM SABE DA PODA
SE PORTUGAL FOSSE UM PAÍS A SÉRIO… (4). Por JPP.
Se Portugal fosse um país a sério, nós olharíamos para o Bloco de Esquerda como ele realmente é, a face do comunismo na sua roupagem actual, que nos cartazes por todo o lado, na sua súbita riqueza propagandística, propõe soluções só possíveis em sociedades totalitárias e não democráticas. Não se excitem que é mesmo assim. Como é possível, sem expropriação da propriedade privada e sem destruir o essencial da economia empresarial e de mercado, propor a proibição de despedir quando há lucros? Na Venezuela “chavista” é o que se começa a fazer, para tapar o desastre económico a que o socialismo populista de Chávez condena o país. Claro que isto só se pode fazer fechando pouco a pouco todos os órgãos de comunicação social independentes, e colocando milícias de camisa vermelha nas ruas a espancar todos os que se colocam do lado dos “ricos”. Como é possível não perceber que se a energia “é de todos”, por que razão não o é a água, a terra, as minas, as casas e por aí adiante?
Na verdade, como já o disse, o BE acha mesmo que tudo é de todos, a mais clássica fórmula do comunismo, mesmo que, também como acontece em todos os comunismos reais e no caminho para eles, muitas “pequenas” excepções são aparentemente permitidas.
(…)
Vejam os cartazes e a retórica, mas tenham a noção de que votar no BE hoje está muito para além de ser uma inócua maneira de manifestar uma zanga com o governo. É votar numa velha ideia antidemocrática, iliberal, “orgânica”, populista, cujos estragos em mortes, sofrimento, atraso, violência, nos últimos cem anos, deixam a actual crise como uma brincadeira de bebé.
Se Portugal fosse um país a sério, nós olharíamos para o Bloco de Esquerda como ele realmente é, a face do comunismo na sua roupagem actual, que nos cartazes por todo o lado, na sua súbita riqueza propagandística, propõe soluções só possíveis em sociedades totalitárias e não democráticas. Não se excitem que é mesmo assim. Como é possível, sem expropriação da propriedade privada e sem destruir o essencial da economia empresarial e de mercado, propor a proibição de despedir quando há lucros? Na Venezuela “chavista” é o que se começa a fazer, para tapar o desastre económico a que o socialismo populista de Chávez condena o país. Claro que isto só se pode fazer fechando pouco a pouco todos os órgãos de comunicação social independentes, e colocando milícias de camisa vermelha nas ruas a espancar todos os que se colocam do lado dos “ricos”. Como é possível não perceber que se a energia “é de todos”, por que razão não o é a água, a terra, as minas, as casas e por aí adiante?
Na verdade, como já o disse, o BE acha mesmo que tudo é de todos, a mais clássica fórmula do comunismo, mesmo que, também como acontece em todos os comunismos reais e no caminho para eles, muitas “pequenas” excepções são aparentemente permitidas.
(…)
Vejam os cartazes e a retórica, mas tenham a noção de que votar no BE hoje está muito para além de ser uma inócua maneira de manifestar uma zanga com o governo. É votar numa velha ideia antidemocrática, iliberal, “orgânica”, populista, cujos estragos em mortes, sofrimento, atraso, violência, nos últimos cem anos, deixam a actual crise como uma brincadeira de bebé.
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OUTROS QUE DEVERIAM ESTAR NO MANICÓMIO,
UNS LADRÕES
SEJA SOLIDÁRIO.COMPRE UM COLCHÃO MOLAFLEX PARA A SUA FILHA
A MOLAFLEX MOSTRA-NOS O NOVO MUNDO EM CONSTRUÇÃO.O DOS COLCHÕES EM QUE A "DIFERENÇA" SE DEITA COM A SUA RICA FILHINHA.TUDO PAGO POR SI.
CLARO QUE COMO O "CASAMENTO" GAY AINDA NÃO É LEGAL A MOLAFLEX NÃO PODIA MOSTRAR O SEU RICO FILHINHO A DEITAR-SE COM UM AFRICANO, MAS ESPERE QUE NÃO TARDA NADA.É QUE EM TEMPOS AS CONQUISTAS ERAM NO ALENTEJO, OS INIMIGOS OS AGRÁRIOS ABSENTISTAS, AGORA SÃO OS QUE NÃO DÃO AS FILHAS E NO FUTURO OS FILHOS Á DIFERENÇA.TUDO POR CONTA DA CASA.EM COLCHÕES MOLAFLEX.
EM TEMPOS O ACTIVISMO TRAIDOR ERA ORIENTADO POR UM "NEM MAIS UM SOLDADO PARA AS COLÓNIAS".DEPOIS DOS "RETORNADOS" QUE COMO SE SABE VIERAM PODRES DE RICOS, COM A CASA ÁS COSTAS,AGORA OS MESMOS ORIENTARAM A SUA VOCAÇÃO GENÉTICA TRAIDORA PARA A "COLONIZAÇÃO INTERNA".TUDO O QUE MEXA NO "NACIONALISMO" FICA "SEM CABEÇA" POIS QUE AGORA É A FASE DOS "TODOS DIFERENTES, TODOS IGUAIS" E COM "DIREITOS".ESTILO MOLAFLEX.A SUA FILHINHA A DEITAR-SE COM A DIFERENÇA.PAGUE E NÃO REFILE.SEJA DIFERENTE...
ENTRETANTO ESTES TRAIDORES QUE PROMOVEM OS COLCHÕES MOLAFLEX PARA COMBATER CERTAMENTE A POBREZA AFRICANA NÃO ABDICAM DOS SEUS VENCIMENTOS FASCISTAS DE QUE SE SERVEM POR "DECRETO",PARA SI, PARA A FAMÍLIA E AMIGOS DE PEITO, ATRAVÉS DE "CONCURSOS MANHOSOS","CARGOS DO CARAÇAS", "EMPREENDEDORISMO MAFIOSO".OFERECEM CONTUDO A SOLUÇÃO MOLAFLEX.A SUA FILHINHA A DORMIR COM A DIFERENÇA.UMA RIQUEZA...
OS NOSSOS TRAIDORES SABEM BEM DO QUE A AFRICANIDADE MAIS GOSTA.DOS COLCHÕES MOLAFLEX...COM A SUA RICA FILHINHA POR BAIXO DELES...
TODOS IGUAIS, TODOS DIFERENTES CÁ EM BAIXO PORQUE LÁ EM CIMA É SÓ ROUBAR...E NADA DE DAR.ISTO É TUDO DELES...MENOS A SUA RICA FILHINHA PORQUE TESÃO ELES SÓ NO CU O TÊM...COMO FICARÁ DEMONSTRADO NO PRÓXIMO ANUNCIO DA MOLAFLEX...O SEU FILHINHO NA CAMA COM O AFRICANO...
CLARO QUE COMO O "CASAMENTO" GAY AINDA NÃO É LEGAL A MOLAFLEX NÃO PODIA MOSTRAR O SEU RICO FILHINHO A DEITAR-SE COM UM AFRICANO, MAS ESPERE QUE NÃO TARDA NADA.É QUE EM TEMPOS AS CONQUISTAS ERAM NO ALENTEJO, OS INIMIGOS OS AGRÁRIOS ABSENTISTAS, AGORA SÃO OS QUE NÃO DÃO AS FILHAS E NO FUTURO OS FILHOS Á DIFERENÇA.TUDO POR CONTA DA CASA.EM COLCHÕES MOLAFLEX.
EM TEMPOS O ACTIVISMO TRAIDOR ERA ORIENTADO POR UM "NEM MAIS UM SOLDADO PARA AS COLÓNIAS".DEPOIS DOS "RETORNADOS" QUE COMO SE SABE VIERAM PODRES DE RICOS, COM A CASA ÁS COSTAS,AGORA OS MESMOS ORIENTARAM A SUA VOCAÇÃO GENÉTICA TRAIDORA PARA A "COLONIZAÇÃO INTERNA".TUDO O QUE MEXA NO "NACIONALISMO" FICA "SEM CABEÇA" POIS QUE AGORA É A FASE DOS "TODOS DIFERENTES, TODOS IGUAIS" E COM "DIREITOS".ESTILO MOLAFLEX.A SUA FILHINHA A DEITAR-SE COM A DIFERENÇA.PAGUE E NÃO REFILE.SEJA DIFERENTE...
ENTRETANTO ESTES TRAIDORES QUE PROMOVEM OS COLCHÕES MOLAFLEX PARA COMBATER CERTAMENTE A POBREZA AFRICANA NÃO ABDICAM DOS SEUS VENCIMENTOS FASCISTAS DE QUE SE SERVEM POR "DECRETO",PARA SI, PARA A FAMÍLIA E AMIGOS DE PEITO, ATRAVÉS DE "CONCURSOS MANHOSOS","CARGOS DO CARAÇAS", "EMPREENDEDORISMO MAFIOSO".OFERECEM CONTUDO A SOLUÇÃO MOLAFLEX.A SUA FILHINHA A DORMIR COM A DIFERENÇA.UMA RIQUEZA...
OS NOSSOS TRAIDORES SABEM BEM DO QUE A AFRICANIDADE MAIS GOSTA.DOS COLCHÕES MOLAFLEX...COM A SUA RICA FILHINHA POR BAIXO DELES...
TODOS IGUAIS, TODOS DIFERENTES CÁ EM BAIXO PORQUE LÁ EM CIMA É SÓ ROUBAR...E NADA DE DAR.ISTO É TUDO DELES...MENOS A SUA RICA FILHINHA PORQUE TESÃO ELES SÓ NO CU O TÊM...COMO FICARÁ DEMONSTRADO NO PRÓXIMO ANUNCIO DA MOLAFLEX...O SEU FILHINHO NA CAMA COM O AFRICANO...
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