La entrevista de Rózsa derrumbaba la tesis del magnicidio ("no me interesa echar a Evo Morales", dice), pero reforzaba la idea de que alguien, en Santa Cruz, pretendía organizar una especie de "autodefensas" frente a los grupos de choque oficialistas.
Las piezas, sin embargo, no acaban de encajar. La evidencia pericial, el informe de la aseguradora del hotel y el testimonio del administrador contradicen la versión oficial. El comando dinamitó las puertas de las habitaciones 456, 457 y 458 antes de abrir fuego, sin que los huéspedes tuvieran ocasión de reaccionar. Todo apunta a que Rózsa, Magyarosi y Dwyer fueron víctimas de una ejecución extrajudicial.
Y lejos de ser "el asalto en flagrancia" que esgrime el Gobierno, se trató de una operación de precisión. El circuito de cámaras de vigilancia fue anulado. Alguien accedió al sistema informático del hotel y borró las grabaciones desde el martes 14, día en que los extranjeros llegaron al hotel. También eliminaron los registros de Internet. Todo ello sin orden judicial. "Es una operación de inteligencia de alto nivel, en el más puro estilo cubano", dice un experto que pide el anonimato. La fiscalía cruceña no pudo intervenir en ningún momento.
A MALTA DE CÁ TÃO ADORMECIDA PELA CANÇÃO DAS SEREIAS DE ESQUERDA, CASO NÃO MUDE DE ROTA UM DIA TERÁ "TRATAMENTO" DESTE GÉNERO.É QUE OS GAJOS NO PODER JÁ NOS DEMONSTRARAM COMO ACTUAM EM TODO O LADO... MAS O SALAZAR COM 50 MORTOS EM 50 ANOS(SEM SEQUER ANALISAR AS CIRCUNSTÂNCIAS, QUE BEM PODEM SER JUSTIFICÁVEIS NA SUA ESMAGADORA MAIORIA) É QUE É UM TENEBROSO FASCISTA.POR TODO O LADO A ESQUERDA CEIFOU MILHÕES.SEMPRE COM A APROVAÇÃO DOS NOSSOS ESQUERDISTAS.ATÉ O MES LOUVOU A SUBIDA DO POL POT AO PODER E VEJA-SE QUANTOS MILHÕES O GAJO LIQUIDOU...VIVA O EX-MES! VIVO O SAMPAIO E O PROPAGANDISTA MOR!
Sunday, April 26, 2009
E QUE TAL SANEAR OS SUBMARINOS QUE EXISTEM NO MP?
Críticas contra "agência de informações"
00h00m
NUNO MIGUEL MAIA
O procurador distrital do Porto teceu fortes críticas à postura global do Ministério Público no que toca à hierarquia e à política de informação.
Deu a entender que esta não se guia pelo interesse público.
Num encontro que reuniu cerca de 250 magistrados do Ministério Público do Norte no Europarque de Santa Maria da Feira para apresentação de um Código de Processo Penal anotado, Alberto Pinto Nogueira afirmou que a "pronúncia constante" sobre processos concretos torna o MP "numa espécie de agência de informações" que "pode invadir a privacidade, perturbar a ordem social e questionar a presunção de inocência".
"Precisamos de uma política de informação ao serviço do interesse público donde estejam arredados protagonismos vários e estéreis que só alimentam vaidades, prejudicam o MP, confundem os cidadãos", sublinhou.
Sobre o estado da Justiça, Pinto Nogueira disse que o MP deve assumir as responsabilidades, mas apontou o dedo a políticos. Apelidou-os de "fariseus, dos que só se lembram da Justiça, como dizem, quando esta lhes bate à porta, exigindo-nos competência, celeridade e rapidez" - numa referência que foi entendida como abordagem indirecta a Sócrates e ao caso "Freeport". Neste contexto, disse que "não é o MP que produz códigos tão complexos e tão pouco transparentes que eles próprios criam a génese dos processos intermináveis".
A hierarquia também não escapa ao rol de críticas. O responsável máximo do MP no Norte do país afirma que "não é dirigente quem foi investido num cargo, antes e só quem o exerce com competência e liderança". E que a hierarquia deve "promover os homens livres" e "banir" os lhe são próximos mas não têm competência.
Mas Pinto Nogueira criticou ainda, indirectamente, a criação e proliferação de equipas especiais - como as do processo Apito Dourado e Noite Branca -, dizendo não concordar com a ideia de que "todos os magistrados são iguais, mas uns mais iguais que outros". "Reivindicamos que as excepções normativas sejam usadas com fundamento e com parcimónia, como é próprio do que é excepcional", sublinhou.
É QUE TEMOS A NOÇÃO DE QUE A JUSTIÇA ESTÁ AO SERVIÇO DA ESQUERDA.E NEM DEVE ESTAR AO SERVIÇO DE NINGUÉM A NÃO SER A DO "POVO" PAGANTE...
00h00m
NUNO MIGUEL MAIA
O procurador distrital do Porto teceu fortes críticas à postura global do Ministério Público no que toca à hierarquia e à política de informação.
Deu a entender que esta não se guia pelo interesse público.
Num encontro que reuniu cerca de 250 magistrados do Ministério Público do Norte no Europarque de Santa Maria da Feira para apresentação de um Código de Processo Penal anotado, Alberto Pinto Nogueira afirmou que a "pronúncia constante" sobre processos concretos torna o MP "numa espécie de agência de informações" que "pode invadir a privacidade, perturbar a ordem social e questionar a presunção de inocência".
"Precisamos de uma política de informação ao serviço do interesse público donde estejam arredados protagonismos vários e estéreis que só alimentam vaidades, prejudicam o MP, confundem os cidadãos", sublinhou.
Sobre o estado da Justiça, Pinto Nogueira disse que o MP deve assumir as responsabilidades, mas apontou o dedo a políticos. Apelidou-os de "fariseus, dos que só se lembram da Justiça, como dizem, quando esta lhes bate à porta, exigindo-nos competência, celeridade e rapidez" - numa referência que foi entendida como abordagem indirecta a Sócrates e ao caso "Freeport". Neste contexto, disse que "não é o MP que produz códigos tão complexos e tão pouco transparentes que eles próprios criam a génese dos processos intermináveis".
A hierarquia também não escapa ao rol de críticas. O responsável máximo do MP no Norte do país afirma que "não é dirigente quem foi investido num cargo, antes e só quem o exerce com competência e liderança". E que a hierarquia deve "promover os homens livres" e "banir" os lhe são próximos mas não têm competência.
Mas Pinto Nogueira criticou ainda, indirectamente, a criação e proliferação de equipas especiais - como as do processo Apito Dourado e Noite Branca -, dizendo não concordar com a ideia de que "todos os magistrados são iguais, mas uns mais iguais que outros". "Reivindicamos que as excepções normativas sejam usadas com fundamento e com parcimónia, como é próprio do que é excepcional", sublinhou.
É QUE TEMOS A NOÇÃO DE QUE A JUSTIÇA ESTÁ AO SERVIÇO DA ESQUERDA.E NEM DEVE ESTAR AO SERVIÇO DE NINGUÉM A NÃO SER A DO "POVO" PAGANTE...
O IMPÉRIO CÁ DENTRO E POR NOSSA CONTA
Pontapeado até à morte
00h00m
CARLOS VARELA
Primeiro deu-lhe com um copo de uísque na cabeça. Depois, com a vítima já no chão e inanimada, pontapeou-o na cabeça até o matar e ainda ameaçou, com uma navalha, quantos assistiram ao violento homicídio.
O crime ocorreu cerca das 23 horas de anteontem, em Setúbal, frente a um café, o Morabezza, na Avenida Bento de Jesus Caraça, em Setúbal. As razões exactas que levaram ao homicídio não são conhecidas, mas a violência poderá ter degenerado por consumo de álcool, e, também, porque o agressor, de 20 anos, cabo-verdiano, era conhecido por ser um indivíduo muito agressivo que facilmente puxava da navalha.
"Ainda na semana passada ele apontou a navalha a um brasileiro", contou, ao JN, um frequentador do café Morabeza, onde o conflito terá começado. O crime, na altura, só não teve desfecho porque o indivíduo foi agarrado. "Ele tinha a mania que era o rei da rua, que mandava em tudo".
A residir perto do café, num prédio nas traseiras da Igreja de Nossa Senhora da Conceição, estivera até há pouco em Inglaterra, para onde a família o enviara para evitar mais problemas. Estava já com apresentações regulares nas autoridades, na sequência de um roubo. Não tinha qualquer ocupação.
A vítima, Sebastião Cabila, de 31 anos - fazia 32 em Maio -, angolano, solteiro, era bem diferente. Vivia num bairro de barracas nas imediações do quartel dos Sapadores e voltara a conseguir trabalho.
"Esteve desempregado, mas há quatro dias que fazia uns biscates numas obras", contou, ao JN, o primo, António Virgílio. E quem frequenta o Morabeza lembrava-se de ver por ali o Sebastião Cabila. "Bebia o seu copo, mas não fazia mal a ninguém", dizem.
Na noite de anteontem, um amigo foi buscá-lo a casa e deram umas voltas, mas, depois, Sebastião quis ficar no Morabeza. "Deixa-me aqui", disse ao amigo. Bebeu alguma coisa, mas a dado passo apareceu o cabo-verdiano. Ninguém viu qualquer motivo para uma discussão e a proprietária do café lembra-se de que o alegado agressor pediu um uísque e foi beber para o passeio em frente ao café.
Momentos depois, começou a discussão entre os dois. "Queres alguma coisa?", alguém ouviu e de imediato viram Sebastião Cabila a tentar tirar o casaco, mas nem acabou de o fazer. O casaco estava meio despido, mas a prender-lhe os movimentos dos braços e o cabo-verdiano desferiu-lhe várias pancadas na cabeça com o copo de uísque.
A vítima caiu inanimada no chão e agressor passou então aos pontapés, múltiplos de novo cabeça. Depois fugiu e soube de madrugada por um amigo que tinha assassinado o angolano.
Ontem de manhã, foi apresentar-se às autoridades, confessou o crime e ficou detido.
00h00m
CARLOS VARELA
Primeiro deu-lhe com um copo de uísque na cabeça. Depois, com a vítima já no chão e inanimada, pontapeou-o na cabeça até o matar e ainda ameaçou, com uma navalha, quantos assistiram ao violento homicídio.
O crime ocorreu cerca das 23 horas de anteontem, em Setúbal, frente a um café, o Morabezza, na Avenida Bento de Jesus Caraça, em Setúbal. As razões exactas que levaram ao homicídio não são conhecidas, mas a violência poderá ter degenerado por consumo de álcool, e, também, porque o agressor, de 20 anos, cabo-verdiano, era conhecido por ser um indivíduo muito agressivo que facilmente puxava da navalha.
"Ainda na semana passada ele apontou a navalha a um brasileiro", contou, ao JN, um frequentador do café Morabeza, onde o conflito terá começado. O crime, na altura, só não teve desfecho porque o indivíduo foi agarrado. "Ele tinha a mania que era o rei da rua, que mandava em tudo".
A residir perto do café, num prédio nas traseiras da Igreja de Nossa Senhora da Conceição, estivera até há pouco em Inglaterra, para onde a família o enviara para evitar mais problemas. Estava já com apresentações regulares nas autoridades, na sequência de um roubo. Não tinha qualquer ocupação.
A vítima, Sebastião Cabila, de 31 anos - fazia 32 em Maio -, angolano, solteiro, era bem diferente. Vivia num bairro de barracas nas imediações do quartel dos Sapadores e voltara a conseguir trabalho.
"Esteve desempregado, mas há quatro dias que fazia uns biscates numas obras", contou, ao JN, o primo, António Virgílio. E quem frequenta o Morabeza lembrava-se de ver por ali o Sebastião Cabila. "Bebia o seu copo, mas não fazia mal a ninguém", dizem.
Na noite de anteontem, um amigo foi buscá-lo a casa e deram umas voltas, mas, depois, Sebastião quis ficar no Morabeza. "Deixa-me aqui", disse ao amigo. Bebeu alguma coisa, mas a dado passo apareceu o cabo-verdiano. Ninguém viu qualquer motivo para uma discussão e a proprietária do café lembra-se de que o alegado agressor pediu um uísque e foi beber para o passeio em frente ao café.
Momentos depois, começou a discussão entre os dois. "Queres alguma coisa?", alguém ouviu e de imediato viram Sebastião Cabila a tentar tirar o casaco, mas nem acabou de o fazer. O casaco estava meio despido, mas a prender-lhe os movimentos dos braços e o cabo-verdiano desferiu-lhe várias pancadas na cabeça com o copo de uísque.
A vítima caiu inanimada no chão e agressor passou então aos pontapés, múltiplos de novo cabeça. Depois fugiu e soube de madrugada por um amigo que tinha assassinado o angolano.
Ontem de manhã, foi apresentar-se às autoridades, confessou o crime e ficou detido.
OS PORTUGUESES TÊM TENDÊNCIA PARA SE DEIXAREM PASTOREAR POR QUEM NOS ESCOLHE...
Clã
Bensaúde em São Miguel: primeiro judeus nos Açores
por Rita Roby GonçalvesHoje
Quando Abraão Hassiboni chegou a São Miguel em 1825 não falava uma palavra de português. Na altura em que morreu, muitos anos mais tarde, continuava sem saber construir uma frase em português escorreito. Falava árabe marroquino e um espanhol arcaico. Mesmo assim, mal pousou o pé nos Açores adoptou um apelido luso - Bensaúde, por ser o nome do seu padrinho e protector da família.
Como outros judeus, os Hassiboni tinham chegado a Marrocos fugidos da Península Ibérica vítimas das perseguições dos Reis Católicos, de D. Manuel e de D. João III. No Norte de África a sua vida não foi, no entanto, mais pacata. A população odiava-os e eram saqueados a torto e a direito. Valia-lhes a protecção do sultão, que só não os desprezava porque os judeus lhe engordavam as finanças.
O pior foi quando o sultão morreu: a mulher de Abraão enterrou as jóias de família no quintal e a família aguardou os saques inevitáveis. Depois, fugiram para os Açores, onde o ambiente era de maior tolerância.
Trabalhador incansável, Abraão dedicou-se à venda de tecidos de alta qualidade, mas a inveja de outros vendedores mais antigos de tecidos de menor qualidade quase lhe custou o negócio. Na senda do pai, Jacob Bensaúde fundou a firma Jacob Bensaúde Abraão & C.ª, que importava fazendas e exportava cereais e laranjas para o Reino Unido. Morreu cedo, com apenas 28 anos e foi o seu irmão Judah - o primeiro dos Bensaúde a saber falar português - que manteve o negócio das fazendas vivo. Quando não havia clientes, Judah ficava sentado ao balcão a ler e a estudar, o que lhe valeu um "alto nível cultural", conforme é contado no livro Subsídios para a Genealogia da Família Bensaúde.
Geração após geração, os negócios dos Bensaúde proliferaram: José Bensaúde fundou a Fábrica de Tabaco Micaelense e foi também um homem de cultura que deixou uma biblioteca com mais de 1200 volumes. O seu filho Joaquim formou-se em Engenharia na Alemanha, pertenceu à Academia das Ciências de Lisboa e à Academia Portuguesa de História. Teve ainda um papel relevante na investigação da história da astronomia peninsular e dos instrumentos náuticos primitivos. Ainda no século XIX, a família criou a Parceria Geral de Pescaria, especializada na pesca do bacalhau, e a Empresa Insular de Navegação. Fundou ainda o Banco Lisboa Açores, as fábricas de tabaco, álcool e açúcar, bem como a Companhia de Seguros Açoreana. Foram ainda os responsáveis pela criação da SATA (Sociedade Açoriana de Transportes Aéreos) e pelo Banco Micaelense, actual Banif. A partir de 1916, os Bensaúde começaram a importar, armazenar e fornecer carvão para a navegação, mas depois da II Guerra Mundial, quando o carvão perdeu grande parte do seu valor, adquiriram uma instalação para armazenamento de combustíveis líquidos em São Miguel. Foi nesta altura que o clã se converteu ao catolicismo, provavelmente com medo da expansão do anti-semitismo de Hitler.
Pioneiros, na década de 30, os Bensaúde construíram o primeiro campo de golfe dos Açores, onde mais tarde edificaram um hotel. O 25 de Abril não foi brando para os negócios da família. Após as turbulências pós-revolucionárias, em 1976, a sede da empresa saiu de Lisboa para regressar a São Miguel, onde a família consolidou, até hoje, três áreas de negócios: a hotelaria, os transportes e os combustíveis. Quase 300 anos depois de o primeiro Bensaúde chegar a Portugal, o grupo mantém-se como no início da sua aventura empresarial: 100% familiar.
O SAMPAIO TAMBÉM VEIO DE MARROCOS, FORA OUTROS QUE AINDA NÃO DISSERAM DONDE VIERAM.AGORA VÊM DE TODO O LADO.É UMA RIQUEZA.COM O PAÍS NA BANCARROTA.CLARO QUE O SALAZAR QUE ERA INDÍGENA E QUE DEIXOU OS COFRES A ABARROTAR TINHA QUE SER UM CRIMINOSO.NÃO DEIXAVA A MALTA ROUBAR...NEM COLONIZAR...
Bensaúde em São Miguel: primeiro judeus nos Açores
por Rita Roby GonçalvesHoje
Quando Abraão Hassiboni chegou a São Miguel em 1825 não falava uma palavra de português. Na altura em que morreu, muitos anos mais tarde, continuava sem saber construir uma frase em português escorreito. Falava árabe marroquino e um espanhol arcaico. Mesmo assim, mal pousou o pé nos Açores adoptou um apelido luso - Bensaúde, por ser o nome do seu padrinho e protector da família.
Como outros judeus, os Hassiboni tinham chegado a Marrocos fugidos da Península Ibérica vítimas das perseguições dos Reis Católicos, de D. Manuel e de D. João III. No Norte de África a sua vida não foi, no entanto, mais pacata. A população odiava-os e eram saqueados a torto e a direito. Valia-lhes a protecção do sultão, que só não os desprezava porque os judeus lhe engordavam as finanças.
O pior foi quando o sultão morreu: a mulher de Abraão enterrou as jóias de família no quintal e a família aguardou os saques inevitáveis. Depois, fugiram para os Açores, onde o ambiente era de maior tolerância.
Trabalhador incansável, Abraão dedicou-se à venda de tecidos de alta qualidade, mas a inveja de outros vendedores mais antigos de tecidos de menor qualidade quase lhe custou o negócio. Na senda do pai, Jacob Bensaúde fundou a firma Jacob Bensaúde Abraão & C.ª, que importava fazendas e exportava cereais e laranjas para o Reino Unido. Morreu cedo, com apenas 28 anos e foi o seu irmão Judah - o primeiro dos Bensaúde a saber falar português - que manteve o negócio das fazendas vivo. Quando não havia clientes, Judah ficava sentado ao balcão a ler e a estudar, o que lhe valeu um "alto nível cultural", conforme é contado no livro Subsídios para a Genealogia da Família Bensaúde.
Geração após geração, os negócios dos Bensaúde proliferaram: José Bensaúde fundou a Fábrica de Tabaco Micaelense e foi também um homem de cultura que deixou uma biblioteca com mais de 1200 volumes. O seu filho Joaquim formou-se em Engenharia na Alemanha, pertenceu à Academia das Ciências de Lisboa e à Academia Portuguesa de História. Teve ainda um papel relevante na investigação da história da astronomia peninsular e dos instrumentos náuticos primitivos. Ainda no século XIX, a família criou a Parceria Geral de Pescaria, especializada na pesca do bacalhau, e a Empresa Insular de Navegação. Fundou ainda o Banco Lisboa Açores, as fábricas de tabaco, álcool e açúcar, bem como a Companhia de Seguros Açoreana. Foram ainda os responsáveis pela criação da SATA (Sociedade Açoriana de Transportes Aéreos) e pelo Banco Micaelense, actual Banif. A partir de 1916, os Bensaúde começaram a importar, armazenar e fornecer carvão para a navegação, mas depois da II Guerra Mundial, quando o carvão perdeu grande parte do seu valor, adquiriram uma instalação para armazenamento de combustíveis líquidos em São Miguel. Foi nesta altura que o clã se converteu ao catolicismo, provavelmente com medo da expansão do anti-semitismo de Hitler.
Pioneiros, na década de 30, os Bensaúde construíram o primeiro campo de golfe dos Açores, onde mais tarde edificaram um hotel. O 25 de Abril não foi brando para os negócios da família. Após as turbulências pós-revolucionárias, em 1976, a sede da empresa saiu de Lisboa para regressar a São Miguel, onde a família consolidou, até hoje, três áreas de negócios: a hotelaria, os transportes e os combustíveis. Quase 300 anos depois de o primeiro Bensaúde chegar a Portugal, o grupo mantém-se como no início da sua aventura empresarial: 100% familiar.
O SAMPAIO TAMBÉM VEIO DE MARROCOS, FORA OUTROS QUE AINDA NÃO DISSERAM DONDE VIERAM.AGORA VÊM DE TODO O LADO.É UMA RIQUEZA.COM O PAÍS NA BANCARROTA.CLARO QUE O SALAZAR QUE ERA INDÍGENA E QUE DEIXOU OS COFRES A ABARROTAR TINHA QUE SER UM CRIMINOSO.NÃO DEIXAVA A MALTA ROUBAR...NEM COLONIZAR...
OS LISBOETAS MASOQUISTAS?
26 Abril 2009 - 00h05
Sondagem CM
Costa ganha terreno a Santana
O MULATO COSTA ESSE ANTI-COLONIALISTA EMÉRITO, AGORA MAIS VIRADO PARA A COLONIZAÇÃO INTERNA,FPOI MINISTRO DA JUSTIÇA E ESTA ESTÁ UMA MERDA, FOI MINISTRO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA E ISTO ANDA A SAQUE.É PRESIDENTE COM UMA VERGONHOSA VOTAÇÃO TALVEZ RESULTADO DA "ANIMAÇÃO" PAGA POR TODOS NÓS.QUE NÃO QUEREMOS SOBADOS NEM SOBAS.QUEREMOS INDIGENAÇÃO COMO ELE DEFENDEU PARA OS OUTROS...
SANTANA JÁ ESTÁ ELEITO...
Sondagem CM
Costa ganha terreno a Santana
O MULATO COSTA ESSE ANTI-COLONIALISTA EMÉRITO, AGORA MAIS VIRADO PARA A COLONIZAÇÃO INTERNA,FPOI MINISTRO DA JUSTIÇA E ESTA ESTÁ UMA MERDA, FOI MINISTRO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA E ISTO ANDA A SAQUE.É PRESIDENTE COM UMA VERGONHOSA VOTAÇÃO TALVEZ RESULTADO DA "ANIMAÇÃO" PAGA POR TODOS NÓS.QUE NÃO QUEREMOS SOBADOS NEM SOBAS.QUEREMOS INDIGENAÇÃO COMO ELE DEFENDEU PARA OS OUTROS...
SANTANA JÁ ESTÁ ELEITO...
O MINISTRO DA PROPAGANDA
25 Abril 2009 - 15h53
Ministro critica discurso de líder parlamentar do PSD
Paulo Rangel "sequestrou" sessão do 25 de Abril
GOSTEI DO DISCURSO.EM ESPECIAL NA PARTE DA "CARNE DA NOSSA CARNE E SANGUE DO NOSSO SANGUE".SERÁ QUE UMA PARTE DOS POLÍTICOS QUERERÁ ACABAR COM A COLONIZAÇÃO EM CURSO?COM A IMPORTAÇÃO DA POBREZA DOS OUTROS QUE NOS AFRICANIZA?SE ASSIM FOR TEMOS HOMEM.SE FOI SÓ "PALEIO" O PSD NÃO PERDE PELA DEMORA.ESTAMOS FARTOS DE "INTERPRETAÇÕES TRAIDORAS".QUEREMOS SER NÓS A DECIDIR.E A ACABAR COM OS TRAIDORES QUE TANTO DESCOLONIZAM COMO COLONIZAM DESDE QUE MANTENHAM O TACHO E A ROUBALHEIRA.
Ministro critica discurso de líder parlamentar do PSD
Paulo Rangel "sequestrou" sessão do 25 de Abril
GOSTEI DO DISCURSO.EM ESPECIAL NA PARTE DA "CARNE DA NOSSA CARNE E SANGUE DO NOSSO SANGUE".SERÁ QUE UMA PARTE DOS POLÍTICOS QUERERÁ ACABAR COM A COLONIZAÇÃO EM CURSO?COM A IMPORTAÇÃO DA POBREZA DOS OUTROS QUE NOS AFRICANIZA?SE ASSIM FOR TEMOS HOMEM.SE FOI SÓ "PALEIO" O PSD NÃO PERDE PELA DEMORA.ESTAMOS FARTOS DE "INTERPRETAÇÕES TRAIDORAS".QUEREMOS SER NÓS A DECIDIR.E A ACABAR COM OS TRAIDORES QUE TANTO DESCOLONIZAM COMO COLONIZAM DESDE QUE MANTENHAM O TACHO E A ROUBALHEIRA.
FALSOS PORTUGUESES É O QUE MAIS POR AÍ DEVE HAVER...
Vialonga: Evadido apanhado
A GNR de Vialonga capturou ontem um homem, de 26 anos, que se tinha evadido há sete anos da cadeia de Leiria. O foragido foi capturado na estrada dos Caniços, Vila Franca de Xira, durante uma operação Stop. O homem era portador de um Cartão do Cidadão com nome falso e de três cartões multibanco. Foi entregue à cadeia de Lisboa.
É QUE É UMA RIQUEZA PARA PORTUGAL TER MUITA GENTE A RECEBER RSI, CASA SOCIAL E DEMAIS PREBENDAS POR CONTA DOS POUCOS CONTRIBUINTES QUE EFECTIVAMENTE PAGAM E QUE SÃO COMO SE SABE OS QUE TRABALHAM POR CONTA DUM PATRÃO.
A SEGURANÇA E A CREDIBILIDADE DOS "DOCUMENTOS OFICIAIS" COMEÇA A ESTAR AO NÍVEL DAQUILO QUE É O OBJECTIVO DOS NOSSOS GOVERNANTES: A DO SOBADO...
A GNR de Vialonga capturou ontem um homem, de 26 anos, que se tinha evadido há sete anos da cadeia de Leiria. O foragido foi capturado na estrada dos Caniços, Vila Franca de Xira, durante uma operação Stop. O homem era portador de um Cartão do Cidadão com nome falso e de três cartões multibanco. Foi entregue à cadeia de Lisboa.
É QUE É UMA RIQUEZA PARA PORTUGAL TER MUITA GENTE A RECEBER RSI, CASA SOCIAL E DEMAIS PREBENDAS POR CONTA DOS POUCOS CONTRIBUINTES QUE EFECTIVAMENTE PAGAM E QUE SÃO COMO SE SABE OS QUE TRABALHAM POR CONTA DUM PATRÃO.
A SEGURANÇA E A CREDIBILIDADE DOS "DOCUMENTOS OFICIAIS" COMEÇA A ESTAR AO NÍVEL DAQUILO QUE É O OBJECTIVO DOS NOSSOS GOVERNANTES: A DO SOBADO...
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