Pérou : 19 morts dans la pire attaque du Sentier Lumineux des 10 dernières années (Armée)
ISTO É COMO CÁ.DERAM AS INDEPENDÊNCIAS SEM CONSULTAREM OS POVOS E SEM GARANTIREM OS BENS DOS BRANCOS E AGORA ANDAM A COLONIZAR O PAÍS COM BASE EM LEIS DE MERDA...FEITAS POR GAJOS DE MUITA DUVIDOSA PORTUGALIDADE...
AGORA TEMOS CÁ DENTRO UMA FORMA DE GUERRILHA "NOVA" QUE OS INDÍGENAS TÊM QUE SUPORTAR INDECENTEMENTE DEVIDO ÁS ALTAS TRAIÇÕES COMETIDAS AO POVO PORTUGUÊS...
CLARO QUE NÃO DEIXAM NINGUÉM REFILAR.CENSURA E LEIS AMEAÇADORAS COMO NO TEMPO DA OUTRA SENHORA , MAS AGORA AO CONTRÁRIO...O PNR QUE O DIGA...
Saturday, October 11, 2008
ANOS E ANOS FUGIDO SEM PROBLEMA...
11 Outubro 2008 - 01h02
Todos no centro de Lisboa
Evadido assaltou cinco bancos
Tem 52 anos e desde 2004 que estava evadido da cadeia de Vale de Judeus. Tinha beneficiado de uma saída precária, depois de cumprir parte da pena de nove anos a que foi condenado. Manteve-se na ‘clandestinidade’ até Maio deste ano, altura em que terá voltado a roubar.
O homem assaltou pelo menos cinco bancos (dois na avenida de Roma, um na avenida do Brasil, um em Visconde Setúbal e o último em Alvalade), tendo levado milhares de euros. Ontem, foi apanhado pela Direcção Central de Combate ao Banditismo da PJ, em Lisboa, e conduzido ao estabelecimento prisional. Vai ter ainda de cumprir outra pena de sete anos, por tráfico de droga, a que tinha sido condenado em 2005.
O assaltante actuou sempre disfarçado. Usava uma peruca para esconder o rosto, luvas para não deixar vestígios e uma pistola 6.35 milímetros que agora lhe foi apreendida. O primeiro assalto aos bancos terá sido cometido a 14 de Maio, numa dependência bancária da avenida de Roma, tendo o último acontecido a 30 de Setembro, no Banco Popular, em Alvalade.
Todos no centro de Lisboa
Evadido assaltou cinco bancos
Tem 52 anos e desde 2004 que estava evadido da cadeia de Vale de Judeus. Tinha beneficiado de uma saída precária, depois de cumprir parte da pena de nove anos a que foi condenado. Manteve-se na ‘clandestinidade’ até Maio deste ano, altura em que terá voltado a roubar.
O homem assaltou pelo menos cinco bancos (dois na avenida de Roma, um na avenida do Brasil, um em Visconde Setúbal e o último em Alvalade), tendo levado milhares de euros. Ontem, foi apanhado pela Direcção Central de Combate ao Banditismo da PJ, em Lisboa, e conduzido ao estabelecimento prisional. Vai ter ainda de cumprir outra pena de sete anos, por tráfico de droga, a que tinha sido condenado em 2005.
O assaltante actuou sempre disfarçado. Usava uma peruca para esconder o rosto, luvas para não deixar vestígios e uma pistola 6.35 milímetros que agora lhe foi apreendida. O primeiro assalto aos bancos terá sido cometido a 14 de Maio, numa dependência bancária da avenida de Roma, tendo o último acontecido a 30 de Setembro, no Banco Popular, em Alvalade.
A POLÍTICA DO FERNANDO KA, SOS RACISMO & CIA A QUE O ANTÓNIO COSTA DEU FORMA DE LEI E O SÓCRATES ASSINOU DE CRUZ
Investigação: Há subgrupos que cultivam a violência
Imigrantes cadastrados estão fora de controlo
Ninguém controla a entrada dos jovens brasileiros, com cadastro e provenientes de favelas, que têm vindo a agregar-se na margem Sul de Lisboa. Alguns formaram o Primeiro Comando Português – um clone do brasileiro Primeiro Comando da Capital – cujo hino foi ontemretirado do YouTube, tendo um dos fundadores sido recentemente detido por um homicídio em Setúbal. Prometem uma nova justiça na cidade do Sado e já se agregam em subgrupos. Há o ‘bonde dos lourinhos’ e os que se intitulam com números: ‘bonde dos 312’; ‘bonde dos 313’. Todos admiram a violência e orgulham-se de crescerem na periferia.
A Polícia Judiciária, que tem competência reservada para a investigação do crime violento, não possui informação sobre o passado criminal destes rapazes, desconhecendo até que se encontram no nosso país. É ao abrigo da Convenção de Brasília, que dispensou a necessidade de visto por parte dos cidadãos brasileiros, que a situação acontece, já que para entrar em território nacional por períodos de curta duração não é necessário fornecer qualquer informação. A mesma situação verifica-se no que toca aos cidadãos portugueses que pretendem ir ao Brasil em iguais circunstâncias.
A situação é de tal forma grave que está a causar sérias preocupações às autoridades, que desconhecem a dimensão do fenómeno. Numa altura em que o crime violento disparou na margem Sul de Lisboa, a polícia teme a disseminação destes grupos. E já alertou o Governo para esta realidade.
CADASTRO DESCONHECIDO
Edivaldo, o jovem que matou o ourives José Ferreira, é suspeito de dois homicídios praticados no Brasil. O primeiro terá sido cometido quando tinha 14 anos, o segundo quando tinha 16. A polícia sabe-o, mas até hoje ainda aguarda pela informação oficial. Terá de esperar pela colaboração das autoridades brasileiras, o que nem sempre se revela fácil. Além disso, há problemas no sistema de informação brasileiro. O cadastro é normalmente congregado no Estado de onde as pessoas são naturais, sendo que os crimes são habitualmente cometidos noutros estados. 'Depois temos de contar com a colaboração do Brasil para nos fornecer informações sobre os seus cidadãos. O que além de moroso volta a ser difícil', disse um responsável da PJ ao CM.
Outra realidade está a provocar um aumento de ilegais com passado ligado à violência. O Artigo 88 do regulamento que rege o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras permite que estes brasileiros, findo o período de turismo, adiram à regularização especial. Basta que possuam proposta de emprego para que possam solicitar visto de residência.
Caso os imigrantes sejam apanhados em situação ilegal – como Edivaldo, identificado pela PSP numa operação de rotina antes de matar o ourives José Ferreira – nada lhe acontece. O SEF não procede a expulsões, convida-os antes a sair do País. Dá-lhes ordem de expulsão e caso venham a ser apanhados posteriormente são proibidos de regressar. Ninguém fiscaliza se de facto abandonam Portugal.
A situação preocupa ainda uma comunidade brasileira enraizada em Portugal que, temendo ser confundida com este grupo de marginais, tem vindo a colaborar com a polícia. Como no caso de Edivaldo, quando forneceram às autoridades elementos fundamentais para que a detenção se consumasse.
SETUBALENSES COM MEDO
Imigrantes cadastrados estão fora de controlo
Ninguém controla a entrada dos jovens brasileiros, com cadastro e provenientes de favelas, que têm vindo a agregar-se na margem Sul de Lisboa. Alguns formaram o Primeiro Comando Português – um clone do brasileiro Primeiro Comando da Capital – cujo hino foi ontemretirado do YouTube, tendo um dos fundadores sido recentemente detido por um homicídio em Setúbal. Prometem uma nova justiça na cidade do Sado e já se agregam em subgrupos. Há o ‘bonde dos lourinhos’ e os que se intitulam com números: ‘bonde dos 312’; ‘bonde dos 313’. Todos admiram a violência e orgulham-se de crescerem na periferia.
A Polícia Judiciária, que tem competência reservada para a investigação do crime violento, não possui informação sobre o passado criminal destes rapazes, desconhecendo até que se encontram no nosso país. É ao abrigo da Convenção de Brasília, que dispensou a necessidade de visto por parte dos cidadãos brasileiros, que a situação acontece, já que para entrar em território nacional por períodos de curta duração não é necessário fornecer qualquer informação. A mesma situação verifica-se no que toca aos cidadãos portugueses que pretendem ir ao Brasil em iguais circunstâncias.
A situação é de tal forma grave que está a causar sérias preocupações às autoridades, que desconhecem a dimensão do fenómeno. Numa altura em que o crime violento disparou na margem Sul de Lisboa, a polícia teme a disseminação destes grupos. E já alertou o Governo para esta realidade.
CADASTRO DESCONHECIDO
Edivaldo, o jovem que matou o ourives José Ferreira, é suspeito de dois homicídios praticados no Brasil. O primeiro terá sido cometido quando tinha 14 anos, o segundo quando tinha 16. A polícia sabe-o, mas até hoje ainda aguarda pela informação oficial. Terá de esperar pela colaboração das autoridades brasileiras, o que nem sempre se revela fácil. Além disso, há problemas no sistema de informação brasileiro. O cadastro é normalmente congregado no Estado de onde as pessoas são naturais, sendo que os crimes são habitualmente cometidos noutros estados. 'Depois temos de contar com a colaboração do Brasil para nos fornecer informações sobre os seus cidadãos. O que além de moroso volta a ser difícil', disse um responsável da PJ ao CM.
Outra realidade está a provocar um aumento de ilegais com passado ligado à violência. O Artigo 88 do regulamento que rege o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras permite que estes brasileiros, findo o período de turismo, adiram à regularização especial. Basta que possuam proposta de emprego para que possam solicitar visto de residência.
Caso os imigrantes sejam apanhados em situação ilegal – como Edivaldo, identificado pela PSP numa operação de rotina antes de matar o ourives José Ferreira – nada lhe acontece. O SEF não procede a expulsões, convida-os antes a sair do País. Dá-lhes ordem de expulsão e caso venham a ser apanhados posteriormente são proibidos de regressar. Ninguém fiscaliza se de facto abandonam Portugal.
A situação preocupa ainda uma comunidade brasileira enraizada em Portugal que, temendo ser confundida com este grupo de marginais, tem vindo a colaborar com a polícia. Como no caso de Edivaldo, quando forneceram às autoridades elementos fundamentais para que a detenção se consumasse.
SETUBALENSES COM MEDO
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OS PORTUGUESES A SEREM CAÇADOS NO SEU PAÍS
Friday, October 10, 2008
E EU A JULGAR QUE O FERNANDO KA TINHA REGRESSADO Á PÁTRIA...DELE CLARO!
Ex-deputado Fernando Ka paga 5,60 euros de renda à CML
10.10.2008 - 17h13 Ana Henriques
O ex-deputado do PS Fernando Ka paga cinco euros e 60 cêntimos de renda à Câmara de Lisboa por um rés-do-chão de dimensões consideráveis (cinco assoalhadas com quintal) que a autarquia lhe entregou em 1984.
Fundador e dirigente da Associação Guineense de Solidariedade Social, que durante cinco anos funcionou nesta casa situada junto à Gulbenkian, Ka faz parte de uma listagem de inquilinos do chamado património disperso do município entregue anteontem pelo presidente da câmara, o socialista António Costa, aos vereadores. Apesar de não se encontrar integrado em nenhum bairro do género, o fogo da Rua Dom Luís Noronha é considerado pela autarquia como sendo de habitação social. Contactado pelo PÚBLICO, o activista dos direitos dos imigrantes remeteu um esclarecimento para mais tarde, altura em que já não atendeu o telemóvel.
Fernando Ka continuou a ocupar a casa mesmo quando foi para o Parlamento nas listas do PS, como deputado, no início dos anos 90. Acabaria por abandonar aquele partido em 2003, com acusações de racismo. A listagem em questão revela também que o jornalista e escritor Baptista-Bastos habita desde 1997 uma casa camarária pela qual paga neste momento uma renda de 263 euros mensais, nas proximidades da Estrada da Luz. O preço médio do aluguer de um quarto em Lisboa ronda os 200 euros.
A vereadora Helena Roseta, do movimento Cidadãos por Lisboa, afirmou na quarta-feira que os critérios para a atribuição de casas camarárias estão definidos desde 2004. "O presidente informou que os critérios estão definidos pelo menos desde 2004, houve apenas uma alteração de prioridades por despacho da vereadora Ana Sara Brito", disse, citada pela agência noticiosa Lusa, na conferência de imprensa que se seguiu à reunião do executivo municipal. Na reunião foi aprovada uma proposta sua para a divulgação dos critérios de atribuição de casas da autarquia e do novo modelo de gestão dos bairros sociais. António Costa qualificou-a como "totalmente redundante", sublinhando que "são conhecidos os critérios". A.H.
OS GUINEENSES FIZERAM UMA GUERRA BESTIAL PARA SE VEREM LIVRES DA MALTA MAS AGORA O QUE QUEREM É VIR TODOS PARA CÁ... AO ENCONTRO DESTES RACISTAS PORTUGAS COM EXCEPÇÃO CLARO DOS TAMBÉM SUBSIDIADOS SOS RACISMO E AFINS
É O IMPÉRIO CÁ DENTRO E POR NOSSA CONTA.POR ISSO É QUE A LEI PERSEGUE QUEM REFILAR E ESTÁ SEMPRE A SER ACTUALIZADA A PEDIDO DESTES LIBERTOS MAS SEMPRE NA NOSSA MESA DO ORÇAMENTO...
10.10.2008 - 17h13 Ana Henriques
O ex-deputado do PS Fernando Ka paga cinco euros e 60 cêntimos de renda à Câmara de Lisboa por um rés-do-chão de dimensões consideráveis (cinco assoalhadas com quintal) que a autarquia lhe entregou em 1984.
Fundador e dirigente da Associação Guineense de Solidariedade Social, que durante cinco anos funcionou nesta casa situada junto à Gulbenkian, Ka faz parte de uma listagem de inquilinos do chamado património disperso do município entregue anteontem pelo presidente da câmara, o socialista António Costa, aos vereadores. Apesar de não se encontrar integrado em nenhum bairro do género, o fogo da Rua Dom Luís Noronha é considerado pela autarquia como sendo de habitação social. Contactado pelo PÚBLICO, o activista dos direitos dos imigrantes remeteu um esclarecimento para mais tarde, altura em que já não atendeu o telemóvel.
Fernando Ka continuou a ocupar a casa mesmo quando foi para o Parlamento nas listas do PS, como deputado, no início dos anos 90. Acabaria por abandonar aquele partido em 2003, com acusações de racismo. A listagem em questão revela também que o jornalista e escritor Baptista-Bastos habita desde 1997 uma casa camarária pela qual paga neste momento uma renda de 263 euros mensais, nas proximidades da Estrada da Luz. O preço médio do aluguer de um quarto em Lisboa ronda os 200 euros.
A vereadora Helena Roseta, do movimento Cidadãos por Lisboa, afirmou na quarta-feira que os critérios para a atribuição de casas camarárias estão definidos desde 2004. "O presidente informou que os critérios estão definidos pelo menos desde 2004, houve apenas uma alteração de prioridades por despacho da vereadora Ana Sara Brito", disse, citada pela agência noticiosa Lusa, na conferência de imprensa que se seguiu à reunião do executivo municipal. Na reunião foi aprovada uma proposta sua para a divulgação dos critérios de atribuição de casas da autarquia e do novo modelo de gestão dos bairros sociais. António Costa qualificou-a como "totalmente redundante", sublinhando que "são conhecidos os critérios". A.H.
OS GUINEENSES FIZERAM UMA GUERRA BESTIAL PARA SE VEREM LIVRES DA MALTA MAS AGORA O QUE QUEREM É VIR TODOS PARA CÁ... AO ENCONTRO DESTES RACISTAS PORTUGAS COM EXCEPÇÃO CLARO DOS TAMBÉM SUBSIDIADOS SOS RACISMO E AFINS
É O IMPÉRIO CÁ DENTRO E POR NOSSA CONTA.POR ISSO É QUE A LEI PERSEGUE QUEM REFILAR E ESTÁ SEMPRE A SER ACTUALIZADA A PEDIDO DESTES LIBERTOS MAS SEMPRE NA NOSSA MESA DO ORÇAMENTO...
A MULHER DO JOÃO SOARES QUANTO RECEBE DA CML?
João Soares diz que nunca deu habitações a «amigalhaços políticos»
Lisboa: foi nos seus mandatos que foram distribuídas mais casas da autarquia
A FAMÍLIA DO PAI DA PÁTRIA SOCIALISTA RECEBEU BONS GENES E QUE ATÉ SE TRANSFEREM POR OSMOSE COMO NO CASO DA MULHER DO JS.SÃO GENES AINDA NÃO IDENTIFICADOS QUE OS LEVAM COMPULSIVAMENTE A DEDICAREM-SE A SERVIR O ZÉ POVINHO... MAS COM PAGAMENTO ADEQUADO AO SEU ELEVADO ESTATUTO SOCIAL.PORTANTO ACIMA DA MÉDIA... DAS MÉDIAS!
Lisboa: foi nos seus mandatos que foram distribuídas mais casas da autarquia
A FAMÍLIA DO PAI DA PÁTRIA SOCIALISTA RECEBEU BONS GENES E QUE ATÉ SE TRANSFEREM POR OSMOSE COMO NO CASO DA MULHER DO JS.SÃO GENES AINDA NÃO IDENTIFICADOS QUE OS LEVAM COMPULSIVAMENTE A DEDICAREM-SE A SERVIR O ZÉ POVINHO... MAS COM PAGAMENTO ADEQUADO AO SEU ELEVADO ESTATUTO SOCIAL.PORTANTO ACIMA DA MÉDIA... DAS MÉDIAS!
GUTERRANDO
GUTERRES SAIU-SE AGORA COM UMA MÁXIMA:
OS RICOS TÊM QUE CUIDAR DA VIDA DOS POBRES SENÃO ELES TRATAM DA VIDA DOS RICOS...
ESTA MÁXIMA É EXECUTADA AO MM CÁ NO RECTÂNGULO, DEPOIS DE IMPORTAREM A POBREZA MUNDIA...
TUDO SERVE PARA CHANTAGEAR.MAS NÃO SÃO OS RICOS A PAGAR, SÃO OS POBRES INDÍGENAS...
OS RICOS TÊM QUE CUIDAR DA VIDA DOS POBRES SENÃO ELES TRATAM DA VIDA DOS RICOS...
ESTA MÁXIMA É EXECUTADA AO MM CÁ NO RECTÂNGULO, DEPOIS DE IMPORTAREM A POBREZA MUNDIA...
TUDO SERVE PARA CHANTAGEAR.MAS NÃO SÃO OS RICOS A PAGAR, SÃO OS POBRES INDÍGENAS...
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