Friday, July 13, 2007

SINDICALISMO AMARELO

SINDICALISMO SUBSIDIODEPENDENTE



João Miranda
Investigador em biotecnologia
jmirandadn@gmail.com

Esta semana os sindicatos da função pública conquistaram um novo privilégio. A carreira sindical vai ser valorizada pelo novo sistema de avaliação dos funcionários públicos. Este novo privilégio é mais um dos muitos concedidos pelo Estado. Os sindicatos da função pública são financiados indirectamente pelo Estado através da concessão de horas remuneradas para trabalho sindical, do direito de utilização de instalações públicas para actividades sindicais, do direito de utilização dos serviços públicos para a cobrança de quotas e do destacamento de funcionários públicos remunerados pelo Estado para funções sindicais. Estes privilégios criam um clima de promiscuidade entre os sindicatos e o Estado que prejudica tanto o interesse público como o interesse dos trabalhadores.

A função dos sindicatos é defender interesses dos trabalhadores que não coincidem com o interesse público. Os trabalhadores estão interessados em salários tão elevados quanto possível. A função do Estado é prestar serviços de qualidade ao público ao preço mais baixo possível para o contribuinte. Dado que o Estado não existe para criar empregos bem remunerados para sindicalistas, mas sim para defender o interesse público, não se percebe porque é que o sistema de avaliação dos funcionários públicos haveria de premiar funcionários por estes dedicarem parte do seu tempo a lutar pelo encarecimento dos serviços públicos.

A liberdade sindical implica a liberdade de os trabalhadores constituírem sindicatos para defender os seus interesses. Mas implica também o direito de cada cidadão de não ser forçado a financiar sindicatos de que discorde. A lei actual concede aos sindicatos da função pública benesses que são pagas involuntariamente pelos contribuintes. As benesses concedidas por lei aos sindicatos acabam por prejudicar os próprios trabalhadores porque permitem que os sindicatos se desliguem das pessoas que supostamente representam. A partir do momento em que grande parte da actividade sindical é financiada por essas benesses, os sindicalistas deixam de precisar das suas bases de apoio. E com o tempo, e por causa da assimetria de informação entre os dirigentes especializados em negociações e os restantes trabalhadores, os interesses dos dirigentes sindicais entram em conflito com os dos trabalhadores. Os líderes sindicais passam a usar o poder do sindicato para negociar os seus próprios interesses em detrimento dos interesses dos trabalhadores. Não é por acaso que a valorização das carreiras sindicais aparece numa negociação sobre a avaliação da função pública. Esse é o tema que mais interessa aos dirigentes sindicais, mas muito provavelmente o que menos interessa ao trabalhador comum.|

MAS QUANDO O ESTADO ESTÁ COM PROBLEMAS DE TESOURARIA OS SINDICALISTAS PROMOVEM GREVES DE 1 DIA...

LISBOA NO EL PAIS COM RECADO PARA COSTA

los niños (apenas el 13% de la población) ya no juegan en los parques.


O EX-MINISTRO DA SEGURANÇA, FUTURO PRIMEIRO PRESIDENTE MULATO EM 800 ANOS,VAI CERTAMENTE TOMAR MEDIDAS PARA QUE AS CRIANÇAS POSSAM BRINCAR NOS JARDINS...

BIN LADEM HEAD VALUES 50000000 USD















El senado norteamericano dobla a 50 millones de dólares la recompensa por Bin Laden
EE UU pagará el equivalente a 36 millones de euros a quien capture al líder de Al Qaeda

AFIEM AS ESPADAS QUE UM NOVO TARIK VEM AÍ...

Al Qaeda equipara Al Andalus con el Irak ocupado
I. CEMBRERO - Madrid - 14/07/2007



Cuando en el otoño de 2001 Osama Bin Laden reivindicó en un vídeo el atentado contra las Torres Gemelas de Nueva York, mencionó también Al Andalus causando desconcierto entre los traductores de la CIA, según contó uno de sus ex agentes. Tardaron en recordar que era la palabra medieval árabe para España.


Ahora ya están acostumbrados porque la organización terrorista reitera con frecuencia su reivindicación sobre la Península. Ayman al Zawahiri, el número dos de Al Qaeda, acaba de dar un paso más al comparar la ocupación de Irak por EE UU con la conquista de Al Andalus por los cristianos españoles.

La embestida del lugarteniente de Osama Bin Laden pasó inadvertida porque le dedica dos párrafos en un vídeo de 21 minutos difundido el pasado martes por Al Sahab, una de las productoras de Al Qaeda.

Titulado Malvado Reino Unido y sus esclavos indios, el grueso del discurso de Zawahiri estuvo dedicado a arremeter contra la reina Isabel II y el ex primer ministro Tony Blair por haber otorgado el título de Caballero del Imperio Británico al escritor anglo-indio Salman Rushdie.

Al final, el brazo derecho de Bin Laden sostiene que "el despertar de la yihad (guerra santa) que se ha producido en las tierras del islam está a punto de golpear a las puertas de Jerusalén y liberar todos los territorios del islam que han sido ocupados, desde el conquistado Al Andalus hasta el invadido Irak".

Zawahiri ensalza también el atentado que, el 24 de junio, costó la vida a seis cascos azules españoles en el sur de Líbano. Asegura que fue una "hazaña bendita" y hace un llamamiento a los musulmanes libaneses para que no ahorren esfuerzos para acabar con las "fuerzas hostiles al islam" que intentan separar a Líbano de la "comunidad islámica".

Al Andalus es, para los musulmanes, su era de esplendor -sobre todo en el siglo X- en casi toda la Península Ibérica e incluso en una pequeña parte del suroeste de Francia.

Ceuta y Chechenia
En buena parte de sus discursos Zawahiri recuerda su reivindicación sobre esa España musulmana -a veces alude al último reino musulmán en Granada-, pero la comparación que hizo el martes es la más terrible desde que él mismo equiparara, hace ya siete meses, la "ocupación" española de Ceuta y Melilla con la rusa de Chechenia.

Los seguidores norteafricanos de Bin Laden han retomado el argumento. El argelino Grupo Salafista de Predicación y Combate, que desde enero se hace llamar Al Qaeda en el Magreb Islámico, insistió en abril, en su comunicado de reivindicación de los atentados de Argel, en el deber religioso de liberar la tierra musulmana "de Jerusalén a Al Andalus".

Al mes siguiente su líder, apodado Abdelmalek Droukdal, se mofó en un vídeo de Marruecos por estar más preocupado por el Sáhara Occidental que por "limpiar" Ceuta y Melilla de las "impurezas" españolas.

POR ACASO OS POLITICOS PORTUGUESES, CLARIVIDENTES COMO SEMPRE, ESTÃO TOMANDO MEDIDAS AO NÍVEL DA IMIGRAÇÃO E NACIONALIDADE,QUE A TODO O TEMPO HÃO-DE FACILITAR UMAS "ROMARIAS" PELOS DESMIOLADOS QUE PRECISAM DE, URGENTEMENTE, FICAR SEM CABEÇA, QUE GARANTA A SUA ENTRADA NO INFERNO.

EAST WARMING WORLD

CORRUPÇÃO NA ALFÂNDEGA...

Lisboa: Droga em malas de inocentes
Chefe de Alfândega preso por tráfico

Sérgio Lemos

Material apreendido pela PJ aos funcionários da Portela detidos em Maio do ano passado. MAIs de 30 quilos de cocaína e 140 mil euros
Rede operava no aeroporto da Portela há mais de dez anos. Suspeito foi apanhado em flagrante com 36,5 quilos de cocaína.


10 ANOS SEM PROBLEMAS...

"NOVOS CIDADÃOS" E O SEU CONTRIBUTO PARA A SUA "SOCIEDADE"

Schoolgirls, 16, held in Ghana with cocaine worth £300,000
(Tugela Ridley AFP/Getty)
A drug prevention poster outside Accra airport: the girls are facing a lengthy jail sentence if prosecuted and convicted

Tristan McConnell in Accra, Adam Fresco and Nicola Woolcock
Two 16-year-old British girls who were arrested in Ghana for allegedly trying to smuggle out cocaine worth £300,000 had told their parents that they were going on a school trip to France.

Yetonde Diya and Yasemin Vatansever, from Islington, North London, are said to have been promised £3,000 each by a Ghanaian man they met in London for bringing back two laptop bags.

According to Ghanaian police, the pair, who attended Islington Arts and Media School, had had all their living expenses in Ghana paid for since they arrived in the country on June 26. They were about to board a late British Airways flight home on July 2 when they were arrested and have been held in custody since.

Speaking by telephone from prison last night, Miss Vatansever claimed they had been tricked into carrying the drugs back to London. She told Channel 4 News: “There were basically two boys over here who gave us two bags, and told us [that] it was an empty bag. We never thought anything bad was inside . . . and they told us to go to the UK and drop it off to some boy . . . at the airport.

Related Links
Drug gangs target women and children
Children 'should be tracked'
“It was basically a set-up. They didn’t tell us nothing. We are innocent. We don’t know nothing about this drugs and stuff.”

According to their police statement they were met in Accra by two young Ghanaians, Emmanuel and Kwami. Mark Ewuntomah, deputy director at the Ghanaian Narcotics Control Board, who interviewed them, said: “They were upset and are regretting what they have done. When I spoke to them they were crying.”

Officers from the narcotics control board, who have been trained by British Customs officers, saw the girls acting suspiciously at Kotoka airport in Accra and pulled them over as they were heading to the aircraft.

Their luggage was searched and 6.5kg (14lb) of cocaine was allegedly found, apparently hidden in two laptop bags that the girls had been given.

The two have appeared before a court and been provisionally charged with “attempting to export a controlled substance without a licence”. They were remanded in custody and are likely to stand trial before a juvenile court. If convicted, as minors they would serve five to ten years.

A source at the narcotics control board told The Times: “They were given free tickets to come to Ghana and promised £3,000 each for bringing back two laptops. Their hotel was paid for and all their living expenses were met. They met a Ghanaian man called Jay in London about a month ago and he set it up.”

Miss Vatansever’s sister, Shanel, 19, speaking from a mother and baby unit in London where she gave birth a few days ago, told The Times: “I had no idea she’d gone to Ghana. I’d heard she was going to France.”

She said that her sister, who was born in Britain to a family originally from northern Cyprus, wanted to be a social worker and has a place to study social work at college.

“She doesn’t smoke or drink or go out clubbing. She’s normally a sensible girl and hearing all this surprises me.” Officers from the narcotics control board in Ghana have been part of Operation Westbridge, a project set up with HM Revenue & Customs to combat smugglers using Accra airport as a gateway to Europe.

A Foreign and Commonwealth Office spokeswoman said that officers from the British Embassy have been supporting the two girls and have visited them almost daily.


AS 2 ESTUDANTES FORAM EM TEMPOS NACIONALIZADAS PELOS INGLESES, MAS DE FACTO O SEU CONTRIBUTO É IMPORTAR DROGA E SE CALHAR VENDÊ-LA NAS ESQUINAS DE LONDRES.TAL COMO CÁ...
ÁFRICA UM DEPÓSITO DE DROGA E O REINO DO DEUS DARÁ... MAS O SÓCRATES ACREDITA...