Thursday, June 7, 2007

BRANCOS PORTUGUESES TRANSFORMADOS EM PRETOS

José Salter Cid, número dois da lista do PSD à Câmara de Lisboa, encabeçada por Fernando Negrão, é um dos novos reformados de luxo da Portugal Telecom (PT). Aos 53 anos, Salter Cid, cuja entrada no grupo de telecomunicações histórico ocorreu em 1990, via Marconi, onde assumiu funções na área do marketing e comunicação, sai da PT com uma pré-reforma mensal próxima dos 15 mil euros.

PORTUGAL NO TOPO DA SIDA

UE: Imigrantes e minorias étnicas têm dificuldade em aceder a tratamentos para a sida
07.06.2007 - 10h28 Lusa


Os imigrantes e as minorias étnicas continuam a enfrentar grandes dificuldades em aceder aos serviços de saúde europeus, em especial no tratamento e prevenção do HIV/sida, disse à Lusa um representante do European Aids Treatment Group (EATG).

A EATG é uma das associações internacionais que organiza a conferência sobre migrações e HIV/sida que hoje começa em Lisboa.

Cerca de 200 participantes, incluindo redes comunitárias, autoridades da saúde, decisores políticos da Comunidade Europeia e de instituições internacionais e nacionais, reúnem-se a partir de hoje em Lisboa, para debater a situação de particular vulnerabilidade dos migrantes e minorias étnicas na Europa face à infecção pelo HIV/sida.

A conferência, intitulada "The Right to HIV/AIDS prevention, treatment, care and support for migrants and ethnic minorities in Europe", que se realiza até amanhã no Instituto de Higiene e Medicina Tropical, abordará, entre outras temáticas, questões como o acesso aos cuidados de saúde, direitos humanos, saúde pública, direitos sexuais e reprodutivos e políticas de saúde.

"Lançámos esta conferência em Lisboa para discutir os principais desafios que enfrenta a Europa neste matéria e para que possam ser apresentadas recomendações que influenciem os processos políticos durante a Presidência Portuguesa [da União europeia, a partir de 1 de Julho de 2007]", explicou à Lusa um dos responsáveis da organização e membro do European Aids Treatment Group (EATG), Peter Wiessner.

"Temos recebido sinais muito positivos do Governo português nesta matéria e esperamos que as recomendações e a identificação dos principais desafios que saiam deste debate sejam tomadas em conta e levadas avante pela Presidência Portuguesa, para obter resultados concretos", acrescentou.

De acordo com Wiessner, os grandes objectivos da UE têm de passar "por garantir o acesso, a todas as pessoas que residam na EU, a tratamentos de saúde, o que inclui, necessariamente, também os imigrantes e as minorias étnicas".

"A lacuna existente tem de ser resolvida, uma vez que é inadmissível que certos grupos ou comunidades sejam excluídas do direito à saúde, por não terem documentação, por falta de informação nas suas línguas ou, simplesmente, porque são discriminados".

O responsável lembrou que toda a Europa ganha com isto, porque só quando se garantir o acesso de todos aos cuidados de saúde é que se reduzem os riscos de propagação do HIV/sida e de outras doenças, sublinhando a importância de "reconhecer as necessidades destas populações e estabelecer uma parceria com os seus representantes, para que estes possam transmitir os seus problemas e para que possamos ouvir os seus conselhos".

"O não reconhecimento do direito à saúde, por causa dos obstáculos existentes no acesso à prevenção, ao tratamento, aos cuidados de saúde e aos apoios face ao VIH, traduz-se num aumento de risco para a saúde pública na Europa", frisou.

As migrações e a saúde dos migrantes residentes na Europa, foram escolhidas como o tema dominante da agenda da Presidência Portuguesa da União Europeia, tendo sido o tema escolhido para a área da saúde "Saúde e Migrações"

Durante a Presidência Portuguesa, realizar-se-á, entre 27 e 28 de Setembro, uma conferência europeia sobre saúde e migrações: "Por uma sociedade inclusiva", assim como, em Outubro, um encontro dos coordenadores nacionais para a sida da UE e de países vizinhos sobre "VIH e Migrações".

Migrantes são mais vulneráveis e estão mais expostos

O coordenador do dossier da presidência portuguesa da União Europeia para a área de Saúde, Pereira Miguel, afirmou, em finais de Abril, ser "fundamental que a questão da saúde seja abordada não só nos países de origem dos migrantes, mas também nos países de trânsito e de destino".

Como principais preocupações e objectivos a seguir pela UE para garantir uma melhor saúde às pessoas migrantes, o responsável apontou a necessidade "de aumentar a informação disponível sobre a saúde, conseguir obter um melhor conhecimento sobre os problemas que são trazidos pelos imigrantes para a Europa ou aqueles que são adquiridos nos países de acolhimento".

De acordo com o responsável, os migrantes "são mais vulneráveis" e encontram-se expostos "a maiores riscos do que as populações europeias", sendo "as mulheres, as crianças e os imigrantes irregulares os grupos mais vulneráveis".

"Para melhorar a saúde dos migrantes é preciso olhar para as condições laborais, de vida e económicas, assim como para as suas redes sociais e hábitos", frisou, lembrando que o acesso restrito aos serviços de saúde por parte dos migrantes na Europa é influenciado pelas barreiras linguísticas e a iliteracia, mas também em grande parte, à falta de estatuto legal, pelo que é essencial "garantir uma melhor integração para melhorar a sua saúde".

A conferência europeia que hoje começa em Lisboa será seguida, na tarde de amanhã, por uma conferência nacional sobre o mesmo tema, organizada pelo Gabinete Português de Activistas Sobre Tratamento de HIV/sida (GAT).

Em Portugal os imigrantes também têm difícil acesso aos tratamentos

Em declarações à Lusa, o vice-presidente do GAT, Luís Mendão, afirmou que os seropositivos da comunidade imigrante e minorias étnicas têm também em Portugal um acesso difícil aos tratamentos, já que os serviços de saúde não cumprem a legislação existente.

De acordo com o responsável, a lei portuguesa de 2001 sobre esta matéria reconhece, ao contrário de outros Estados-membros, o direito que estes cidadãos têm em aceder aos cuidados de saúde para receber os tratamentos necessários.

No entanto, "este direito nem sempre é aplicado na prática" e "a maioria dos doentes destas populações dificilmente é aceite nos serviços de saúde, que não sabem como os enquadrar", afirmou o responsável.

SÓ NÃO PERCEBO COM TANTA POLÍTICA DITA INCLUSIVA E TANTOS DIREITOS HUMANOS DESRESPEITADOS PORQUE É QUE FOMOS CORRIDOS DE ÁFRICA , ROUBADOS E AINDA TEMOS QUE TER OS CUSTOS DOS QUE POR CÁ CONSEGUEM FAZER-SE CONVIDADOS SEM SEREM NECESSÁRIOS.ESTAMOS NO TOPO DA LISTA EUROPEIA DA SIDA PORQUE TEMOS O TOPO DA IMIGRAÇÃO AFRICANA INFECTADA. MAS OS DIREITOS HUMANOS MANDAM TRATAR SÓ OS QUE CÁ CONSEGUIRAM CHEGAR? E OS OUTROS OS QUE FICARAM EM ÁFRICA SÃO MENOS IMPORTANTES?E QUEM É QUE PAGA O TRATAMENTO DAQUELES QUE VÊM PARA PRECISAMENTE SE TRATAREM E NUNCA MAIS REGRESSAM A CASA?DEPOIS E COM ISTO TUDO É NATURAL QUE SEJA O PRÓPRIO SNS A IR PELO CANO ABAIXO POIS QUE OS QUE SE QUEREM TRATAR NUNCA PAGAM NADA NEM VÃO PAGAR... OS OUTROS, OS ABORÍGENES, SIM, AQUELES QUE CADA VEZ MAIS SE VÊM PRIVADOS DOS TRATAMENTOS NORMAIS É QUE SÃO OS PREJUDICADOS...
FICAM EM LISTAS DE ESPERA ATÉ MORREREM...

JÁ SABEM "RESIDEM CÁ" DIREITOS IGUAIS PARA TODOS... DONDE O MELHOR É COMEÇAREM A REENVIÁ-LOS PARA A SUA SANTA TERRINHA JÁ LIVRE DE COLONIALISTAS E CHEIA DE LIBERDADE E SEM EXPLORAÇÃO.AGORA VIREM ROUBAR PELA SEGUNDA VEZ OS POBRES BRANCOS É QUE NÃO...

TERRORISTAS ISLÂMICOS NA EUROPA

Une dizaine d'islamistes soupçonnés de soutenir le GSPC arrêtés en Italie
La police italienne a arrêté, jeudi 7 juin, une dizaine d'islamistes soupçonnés de soutien logistique et financier à une cellule de l'organisation algérienne GSPC (Groupe salafiste pour la prédication et le combat), a annoncé l'agence italienne Ansa.

PRIMEIRO AJUDAM OS DE FORA QUE É PARA DEPOIS SEREM CÁAJUDADOS...DEPOIS DE TEREM "NUMEROS CLAUSUS"

HOLANDANISTÃO

Holanda estudia una amnistía para 30.000 inmigrantes 'sin papeles'

FIDEL O DITADOR E A SIC

Aznar y Havel reclaman a la UE mayor dureza con el régimen cubano
La conferencia de Praga sobre disidentes pide el fin de la neutralidad ante las dictaduras

MUITO ENTERNECEDOR COMO ATÉ A SIC DÁ COBERTURA AOS MAIS ÍNFIMOS PORMENORES DO DITADOR CUBANO.
COM TANTOS DEMOCRATAS EM PORTUGAL A ADMIRAR E A BEIJAR AS BOTAS AO DITADOR, MUITOS DELES EM POSIÇÃO DE CHEFIA COMO É QUE O ZÉ PAGANTE DE IMPOSTOS PODE DORMIR DESCANSADO? ALGUÉM ANDA A MENTIR...

OS EUROPEUS PODEM VOLTAR PARA ÁFRICA?

REPORTAJE
Un brazo y una pierna por llegar a Canarias
Las secuelas del viaje han obligado a los médicos a amputar miembros a 30 inmigrantes
TOMÁS BÁRBULO - Madrid - 07/06/2007



Los inmigrantes que se embarcan en un cayuco desconocen que, en caso de que consigan sortear a la muerte, el viaje de nueve días desde Senegal hasta Canarias puede dejarles secuelas terribles. La peor es la amputación de sus miembros. Una treintena de los 21.500 jóvenes africanos que llegaron al archipiélago durante las avalanchas del año pasado han tenido que ser sometidos a esa operación. Para diez de ellos el diagnóstico ha sido especialmente duro: en el quirófano han perdido un brazo y una pierna.


Los patrones les atan a la borda, y las ligaduras acaban gangrenando las extremidades
Cuanto mayor es el número de personas que se amontonan en un cayuco, más barato les sale el viaje. El problema es que apenas dejan espacio para acomodar el motor de repuesto y las garrafas de combustible. Las provisiones de comida y agua deben ser reducidas drásticamente.

La travesía desde Dakar hasta Tenerife suele durar nueve días. Al tercero, comienza a escasear el agua. Al sexto día, los inmigrantes sufren los primeros síntomas de deshidratación, que les lleva a un estado de confusión mental. En su locura, olvidan que no saben nadar e intentan saltar por la borda para aliviar el sufrimiento. Algunos lo hacen y se ahogan. Otros son inmovilizados por los patrones: les amarran fuertemente a la borda un brazo y una pierna. Durante tres días, las ligaduras cortan el riego sanguíneo. Cuando los jóvenes desembarcan en Canarias, sus miembros están gangrenados y a los médicos no les queda más opción que amputarlos.

Algunos tienen más suerte y sólo pierden una de las dos extremidades. También son frecuentes las amputaciones de dos tercios del pie: durante los nueve días de travesía, los inmigrantes permanecen con los pies sumergidos en el charco que los restos de gasolina y el agua de mar van formado en el fondo de la barca. La mezcla de ambas sustancias origina una reacción química llamada tetraetilo de plomo. Se trata de una sustancia muy corrosiva que va necrosando los tejidos, hasta tal punto que no hay más salida que la amputación.

No terminan ahí los riesgos para los supervivientes. Las olas del Atlántico levantan los cayucos hasta sus crestas y luego los dejan caer bruscamente, una y otra vez. En cada una de esas ocasiones, el coxis de los viajeros golpea con fuerza contra la tabla en la que van sentados. Ese traumatismo prolongado -miles de golpes sobre el mismo punto- acaba por rasgar la piel y causar heridas de unos dos centímetros de profundidad, que las heces y los orines infectan. En tales casos, los inmigrantes deben ser sometidos a trasplantes de piel.

Todos estos datos figuran en un estudio elaborado por Médicos del Mundo sobre el perfil de los 900 inmigrantes que llegaron a las islas el año pasado y cuyos graves problemas de salud han impedido su traslado a la Península. El doctor Carlos Arroyo, responsable de Inclusión Social de esa ONG en Tenerife, explica que, dado que se trata de extranjeros indocumentados, la sanidad pública sólo cubre su atención en urgencias. Por lo que, una vez que salen del hospital y van a parar a casas de acogida, son organizaciones como la suya las que se hacen cargo de su salud.

"Nuestra preocupación más inmediata es conseguir prótesis para que estas personas puedan valerse por sí mismas", explica Arroyo. "También intentamos que el Gobierno les extienda permisos de estancia temporal por razones médicas, una figura recogida en la legislación de extranjería".

Los inmigrantes mutilados son varones de entre 20 y 30 años procedentes de Senegal, Malí y Costa de Marfil. Aunque el francés es la segunda lengua en esos países, la mayoría sólo habla dialectos locales: wolof, bambara, poulard... El idioma es una dificultad insalvable para que los psicólogos puedan ayudarles a superar el trauma de las amputaciones. "Tenemos intérpretes de wolof y de bambara, pero ¿cómo vamos a proporcionarles tratamiento psicológico en esos idiomas?", se pregunta Arroyo. "Lo único que podemos hacer es permitirles hablar por teléfono a menudo con sus familias. Eso les sirve de terapia. Son fuertes y en sus países han visto cosas peores. Creo que prefieren estar mancos y cojos en Europa a seguir enteros en África

UNIÃO NACIONAL DE NOVO TIPO

Daniel Proença de Carvalho, advogado e social-democrata, vai ser proposto pelo conselho de administração da Portugal Telecom para substituir Henrique Granadeiro na administração da PT Multimédia.