Monday, June 4, 2007

LAMBE BOTAS DE FIDEL E INDIO BOLIVARIANO














ESTE ANDA A DESTRUIR O SEU PAÍS E A CONDENAR GERAÇÕES FUTURAS.MUITAS ARMAS COMPROU ELE A PUTIN.PARA SE DEFENDER DE QUEM?TERÁ MEDO DA SUA PRÓPRIA SOMBRA?
A ESQUERDA EM PORTUGAL É PELO MULTICULTURALISMO MAS FORA EM ÁFRICA E AMÉRICA LATINA , ENTRE OUTROS DEFENDE O PURISMO SELVAGEM, O REGRESSO À TANGA E À PENA NA CABEÇA... VAMOS LÁ NÓS ENTENDER...
O CERTO É QUE A VENEZUELA É O PORTO DE SAÍDA DE MUITA COCA DO SEU AMIGO ANDINO: EL COCALERO!

UMA COMENDA PARA O MAIOR TRAFICANTE DE PORTUGAL

Justiça: Franquelim Lobo, acusado de tráfico de droga, foi absolvido
Franquelim Lobo, acusado de associação criminosa e tráfico de droga, foi hoje absolvido no Tribunal da Boa-Hora, em Lisboa, segundo a sentença sobre a repetição de um julgamento em que foi condenado a 25 anos de cadeia.

PARA UM LEIGO COMO EU ISTO CHEIRA A ESTURRO.
A JUSTIÇA NUNCA ACTUA COMO DEVE SER.O QUE O ESTADO JÁ GASTOU COM O HOMEM
QUE TAL UNS JÚRIS DE CIDADÃOS PARA DAR UM EMPURRÃO?É QUE ME PARECE QUE O ZÉ POVINHO NÃO VAI TANTO EM CERTAS CANTIGAS...

QUE SEJA CONDECORADO!

Ministério Público decidiu não recorrer da absolvição do antigo médico da Casa Pia, Rui Dias, no caso do batalhão de análises de despistagem de doenças sexualmente transmissíveis aos alunos internos da Casa Pia. Apesar de a acusação ter defendido a condenação do arguido, não foi interposto recurso da decisão do tribunal, como confirmou fonte da Procuradoria-Geral da República ao CM, e a sentença transitou em julgado.


ENTÃO UM CUIDADO DESTES COM AS CRIANÇAS PARA NÃO TRANSMITIREM DOENÇAS E LEVAM-NO A TRIBUNAL? MALVADOS... QUE OS SEUS AMIGOS PROPONHAM UMA ALTA CONDECORAÇÃO PARA O RECOMPENSAR DAS CHATICES QUE TEVE... A NÃO SER QUE PEÇA INDEMNIZAÇÃO... OU COMEM TODOS OU NINGUÉM!

PEDOFILIA POST PARCIAL ROUBADO NO "PORTUGAL PROFUNDO"

Hoje é dia de vergonha da impotência do povo por Portugal ser assim desconsiderado na imprensa internacional:

"Portugal, according to campaigners, is a pedophile's paradise. It is one of only two European countries without a sex offenders register, making it a gathering ground for perverts." [realce meu]

Ou ainda nesta outra, entre tantas nos media, referência do Guardian, já mais antiga:


"Portugal has increasingly been under the scrutiny of anti-paedophile groups who have denounced its lax laws and uninterested courts for creating a paedophiles' paradise in Europelax laws and uninterested courts for creating a paedophiles' paradise in Europe"

Não se trata de incompetência, mas de medo de afrontamento do tema proibido: a pedofilia. Quem enfrentou a pedofilia foi perseguido no âmbito de uma campanha organizada que passou uma mensagem pedagógica perigosíssima: quem mexer na pedofilia será punido profissional e pessoalmente!...

O QUE CUSTA "FORMAR PÚBLICOS"

Nos últimos três anos
Cerca de 80% dos filmes nacionais rendem menos de 50 mil euros nas bilheteiras
[ 2007/06/01 | 19:56 ] Rui Pedro Vieira
O panorama do cinema português em matéria de receitas de bilheteira e número de espectadores nas salas nacionais não é exemplar. A «Agência Financeira» consultou os dados mais recentes do Instituto do Cinema, Audiovisual e Multimédia (ICAM) e concluiu que, desde 2005, 80 por cento dos 39 filmes estreados renderam menos de 50 mil euros nas bilheteiras, valor abaixo da maioria dos seus custos de produção.

As únicas excepções de registo a este panorama são as obras «O Crime do Padre Amaro», de Carlos Coelho da Silva, que levou às salas nacionais, em 2005, 380.652 espectadores e rendeu 1,644 milhões de euros, e «O Filme da Treta», de José Sacramento, que lucrou 1,092 milhões de euros e contou com 278.831 espectadores.

Com saldo acima dos 50 mil euros estão também «Alice», de Marco Martins (141,8 mil euros), «Um Tiro no Escuro», de Leonel Vieira (121 mil euros), «Coisa Ruim», da dupla Tiago Guedes e Frederico Serra (117,7 mil euros), «Odete», da autoria de João Pedro Rodrigues (66,9 mil euros) e o documentário «Lisboetas», de Sérgio Tréfaut (64,8 mil euros).

Abaixo do valor referido estão obras de Manoel de Oliveira («Espelho Mágico», que rendeu apenas 11,4 mil euros), Fernando Lopes (que, com «98 Octanas», ficou-se pelos 10 mil euros e 2.906 espectadores) ou Edgar Pêra (o seu último filme, «Movimentos Perpétuos», registou somente 4,5 mil euros e foi visto por 1.028 pessoas).

Na distribuição nacional deste ano, o filme português mais rentável foi, até ao momento, a comédia «Dot.Com», de Luís Galvão Teles, que acumulou 49,6 mil euros e contou com 12.709 espectadores.

Seguem-se «O Mistério da Estrada de Sintra», do realizador Jorge Paixão da Costa, com 47,4 mil euros e 11.258 espectadores, e «Suicídio Encomendado», de Artur Serra Araújo, com cerca de 9 mil euros de receita nas bilheteiras e 2.218 espectadores.

Filme «Brumas» é o menos rentável, com 96 euros de receita

No fundo desta tabela encontram-se os filmes «Vanitas», de Paulo Rocha, visto por 493 pessoas e com 1.425 euros de bilheteira, e «O Veneno da Madrugada», da autoria de Ruy Guerra, que acumulou apenas 796 euros e foi visto por 192 pessoas.

O titulo português menos visto dos últimos três anos foi «Brumas», obra de Ricardo Costa, que contou apenas com duas sessões em sala de cinema e 24 espectadores, rendendo 96 euros.

BEM PODIAM OBRIGAR OS PRESOS, QUE SÃO MUITOS A VER ESSAS OBRAS DE ARTE...

E DOUTORES DE AVIÁRIO?

A INCOMPREENSÍVEL DIVERSIDADE DA UNIVERSIDADE



João César das Neves
professor universitário
naohaalmocosgratis@fcee.ucp..pt

Enquanto rebentam escândalos nas universidades, uma nova geração prepara-se para entrar no ensino superior. Vale a pena, sem pretensões, dar uma simples olhadela a essa realidade. Há coisas que só vistas!

No ano lectivo de 1950/51 havia em Portugal quatro universidades (Lisboa, Técnica, Coimbra e Porto) num total de 21 estabelecimentos de ensino superior (faculdades, institutos, escolas). Em 1975/76 havia mais quatro (Aveiro, Minho, Católica e Nova) em 73 estabelecimentos. No ano lectivo de 2005/06 tínhamos 24 instituições intituladas "universidade" e 326 estabelecimentos.

Na leccionação o crescimento foi ainda maior. Em 1950/51 existiam 49 nomes diferentes de cursos, representando um total de 90 possibilidades de matrícula nas várias escolas. Em 1975/76 as designações eram já 121, dando 246 opções de inscrição. Em 2005/06, havia uns incríveis 1877 títulos diferentes, permitindo aos pobres candidatos escolher entre 5485 alternativas de escola/curso. Destas, 102 eram bacharelatos, três mil licenciaturas (das quais 1307 com possibilidade de bacharelato), 776 mestrados, 1161 cursos de doutoramento e 446 outros graus (especializações, formações complementares, etc). A pirâmide está invertida.

Olhando só as licenciaturas, existem hoje 854 nomes diferentes. Um caso interessante é a Engenharia. Em 1950/51 havia nove tipos (Civil, Electrotécnica, Mecânica, Químico-Industrial, Minas, Agrónoma, Silvicultora, Geográfica e Militar), com 17 possibilidades de inscrição. Em 1975/76 eram 12. Uma mudara de nome (para Química), duas perderam o título de Engenharia (Agronomia e Silvicultura) e cinco novas surgiram (Máquinas, Metalúrgica, Têxtil, Informática e Maquinista Naval) num total de 26 inscrições. Mas em 2005/06 existiam 137 tipos diferentes de Engenharias em 586 diplomas.

Entre muitas outras, temos Engenharia Agrária, Agrícola, Agro-Florestal, Agronómica, Agro-Pecuária, Agrotecnológica, Florestal, Ambiental e dos Recursos Naturais, Biofísica, das Ciências Vitivinícolas e Zootécnica. Há Engenharia Cerâmica, das Madeiras, de Polímeros, Papel, Vestuário, Vidro. E ainda Engenharia Eléctrica, Electrónica, Electromecânica, Electrotécnica e até Mecatrónica. Temos Engenharia Publicitária, Alimentar, Automóvel, Aerospacial, Topográfica, Engenharia da Qualidade, Engenharia Clínica e Engenharia da Linguagem e do Conhecimento.

Outro campo peculiar é o da Gestão. Em 1950/51 havia só quatro licenciaturas em Administração (Comercial, Militar, Naval e Colonial), mas em 1975/76 já eram oito e começara a confusão das nomenclaturas. Em 2005/06, os 115 nomes da área pretendem fazer a gestão, direcção, administração, organização ou o planeamento de qualquer coisa. E são muitas coisas! Há Gestão Hoteleira, mas também Gestão da Água, do Solo e da Rega ou Gestão de Transportes, Intermodalidade e Logística. Há Gestão do Desporto, Gestão do Lazer e Animação Turística, Gestão do Património, Gestão de Rotas Temáticas e Direcção de Orquestra. E, claro, temos Gestão Bancária, de Recursos Humanos, de Informação, Marketing, Financeira e Fiscal. Mas também existe Planeamento Regional e Urbano, Tecnologias da Informação Empresarial, Química Industrial e Gestão. E até licenciaturas em Estudos Ingleses e Relações Empresariais, Filosofia e Desenvolvimento da Empresa, Tradução e Assessoria de Direcção, Línguas e Administração Editorial.

Estas são áreas que dizem dar emprego. Também há outras. Num país com cada vez menos alunos, existem 618 opções (11% do total) com "educação", "ensino", "escolar" ou "professor" no título. Há também doutoramento em Linguagens, Identidade e Mundialização, mestrado em Sexologia, licenciatura em Enologia e bacharelatos em Equinicultura ou Informação Médica e Farmacêutica. Há licenciaturas em Arquitectura de Design de Moda, mestrados em Evolução Humana, Aconselhamento Dinâmico, Medicina de Catástrofe, Psicologia da Dor ou Ciências do Sono e doutoramento em Estudos sobre as Mulheres.

O povo diz que "um burro carregado de livros é um doutor". Um povo carregado de cursos é um desastre. |


E AS PSICOLOGIAS E SOCIOLOGIAS E POLITOLOGIAS? UM MANÁ!COM DIREITO A MUITAS VAGAS DE DOUTORES E PROFESSORES DE AVIÁRIO QUE COMO NÃO ARRANJAM EMPREGO EM MAIS LADO NENHUM PORQUE A ECONOMIA OS REJEITA VÊM ENSINAR TODO UM POVO INFILTRANDO-SE NOS PARTIDOS POLÍTICOS E NO ESTADO.UMA VERDADEIRA MAFIA QUE ESTÁ DESMONTANDO OS ALICERCES DE PORTUGAL

TEMOS OS MELHORES GOVERNANTES DA EUROPA!

Salários dos galegos já dobram os nossos
[ 2007/06/04 | 08:09 ] Editorial
Os indicadores económicos mais recentes não deixam margem para dúvidas a Galiza atravessa o período mais próspero da sua história e promete, até, superar todos os índices de crescimento de Espanha.
A produtividade dispara, impulsionada pelos sectores da indústria e serviços. O contraste com a crise que se vive na Região Norte de Portugal é evidente. Dois exemplos: o salário médio galego já vai nos 1.240 euros, o dobro da Região Norte, que se fica pelos 635 euros. A taxa de desemprego da Galiza desceu para o nível mais baixo dos últimos 25 anos, enquanto no Norte continua a subir e a bater recordes pela negativa, avança o «Jornal de Notícias».

«O Norte de Portugal e a Galiza estão a viver dois ciclos completamente diferentes. Enquanto aqui se viveu um ciclo de recessão e de estagnação económica que perpassou pelo país a partir de 2001, a Galiza viveu o ciclo de crescimento de que a Espanha gozou nos últimos três anos», explica o presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), Carlos Lage, evidenciando que a prosperidade galega de hoje resulta de «boas opções em matéria de política macro-económica e de despesa pública», aplicadas ao território espanhol no seu todo.

O mais recente relatório sobre a conjuntura económica divulgado pela Junta da Galiza confere o cenário de franca expansão económica. «Ao longo de 2006, a economia galega evoluiu muito favoravelmente. A taxa de crescimento do PIB atingiu 4,1%, superando a do conjunto da economia espanhola (3,9%)», relata o documento, onde consta, também, que rompendo tendências anteriores, o sector da indústria é o que apresenta maior dinamismo. «A produção industrial registou uma sensível recuperação, com uma variação média durante 2006 em relação ao ano anterior de 7,7%, o que, além de dobrar a média espanhola (3,7%), constitui o nível mais alto de sempre», lê-se no relatório. Ainda assim, continua a ser o sector dos serviços o que mais contribui para a subida do PIB, cuja taxa média de crescimento, de 2001 a 2005, rondou os 3,3%.

PARECE QUE O PLANO TECNOLÓGICO DEVE PRECISAR DE MAIS IMIGRANTES AFRICANOS POIS NADA ESTÁ A RESULTAR... ABORÍGENES FORA E AFRICANOS DENTRO!