Hoje é dia de vergonha da impotência do povo por Portugal ser assim desconsiderado na imprensa internacional:
"Portugal, according to campaigners, is a pedophile's paradise. It is one of only two European countries without a sex offenders register, making it a gathering ground for perverts." [realce meu]
Ou ainda nesta outra, entre tantas nos media, referência do Guardian, já mais antiga:
"Portugal has increasingly been under the scrutiny of anti-paedophile groups who have denounced its lax laws and uninterested courts for creating a paedophiles' paradise in Europelax laws and uninterested courts for creating a paedophiles' paradise in Europe"
Não se trata de incompetência, mas de medo de afrontamento do tema proibido: a pedofilia. Quem enfrentou a pedofilia foi perseguido no âmbito de uma campanha organizada que passou uma mensagem pedagógica perigosíssima: quem mexer na pedofilia será punido profissional e pessoalmente!...
Monday, June 4, 2007
O QUE CUSTA "FORMAR PÚBLICOS"
Nos últimos três anos
Cerca de 80% dos filmes nacionais rendem menos de 50 mil euros nas bilheteiras
[ 2007/06/01 | 19:56 ] Rui Pedro Vieira
O panorama do cinema português em matéria de receitas de bilheteira e número de espectadores nas salas nacionais não é exemplar. A «Agência Financeira» consultou os dados mais recentes do Instituto do Cinema, Audiovisual e Multimédia (ICAM) e concluiu que, desde 2005, 80 por cento dos 39 filmes estreados renderam menos de 50 mil euros nas bilheteiras, valor abaixo da maioria dos seus custos de produção.
As únicas excepções de registo a este panorama são as obras «O Crime do Padre Amaro», de Carlos Coelho da Silva, que levou às salas nacionais, em 2005, 380.652 espectadores e rendeu 1,644 milhões de euros, e «O Filme da Treta», de José Sacramento, que lucrou 1,092 milhões de euros e contou com 278.831 espectadores.
Com saldo acima dos 50 mil euros estão também «Alice», de Marco Martins (141,8 mil euros), «Um Tiro no Escuro», de Leonel Vieira (121 mil euros), «Coisa Ruim», da dupla Tiago Guedes e Frederico Serra (117,7 mil euros), «Odete», da autoria de João Pedro Rodrigues (66,9 mil euros) e o documentário «Lisboetas», de Sérgio Tréfaut (64,8 mil euros).
Abaixo do valor referido estão obras de Manoel de Oliveira («Espelho Mágico», que rendeu apenas 11,4 mil euros), Fernando Lopes (que, com «98 Octanas», ficou-se pelos 10 mil euros e 2.906 espectadores) ou Edgar Pêra (o seu último filme, «Movimentos Perpétuos», registou somente 4,5 mil euros e foi visto por 1.028 pessoas).
Na distribuição nacional deste ano, o filme português mais rentável foi, até ao momento, a comédia «Dot.Com», de Luís Galvão Teles, que acumulou 49,6 mil euros e contou com 12.709 espectadores.
Seguem-se «O Mistério da Estrada de Sintra», do realizador Jorge Paixão da Costa, com 47,4 mil euros e 11.258 espectadores, e «Suicídio Encomendado», de Artur Serra Araújo, com cerca de 9 mil euros de receita nas bilheteiras e 2.218 espectadores.
Filme «Brumas» é o menos rentável, com 96 euros de receita
No fundo desta tabela encontram-se os filmes «Vanitas», de Paulo Rocha, visto por 493 pessoas e com 1.425 euros de bilheteira, e «O Veneno da Madrugada», da autoria de Ruy Guerra, que acumulou apenas 796 euros e foi visto por 192 pessoas.
O titulo português menos visto dos últimos três anos foi «Brumas», obra de Ricardo Costa, que contou apenas com duas sessões em sala de cinema e 24 espectadores, rendendo 96 euros.
BEM PODIAM OBRIGAR OS PRESOS, QUE SÃO MUITOS A VER ESSAS OBRAS DE ARTE...
Cerca de 80% dos filmes nacionais rendem menos de 50 mil euros nas bilheteiras
[ 2007/06/01 | 19:56 ] Rui Pedro Vieira
O panorama do cinema português em matéria de receitas de bilheteira e número de espectadores nas salas nacionais não é exemplar. A «Agência Financeira» consultou os dados mais recentes do Instituto do Cinema, Audiovisual e Multimédia (ICAM) e concluiu que, desde 2005, 80 por cento dos 39 filmes estreados renderam menos de 50 mil euros nas bilheteiras, valor abaixo da maioria dos seus custos de produção.
As únicas excepções de registo a este panorama são as obras «O Crime do Padre Amaro», de Carlos Coelho da Silva, que levou às salas nacionais, em 2005, 380.652 espectadores e rendeu 1,644 milhões de euros, e «O Filme da Treta», de José Sacramento, que lucrou 1,092 milhões de euros e contou com 278.831 espectadores.
Com saldo acima dos 50 mil euros estão também «Alice», de Marco Martins (141,8 mil euros), «Um Tiro no Escuro», de Leonel Vieira (121 mil euros), «Coisa Ruim», da dupla Tiago Guedes e Frederico Serra (117,7 mil euros), «Odete», da autoria de João Pedro Rodrigues (66,9 mil euros) e o documentário «Lisboetas», de Sérgio Tréfaut (64,8 mil euros).
Abaixo do valor referido estão obras de Manoel de Oliveira («Espelho Mágico», que rendeu apenas 11,4 mil euros), Fernando Lopes (que, com «98 Octanas», ficou-se pelos 10 mil euros e 2.906 espectadores) ou Edgar Pêra (o seu último filme, «Movimentos Perpétuos», registou somente 4,5 mil euros e foi visto por 1.028 pessoas).
Na distribuição nacional deste ano, o filme português mais rentável foi, até ao momento, a comédia «Dot.Com», de Luís Galvão Teles, que acumulou 49,6 mil euros e contou com 12.709 espectadores.
Seguem-se «O Mistério da Estrada de Sintra», do realizador Jorge Paixão da Costa, com 47,4 mil euros e 11.258 espectadores, e «Suicídio Encomendado», de Artur Serra Araújo, com cerca de 9 mil euros de receita nas bilheteiras e 2.218 espectadores.
Filme «Brumas» é o menos rentável, com 96 euros de receita
No fundo desta tabela encontram-se os filmes «Vanitas», de Paulo Rocha, visto por 493 pessoas e com 1.425 euros de bilheteira, e «O Veneno da Madrugada», da autoria de Ruy Guerra, que acumulou apenas 796 euros e foi visto por 192 pessoas.
O titulo português menos visto dos últimos três anos foi «Brumas», obra de Ricardo Costa, que contou apenas com duas sessões em sala de cinema e 24 espectadores, rendendo 96 euros.
BEM PODIAM OBRIGAR OS PRESOS, QUE SÃO MUITOS A VER ESSAS OBRAS DE ARTE...
E DOUTORES DE AVIÁRIO?
A INCOMPREENSÍVEL DIVERSIDADE DA UNIVERSIDADE
João César das Neves
professor universitário
naohaalmocosgratis@fcee.ucp..pt
Enquanto rebentam escândalos nas universidades, uma nova geração prepara-se para entrar no ensino superior. Vale a pena, sem pretensões, dar uma simples olhadela a essa realidade. Há coisas que só vistas!
No ano lectivo de 1950/51 havia em Portugal quatro universidades (Lisboa, Técnica, Coimbra e Porto) num total de 21 estabelecimentos de ensino superior (faculdades, institutos, escolas). Em 1975/76 havia mais quatro (Aveiro, Minho, Católica e Nova) em 73 estabelecimentos. No ano lectivo de 2005/06 tínhamos 24 instituições intituladas "universidade" e 326 estabelecimentos.
Na leccionação o crescimento foi ainda maior. Em 1950/51 existiam 49 nomes diferentes de cursos, representando um total de 90 possibilidades de matrícula nas várias escolas. Em 1975/76 as designações eram já 121, dando 246 opções de inscrição. Em 2005/06, havia uns incríveis 1877 títulos diferentes, permitindo aos pobres candidatos escolher entre 5485 alternativas de escola/curso. Destas, 102 eram bacharelatos, três mil licenciaturas (das quais 1307 com possibilidade de bacharelato), 776 mestrados, 1161 cursos de doutoramento e 446 outros graus (especializações, formações complementares, etc). A pirâmide está invertida.
Olhando só as licenciaturas, existem hoje 854 nomes diferentes. Um caso interessante é a Engenharia. Em 1950/51 havia nove tipos (Civil, Electrotécnica, Mecânica, Químico-Industrial, Minas, Agrónoma, Silvicultora, Geográfica e Militar), com 17 possibilidades de inscrição. Em 1975/76 eram 12. Uma mudara de nome (para Química), duas perderam o título de Engenharia (Agronomia e Silvicultura) e cinco novas surgiram (Máquinas, Metalúrgica, Têxtil, Informática e Maquinista Naval) num total de 26 inscrições. Mas em 2005/06 existiam 137 tipos diferentes de Engenharias em 586 diplomas.
Entre muitas outras, temos Engenharia Agrária, Agrícola, Agro-Florestal, Agronómica, Agro-Pecuária, Agrotecnológica, Florestal, Ambiental e dos Recursos Naturais, Biofísica, das Ciências Vitivinícolas e Zootécnica. Há Engenharia Cerâmica, das Madeiras, de Polímeros, Papel, Vestuário, Vidro. E ainda Engenharia Eléctrica, Electrónica, Electromecânica, Electrotécnica e até Mecatrónica. Temos Engenharia Publicitária, Alimentar, Automóvel, Aerospacial, Topográfica, Engenharia da Qualidade, Engenharia Clínica e Engenharia da Linguagem e do Conhecimento.
Outro campo peculiar é o da Gestão. Em 1950/51 havia só quatro licenciaturas em Administração (Comercial, Militar, Naval e Colonial), mas em 1975/76 já eram oito e começara a confusão das nomenclaturas. Em 2005/06, os 115 nomes da área pretendem fazer a gestão, direcção, administração, organização ou o planeamento de qualquer coisa. E são muitas coisas! Há Gestão Hoteleira, mas também Gestão da Água, do Solo e da Rega ou Gestão de Transportes, Intermodalidade e Logística. Há Gestão do Desporto, Gestão do Lazer e Animação Turística, Gestão do Património, Gestão de Rotas Temáticas e Direcção de Orquestra. E, claro, temos Gestão Bancária, de Recursos Humanos, de Informação, Marketing, Financeira e Fiscal. Mas também existe Planeamento Regional e Urbano, Tecnologias da Informação Empresarial, Química Industrial e Gestão. E até licenciaturas em Estudos Ingleses e Relações Empresariais, Filosofia e Desenvolvimento da Empresa, Tradução e Assessoria de Direcção, Línguas e Administração Editorial.
Estas são áreas que dizem dar emprego. Também há outras. Num país com cada vez menos alunos, existem 618 opções (11% do total) com "educação", "ensino", "escolar" ou "professor" no título. Há também doutoramento em Linguagens, Identidade e Mundialização, mestrado em Sexologia, licenciatura em Enologia e bacharelatos em Equinicultura ou Informação Médica e Farmacêutica. Há licenciaturas em Arquitectura de Design de Moda, mestrados em Evolução Humana, Aconselhamento Dinâmico, Medicina de Catástrofe, Psicologia da Dor ou Ciências do Sono e doutoramento em Estudos sobre as Mulheres.
O povo diz que "um burro carregado de livros é um doutor". Um povo carregado de cursos é um desastre. |
E AS PSICOLOGIAS E SOCIOLOGIAS E POLITOLOGIAS? UM MANÁ!COM DIREITO A MUITAS VAGAS DE DOUTORES E PROFESSORES DE AVIÁRIO QUE COMO NÃO ARRANJAM EMPREGO EM MAIS LADO NENHUM PORQUE A ECONOMIA OS REJEITA VÊM ENSINAR TODO UM POVO INFILTRANDO-SE NOS PARTIDOS POLÍTICOS E NO ESTADO.UMA VERDADEIRA MAFIA QUE ESTÁ DESMONTANDO OS ALICERCES DE PORTUGAL
João César das Neves
professor universitário
naohaalmocosgratis@fcee.ucp..pt
Enquanto rebentam escândalos nas universidades, uma nova geração prepara-se para entrar no ensino superior. Vale a pena, sem pretensões, dar uma simples olhadela a essa realidade. Há coisas que só vistas!
No ano lectivo de 1950/51 havia em Portugal quatro universidades (Lisboa, Técnica, Coimbra e Porto) num total de 21 estabelecimentos de ensino superior (faculdades, institutos, escolas). Em 1975/76 havia mais quatro (Aveiro, Minho, Católica e Nova) em 73 estabelecimentos. No ano lectivo de 2005/06 tínhamos 24 instituições intituladas "universidade" e 326 estabelecimentos.
Na leccionação o crescimento foi ainda maior. Em 1950/51 existiam 49 nomes diferentes de cursos, representando um total de 90 possibilidades de matrícula nas várias escolas. Em 1975/76 as designações eram já 121, dando 246 opções de inscrição. Em 2005/06, havia uns incríveis 1877 títulos diferentes, permitindo aos pobres candidatos escolher entre 5485 alternativas de escola/curso. Destas, 102 eram bacharelatos, três mil licenciaturas (das quais 1307 com possibilidade de bacharelato), 776 mestrados, 1161 cursos de doutoramento e 446 outros graus (especializações, formações complementares, etc). A pirâmide está invertida.
Olhando só as licenciaturas, existem hoje 854 nomes diferentes. Um caso interessante é a Engenharia. Em 1950/51 havia nove tipos (Civil, Electrotécnica, Mecânica, Químico-Industrial, Minas, Agrónoma, Silvicultora, Geográfica e Militar), com 17 possibilidades de inscrição. Em 1975/76 eram 12. Uma mudara de nome (para Química), duas perderam o título de Engenharia (Agronomia e Silvicultura) e cinco novas surgiram (Máquinas, Metalúrgica, Têxtil, Informática e Maquinista Naval) num total de 26 inscrições. Mas em 2005/06 existiam 137 tipos diferentes de Engenharias em 586 diplomas.
Entre muitas outras, temos Engenharia Agrária, Agrícola, Agro-Florestal, Agronómica, Agro-Pecuária, Agrotecnológica, Florestal, Ambiental e dos Recursos Naturais, Biofísica, das Ciências Vitivinícolas e Zootécnica. Há Engenharia Cerâmica, das Madeiras, de Polímeros, Papel, Vestuário, Vidro. E ainda Engenharia Eléctrica, Electrónica, Electromecânica, Electrotécnica e até Mecatrónica. Temos Engenharia Publicitária, Alimentar, Automóvel, Aerospacial, Topográfica, Engenharia da Qualidade, Engenharia Clínica e Engenharia da Linguagem e do Conhecimento.
Outro campo peculiar é o da Gestão. Em 1950/51 havia só quatro licenciaturas em Administração (Comercial, Militar, Naval e Colonial), mas em 1975/76 já eram oito e começara a confusão das nomenclaturas. Em 2005/06, os 115 nomes da área pretendem fazer a gestão, direcção, administração, organização ou o planeamento de qualquer coisa. E são muitas coisas! Há Gestão Hoteleira, mas também Gestão da Água, do Solo e da Rega ou Gestão de Transportes, Intermodalidade e Logística. Há Gestão do Desporto, Gestão do Lazer e Animação Turística, Gestão do Património, Gestão de Rotas Temáticas e Direcção de Orquestra. E, claro, temos Gestão Bancária, de Recursos Humanos, de Informação, Marketing, Financeira e Fiscal. Mas também existe Planeamento Regional e Urbano, Tecnologias da Informação Empresarial, Química Industrial e Gestão. E até licenciaturas em Estudos Ingleses e Relações Empresariais, Filosofia e Desenvolvimento da Empresa, Tradução e Assessoria de Direcção, Línguas e Administração Editorial.
Estas são áreas que dizem dar emprego. Também há outras. Num país com cada vez menos alunos, existem 618 opções (11% do total) com "educação", "ensino", "escolar" ou "professor" no título. Há também doutoramento em Linguagens, Identidade e Mundialização, mestrado em Sexologia, licenciatura em Enologia e bacharelatos em Equinicultura ou Informação Médica e Farmacêutica. Há licenciaturas em Arquitectura de Design de Moda, mestrados em Evolução Humana, Aconselhamento Dinâmico, Medicina de Catástrofe, Psicologia da Dor ou Ciências do Sono e doutoramento em Estudos sobre as Mulheres.
O povo diz que "um burro carregado de livros é um doutor". Um povo carregado de cursos é um desastre. |
E AS PSICOLOGIAS E SOCIOLOGIAS E POLITOLOGIAS? UM MANÁ!COM DIREITO A MUITAS VAGAS DE DOUTORES E PROFESSORES DE AVIÁRIO QUE COMO NÃO ARRANJAM EMPREGO EM MAIS LADO NENHUM PORQUE A ECONOMIA OS REJEITA VÊM ENSINAR TODO UM POVO INFILTRANDO-SE NOS PARTIDOS POLÍTICOS E NO ESTADO.UMA VERDADEIRA MAFIA QUE ESTÁ DESMONTANDO OS ALICERCES DE PORTUGAL
TEMOS OS MELHORES GOVERNANTES DA EUROPA!
Salários dos galegos já dobram os nossos
[ 2007/06/04 | 08:09 ] Editorial
Os indicadores económicos mais recentes não deixam margem para dúvidas a Galiza atravessa o período mais próspero da sua história e promete, até, superar todos os índices de crescimento de Espanha.
A produtividade dispara, impulsionada pelos sectores da indústria e serviços. O contraste com a crise que se vive na Região Norte de Portugal é evidente. Dois exemplos: o salário médio galego já vai nos 1.240 euros, o dobro da Região Norte, que se fica pelos 635 euros. A taxa de desemprego da Galiza desceu para o nível mais baixo dos últimos 25 anos, enquanto no Norte continua a subir e a bater recordes pela negativa, avança o «Jornal de Notícias».
«O Norte de Portugal e a Galiza estão a viver dois ciclos completamente diferentes. Enquanto aqui se viveu um ciclo de recessão e de estagnação económica que perpassou pelo país a partir de 2001, a Galiza viveu o ciclo de crescimento de que a Espanha gozou nos últimos três anos», explica o presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), Carlos Lage, evidenciando que a prosperidade galega de hoje resulta de «boas opções em matéria de política macro-económica e de despesa pública», aplicadas ao território espanhol no seu todo.
O mais recente relatório sobre a conjuntura económica divulgado pela Junta da Galiza confere o cenário de franca expansão económica. «Ao longo de 2006, a economia galega evoluiu muito favoravelmente. A taxa de crescimento do PIB atingiu 4,1%, superando a do conjunto da economia espanhola (3,9%)», relata o documento, onde consta, também, que rompendo tendências anteriores, o sector da indústria é o que apresenta maior dinamismo. «A produção industrial registou uma sensível recuperação, com uma variação média durante 2006 em relação ao ano anterior de 7,7%, o que, além de dobrar a média espanhola (3,7%), constitui o nível mais alto de sempre», lê-se no relatório. Ainda assim, continua a ser o sector dos serviços o que mais contribui para a subida do PIB, cuja taxa média de crescimento, de 2001 a 2005, rondou os 3,3%.
PARECE QUE O PLANO TECNOLÓGICO DEVE PRECISAR DE MAIS IMIGRANTES AFRICANOS POIS NADA ESTÁ A RESULTAR... ABORÍGENES FORA E AFRICANOS DENTRO!
[ 2007/06/04 | 08:09 ] Editorial
Os indicadores económicos mais recentes não deixam margem para dúvidas a Galiza atravessa o período mais próspero da sua história e promete, até, superar todos os índices de crescimento de Espanha.
A produtividade dispara, impulsionada pelos sectores da indústria e serviços. O contraste com a crise que se vive na Região Norte de Portugal é evidente. Dois exemplos: o salário médio galego já vai nos 1.240 euros, o dobro da Região Norte, que se fica pelos 635 euros. A taxa de desemprego da Galiza desceu para o nível mais baixo dos últimos 25 anos, enquanto no Norte continua a subir e a bater recordes pela negativa, avança o «Jornal de Notícias».
«O Norte de Portugal e a Galiza estão a viver dois ciclos completamente diferentes. Enquanto aqui se viveu um ciclo de recessão e de estagnação económica que perpassou pelo país a partir de 2001, a Galiza viveu o ciclo de crescimento de que a Espanha gozou nos últimos três anos», explica o presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), Carlos Lage, evidenciando que a prosperidade galega de hoje resulta de «boas opções em matéria de política macro-económica e de despesa pública», aplicadas ao território espanhol no seu todo.
O mais recente relatório sobre a conjuntura económica divulgado pela Junta da Galiza confere o cenário de franca expansão económica. «Ao longo de 2006, a economia galega evoluiu muito favoravelmente. A taxa de crescimento do PIB atingiu 4,1%, superando a do conjunto da economia espanhola (3,9%)», relata o documento, onde consta, também, que rompendo tendências anteriores, o sector da indústria é o que apresenta maior dinamismo. «A produção industrial registou uma sensível recuperação, com uma variação média durante 2006 em relação ao ano anterior de 7,7%, o que, além de dobrar a média espanhola (3,7%), constitui o nível mais alto de sempre», lê-se no relatório. Ainda assim, continua a ser o sector dos serviços o que mais contribui para a subida do PIB, cuja taxa média de crescimento, de 2001 a 2005, rondou os 3,3%.
PARECE QUE O PLANO TECNOLÓGICO DEVE PRECISAR DE MAIS IMIGRANTES AFRICANOS POIS NADA ESTÁ A RESULTAR... ABORÍGENES FORA E AFRICANOS DENTRO!
Sunday, June 3, 2007
O PRODUTO DO POLITICAMENTE CORRECTO
Manifestação frente à embaixada letã em Lisboa pedindo e implorando a libertação de uns rapazolas detidos em flagrante acto iconoclasta naquele país báltico recém-libertado da bota comunista. Fizeram-no por inconsciência e por criancice, dizem amigos e familiares consternados, mas no acto de ofender um povo na destruição da sua bandeira há, escondida, uma pedagogia de décadas, veneno corrosivo que por aqui foi gota a gota injectado por gerações de criaturas que nunca esconderam um inteiro programa desnacionalizador que agora se revela em toda a sua sementeira. Inculcaram nos miúdos deste país o desprezo por tudo o que deve ser objecto de respeito, baniram da escola os caboucos do civismo, o culto da bandeira, o respeito pelo hino. Parece já não haver "kit" patriótico capaz de reparar males que o ódio a tudo o que o estômago e as vísceras desconhecem produziu neste ataúde à beira mar plantado.
Publicada por Combustões em 3.6.07
JUVENTUDES DEPENDENTES , ANÁRQUICAS E TERCEIRO MUNDISTAS
Publicada por Combustões em 3.6.07
JUVENTUDES DEPENDENTES , ANÁRQUICAS E TERCEIRO MUNDISTAS
A ESTUPIDEZ LUSITANA
União quer atrair imigrantes qualificados
O comissário europeu da Justiça, Franco Frattini, anunciou que vai apresentar um projecto de directiva para atrair mais imigrantes qualificados para a União Europeia para que esta se torne mais competitiva face aos Estados Unidos e ao Canadá.
O comissário europeu para a Justiça, Segurança e Liberdade, Franco Frattini, anunciou que irá apresentar brevemente um projecto de directiva, que inclui uma autorização de residência europeia para trabalhadores estrangeiros, para que a Europa se “torne competitiva” face aos Estados Unidos e ao Canadá, que atraem os trabalhadores estrangeiros mais qualificados. De acordo com o responsável, a autorização de residência europeia que propõe vai permitir que os estrangeiros “cujas qualificações vão ser controladas”, possam residir durante cinco anos na União Europeia (UE) e circular sem visto. Sobre os estrangeiros menos qualificados, Frattini disse que é preciso ser realista, nomeadamente “que Bruxelas nunca fixará quotas, uma vez que isto continua a ser uma prerrogativa dos Estados-membros”. Frattini anunciou ainda que, este mês, vai propor aos países comunitários que apresentem as suas necessidades de mão-de-obra por sectores de actividade, para que estas sejam transmitidas a países africanos, permitindo que estes concedam oportunidades de trabalho às suas populações. “Isto vai permitir negociar com os países acordos de readmissão de ilegais”, disse Frattini, afirmando que este tipo de projecto funciona “muito bem”.
PAÍSES PEQUENOS COMO O NOSSO À MERCÊ DAS IDAS E VINDAS DOS MILHÕES DE IMIGRANTES QUE VAGUEIAM PELA UE.CASO APERTEM O CONTROLO EM FRANÇA E ESPANHA PARA ONDE SE DESLOCA A NOSSA RIQUEZA?ISTO PORQUE COM A "HUMANIDADE" DOS NOSSOS QUERIDOS PEQUENOS POLÍTICOS CRIARAM CONDIÇÕES DE ATRACÇÃO DOS DESCAMISADOS , MESMO NO LUGAR MAIS EXCÊNTRICO DA EUROPA.DIRECTAMENTE EM CONCORRÊNCIA COM A MÃO DE OBRA NACIONAL QUE PELAS MESMAS LEIS FICAM A PERDER PRIORIDADE DONDE OS NOSSOS ACTIVOS , EM CONCORRÊNCIA DEAMBULAM PELA EUROPA, MAS CONDENADOS À PRECARIDADE E À EXPLORAÇÃO, COMO DE AFRICANOS SE TRATASSEM.
SE OS NOSSOS HOMENS E MULHERES EMIGRAM COMO QUEREM QUE NASÇAM MAIS CRIANÇAS?ISTO EM PORTUGAL SÓ ESTÁ MESMO BOM PARA OS POLÍTICOS QUE TÊM FEITO O QUE LHES APETECE, ROUBANDO DESCARADAMENTE O SEU PRÓPRIO POVO.NÃO SÃO SOLUÇÃO, SÃO MESMO PROBLEMA OU PARTE DO PROBLEMA, TIPO MAFIOSO
DEPOIS QUEM É QUE CONFERE QUE X IMIGRANTE A CARGO DA NOSSA SEGURANÇA SOCIAL JÁ NÃO ESTÁ A RECEBER POR OUTRA?QUEM VERIFICA AS DUPLAS E TRIPLAS NACIONALIDADES?CONTINUEM NESSA VIA QUE VAMOS TODOS LEVAR UM LINDO ENTERRO...
O comissário europeu da Justiça, Franco Frattini, anunciou que vai apresentar um projecto de directiva para atrair mais imigrantes qualificados para a União Europeia para que esta se torne mais competitiva face aos Estados Unidos e ao Canadá.
O comissário europeu para a Justiça, Segurança e Liberdade, Franco Frattini, anunciou que irá apresentar brevemente um projecto de directiva, que inclui uma autorização de residência europeia para trabalhadores estrangeiros, para que a Europa se “torne competitiva” face aos Estados Unidos e ao Canadá, que atraem os trabalhadores estrangeiros mais qualificados. De acordo com o responsável, a autorização de residência europeia que propõe vai permitir que os estrangeiros “cujas qualificações vão ser controladas”, possam residir durante cinco anos na União Europeia (UE) e circular sem visto. Sobre os estrangeiros menos qualificados, Frattini disse que é preciso ser realista, nomeadamente “que Bruxelas nunca fixará quotas, uma vez que isto continua a ser uma prerrogativa dos Estados-membros”. Frattini anunciou ainda que, este mês, vai propor aos países comunitários que apresentem as suas necessidades de mão-de-obra por sectores de actividade, para que estas sejam transmitidas a países africanos, permitindo que estes concedam oportunidades de trabalho às suas populações. “Isto vai permitir negociar com os países acordos de readmissão de ilegais”, disse Frattini, afirmando que este tipo de projecto funciona “muito bem”.
PAÍSES PEQUENOS COMO O NOSSO À MERCÊ DAS IDAS E VINDAS DOS MILHÕES DE IMIGRANTES QUE VAGUEIAM PELA UE.CASO APERTEM O CONTROLO EM FRANÇA E ESPANHA PARA ONDE SE DESLOCA A NOSSA RIQUEZA?ISTO PORQUE COM A "HUMANIDADE" DOS NOSSOS QUERIDOS PEQUENOS POLÍTICOS CRIARAM CONDIÇÕES DE ATRACÇÃO DOS DESCAMISADOS , MESMO NO LUGAR MAIS EXCÊNTRICO DA EUROPA.DIRECTAMENTE EM CONCORRÊNCIA COM A MÃO DE OBRA NACIONAL QUE PELAS MESMAS LEIS FICAM A PERDER PRIORIDADE DONDE OS NOSSOS ACTIVOS , EM CONCORRÊNCIA DEAMBULAM PELA EUROPA, MAS CONDENADOS À PRECARIDADE E À EXPLORAÇÃO, COMO DE AFRICANOS SE TRATASSEM.
SE OS NOSSOS HOMENS E MULHERES EMIGRAM COMO QUEREM QUE NASÇAM MAIS CRIANÇAS?ISTO EM PORTUGAL SÓ ESTÁ MESMO BOM PARA OS POLÍTICOS QUE TÊM FEITO O QUE LHES APETECE, ROUBANDO DESCARADAMENTE O SEU PRÓPRIO POVO.NÃO SÃO SOLUÇÃO, SÃO MESMO PROBLEMA OU PARTE DO PROBLEMA, TIPO MAFIOSO
DEPOIS QUEM É QUE CONFERE QUE X IMIGRANTE A CARGO DA NOSSA SEGURANÇA SOCIAL JÁ NÃO ESTÁ A RECEBER POR OUTRA?QUEM VERIFICA AS DUPLAS E TRIPLAS NACIONALIDADES?CONTINUEM NESSA VIA QUE VAMOS TODOS LEVAR UM LINDO ENTERRO...
Saturday, June 2, 2007
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