Sunday, May 13, 2007

ELES SABEM MAS NADA FAZEM...

Pereira Miguel, especialista em saúde pública, reconheceu que os migrantes «apresentam muitas vezes doenças infecciosas, como a tuberculose, sida, doenças sexualmente transmissíveis, e também patologias não transmissíveis, como a diabetes e a hipertensão, problemas de traumatismos (ligados às actividades em que se empregam nos países destino, como a construção civil), e de saúde mental, devido ao afastamento da sua terra natal».

«É preciso analisar o estado de saúde dos migrantes», mas também evitar a sua exclusão, disse

MAIS UNS EMPREGOS PARA TRADUTORES NAS TRIAGENS DOS HOSPITAIS...SERÁ QUE OS MÉDICOS ESTRANGEIROS TAMBÉM OS TÊM?AQUELES QUE COLOCAM A TRATAR DOS PORTUGUESES?
JÁ LEGALIZARAM A PROSTITUIÇÃO PARA QUE SEJA OBRIGATÓRIA A INSPECÇÃO MÉDICA E A LIMITAÇÃO DO EXECÍCIO DA PROFISSÃO POR MENINAS E MENINOS?
NAS LEIS DE IMIGRAÇÃO CONSTA QUE QUE ELES DEVEM VIR DE BOA SAÚDE COMO OS PRINCIPAIS EXPORTADORES DE MÃO DE OBRA REQUEREM PARA OS PORTUGUESES?
nÃO? BEM ME PARECIA...

SEGURANÇA EM PORTUGAL

http://dn.sapo.pt/2007/05/13/editorial/os_efeitos_colaterais_caso_madeleine.html

É SABIDO QUE UMA BOA PARTE DOS POLÍTICOS EM PORTUGAL AINDA VEM DAQUELES QUE ANDARAM FUGIDOS OU PERSEGUIDOS PELA POLÍCIA.ISSO ELES NUNCA PERDOARAM E SÓ NÃO DESARTICULARAM MAIS POR ABSOLUTA NECESSIDADE.
NESTE CAPITULO O PAÍS QUASE QUE NÃO TEM SOBERANIA ACABANDO QUASE SEMPRE A LUTA CONTRA O CRIME POR ENCONTRAR ENTRE AS VÍTIMAS OS PRÓPRIOS AGENTES DAS POLICIAS, QUE DEVIAM TER DEIXADO IR OS CRIMINOSOS, NÃO OS TEREM BALEADO,ETC...
ISTO ALIADO A INCOMPETÊNCIA E OPERACIONALIDADE DO DISPOSITIVO POLICIAL LEVA A QUE DE FACTO O PAÍS ESTEJA À MERCÊ DO MAIS ÍNFIMO CRIMINOSO QUE ENTRA E SAI NA MAIOR DAS CALMAS DEPOIS DOS SEUS ACTOS CRIMINOSOS CONTRA OS CIDADÃOS E SEUS CONVIDADOS.OS INCOMPETENTES POLÍTICOS DESCULPAM-SE COM AS FRONTEIRAS ABERTAS, CONSEQUÊNCIA DOS TRATADOS... MAS A REALIDADE É QUE ENTRE ELES EXISTEM MUITOS CRIMINOSOS E PORTANTO QUANTO MENOS FORÇA TIVEREM AS POLICIAS MELHOR...
NADA DE ESCUTAS ,NADA DE PRISÕES PREVENTIVAS, NADA EXCESSOS DE AGRESSIVIDADE CONTRA OS CRIMINOSOS, NADA DE GRANDES CONTROLOS DE FRONTEIRA, NADA DE VIGILÂNCIA DAS ÁGUAS TERRITORIAIS E DOS AEROPORTOS ABANDONADOS PELO PAÍS, NADA DE POSTOS POLICIAIS FIXOS NOS PRINCIPAIS PONTOS DE ENTRADA/SAIDA
O RESULTADO SÓ PODE SER A IMPUNIDADE E O DESGOVERNO QUE ELES -OS AUTISTAS E CEGOS- NÃO VÊM...
AINDA AGORA COM A NOVA LEI DE IMIGRAÇÃO CAVAM MAIS FUNDO O BURACO ONDE COLOCARAM PORTUGAL... OU SERÁ QUE ALGUÉM TERÁ, SENÃO ELES , A RESPONSABILIDADE?

Saturday, May 12, 2007

CONCORDO COM O RICARDO COSTA

ministro TV Guia (II)
Se algum leitor conhecer alguém que trabalhe com o Mugabe ou o Chávez mande-lhe o ‘link’ com o ‘site’ da ERC. Eles vão adorar.

Ricardo Costa

Este artigo só merece ser lido por quem gosta do jornalismo independente, que procure a verdade, que seja testado diariamente pelo mercado, que respeite a Constituição e que não tenha objectivos políticos ou ideológicos. Ou seja, o Joaquim Pina Moura não precisa de o ler. E o ministro Augusto Santos Silva pode voltar a colocar o olhar no último livro de um autor de Lovaina sobre semiótica do poder e arrumar o Diário Económico, um jornal que defende (que horror!) o mercado.

Escrevo-o, porque a Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) deu anteontem à estampa um extraordinário documento com o título “avaliação do pluralismo político-partidário na televisão pública”. Qualquer pessoa que tenha um neurónio liberal desconfia de um documento do Estado com um título destes. Não é preciso ter passado muito tempo a ler Orwell ou Koestler para se saber que o Estado é, por natureza, uma entidade que gosta de mandar em tudo e que sempre que o faz corre mal. Corre mal a nós, cidadãos, entenda-se.

Ora, a ERC colocou esse documento ‘on-line’ e diz “preto no branco” quantas notícias é que a RTP1, RTP 2 e RTPN devem dar sobre o governo e o PS! Sim, estão a ler bem. Se algum leitor conhecer alguém que trabalhe com o Mugabe ou o Chávez mande-lhe o ‘link’ com o ‘site’ da ERC. Eles vão adorar. E vão adorar porque a ERC defende que o Governo e o Partido Socialista devem ter, tendencialmente, 50% (cinquenta por cento) das notícias políticas dos noticiários. Ou seja, 50 por cento das notícias políticas da RTP vão ser sobre o governo e o PS, que caso não saibam, são a mesmíssima coisa.

Segundo o Diário de Notícias, o meu colega Luís Marinho, director de Informação da RTP, não se assusta com a “grelha” da ERC. Eu trabalhei vários anos com o Luís Marinho e atesto a sua independência e profissionalismo. Mas não sei com o que é que ele se assusta. Nunca fui ao cinema com ele ver o “Exorcista” ou o “Pesadelo em Elm Street IV”. Se calhar ele não se assusta com nada. Mas com isto devia assustar-se. A ERC, ou melhor o governo, está a tentar condicionar os jornalistas que trabalham para o Estado. Daqui para a frente, a “auto-censura” estará presente a cada minuto que passa na RTP.

A ERC quer levar esta grelha controleira para as televisões privadas, sob o aplauso entusiasta dos partidos. Os partidos, que são os maiores responsáveis pelo afastamento dos cidadãos da política, dos eleitores do voto e dos jovens de quase tudo! Os partidos, que se fecham sobre si mesmo, que caminham para o DIAP de braço dado com empreiteiros, que destroem o ordenamento do território em quase todas as Câmaras do país! Os partidos, que sempre que tentaram dominar projectos jornalísticos os conduziram à banca rota! Os partidos, agora, querem mandar nas redacções das televisões!

E querem mandar assim: o PS e o Governo ficam com 50%, a oposição parlamentar com 48% e a não parlamentar com 2%. Tudo isto é demasiado estúpido para merecer ser criticado. O PPM e o MPT que entraram no Parlamento numa decisão irracional de Pedro Santana Lopes estão incluídos na oposição parlamentar! E os Verdes, uma invenção do PCP, idem. Se esta grelha existisse em 1985 o PRD de Eanes não tinha tido notícias nas televisões. E em 1999 o novato Bloco de Esquerda também não cabia nos noticiários.

Tudo isto é estúpido e criminoso. E tudo isto parte de um ministro que não é uma coisa nem outra. Augusto Santos Silva é um ministro perigoso porque tem medo da comunicação social livre. Porque pensa que regular é mandar e condicionar. Porque, no fundo, ainda não aprendeu a viver em liberdade. Eu é que não sei viver de outra maneira. E garanto-lhe, senhor ministro, nunca acatarei uma grelha da sua ERC.
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Ricardo Costa, Director da Sic Notícias

ONU? POR CÁ EXISTEM MUITOS TOLINHOS...

Zimbabwe elected to chair key UN environment body

A MAIOR PARTE DOS PAÍSES REPRESENTADOS NA ONU SÃO PAÍSES FALHADOS, AINDA MUITO PIORES DO QUE O NOSSO.AGORA IMAGINEM QUE NÓS TEMOS UMA ELEVADA PERCENTAGEM DE CLARIVIDENTES DIRIGENTES QUE CLAMAM POR TUDO E NADA QUE A ONU TOME CONTA DO MUNDO...
PORRA ESTÃO A VER ESSES PAÍSES FALHADOS QUE VENDEM O SEU VOTO A QUEM DER MAIS A EXERCER CHANTAGEM SOBRE OS MENOS POBRES E OS MAIS RICOS?
FELIZMENTE OS NOSSOS ESTIMÁVEIS DIRIGENTES NÃO SÃO ESCUTADOS POR NINGUÉM OU MELHOR SE OS OUVEM NÃO LIGAM MUITO AO QUE ELES DIZEM...

QUE O CENTRÃO LEGISLE E CORTE UMAS PERNAS AO POLVO

O ovo da serpente





Paulo Morais, Professor universitário

A recente queda da Câmara de Lisboa, as buscas na autarquia de Gondomar, bem como a maioria dos escândalos nas autarquias têm na sua origem um elemento comum trapalhadas nos pelouros do urbanismo. Sector da gestão pública onde comummente se adivinha tráfico de influências, cheira a corrupção e se antevê o conúbio entre o poder autárquico e os interesses dos directórios partidários. O núcleo central destes negócios é constituído, sem excepção, por terrenos onde se constrói o que se não devia (jamais o contrário) e por edifícios com dimensões e volumetrias acima do permitido e do aceitável (e nunca o inverso).

A regra é o benefício de interesses particulares em detrimento do colectivo, com prejuízo do bem-estar e da qualidade de vida da população. Enchem-se os bolsos de alguns e inferniza-se a vida de todos - com a sobrecarga das infra-estruturas públicas, com ruas que se degradam, tubos de saneamento que rebentam, passando ainda por um trânsito cada vez mais caótico ou pela completa devastação de áreas verdes e protegidas. É a crescente pressão urbanística, resultante duma especulação imobiliária desenfreada.

Os pelouros de urbanismo das câmaras municipais deveriam planear o território em função do interesse colectivo. Raramente o fazem; pelo contrário, a elaboração dos planos directores municipais e as suas revisões parecem funcionar como bolsas de solos, em que se beneficiam com capacidade construtiva terrenos de amigos e financiadores do partido no poder. O exemplo recorrente e mais escandaloso é o da reclassificação, ao longo do país, de terrenos na reserva agrícola, sempre que estes pertencem ou são adquiridos por quem detém o poder ou dele está próximo. A atribuição sem critério de capacidade construtiva valoriza estes terrenos de forma exponencial, aumentando o seu preço em cerca de 30 ou 50 vezes. E, assim, o negócio da gestão urbanística gera margens só comparáveis em Portugal com as do tráfico de droga. Sendo que na droga as regras são ilegais, mas claras, enquanto no urbanismo não há regras, tudo é sombrio e vai sendo branqueado sob uma aparente capa de legalidade. Enquanto com a droga se destrói o presente, com este modelo urbanístico hipoteca-se o futuro.

Os pelouros de urbanismo deveriam ainda, e por outro lado, licenciar obras; rapidamente e em função do planeamento aprovado. Mas, ao contrário, na maior parte das autarquias, o licenciamento é lento, ambíguo e discricionário - por via duma legislação caótica e da burocracia crónica.

Acresce, finalmente, que a fiscalização de obras é uma fraude, a Inspecção-Geral da Administração do Território é inoperante e a Justiça parece não querer funcionar. Neste pântano, mexem-se bem os vermes, devidamente assessorados; e sufoca a democracia.

Todo este dano social deriva da actual estrutura de poder. Muitos políticos e dirigentes praticam os actos administrativos que os poderes públicos lhes conferem em benefício de quem os financia - e não ao serviço do povo a quem devem fidelidade. Muitos vereadores do urbanismo remetem-se, assim, à posição de mercenários, a soldo de um polvo que verdadeiramente domina o país.

Estando as consequências deste modelo de gestão autárquica à vista, não seria já, ao fim de 33 anos de democracia, momento de actuar ao nível das suas causas? Se o urbanismo e o ordenamento do território constituem o verdadeiro ovo de serpente da democracia portuguesa, por que motivo se não altera o perverso quadro legislativo e normativo vigente? Bastaria que o Parlamento para tal tivesse vontade.

Mas os nossos (?) deputados mais não são do que marionetas nas mãos dos dirigentes partidários; e estes, os líderes partidários, não querem - ou não podem - de facto alterar esta situação. Preferem ter os seus representantes autárquicos sob permanente suspeição, do que impor um regime de seriedade. Pois este desagradaria aos financiadores dos partidos e da vida política, afinal àqueles a quem devem a sua (fraca) liderança.

SOCIALISMO CAVIAR

El Ejército venezolano estrena saludo: "Patria, socialismo o muerte"
REUTERS - Caracas

INDEPENDENT KOSOVO? NO...

Estados Unidos y los países europeos del Consejo de Seguridad -Reino Unido, Francia, Italia, Bélgica, Eslovaquia- más Alemania han divulgado este viernes un borrador de resolución del Consejo de Seguridad de la ONU que otorga independencia efectiva a Kosovo, a pesar de la oposición rusa.

IN THIS CASE WHY NO MORE INDEPENDENT COUNTRIES?
FRANCE WILL LOST CORSEGA AND AS SPAIN FOR ETA
BELGIAN DIVEDED IN TWO
ITALY NORTH AND SOUTH

SORRY BUT THE POPULATION CAN´T ALLOW INDEPENDECIES.WHY NOT LONDONISTAN?
I´M WITH SERVIANS AND I THINK ALL ALLYED TROOPS MUST GO HOME ...