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Thursday, August 6, 2015

A PHAROL A CONSOLIDAR NO BRASIL.A LEVAR A MENSAGEM ÀS ZONAS RURAIS SERTANEJAS...

OIBR3
R$ 4,06
-9,17%
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PHAROL 0,3150 0,3110 0,3230 -0,0080 -2,48

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PHAROL 0,3000 0,2960 0,3080

SALVAR PLANETA POR NOSSA CONTA É A MARCA DE ÁGUA DEMOCRATA DOS LUSO TROPICALISTAS DEPOIS DAS ENTREGAS DE TUDO O QUE TINHA PRETO E NÃO ERA NOSSO...
PARA O SÓCRATES QUE ESTAVA SEMPRE EM TODO O LADO ESTA BOA ACÇÃO DEVE TER-LHE RENDIDO MUITO AMOR DO LUIS...
MAS OLHEM QUE TEMOS OUTROS EXEMPLOS NAS ÁREAS HETERO..

PS

PARECE QUE MUITA GENTE JÁ SABE DOS "LUCROS" DO 2º TRIMESTRE DA OI...

ps1

Oi, o socra-lulismo ainda está vivo!

«Justiça investiga negócio de venda da Vivo à Telefónica e compra da Oi», noticia o Público, de 21-7-2015, por Cristina Ferreira. Noto que, Do Portugal Profundo, tenho insistido, ao longo dos anos, na necessidade de investigação judicial destes negócios. A colaboração das autoridades judiciais e policiais portuguesas e brasileiras, que agora parece verificar-se, irá dar fruto.

A fita do tempo denuncia uma relação, por mais que se reduza o momento a uma coincidência astrofísica:
Em 25 de junho de 2010, o então primeiro-ministro José Sócrates decide vetar (através da golden share do Estado) a venda por 7,15 mil milhões de euros** da participação de 30% da Portugal Telecom na brasileira Vivo à espanhola Telefónica. Sócrates justificou, num artigo no Público, de 1-7-2010, o seu veto ao negócio: «ao Estado Português não compete defender os interesses das empresas espanholas, nem interesses financeiros de curto prazo – mas sim os interesses estratégicos do País». Nesse artigo, invulgar para um chefe de Governo, Sócrates sinaliza que «esta proposta [da Telefónica] não convenceu o Estado, não convenceu o Governo».
Em 28 de julho de 2010, após prévia autorização do primeiro-ministro Sócrates, a PT vende por 7,5 mil milhões de euros a sua participação na Vivo à Telefónica e comprapor 3,7 mil milhões de euros uma participação de 22,4% na Oi.
O saldo de 350 milhões de euros, entre a proposta de 25 de junho de 2010 da Telefónica e a 28 de julho de 2010, convenceu o primeiro-ministro Sócrates. O grupo Espírito Santo possuía cerca de 10% da PT e Ricardo Salgado outros 10% através da fachada Ongoing (holding que lhe pertence(ria), apesar de mediaticamente liderada por Nuno Vasconcelos, da ex-oligarquia portuguesa, e por Rafael Mora, da inteligência espanhola).

A Portugal Telecom e os seus ativos evaporam-se nos fumos destes negócios salgados socra-lulistas, restando a cinza p(i)rateada do capital e o fedor da putrefação do Estado.