Saturday, September 19, 2026
POR CÁ TEMOS RESMAS DE EDITORES COMO ESTE.UMA INTELECTUALIDADE QUE DA CLANDESTINIDADE SE ABRIU AO MUNDO NUMA DO TUDO E DO SEU CONTRÁRIO CLARO
Zeferino Coelho: "Era e continuo a ser um editor comunista. Pouco ativo politicamente, mas sou"
O mundo oscila entre o “Ensaio sobre a Cegueira” e o “Ensaio sobre a Lucidez”, entre algum otimismo e o pessimismo, diz Zeferino Coelho, editor do Nobel Saramago e de tantos outros nomes como Sophia de Mello Breyner Andresen, Alice Vieira, Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada. Pelas suas mãos passaram igualmente sete vencedores do Prémio Camões. Começou a trabalhar como editor em 1969 na Inova e, em 1977, entrou para a Caminho, que hoje integra o grupo Leya. É também conhecido como o editor comunista. “Continuo a ser militante do Partido e hei de ser sempre”, sublinha. A sua militância começou nos cafés do Porto e na Faculdade de Letras, onde estudou Filosofia. Entrou na clandestinidade, andou disfarçado, cortou a barba, pintou o cabelo e adotou nomes como Carlos Ramos e Arménio. Esteve mais de dois anos em Bucareste, na Rádio Portugal Livre.
50 ANOS A FORMATAREM O CÉREBRO DOS DOS PORTUGUESES NO INTERNACIONALISMO À PROCURA DE MEDALHAS LENINE...E CLARO A QUEREREM ESCURECER O NOSSO POVO POR FORMA A NÃO TORNAREM A HAVER PORTUGUESES PUROS...
Subscribe to:
Post Comments (Atom)
No comments:
Post a Comment