Thursday, February 25, 2021

POR CÁ NO SOBADO DE LISBOA VOLTARAM OS BUFOS AGORA AO SERVIÇO DA COLONIZAÇÃO AFRICANA IMAGINEM...

 

Luc Ferry: «Morales de la délation»

Luc Ferry: «Morales de la délation»

CHRONIQUE - La délation met en jeu notre degré de confiance, de participation et d’adhésion aux lois

A ANABELA CABRAL FERREIRA NÃO FALOU EM RECRUTAR MAIS AFRICANOS COMO QUER O CABRITA?UI UI UI TALVEZ ATÉ O MAMADOU BAILA BAH SE ALISTASSE...

 

IGAI quer mudar recrutamento de polícias e rever formação para acabar com discriminação

A Inspeção-Geral da Administração Interna apresentou alterações no processo de recrutamento e formação de novos polícias e quer rever os currículos de formação.


ISTO É ASSIM:TUDO PELA COLONIZAÇÃO AFRICANA, NADA CONTRA A COLONIZAÇÃO AFRICANA.DEPOIS 70% DE AFRICANOS PRESOS INOCENTEMENTE NO LINHÓ...CERTAMENTE PELA ACÇÃO REPRESSIVA DE POLÍCIAS RACISTAS TOPAM?

A TRAIÇÃO ANDA MUITO ACTIVA A BUFAR ÀS NOVAS PIDES .ESPEREM POR UM PAREDÃO AO VIRAR DA ESQUINA SE OS NÃO PUSEREM EM SENTIDO...

 

Liceu Camões. MP abre inquérito a ataque racista a sessão virtual de estudantes

Um grupo de pessoas ainda não identificado invadiu uma sessão online no liceu Camões sobre racismo e escravatura e agrediu os participantes com imagens e palavras.

Segundo o Público, Nuno Coelho, professor de Design da Universidade de Coimbra, que participava na sessão, apresentou também ele queixa ao Ministério Público e à Comissão pela Igualdade e Contra a Discriminação Racial (CICDR).

O QUE TEM QUE SER DITO AOS MAMADOU´S E A QUEM OS APOIAR (2)

 Tal como o Sr. Mamadou, nasci em África. Não me corre sangue africano nas veias, mas a alma moçambicana habita em mim.

Fui expulsa do meu país sem hipótese de escolha, sem justificação, tão somente pela cor da pele, arrancada à força da minha família, da minha casa, dos meus conterrâneos.

Fui expulsa por pessoas como o senhor e os seus comparsas do SOS Racismo.

Roubaram-me o resto da infância e da adolescência, forçada a viver em hábitos e costumes diferentes onde só a língua me unia.

Durante décadas, senti-me deslocada, fui barbaramente vítima de bullying, mandada para a minha terra vezes sem conta apenas e só por ser retornada…

A ignorância não tem limites e retornada não sou, refugiada talvez, pois a nada retornei. Nasci em África com muito orgulho e mantenho orgulho na História que me proporcionou que assim fosse.

Nasci na maravilhosa cidade de Lourenço Marques, a pérola do Índico, no fantástico continente africano, rico nas gentes e nos recursos, destruído por décadas de governos ditatoriais que o senhor tanto defende.

O senhor não sabe, mas em 1974, Moçambique era o produtor número um do mundo de algodão e cana de açúcar.

Hoje, é um dos países mais pobres do mundo!

Os retornados foram a maior lufada de ar fresco a entrar em Portugal.

Ao contrário de si, os retornados e refugiados das ex-colónias, apesar de apenas trazerem a roupa do corpo e a alma carregada de tristeza e mágoa, trouxeram também a resiliência e transformaram a mágoa em trabalho e não em ódio e raros são os que não singraram.

Nada trouxemos na bagagem a não ser memórias. Tudo foi confiscado, queimado, dizimado. Mas ao contrário de si, a quem tudo foi dado de mão beijada, não nos vitimizámos, não nos encolerizámos, apenas trabalhámos! Trabalhámos e honrámos a Terra e as gentes que nos acolheram!

Não hostilizámos, não  ridicularizámos, não confrontámos os Portugueses da metrópole! Apenas trabalhámos, com a resiliência que nos caracteriza, porque ao contrário de si, as nossas feridas não estão putrefactas e não destilam ódio, antes pelo contrário, emanam tolerância e compaixão.

Ao contrário do senhor, não recebemos subsídios, não recebemos apoios, o único apoio foram e continuam a ser as doces memórias.

Memórias de países maravilhosos ao qual um dia ansiávamos voltar, de gente humilde de sorriso largo e alegria sem fim, memórias do cheiro da terra molhada, do cheiro das gentes, das cores, de vidas simples.

Mantenho gravado o dia da partida e do choro de despedida de quem me criou e amparou e a isso, senhor Mamadou, chama-se Amor. Nós, Africanos brancos, sentimos amor pelos nossos conterrâneos, mas sei que para si não é amor, é racismo.

Sim, senhor Mamadou, ainda hoje sinto amor pelos meus conterrâneos, choro por eles e pelos vis ataques que sofrem em Cabo Delgado, que curiosamente nunca o ouvi defender.

Em si só vejo ódio, intriga e difamação.

O racismo não se combate com racismo!

O ódio não se combate com ódio!

Humildade e gratidão é coisa que não lhe assiste. E trabalho Sr. Mamadou? Não será por interesse que move esse ódio? É que esse ódio dá-lhe tachos e tachinhos e trabalho? As suas mãos não parecem ter calos e o seu sobretudo de caxemira não me parece second hand.

Senhor Mamadou, o senhor pode ter instrução, mas não tem educação.

Sou de uma geração em que fui educada a respeitar o meu país, Portugal, a minha bandeira, o meu hino, as minhas gentes, os meus heróis.

Tenho orgulho em Afonso Henriques, Vasco da Gama, Luiz Vaz de Camões, Padre António Vieira, Pedro Álvares Cabral e tantos outros que escreveram a nossa História.

A ACTUAL OBRA DA RAPAZIADA DO TUDO E DO SEU CONTRÁRIO QUE TANTO DESCOLONIZA COMO NOS COLONIZA.SEMPRE COM O BRANCO MAU A PAGAR E LIXAR-SE.O MAMADOU TEM AMIGOS PODEROSOS EM ESPECIAL NO JORNALISMO MARXISTA TRAIDOR

O QUE TEM QUE SER DITO AOS MAMADOU´S E A QUEM OS APOIAR (1)

 Paula Helena Ferreira da Silva




Assistente Graduada de Ortopedia, Chefe de Equipa do Serv. de Urgência do Centro Hospitalar do Baixo Vouga


A propósito dos insultos de Mamadou Ba ao povo português e à sua História

Mantenho gravado o choro de despedida de quem me criou e a isso, sr. Mamadou, chama-se amor. Nós, Africanos brancos, sentimos amor pelos nossos conterrâneos, mas sei que para si não é amor, é racismo.




SÓ O MAMADOU BAILA BAH PODE DIZER "MATAR O BRANCO" SEM PROBLEMAS E A JOACINE DIZER QUE ANDAMOS A ROUBAR NA RICA GUINÉ...LIBERDADE ACADÉMICA UI UI UI E PIDES DELACTORAS ESPALHADAS PELA ACADEMIA EM ESPECIAL DAS "CIÊNCIAS SOCIAIS E JORNALISTAS IMAGINEM" JÁ DEVIDAMENTE DOUTRINADAS...

 Professor da Universidade do Porto suspenso por comentários machistas e xenófobos nas aulas

Pedro Cosme da Costa Vieira está suspenso pelo período máximo e esta não é a primeira vez que fica impossibilitado de dar aulas. Há cinco anos a mesma temática também o afastou da universidade.

AS ESQUERDAS EM ESPECIAL AS RADICAIS DO DR LOUÇÃ NÃO PERDOAM AO ACADÉMICO A JUSTIFICAÇÃO CIENTIFICA DAS MALDADES DO SOCIALISMO...


ESPERA-SE QUE ESTES DEMOCRATAS "INTERPRETEM" A VONTADE POPULAR COLOCANDO A REELEIÇÃO DE CADA DEPUTADO NAS MÃOS DO POVO

 Encontro em São João da Pesqueira no sábado para avaliar medidas ou até a criação de uma nova força política.

É QUE POR AGORA QUEM MANDA MAIS SÃO AS "ASSOCIAÇÕES" A AMNISTIA INTERNACIONAL, O SOS RACISMO A ACNUR E MERDAS SEMELHANTES PARA NOS IREM COLONIZANDO COM DISCRIMINAÇÃO POSITIVA COM O BRANCO SEMPRE NA MERDA E AINDA POR CIMA INSULTADO NA SUA TERRA...