Friday, December 4, 2020

POR CÁ OS PATRIOTAS INTERNACIONALISTAS NUNCA DEPORTAM.OS COITADINHOS TÊM PAPEL...

Revealed: Last-minute cancellation of deportation flights costs MILLIONS of pounds a year as Priti Patel vows to try again to deport Jamaican criminals
Last-minute cancellation of deportation flights costs MILLIONS of pounds a year NEW The Home Secretary has also accused 'do-gooding' politicians and stars of insulting Windrush victims by comparing the scandal to Britain's policy of deporting rapists, murderers and thugs after their release from jail. It came as Home Office accounts revealed that last-minute legal challenges that see criminals pulled from planes about to leave the UK is going up each year, reaching £2.2million in the past 12 months. This is up from £2.04million in 2018/19. Sources close to the Home Secretary have told MailOnline that she wants to try again to deport the Jamaican criminals 'as soon as possible'. The insider said there was no flight scheduled yet as officials needed to 'work through all the cases'. But they added that delays due to wrangling were all-too common - and rarely successful. 'They come off one plane and then a few weeks later get sent back on another,' they said. MAS ATENÇÃO TÊM ATÉ DOIS "PAPÉIS".MAS O NOSSO NA DESPESA É DO CARAÇAS...

A FUNDAÇÃO GULBENKIAN JÁ VOS VAI DIZER COMO É QUE SE SALVA...

La France au secours de l’Arménie martyre REPORTAGE - Depuis l’arrêt des combats au Haut-Karabakh, le gouvernement français, des associations fédérées autour de la Fondation Aznavour et des personnalités comme Youri Djorkaeff se mobilisent pour apporter une aide d’urgence au peuple arménien. Sur place, la situation est dramatique.

UM SERVIÇO MILITAR OBRIGATÓRIO INTERNACIONALISTA DEPOIS DE ENCHEREM A EUROPA DE CANDIDATOS...

Éric Zemmour: «Le service militaire obligatoire, dernière lubie à la mode» CHRONIQUE - Jean-Luc Mélenchon appelle au retour de ce dispositif supprimé en 1995. À l’époque, il n’était déjà plus, depuis belle lurette, le creuset national qu’il avait été. Par Eric Zemmour Publié il y a 5 heures, mis à jour il y a 46 minutes Éric Zemmour. Jean-Christophe MARMARA C’est la dernière trouvaille de Jean-Luc Mélenchon : le grand retour du service militaire obligatoire, avec une partie des conscrits affectés dans la police. Une trouvaille révélatrice de tous les fantasmes et illusions que la gauche - mais aussi une partie de la droite - entretient autour du service militaire. Mélenchon laisse entendre que la police est livrée aux affres de la violence et du racisme, ce qui est mensonger. Il croit - ou fait semblant de croire - que cette police est raciste car elle est uniformément blanche, et fermée aux recrues issues de l’immigration, ce qui est faux depuis au moins trente ans! Il veut continuer à penser que c’est par ignorance réciproque que les communautés vivant en France se détestent, alors que c’est parce que les communautés se sont séparées volontairement qu’une paix précaire subsiste sur le territoire. Enfin, il tombe - paradoxe pour un «progressiste» - dans la nostalgie du «c’était mieux avant». Avant la suppression, par Jacques Chirac en 1995, IMAGINEM OS BRANCOS DA "PROVÍNCIA" DE CERTA FORMA AINDA INTOCADOS PELA COLONIZAÇÃO A SEREM OBRIGADOS A SEREM PATRIOTAS INTERNACIONALISTAS...E A TEREM MEDO DE NÃO PAGAREM O QUE FOR NECESSÁRIO...PARA QUE TODOS SE SINTAM BEM...E CLARO CHEIOS DE PATRIOTISMO! JÁ ESTOU A AIMAGINAR MINISTROS A DIZER:SIM ESTA É QUE AMINHA TROPA, ESTA SIM É A MINHA MILAGROSA E ANTI-RACISTA POLÍCIA TUDO CEGO, SURDO E MUDO A INVASÕES CALUNIOSAS...

O ARROJA A LUTAR CONTRA A TEIA E QUE JÁ VAI NO CONSTITUCIONAL SE FOSSE CONFLITUOSO COMO ESTE UI UI UI TINHA QUE SER UM MASSACRE!

SUCESOS El perfil y los hechos El conflictivo agricultor que apuñaló a la juez Sonsoles Sanchidrián por una sentencia desfavorable

O VALETE DA COVA DA MOURA E AMIGOS QUE PRESSIONAM O MARXCELO QUE SE OFERECEU PARA "DAR" O CRIOULO...

EDUCACIÓN Desafío independentista El independentismo se organiza en Baleares para imponer el catalán también fuera de las aulas A MALTA AINDA CONSEGUE UNS EMPRÉSTIMOS QUE PERMITAM IMPORTAR OS PROFESSORES DA MATÉRIA.QUE COMO SE SABE TEM BIBLIOTECAS CHEIAS DE DICIONÁRIOS E LITERATURAS...

IMAGINO QUE AGORA A DO NEM MAIS UM SOLDADO PARA AS COLÓNIAS QUERERÁ MAIS MORTOS NO CAMPO DA HONRA...NUMA DE DEFESA DO "INTERESSE VITAL" PARA OS PORTUGUESES...

Ataques a Moçambique: Portugal e emigrantes em risco de represálias caso Lisboa apoie Maputo Um ex-militar português adverte para o risco de uma eventual intervenção portuguesa em Cabo Delgado, criticando essa possibilidade, que foi colocada pelo ministro da Defesa na semana passada. 03 dez 2020, 09:20 8 ▲A província de Cabo Delgado está desde há três anos sob ataque de insurgentes e algumas das incursões passaram a ser reivindicadas pelo grupo 'jihadista' Estado Islâmico desde 2019 Receba os alertas do Observador Com os nossos alertas, pode seguir o seu autor, tópico ou programa favorito. Para não perder nada do que lhe interessa. O ex-militar português José Luís da Silva e dirigente da diáspora na África do Sul afirmou que Portugal e os portugueses na diáspora correm “sério risco” de represálias se Lisboa enviar tropas para Cabo Delgado. “A África do Sul já recebeu ameaças de represálias se interferir em Moçambique, nomeadamente em Cabo Delgado”, e , “certamente que Portugal também ficará implicado e pode haver também represálias em Portugal, nas Regiões Autónomas, e na diáspora devido a esta intervenção de Portugal em Cabo Delgado, e isso tem de ser acautelado”, adiantou José Luís da Silva, que é dirigente da Diáspora madeirense. O ex-militar português condecorado, de 75 anos, que serviu de 1967 a 1969 na unidade de Forças Especiais “Os Fantasmas” da 9ª Companhia de Comandos do Exército português, na província de Cabo Delgado, norte de Moçambique, contra as forças da guerrilha da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), hoje no poder, sublinhou que o fornecimento de armamento para África tem aumentado a violência nas cidades de todo o continente, salientando que as redes do crime se estendem já desde o norte de Moçambique à Cidade do Cabo, na África do Sul. Caso Portugal decida dar um apoio mais efetivo às tropas moçambicanas, existe um risco para os portugueses e os interesses portugueses no exterior, nomeadamente em África, devido às ligações internacionais dos movimentos jihadistas. Estima-se em 2 milhões de moçambicanos imigrantes na África do Sul, onde são alvo de constantes ataques de violência xenófoba, e o número de portugueses e lusodescendentes em pelos menos 450 mil, uma das maiores comunidades emigrantes fora de Portugal que tem a sua história muito ligada ao processo de descolonização de Angola e Moçambique. “Nós sabemos que a África do Sul está infestada, não direi de terroristas, mas de criminalidade que vitimou 22.325 pessoas no ano passado, e pergunto se não há nenhuma preocupação dos países europeus, se Portugal não está preocupado com a África do Sul e está preocupado com cinco ou dez portugueses que vivem em Cabo Delgado”, questionou ainda o ex-militar. José Luís da Silva critica possibilidade de envio de meios de Lisboa O ex-militar criticou a possibilidade de envio de forças militares portuguesas para ajudar no combate ao terrorismo em Moçambique, recordando que se tratou do local onde morreram mais soldados nacionais durante a guerra colonial. “O senhor ministro não deve ver só do ponto vista político e de interesse para certas fações políticas”, esquecendo que “enviar tropas portugueses para pisar um território que foi já argamassado com sangue dos nossos militares, moralmente não está certo, é uma falta de respeito e uma traição à memória daqueles que realmente pagaram com o sacrifício supremo a sua lealdade para com a pátria, neste caso Portugal”, adiantou o ex-militar das Forças Especiais do Exército português, hoje emigrado na África do Sul. Na semana passada, o ministro da Defesa, Gomes Cravinho, admitiu a possibilidade de enviar apoio militar para ajudar Moçambique no combate ao terrorismo em Cabo Delgado, em função do que as autoridades daquele país africano pretendam. “Isto também envolve naturais de Moçambique que lutaram ao lado do Exército português até 1975”, referiu José Luís da Silva, que é também conselheiro da Diáspora Madeirense na África do Sul desde 2016. “Eu não tenho o complexo colonial, que fique bem claro, (..) e acho muito bem que se ajude o povo irmão de Moçambique, mas tudo tem um limite “, afirmou José Luís da Silva, acrescentando: “não podemos estar a auxiliar quem nos anda sempre a insultar de colonialistas e aliás, até se vê nas redes sociais, o ódio que ainda impera nessas pessoas e sem razão”. Na ótica do ex-comando português, o “abandono” das populações na província de Cabo Delgado, nomeadamente na área de Macomia, Palma, Quionga, “onde vivem em pobreza extrema, com elevada taxa de analfabetismo, insuficiência de infraestruturas sociais e económicas, malária, VIH e subnutrição”, é a questão de fundo que “potencia” a entrada de grupos de terroristas no país africano e na região austral do continente. A província de Cabo Delgado (na altura distrito), onde a Guerra da Independência de Moçambique teve início a 25 de setembro de 1964 com um ataque da guerrilha da Frelimo ao posto administrativo de Chai, distrito de Mueda, e onde avança atualmente o maior investimento privado de África, para exploração de gás natural, está desde há três anos sob ataque de insurgentes e algumas das incursões passaram a ser reivindicadas pelo grupo ‘jihadista’ Estado Islâmico desde 2019. TEMOS MAIS MOÇAMBICANOS NO BAIRRO DO BARRUNCHO EM ODIVELAS DO QUE PORTUGUESES EM CABO DELGADO... OS MOÇAMBICANOS TÊM É QUE APROVEITAR A MÃO DE OBRA DAS FP-25 QUE PROTEGERAM E A QUEM DERAM REFÚGIO...

PENA O ESTALINE TER MORRIDO SENÃO OUTRO GALO CANTAVA...

Teresa de Sousa ANÁLISE Europa estende as duas mãos a Joe Biden