Sunday, January 7, 2018

DANOS COLATERAIS DA FAMÍLIA MODERNA INVENTADA PELOS DEMOCRATAS

Filhos de vítimas de violência doméstica chumbam cinco vezes mais


Doutoramento de chefe da PSP mostra consequência pouco falada do crime: o problemático percurso escolar dos menores

Os filhos de mulheres vítimas de violência doméstica têm uma taxa de retenção escolar cinco vezes superior à média nacional. É uma consequência dos atos violentos a que assistem em casa e que tem efeitos negativos no rendimento escolar, além de provocar dificuldades de convívio e interação social. Além disso, mais de metade das crianças e jovens que convivem com situações em que a mãe é agredida (física ou verbalmente) não são sinalizadas junto das Comissões de Proteção de Crianças e Jovens: quando as queixas são apresentadas, muitas mães dizem que os filhos não assistiram a nenhum episódio de violência, por recearem que as crianças lhes sejam retiradas. Há cerca de 28 mil casos denunciados por ano e os menores sinalizados por terem assistido são cerca de 11 mil.

Estes são os dois alertas apresentados na tese de doutoramento de Miguel Oliveira Rodrigues, que entre 2015 e 2016 estudou a forma como o percurso escolar das crianças e jovens entre os 11 e os 18 anos é influenciado pelo crime que mais vitimiza as mulheres em Portugal e que em 2017 causou a morte a 19 mulheres.

Chefe da PSP, atualmente colocado na esquadra de Odivelas (Divisão de Loures), Miguel Rodrigues é investigador no Centro de Estudos Interdisciplinares em Educação e Desenvolvimento da Universidade Lusófona e viu a sua tese "Violência doméstica e envolvimento parental na escola: perspetivas de mães e filhos" aprovada com distinção a 18 de dezembro, obtendo o doutoramento em Educação. Nesse documento, que analisou o percurso escolar nos 2.º e 3.º ciclos de crianças e jovens, chegou a conclusões que não surpreendem quem trabalha no terreno com casos deste tipo - como a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) -, mas que não estavam comprovados cientificamente.

https://www.dn.pt/portugal/interior/filhos-de-vitimas-de-violencia--domestica-chumbam-cinco-vezes-mais-9029314.html

PENA O INVESTIGADOR DA PSP NÃO NOS DIZER A % DE FAMÍLIAS DOS TAIS ALUNOS SEM UM ÚNICO DIVÓRCIO.É QUE AO QUE SEI A FAMÍLIA MODERNA É DE GEOMETRIA VARIÁVEL.CASAM-SE E DESCASAM-SE OU JUNTAM-SE E SEPARAM-SE COMO SE BEBE UM COPO DE ÁGUA.CRIANÇA NÃO AGUENTA...E AINDA FALTA TEREM DIREITO A HAXIXE COM RECEITA NA FARMÁCIA!

TEMOS UMA DIREITA MUITO INTERNACIONALISTA...

Marcelo diz estar a estudar preços da EDP

QUEM VENCERÁ?O MARCELO OU O PARTIDO COMUNISTA CHINÊS?

Ó VITOR BENTO "QUALQUER DIA"?JÁ TEMOS O ESTATUTO DE COLÓNIA...

Vítor Bento: “Qualquer dia somos uma economia completamente dependente, com estatuto quase colonial”
Portugal tem um problema crónico de falta de poupança e sem poupança não há acumulação de capital. Esta é uma questão cultural, mas que tem consequências graves: é que sem capital a soberania nacional fica em causa, avisa.

BASTA VER A ACÇÃO PSICO SOCIAL DO ANTIGAMENTE E AGORA O POLITICAMENTE CORRECTO DO SALVAMENTO A EITO, DAS LEGALIZAÇÕES E NACIONALIZAÇÕES NA HORA... POR ONDE SE ESCOAM OS IMPOSTOS DE QUEM O TEM...PARA DEPOIS DE TEREM ENTREGUE TUDO O QUE TINHA PRETO E NÃO ERA NOSSO FAZEREM FURIOSAMENTE A RAÇA MISTA COM MUITO SUBSÍDIO...

Saturday, January 6, 2018

O SISTEMA A QUERER PROLONGAR-SE NAS INTERPRETAÇÕES BONDOSAS E NO ELES COMEM TUDO E NÃO DEIXAM NADA...

POLÍTICA

41% dos portugueses querem o voto obrigatório
05.01.2018 LUÍSA MEIRELES

SE ASSIM NÃO FOSSE O ZÉ POVINHO NÃO FUGIA DAQUI A 7 PÉS E NÃO ANDAVAM A IMPORTAR ESTRANGEIROS QUE LEGALIZAM E NACIONALIZAM NA HORA E COM SUBSÍDIO...

JÁ TEMOS POUCA DITADURA...

RUI RIO E OS FACTORES CONJUNTURAIS PERMANENTES...

Rui Rio quer ligar pensões a fatores económicos conjuntorais

A proposta não faz parte da moção de estratégia, mas é posta em cima da mesa em entrevista ao Público e à Renascença. E sobre o debate com Santana? "Não gostei", admite o candidato à liderança do PSD.

A proposta não está escrita na moção de estratégia que o candidato apresentou durante esta campanha eleitoral à liderança do PSD, mas Rui Rio coloca-a agora como uma hipótese viável: indexar parte das pensões a fatores económicos como a taxa de crescimento do PIB ou a taxa de desemprego mas tendo sempre uma base mínima garantida. “Imagine que a sua pensão é de mil euros — ninguém mexe aí — mas num ano pode ser de 1100, noutro ano de 1200, noutro de 1150 em função de indicadores económicos”, ilustrou o candidato em entrevista ao Público e à Renascença, que será publicada na próxima segunda-feira.
SERÁ QUE OS COLECCIONADORES DE PENSÕES SE DEVEM SENTIR AMEAÇADOS?SERÁ QUE AQUELES GESTORES DE TOPO QUE GANHAVAM MILHÕES MAS AS EMPRESAS FORAM À FALÊNCIA SE DEVEM SENTIR PREOCUPADOS?OS REFORMADOS DO BANCO DE PORTUGAL DEVEM SENTIR-SE PERSEGUIDOS?QUE TÃO BEM "REGULARAM" OS MERCADOS?E OS REFORMADOS DA CMVM QUE VIAM VENDER GATO POR LEBRE?AMEAÇADOS?
NÃO SE PREOCUPEM QUE O VASCO DO 25 GOSTA DO RUI RIO...

PERTENCER A ORGANIZAÇÕES SECRETAS DEVERIA SER PROIBIDA NÃO SÓ À ICAR COMO ÀS FORÇAS ARMADAS, DE SEGURANÇA E DEMAIS FUNCIONÁRIOS DO ESTADO.MAS NÓS SABEMOS AO ESTADO A QUE ISTO CHEGOU...

MAÇONARIA
Um católico pode ser maçon?
P. Gonçalo Portocarrero de Almada
6/1/2018, 0:08121

Um ex-grão-mestre do Grande Oriente Lusitano disse que “se um católico for maçon será, certamente, melhor católico. E se for um bom católico virá a ser, seguramente, um maçon exemplar”. Será assim?

Um católico pode pertencer à maçonaria? A Igreja e o Grande Oriente Lusitano (GOL) têm respostas diametralmente opostas a esta questão. Com efeito, segundo a Igreja, nenhum católico pode ser da maçonaria e por isso, se o for, fica impossibilitado da vida sacramental. Para a maçonaria, pelo contrário, não só não existe nenhuma oposição como até há uma alegada convergência e afinidade entre ambas instituições. António Arnaut, ex-grão-mestre do GOL, chegou a escrever que, “se um católico for maçon será, certamente, melhor católico. E se for um bom católico virá a ser, seguramente, um maçon exemplar” (Introdução à Maçonaria, pág. 60). Mas um cristão também pode afirmar o contrário, ou seja, que um mau maçon talvez possa ser um sofrível católico, mas um excelente maçon só poderá ser um péssimo católico. Afinal, quem tem razão?!

Para um católico a questão não é problemática, porque todos os fiéis sabem que, em matérias de fé e de moral, estão obrigados a seguir, por elementar coerência, as prescrições da autoridade eclesial. Ora sobre este particular, o magistério da Igreja não só não foi omisso como declarou, mais de quinhentas vezes, que a nenhum fiel é lícito pertencer à maçonaria e que, se o fizer consciente e voluntariamente, comete um pecado grave, que o impede de receber a comunhão. Assim o recordou o cardeal D. José Policarpo, patriarca de Lisboa: “Um católico, consciente da sua fé e que celebra a Eucaristia não pode ser maçon. E se o for convictamente, não pode celebrar a Eucaristia” (Nota pastoral A Páscoa da Eucaristia, Janeiro de 2005).

É certo que a maçonaria tentou relativizar estas condenações, considerando-as desactualizadas. Segundo Arnaut, “actualmente a Igreja, sobretudo após João XXIII e o Concílio Vaticano II, encara com outros olhos o fenómeno maçónico”. Mas, ao contrário do que faz crer, nem esse papa, nem o Concílio Vaticano II alteraram em nada a posição da Igreja em relação a esta questão. Aliás, deve ser por este motivo que não cita nenhum documento de S. João XXIII, ou do referido concílio, que corrobore essa falsa suposição.

É também o mesmo ex-grão-mestre do GOL quem afirma que “à intolerância sucedeu a compreensão e uma certa simpatia”, até porque “há espaços comuns de preocupação e de identidade de propósitos entre a maçonaria e a Igreja progressista”, porque “a maçonaria não é concorrente e, muito menos, inimiga da Igreja católica”. Com certeza que pode haver, por via de excepção, alguma convergência entre as duas instituições em relação a alguma causa humanitária, como a erradicação da miséria ou a promoção da justiça social, mas a verdade é que tal coincidência pontual não contradiz a radical oposição entre ambas entidades. Também republicanos e monárquicos podem convergir em relação a um propósito patriótico – como, por exemplo, a defesa nacional em caso de guerra – mas nunca um monárquico poderá ser republicano, nem vice-versa.

Por outro lado, a referência à “Igreja progressista” subentende a existência de uma outra Igreja, supostamente conservadora, que seria a responsável pelas reiteradas e nunca desmentidas condenações da maçonaria. Condenações essas que seriam aliás menosprezáveis, na medida em que os ‘bons’ católicos, isto é os progressistas, teriam apreço pela maçonaria… Mas, ao contrário do que se faz supor, não há duas Igrejas, mas uma só Igreja católica, que não é progressista nem conservadora, mas “una, santa, católica e apostólica”. E, por sinal, unânime na condenação da maçonaria. A insidiosa e maniqueísta suposição de que existem duas igrejas católicas – uma boa, que seria a progressista e pró-maçónica; e outra má, que seria a conservadora e antimaçónica – serve uma causa diabólica (‘diabo’ significa, etimologicamente, aquele que divide): a divisão entre ‘católicos’ pró-maçonaria, releve-se a contradição, e católicos antimaçónicos.

António Arnaut também invoca, como prova da suposta compatibilidade entre a fé cristã e a ideologia maçónica, “a circunstância de muitos católicos e altos dignitários da Igreja serem maçons”. Mas esta afirmação, ao não ser corroborada por nenhuma prova, é totalmente gratuita. De facto, não se sabe de nenhum alto dignitário da Igreja portuguesa que seja maçon. Se, em tempos idos, alguns eclesiásticos aderiram à maçonaria, foi porque apostataram a fé, violaram gravemente os votos a que se tinham comprometido, desobedeceram aos seus legítimos superiores e escandalizaram os fiéis.

Nem todos os católicos foram sempre coerentes com a fé da Igreja. Infelizmente, por exemplo, já houve clérigos comunistas, mas nunca a Igreja aceitou essa ideologia que, como ainda hoje se comprova na China, na Coreia do Norte, e em Cuba, é totalitária, materialista, anticristã e contrária à liberdade religiosa e aos direitos humanos. Um católico maçon é como um cristão comunista: uma contradição e um escândalo!

Talvez alguém pudesse objectar que a contradição existente entre as duas entidades é acidental e superável no futuro. Ora a maçonaria é, segundo a abalizada opinião do ex-grão-mestre do GOL, “uma ordem (…) baseada no livre-pensamento”, ou seja relativista, pois “não aceita dogmas”. Portanto, quando afirma que “admite todas as crenças”, deve-se entender com essa ressalva, pois quem acredita em dogmas não pode pertencer a uma entidade que “não aceita dogmas”, a não ser que seja um ignorante, ou um hipócrita, como é óbvio. Acontece que a religião católica é essencialmente dogmática: um fiel que negue, consciente e voluntariamente, um só dos seus dogmas, não só é formalmente herege como incorre automaticamente na pena de excomunhão, ou seja, autoexclui-se da Igreja. Não se trata, portanto, de uma incompatibilidade secundária ou momentânea, mas essencial e definitiva: só seria superada se a maçonaria deixasse de ser livre-pensadora, ou a Igreja deixasse de ter dogmas; isto é, se a maçonaria deixasse de ser maçonaria e a Igreja católica deixasse de ser Igreja católica!

Portanto, não só em função do que a Igreja católica afirma, mas também pelo que decorre, com necessidade, dos princípios da própria maçonaria, “se um católico for maçon”, já não é católico. E, pelo contrário, se um maçon se fizer católico, é necessariamente porque já não é maçon.

E NOS BACK OFFICES DO ESTADO GOVERNAM A SEU BELO PRAZER.O MUST?OLHEM DEPOIS DA DESCOLONIZAÇÃO DO SALVE-SE QUEM PUDER AGORA NÃO PERDEM NEM UM NUMA COLONIZAÇÃO AFRICANA FURIOSA E COM SUBSÍDIO...

POR MIM ACHO MAL.MAS PODIAM APROVEITAR A METER UMA FAMÍLIA CIGANA NUMEROSA NO PRÉDIO DO MEDINA...

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