Olaudah Equiano
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Olaudah Equiano (ca. 1745 – Londres, 31 de março de 1797)[1] foi um escravo ibo (aprisionado aos 11 anos por traficantes de escravos na Nigéria) que viria a comprar sua própria liberdade e a desempenhar um papel importante no movimento abolicionista inglês. A sua autobiografia, The Life of Olaudah Equiano, publicada em 1789, contribuiu para a criação do Ato contra o Comércio de Escravos de 1807 que aboliu o comércio de escravos no Império Britânico.
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O Dia da Independência dos Estados Unidos (em inglês: Independence Day of The Fourth of July) é um feriado nacional que celebra o dia 4 de julho nos Estados Unidos. Esse dia marca a Declaração de Independência de 1776, ano em que as Treze Colônias declararam a separação formal do Império Britânico.[1] O Dia da Independência é o feriado mais festejado dos Estados Unidos e têm forte influência sobre a cultura americana em geral, tendo sido retratado nos mais diversos veículos de mídia.[1] O Dia da Independência é igualmente o dia nacional dos Estados Unidos.[2][3][4]
E REPAREM QUE OS INGLESES AINDA ESPERARAM UNS ANINHOS PARA VER SE PODERIA HAVER REVERSÃO.COMO NÃO HOUVE FICARAM MUITO HUMANISTAS...
VERDADEIROS LIBERTADORES SÓ OS NOSSOS INTERNACIONALISTAS QUE SÃO ACTUALMENTE OS MELHORES COMUNISTAS DO MUNDO.SUPLANTANDO OS EX-PRIMEIROS QUE ERAM OS RUSSOS E EX-SEGUNDOS QUE ERAM OS ALEMÃES DE LESTE.OS NOSSOS OS VERDADEIROS NA PRIMEIRA OPORTUNIDADE ENTREGARAM TUDO O QUE TINHA PRETO E NÃO ERA NOSSO EM NOME DA AMIZADE DOS POVOS LOGO DEMONSTRADA POR ESTES COM UMA LIMPEZA ÉTNICA TOTAL E COM O CONFISCO DOS SEUS BENS NO MAIOR ROUBO DA HISTÓRIA.E NÃO SATISFEITOS IMPORTAM AGORA QUEM CÁ SE APRESENTE QUANDO NÃO OS VÃO BUSCAR LÁ FORA E NUMA DE TODOS IGUAIS, TODOS DIFERENTES.
CLARO QUE TÃO ILUMINISTA GOVERNAÇÃO FEZ PASSAR O HAVER EM OURO DE 900 TONELADAS QUE ERAM A PESADA HERANÇA PARA UMA DÍVIDA DE 7 165 TONELAS MAS COM TODOS SALVOS, POR ENQUANTO...
Monday, October 16, 2017
Sunday, October 15, 2017
O FERNANDO ROSAS ANTES DO 25 QUE CERTAMENTE PROPAGANDEAVA A "AMIZADE DOS POVOS" PARA ALÉM DO REGIME DA "DITADURA".TEMOS UM RETORNO FELIZ E UM JUSTO ROUBO DE BENS...
Volta à História de Portugal com Fernando Rosas
Série Racismo em Português
O tema incontornável, o dos anos do fim, é o retorno. Um “grande drama, mas que é um drama com sucesso feliz”, defende o historiador, “que acaba por resultar, depois de muito sofrimento e complexidade, no sucesso da integração dos 600/700 mil que voltaram na jovem democracia portuguesa”.
OS RETORNADOS CHEGARAM A UM GULAG.E NEM OS DEIXARAM ABRIR A BOCA...E ENTÃO "REPRESENTAÇÃO" UI UI UI QUE ISSO É COISA PARA PRETO.EMBORA COMO O ROSAS BRANCO POR FORA...
PS
E O DINHEIRINHO DOS IMPOSTOS E A DÍVIDA DAS TAIS 7 165 TONELADAS DE OURO SERVEM PARA O ROSAS ALMOÇAR E JANTAR NO BEM BOM CAPITALISTA...
AGORA É A AUSTRIA? PORRA ASSIM NÃO DÁ.POR ESTE ANDAR ACABA ESSA COISA DE O MUNDO SER UM SÓ...E POR NOSSA CONTA!
The world's youngest leader, 31, wins power in Austria: 'Conservative Macron' who wants to cut all benefits for foreigners and halt EU meddling wins election - with the far right poised to take second place
AGORA IMAGINEM Ó INDÍGENAS SE DE REPENTE COMEÇAR A REGRESSAR TODO AQUELE PLANETA COM OS "NOSSOS" PAPÉIS.A "INCONOMIA VAI DAR O SALTO MESTRE...
AGORA IMAGINEM Ó INDÍGENAS SE DE REPENTE COMEÇAR A REGRESSAR TODO AQUELE PLANETA COM OS "NOSSOS" PAPÉIS.A "INCONOMIA VAI DAR O SALTO MESTRE...
Pedro Carlos da Silva Bacelar de Vasconcelos UM PADRINHO DE CRIMINOSOS E INVASORES
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Pedro Bacelar de Vasconcelos
(Ex-Governador Civil de Braga)
-- protector de ciganos traficantes
(Dos blogues)
Este homenzinhito [Pedro Bacelar de Vasconcelos] ficará na história deste triste país pela louca intransigência (só possível graças ao cargo de Estado que, na altura, desempenhava) na defesa dos traficantes de droga pertencentes a uma minoria cigana pretensamente discriminada.
A população de uma aldeia do Norte de Portugal foi assim vilipendiada, levada a tribunal, julgada por racismo, porque ousou defender os seus jovens contra o consumo das drogas comprovadamente providenciadas pela comunidade cigana acampada na zona.
É preciso de uma vez por todas acabar com os Bacelares, defensores de coitadinhos e minorias. Há ciganos honestos, ciganos pilha-galinhas, ciganos vendedores de drogas, como há azuis, brancos, amarelos e castanhos que igualmente as vendem. Todos devem ser igualmente punidos sem discriminação.
N.R.
O texto refere-se à protecção dada por Bacelar ao chefe cigano João Garcia, acampado em Oleiros, distrito de Braga. João Garcia havia «garantido» ao Bacelar que ninguém da sua família era traficante... Algum tempo depois, foram apanhados numa rusga da polícia com vários quilos dos mais diversos tipos de droga! Foram todos presos.
Mas este facto não impediu que o incompetente e desastrado ex-Governador Civil continuasse na área do poder. Em 2008, foi designado Coordenador Nacional para a Aliança das Civilizações, iniciativa das Nações Unidas «para a promoção do diálogo entre civilizações, religiões e culturas» (um tacho ocupado actualmente por Jorge Sampaio, outro «protector das minorias» e outras fantasias). Dadas as excelentes provas de realismo prestadas, nestas suas funções o Bacelar poderá continuar a proteger a criminalidade.
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Cova da Moura: Pedro Bacelar de Vasconcelos considera “chocante” o silêncio dos políticos
Presidente da Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades critica instituições por não dizerem que tal “não pode ocorrer numa esquadra”.
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Pedro Bacelar nomeado O jurista Pedro Bacelar de Vasconcelos foi designado pelo Governo como coordenador nacional para a Aliança das Civilizações, iniciativa das Nações Unidas para a promoção do diálogo entre os povos, cujo alto representante é o ex-Presidente da República, Jorge Sampaio. Pedro Bacelar é professor de Direito Constitucional na Universidade do Minho.
Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/maissobre/pedro-bacelar-de-vasconcelos
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Comissões Parlamentares a que pertence
Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias [Presidente]
Comissão Eventual para o Reforço da Transparência no Exercício de Funções Públicas
Grupo de Trabalho - Júri Prémio Direitos Humanos 2017 [Coordenador ]
ESTE INTERNACIONALISTA ENQUANTO ANDA A METER O JINDUNGO NO CU DOS PORTUGUESES PARA OS MANTER DISTRAÍDOS, OS SEUS AMIGOS DE QUADRILHA ASSALTAM TUDO A EITO...
PS
DE GNR´S E POLÍCIAS É QUE NEM VÊ-LOS...
COMO É QUE O PAM AINDA NÃO PENSOU NISTO?OU NÃO CONVÉM AO CARTEL?
Califórnia proíbe venda de cães e gatos em lojas de animais Lei entra em vigor a partir de 2019. 14.10.17PARTILHE 1447 1 1 / 8 Califórnia proíbe venda de cães e gatos em lojas de animais Getty Images 1447 1A prática de venda de cães, gatos e coelhos em lojas de animais foi proíbida no estado norte-americano da Califórnia, nos Estados Unidos. Esta lei vai permitir que nos espaços antes destinados à venda destes animais, estejam apenas aqueles que foram resgatados ou entregues por abrigos, para fins de adoção ou até venda.
Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/mundo/detalhe/california-proibe-venda-de-caes-e-gatos-em-lojas-de-animais?ref=HP_Outros
QUEM TEM BICHOS EM CASA DEVE PAGAR MAIS.DE IMI, DE IRS, DE SEGUROS.ENFIM DEVE COMPENSAR UM MÍNIMO OS INCÓMODOS QUE CAUSAM AOS OUTROS CIDADÃOS.
Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/mundo/detalhe/california-proibe-venda-de-caes-e-gatos-em-lojas-de-animais?ref=HP_Outros
QUEM TEM BICHOS EM CASA DEVE PAGAR MAIS.DE IMI, DE IRS, DE SEGUROS.ENFIM DEVE COMPENSAR UM MÍNIMO OS INCÓMODOS QUE CAUSAM AOS OUTROS CIDADÃOS.
E A COMUNIDADE DE SANTO EGÍDIO E OUTROS PADRES PUGRESSISTAS SEM LÁ ESTAREM PARA DENUNCIAREM ESTES MASSACRES...
Moçambique
Mocímboa culpa migrações e recrutamento no estrangeiro pelos ataques
Suleiman Abdel Mane, 42 anos, residente em Mocímboa da Praia, norte de Moçambique, deu de caras com homens armados à porta de casa na madrugada em que um grupo atacou os postos de polícia da vila.
"Tinham catana, faca e metralhadora e um disse para eu não ter medo porque eles só andavam atrás da polícia", recorda à agência Lusa.
Quatro elementos deste grupo chegaram à esquadra da Polícia da República de Moçambique (PRM) em Mocímboa no início da madrugada de quinta-feira, cinco de outubro, vestidos de túnica, fingindo que iam entregar um ladrão de bairro - dois deles seguravam um outro.
Quando o agente de serviço puxava a cadeira para iniciar o registo da ocorrência, houve um que levantou a roupa e puxou por uma catana que trazia escondida, desferindo um golpe na cara do polícia - enquanto os outros três imobilizaram o resto dos elementos que estavam na esquadra.
Na altura em que outros agentes, em missão nos bairros, tentaram socorrer os colegas, já tiveram que enfrentar o fogo das metralhadoras.
Era cerca da uma da madrugada e tinha início uma série de confrontos na vila e arredores, na província de Cabo Delgado, norte de Moçambique, que se prolongaria de forma intermitente por 48 horas e que obrigaria à mobilização de reforços.
Os acessos à vila foram fechados pelas autoridades, instituições e serviços (como escolas e bancos) não trabalharam e a população ou fugiu para o mato ou escondeu-se em casa, opção esta de Suleiman e família.
"Foram dois dias sem ir buscar comida à rua" e em que ele, a mulher e dois filhos, remediaram-se como puderam.
Segundo os números oficiais, morreram dois polícias e 14 atacantes - sendo o mesmo grupo armado suspeito da morte de mais quatro homens das autoridades num outro confronto ocorrido na quinta-feira, em Maculo, aldeia a norte, em que terão sido também abatidos sete agressores.
Só o tempo dirá o que o mato esconde, mas a promessa feita à população de não lhe fazer mal quebrou-se, com a morte de um secretário de aldeia e com ferimentos causados noutras pessoas, relata o administrador do governo de Mocímboa da Praia, Rodrigo Puruque.
O filme dos acontecimentos foi pela primeira vez revelado ao público em detalhe por aquele responsável num discurso, no final de uma marcha de repúdio contra a violência, realizada na vila, no dia 12.
A população tem testemunhado dizendo que "os bandidos" são jovens islâmicos que frequentavam uma mesquita em construção no bairro de Nanduadue, em Mocímboa da Praia, onde já mais ninguém ia, senão eles, dada a postura insurgente dos sermões que ali se ouviam.
Costumavam "insultar o administrador (do distrito) e o presidente" do município, defendendo uma visão radical do Islão que se devia sobrepor à autoridade do Estado, recorda Suleiman, morador nas imediações.
"As pessoas já tinham medo de ali passar", acrescenta.
Apesar de se autointitularem Al-Shabaab, aparentemente não têm ligação com o grupo terrorista do sul da Somália - o nome, uma alusão a juventude, em árabe, é usado por vários movimentos no mundo - e a polícia, que anunciou já ter feito 52 detenções, apresenta-os como moçambicanos.
A liderança continua a ser uma incógnita.
"Alguns deles são nossos filhos de vários bairros e aldeias. É uma miscelânea de cidadãos que se meteram nesta confusão", aponta o administrador do distrito, ele próprio muçulmano.
"O que os faz assemelharem-se ao Islão é a veste", não há mais nada em comum e eles optaram pela túnica "para facilmente se juntarem às mesquitas" e tentarem recrutar mais membros para as suas fileiras.
"Por isso alertámos os próprios muçulmanos para prestarem atenção, sob pena de dizerem que são colegas, quando são pessoas de má fé e que só usam a farda", sublinha.
Saide Bacar, líder muçulmano em Montepuez, sudoeste de Cabo Delgado, disse à Lusa que a "seita" usa dinheiro para arregimentar moçambicanos "que não estudaram", que vivem "pobres e esfomeados" e a polícia tem anunciado que parte dos detidos reconheceu ter sido aliciado com verbas como 2.500 meticais (35 euros) para se juntar ao ataque a Mocímboa.
O discurso insurgente na província de Cabo Delgado sobressaiu "de uma forma mais identificada" durante "uma grande movimentação de deslocados" oriunda de zonas de África mais a Norte, em passagem por Moçambique, por alturas de 2011, em direção à África do Sul, refere Rodrigo Puruque.
"Aproveitando a facilidade" de se misturarem com outros migrantes, o administrador acredita que vários mobilizadores tenham ficado desde então pela zona, procurando moldar as comunidades.
Outros terão sido moldados desde crianças em escolas corânicas (ou madraças, onde se ensina o Corão, livro sagrado do Islão) no estrangeiro, através de angariadores que geralmente apresentam boas referências e prometem às famílias boa educação.
"Internamente temos muitas madraças a ensinarem bem o Corão. O ano passado andámos de bairro em bairro a chamar a atenção" dos residentes, para não deixarem os filhos irem para o exterior, "com a promessa de terem uma bolsa de estudo".
Quando lá chegavam, em vez do Corão, "aprendiam o uso da força do músculo e da arma. No fim voltaram, são nossos filhos e por isso foi fácil enganar os outros", refere Puruque.
No seu mais recente discurso para a população de Mocímboa da Praia, o administrador deixou bem vincada a vontade do Governo: "ninguém mais deve tapar a cara", numa alusão à burca integral das mulheres - ou seja, a tolerância para radicalismos terminou.
O ISLÃO DEU SALTOS DE LEÃO POR TODO O LADO.A SUL EM ÁFRICA ONDE ALIÁS OS ANDAMOS A DEFENDER E CÁ NA EUROPA COM CENTENAS DE MILHAR DE IDIOTAS ÚTEIS A COLONIZAR-NOS E PORTANTO A METEREM O PESCOÇO DO ZÉ POVINHO NO CEPO...
Mocímboa culpa migrações e recrutamento no estrangeiro pelos ataques
Suleiman Abdel Mane, 42 anos, residente em Mocímboa da Praia, norte de Moçambique, deu de caras com homens armados à porta de casa na madrugada em que um grupo atacou os postos de polícia da vila.
"Tinham catana, faca e metralhadora e um disse para eu não ter medo porque eles só andavam atrás da polícia", recorda à agência Lusa.
Quatro elementos deste grupo chegaram à esquadra da Polícia da República de Moçambique (PRM) em Mocímboa no início da madrugada de quinta-feira, cinco de outubro, vestidos de túnica, fingindo que iam entregar um ladrão de bairro - dois deles seguravam um outro.
Quando o agente de serviço puxava a cadeira para iniciar o registo da ocorrência, houve um que levantou a roupa e puxou por uma catana que trazia escondida, desferindo um golpe na cara do polícia - enquanto os outros três imobilizaram o resto dos elementos que estavam na esquadra.
Na altura em que outros agentes, em missão nos bairros, tentaram socorrer os colegas, já tiveram que enfrentar o fogo das metralhadoras.
Era cerca da uma da madrugada e tinha início uma série de confrontos na vila e arredores, na província de Cabo Delgado, norte de Moçambique, que se prolongaria de forma intermitente por 48 horas e que obrigaria à mobilização de reforços.
Os acessos à vila foram fechados pelas autoridades, instituições e serviços (como escolas e bancos) não trabalharam e a população ou fugiu para o mato ou escondeu-se em casa, opção esta de Suleiman e família.
"Foram dois dias sem ir buscar comida à rua" e em que ele, a mulher e dois filhos, remediaram-se como puderam.
Segundo os números oficiais, morreram dois polícias e 14 atacantes - sendo o mesmo grupo armado suspeito da morte de mais quatro homens das autoridades num outro confronto ocorrido na quinta-feira, em Maculo, aldeia a norte, em que terão sido também abatidos sete agressores.
Só o tempo dirá o que o mato esconde, mas a promessa feita à população de não lhe fazer mal quebrou-se, com a morte de um secretário de aldeia e com ferimentos causados noutras pessoas, relata o administrador do governo de Mocímboa da Praia, Rodrigo Puruque.
O filme dos acontecimentos foi pela primeira vez revelado ao público em detalhe por aquele responsável num discurso, no final de uma marcha de repúdio contra a violência, realizada na vila, no dia 12.
A população tem testemunhado dizendo que "os bandidos" são jovens islâmicos que frequentavam uma mesquita em construção no bairro de Nanduadue, em Mocímboa da Praia, onde já mais ninguém ia, senão eles, dada a postura insurgente dos sermões que ali se ouviam.
Costumavam "insultar o administrador (do distrito) e o presidente" do município, defendendo uma visão radical do Islão que se devia sobrepor à autoridade do Estado, recorda Suleiman, morador nas imediações.
"As pessoas já tinham medo de ali passar", acrescenta.
Apesar de se autointitularem Al-Shabaab, aparentemente não têm ligação com o grupo terrorista do sul da Somália - o nome, uma alusão a juventude, em árabe, é usado por vários movimentos no mundo - e a polícia, que anunciou já ter feito 52 detenções, apresenta-os como moçambicanos.
A liderança continua a ser uma incógnita.
"Alguns deles são nossos filhos de vários bairros e aldeias. É uma miscelânea de cidadãos que se meteram nesta confusão", aponta o administrador do distrito, ele próprio muçulmano.
"O que os faz assemelharem-se ao Islão é a veste", não há mais nada em comum e eles optaram pela túnica "para facilmente se juntarem às mesquitas" e tentarem recrutar mais membros para as suas fileiras.
"Por isso alertámos os próprios muçulmanos para prestarem atenção, sob pena de dizerem que são colegas, quando são pessoas de má fé e que só usam a farda", sublinha.
Saide Bacar, líder muçulmano em Montepuez, sudoeste de Cabo Delgado, disse à Lusa que a "seita" usa dinheiro para arregimentar moçambicanos "que não estudaram", que vivem "pobres e esfomeados" e a polícia tem anunciado que parte dos detidos reconheceu ter sido aliciado com verbas como 2.500 meticais (35 euros) para se juntar ao ataque a Mocímboa.
O discurso insurgente na província de Cabo Delgado sobressaiu "de uma forma mais identificada" durante "uma grande movimentação de deslocados" oriunda de zonas de África mais a Norte, em passagem por Moçambique, por alturas de 2011, em direção à África do Sul, refere Rodrigo Puruque.
"Aproveitando a facilidade" de se misturarem com outros migrantes, o administrador acredita que vários mobilizadores tenham ficado desde então pela zona, procurando moldar as comunidades.
Outros terão sido moldados desde crianças em escolas corânicas (ou madraças, onde se ensina o Corão, livro sagrado do Islão) no estrangeiro, através de angariadores que geralmente apresentam boas referências e prometem às famílias boa educação.
"Internamente temos muitas madraças a ensinarem bem o Corão. O ano passado andámos de bairro em bairro a chamar a atenção" dos residentes, para não deixarem os filhos irem para o exterior, "com a promessa de terem uma bolsa de estudo".
Quando lá chegavam, em vez do Corão, "aprendiam o uso da força do músculo e da arma. No fim voltaram, são nossos filhos e por isso foi fácil enganar os outros", refere Puruque.
No seu mais recente discurso para a população de Mocímboa da Praia, o administrador deixou bem vincada a vontade do Governo: "ninguém mais deve tapar a cara", numa alusão à burca integral das mulheres - ou seja, a tolerância para radicalismos terminou.
O ISLÃO DEU SALTOS DE LEÃO POR TODO O LADO.A SUL EM ÁFRICA ONDE ALIÁS OS ANDAMOS A DEFENDER E CÁ NA EUROPA COM CENTENAS DE MILHAR DE IDIOTAS ÚTEIS A COLONIZAR-NOS E PORTANTO A METEREM O PESCOÇO DO ZÉ POVINHO NO CEPO...
Saturday, October 14, 2017
CEUTA O ESPINHO DA CARREIRA DO MÁRIO SOARES PODE SER A PORTA DE ENTRADA DE QUANTOS MILHÕES NA EUROPA?
INMIGRACIÓNAfirman sufrir "vejaciones" en el centro
Refugiados por su orientación sexual: los gays marroquíes del CETI de Ceuta
LUCAS DE LA CAL Ceuta
13 OCT. 2017 03:07
Nueve de los 10 migrantes que han solicitado asilo en España alegando discriminación. ANTONIO SEMPERE
Huyeron de Marruecos porque allí ser gay es delito y denuncian que no se les permite entrar en la Península pese a tener concedido el asilo
OS PANELEIROS DOS "DIREITOS HUMANOS" SIM AS DIPLOMACIAS TÊM UMA ANORMAL QUANTIDADE DELES FIZERAM UMA OBRA DO CARAÇAS.A SER CUMPRIDA MEIO MUNDO TEM FUNDAMENTO PARA SER REFUGIADO "LEGAL".QUANTOS MILHÕES DE PANELEIROS PERSEGUIDOS?QUANTOS MILHÕES DE CLITÓRIS AMEAÇADOS DE ABLAÇÃO?QUANTAS GUERRAS TRIBAIS?PORTANTO AQUELES QUERIDOS SALVADORES DO PLANETA POR NOSSA CONTA NEM AS MEDIRAM.E CONTINUA A HAVER MUITO IDIOTA ÚTIL POR AÍ A INSISTIR NO MOLHADO...
O INDIGENATO EUROPEU SÓ TEM UMA SOLUÇÃO:DAR UM GRANDE ABANÃO A ESSES FILHOS DA PUTA E MANDÁ-LOS FAZER MISSIONARISMO ENTRE OS SEUS QUERIDOS.E OBRIGATORIAMENTE...
Refugiados por su orientación sexual: los gays marroquíes del CETI de Ceuta
LUCAS DE LA CAL Ceuta
13 OCT. 2017 03:07
Nueve de los 10 migrantes que han solicitado asilo en España alegando discriminación. ANTONIO SEMPERE
Huyeron de Marruecos porque allí ser gay es delito y denuncian que no se les permite entrar en la Península pese a tener concedido el asilo
OS PANELEIROS DOS "DIREITOS HUMANOS" SIM AS DIPLOMACIAS TÊM UMA ANORMAL QUANTIDADE DELES FIZERAM UMA OBRA DO CARAÇAS.A SER CUMPRIDA MEIO MUNDO TEM FUNDAMENTO PARA SER REFUGIADO "LEGAL".QUANTOS MILHÕES DE PANELEIROS PERSEGUIDOS?QUANTOS MILHÕES DE CLITÓRIS AMEAÇADOS DE ABLAÇÃO?QUANTAS GUERRAS TRIBAIS?PORTANTO AQUELES QUERIDOS SALVADORES DO PLANETA POR NOSSA CONTA NEM AS MEDIRAM.E CONTINUA A HAVER MUITO IDIOTA ÚTIL POR AÍ A INSISTIR NO MOLHADO...
O INDIGENATO EUROPEU SÓ TEM UMA SOLUÇÃO:DAR UM GRANDE ABANÃO A ESSES FILHOS DA PUTA E MANDÁ-LOS FAZER MISSIONARISMO ENTRE OS SEUS QUERIDOS.E OBRIGATORIAMENTE...
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