Sunday, September 3, 2017

CONSTANÇA URBANO DE SOUSA PÁ ISTO É UMA NINHARIA.NÃO TE ESQUEÇAS DAS MONTANHAS DE ESQUADRAS QUE O MAMADOU BA E OS INSURGENTES DA COVA DA MOURA E ARREDORES QUEREM EXPULSAR.COM A BÊNÇÃO DO SINDICATO DOS CHEFES DE POLÍCIA CLARO...

Governo abriu curso para admissão de 400 novos agentes para a PSP
O Governo abriu um novo curso para admissão de mais 400 agentes da PSP

AGORA MINHA RECRUTA SÓ PRETINHOS DAQUELES QUE TIVERAM AS PROMESSAS DE ANTIGO CHEFE DA PSP...ISSO E OS 5 CINCO 5 ANOS DE PRISÃO PARA RACISTAS DARÃO UM GRANDE SALTO EM FRENTE PARA O INDIGENATO BRANCO RESISTENTE A PAGAR TANTO SALVAMENTO.E TEMOS O PLANO QUINQUENAL DE HABITAÇÃO SOCIAL PARA "REFUGIADOS ESCURINHOS"... SEMPRE CHEIOS DE AFECTOS.

UMA DAS COISAS QUE ME FAZ CONFUSÃO NESTA MODALIDADE MODERNA DE O MUNDO SER UM SÓ E A PÁTRIA SER ONDE NOS SENTIMOS BEM E CLARO NOS PAGAM É A RECUSA DE DEPORTAÇÕES E EXPULSÕES.PORRA SE O MUNDO É UM SÓ QUAL A DIFICULDADE?
CÁ POR MIM QUE SOU PELAS RECIPROCIDADES ESPERO PELA LIBERTAÇÃO NACIONAL E PELA DESCOLONIZAÇÃO SEGUNDO AS SAGRADAS VIAS AFRICANAS DE QUE NINGUÉM SE QUEIXOU...

OS INTERNACIONALISTAS DA SPIEGEL AGORA CHAMAM REFUGIADOS AOS IMIGRANTES ECONÓMICOS AFRICANOS...

política de refugiados Europeia
Quem olha para longe, será culpado
Para empurrar o número de refugiados, a União Europeia revela seus valores. Mas o flagrante desrespeito dos direitos humanos põe em perigo a estabilidade da Europa. A UE corre o risco de implodir.



http://www.spiegel.de/politik/ausland/warum-die-fluechtlingspolitik-den-zusammenhalt-der-eu-gefaehrdet-a-1165053.html

QUEREM MAIS DO MESMO.E SEM LIMITES.ANTES FORAM PELAS DESCOLONIZAÇÕES E PAGARAM A QUEM NO NOSSO CASO A FEZ COM MALAS DE DINHEIRO VIVO AGORA NUMA DO SEU CONTRÁRIO QUEREM MAIS E MAIS E AOS MILHÕES.E SEM RACISMO NEM XENOFOBIAS...UNS PAPAS FRANCISCOS...

SOCIEDADE COESA?QUE COISA É ESSA?ANDAMOS XENÓFOBOS OU QUÊ?COITADINHOS DOS INDÍGENAS BRANCOS ESCRAVIZADOS FISCALMENTE E NÃO SÓ...

REGINALDO RODRIGUES DE ALMEIDA
Por uma sociedade coesa
É necessário olhar para as alterações em curso

Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/opiniao/colunistas/reginaldo-rodrigues-de-almeida/detalhe/por-uma-sociedade-coesa?ref=HP_opiniao

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Com a voz morna de Cabo Verde

Celina Pereira nasceu há quase 73 anos na ilha da Boavista, filha de famílias numerosas. Um dos 12 irmãos do pai era o revolucionário Aristides Pereira, que, em 1956, fundou com Amílcar Cabral o PAIGC e que viria a ser o primeiro presidente da república do país, permanecendo no cargo entre 1975 e 1991

Todas as noites tremia e chorava de frio. Celina tinha acabado o liceu em Cabo Verde, na ilha de São Vicente, quando veio para Viseu, para a Escola do Magistério Primário. O corpo estava ainda demasiado habituado ao calor para lidar com as temperaturas outonais do interior do país. Estávamos em 1963. O choque que sentiu ao chegar foi apenas térmico, não cultural. "A língua e a música facilitaram muito a integração", explica Celina Pereira, que ainda não cantava profissionalmente, mas que já não conseguia passar sem a morna na voz.

Em Viseu, nunca se considerou olhada de lado por ser africana. "Talvez por, infelizmente, ter este tom de pele deslavado, nunca senti que fosse preta", sublinha Celina. Em 1965 regressou a Cabo Verde onde deu aulas. Mas, em 1970, voltou a fazer as malas, agora para Lisboa. Conseguiu emprego na TAP como hospedeira de terra e ficaria na companhia aérea portuguesa até se reformar, em 1998. Pelo meio foi fazendo carreira na música e gravando discos, como Estória, Estória... No Arquipélago das Maravilhas, em 1990, ou Harpejos e Gorjeios, em 1998. O primeiro single foi editado em 1979 pela editora do cantor Bana, a Discos Monte Cara. A dedicação à música e à cultura valeu-lhe, em 2003, a medalha de mérito do grau de comendadora, que recebeu das mãos do então Presidente da República Jorge Sampaio.

Celina Pereira nasceu há quase 73 anos na ilha da Boavista, filha de famílias numerosas. Um dos 12 irmãos do pai era o revolucionário Aristides Pereira, que, em 1956, fundou com Amílcar Cabral o PAIGC (Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde) e que viria a ser o primeiro presidente da república do país, permanecendo no cargo entre 1975 e 1991. "Em Portugal, com o 25 de Abril, passei de sobrinha do terrorista a sobrinha do presidente", conta Celina, entre gargalhadas.


Quando tinha 6 anos, deixou a Boavista e mudou-se com a família para São Vicente. Era a única ilha onde havia liceu e os pais queriam que a irmã mais velha continuasse os estudos. Já na época, Celina navegava entre duas línguas. "Com o meu pai era obrigatório falar em português. Com a minha mãe, que era mais liberal, falava-se em crioulo. O português também era uma questão de estatuto. Lembro-me que a minha mãe, quando ia ao mercado e queria ser atendida mais depressa, dirigia-se às mulheres em português", recorda. No liceu sentia-se o regime de Salazar. Era proibido falar crioulo e a geografia que se aprendia era a de Portugal Continental. "Ainda hoje sei de cor a lengalenga do rio Minho, que "nasce nos montes Cantábricos em Espanha, tem a sua foz em Caminha e passa por Melgaço, Monção e Valença." Mas ninguém me ensinou das ribeiras de São Nicolau, de Santo Antão ou de Santiago. Costumo dizer que de mim própria ninguém me ensinou nada", relata Celina.

Foi em casa que começou a descobrir o canto. O pai tinha o rádio sempre ligado na Emissora Nacional e Celina e a mãe iam cantando por cima das canções: Amália, marchas populares, Hermínia Silva, Maria de Fátima Bravo. As mornas não passavam na telefonia, mas também se trauteavam em casa.

Quando veio para Lisboa, em 1970, Celina sentiu o choque cultural que não sentira em Viseu. Na metrópole-capital, que à partida deveria ser mais cosmopolita do que a pequena cidade do interior, sentiu na cor da pele os preconceitos étnicos. "No aeroporto tive várias demonstrações de racismo por parte do público, algumas bastante desagradáveis, com passageiros que não queriam pagar o excesso de bagagem ou a penalidade para a mudança de uma reserva", explica.

O 25 de abril foi, também para ela, uma época de grande libertação: "Era o prenúncio da independência das colónias. Vivi tudo com uma grande euforia e assumi completamente a minha africanidade". A rir e com ajuda de gestos, diz que andava "com um cabelo afro deste tamanho" e que era insultada no cinema pelos espectadores que ficavam sentados atrás de si. "Foi uma fase de assunção da identidade e de gritar bem alto que queríamos funaná, batuque, colá e outras expressões musicais de Cabo Verde que eram proibidas pelo governo colonial", continua Celina.

Apesar dos muitos pontos de contacto entre os dois países, sendo a língua o principal, a cantora sentiu e ainda sente as diferenças entre as pessoas: "Ao chegar a Portugal achei as pessoas muito tristes, vestidas de preto e de olhos postos no chão. Em Cabo Verde as pessoas riem-se alto e tocam-se muito mais".

Apesar dos anos que já leva em Portugal, não tem dúvidas sobre a sua nacionalidade. "Sou cabo-verdiana. Tenho muito Cabo Verde dentro de mim para conseguir sentir-me portuguesa". Gosta da gastronomia de cá e de lá, mas faz uma queixa: "Não gosto que digam que a cachupa é feijoada. Podem ser primas e virem ambas desta coisa da mestiçagem, de estar tudo misturado, mas a cachupa é 90% milho. Os feijões estão lá para enfeitar".

PORTANTO ESTA DIZ-NOS QUE POR MAIS MÚSICA QUE LHE DEREM A PÁTRIA DELA É OUTRA.O QUE ANDARÃO A FAZER OS PRIMOS DELA AÍ NA MÁQUINA DO ESTADO NAS SECRETARIAS SENÃO A FAZER O MESMO?TRAINDO CLARO O INDIGENATO...

POIS POIS COM TANTO PANELEIRO PRODUZIDO NOS CAMPOS DE FÉRIAS DO BLOCO DE ESQUERDA AS MULHERES TÊM QUE SE DEDICAR AO PUTEDO...

Ljubomir confessa que já fez sexo com "metade de Lisboa"
O cozinheiro mais famoso da televisão volta a surpreender confessando que apesar de hoje ser um homem casado e que família é o mais importante da sua vida, nem sempre assim foi. No passado, quando era solteiro, foram poucas as mulheres que lhe escaparam. "Acordava e nem sabia quem estava na cama", contou.

FILHOS?ORA ORA ISSO É COISA QUE AS AFRICANAS NOS DÃO...

VEJAM LÁ SE NÃO É MELHOR UM PADRE ISLÂMICO...NÃO ANDA AÍ NINGUÉM A ESTUDAR AS RAÍZES?

Fiéis contra saída de padre bailarino Cerca de 500 pessoas pedem regresso de pároco Jesus Ejocha. Por Pedro F. Guerreiro|01:30PARTILHE 5 0 1 / 2 Padre Jesus Ejocha ficou conhecido por realizar convívios de dança Luís Forra / Lusa 5 0Várias dezenas de pessoas vão este domingo de manhã manifestar-se em frente à Igreja de Santa Bárbara de Nexe, no concelho de Faro, antes da missa onde o cónego José Pedro, de 74 anos, vai tomar posse como novo pároco. Os fiéis pretendem o regresso do padre Jesus Ejocha, natural da Guiné Equatorial, que foi transferido para Monchique após estar menos de um ano nas paróquias de Santa Bárbara de Nexe e Estoi. "O senhor padre foi colocado por seis anos, e começou a fazer com que as pessoas que estavam a abandonar a Igreja regressassem e voltassem a enchê-la, por isso não faz sentido abandonar estas pessoas", lamentou ao CM António Casimiro, um dos mais de 500 signatários de um abaixo-assinado que pede o regresso do pároco, que se tornou conhecido por realizar convívios ao som de kizomba para atrair jovens à igreja, em Monchique. Também Pedro Figueiredo diz não entender por que é que o padre Jesus "foi afastado, se está a fazer um bom trabalho". Contactada pelo Correio da Manhã, fonte do Gabinete da Comunicação da Diocese do Algarve prometeu esclarecimentos para o final da missa de tomada de posse deste domingo. Pároco foi notícia por ter agredido mulher em 2015 Após se ter tornado conhecido por promover convívios ao som de kizomba, em Monchique, o padre Jesus Ejocha voltou a ser notícia por ter agredido uma mulher à porta da casa paroquial de Sagres, onde era pároco, em 2015. Pormenores "Je suis Jesus" Os fiéis vão juntar-se hoje à porta da igreja de Santa Bárbara de Nexe vestidos com t- -shirts brancas com a frase "Je suis Jesus". Esperança no Papa Após terem tentado obter explicações por parte do Bispo do Algarve, os promotores do abaixo-assinado já contactaram o Papa Francisco para tentar reverter a transferência do padre.

Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/sociedade/detalhe/fieis-contra-saida-de-padre-bailarino?ref=HP_Grupo1

O MARINHO PINTO DO PDR DESAPARECIDO EM COMBATE.OU O SISTEMA COLOCOU-O NUMA QUARENTENA LONGA...

Cabecilha da máfia usa Marinho Pinto como álibi Ex-bastonário e presidente do Partido Democrático Republicano foi chamado a depor por Pedro Bourbon.

Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/cabecilha-da-mafia-usa-marinho-pinto-como-alibi?ref=HP_cruzados_blocohorizontal_negocios

MAS LÁ EM BRUXELAS ONDE FACTURA DEVE SER TODO PELO COMBATE DA XENOFOBIA E DO RACISMO ELE QUE TANTO LUTOU POR DESCOLONIZAR...

COM TANTO ACESSO AO DIREITO O ZÉ POVINHO DIVIDE ATÉ AO TUTANO, PARTICIPA ALEGREMENTE NA FEITURA DA RAÇA MISTA, DESFAZ OS ALICERCES DA ANTIGA NAÇÃO PORTUGUESA EM DILUIÇÃO ACELERADA A EITO,NA VENDA A RETALHO DOS SEUS BENS E COM PAGAMENTO DE COMISSÕES GARANTIDAS A BANCOS, SEGURADORAS E AO FISCO SEM DIREITO A REFILAR.ASSIM VAI A DEMOCRACIA DE ABRIL...AGORA COM MESQUITAS E CLARO MUROS EMBORA PEQUENINOS PARA EVITAR OS TERRORISTAS IMPORTADOS...

PS

ESTE TAMBÉM CONTINUA A DESENTUPIR TRIBUNAIS PAGO PELAS SEGURADORAS...

JORGE PEGADO LIZ
Conselheiro CESE
Licenciado em direito pela Faculdade de Direito de Lisboa em 1962. Inscrito na Ordem dos Advogados desde 1964.
Frequência da Faculdade de Filosofia de Lisboa (1966 a 1968), MBA da Universidade Nova de Lisboa (1981).
Pós-Graduação em Economia Europeia pela Universidade Católica (1982) e em Estudos Europeus pela Faculdade de Direito de Coimbra (1988).
Conselheiro do Comité Económico e Social Europeu (Bruxelas) em representação dos consumidores europeus desde 2001 tendo sido, nesse quadro, Presidente do Observatório do Mercado Único e Presidente da Comissão Consultiva para as Mutações Industriais.
Foi conselheiro principal do International Trade Centre (UNCTAD/GATT), em Genève, responsavel pela area dos projectos de financiamento internacional de apoio aos paises em desenvolvimento.
Tem vária experiência internacional de participação em instâncias e organizações internacionais como a OCDE, a EFTA, o GATT, a CNUCED, a União de Berne, a ICIA, a Pan-Americana de Fianzas e o Club de Bruxelas.
Foi consultor para o Conselho da Europa em diversas iniciativas de formação para juízes e quadros de países membros no âmbito da liberdade da imprensa e de outros direitos fundamentais.
Como membro do CESE, contam-se por mais de cinquenta Pareceres de que foi Relator, nomeadamente em matérias relativas a direitos dos consumidores, protecção da vida privada e dos direitos de autor, questões de direito processual civil e de acesso ao direito, direito dos seguros e serviços públicos e serviços financeiros.
Árbitro do Centro de Informação, Mediação e Arbitragem de Seguros, desde Julho 2010.

Saturday, September 2, 2017

ENTRETANTO OS NOSSOS CORRUPTOS INTERNACIONALISTAS AINDA ANDAM NA FASE DE MAIS MESQUITAS...

LOS INTELECTUALES Y ESPAÑA/ SERAFÍN FANJUL
Serafín Fanjul: "No existe el deseo de integración entre los musulmanes"

2 SEP. 2017 04:11


Arabista de sólida formación intelectual y literaria no es un historiador complaciente de los que eluden el conflicto. Obras como 'Al Ándalus contra España' o 'La quimera de Al Ándalus' están construidas a base de erudición y falta de complejos identitarios para desenmascarar los mitos fundacionales de tolerancia, cooperación y amistad de una idílica España en la que convivían tres religiones, algo que no existió jamás, afirma.
"El problema estriba", afirma Serafín Fanjul en La quimera de Al Ándalus (Siglo XXI, 2004) al hablar sobre la supuesta tolerancia de la religión islámica, "en que la base del islam, el mismo Corán, exhibe exhortos y mandamientos de claridad meridiana (es la palabra de Dios, increada y eterna) y que ningún buen musulmán se atreverá a contravenir sin arrostrar el desprestigio público: '¡Creyentes! ¡No toméis como amigos a los judíos y a los cristianos! Son amigos unos de otros. Quien de vosotros trabe amistad con ellos, se hace uno de ellos. Dios no guía al pueblo impío'".

http://www.elmundo.es/opinion/2017/09/02/59a9a691e5fdea86788b45ab.html

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Fanatisme religieux : le coup de gueule d'un principal de collège

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Par Marie-Estelle Pech Mis à jour le 30/08/2017 à 20:29 Publié le 27/08/2017 à 19:41
Bernard Ravet, principal du collège Izzo à Marseille.
VIDÉO - Parce qu'il n'est plus soumis au devoir de réserve des fonctionnaires, Bernard Ravet s'est décidé à raconter sa vie de principal dans trois collèges difficiles de Marseille. Il décrit la violence, la montée de l'islamisme, la solitude des chefs d'établissements et des enseignants.
Retraité depuis 2015, Bernard Ravet, principal pendant quinze ans dans «trois des collèges marseillais les plus difficiles» livre un témoignage de première main (1) sur la montée progressive du fanatisme religieux musulman dans certains établissements scolaires. Et sur la réponse peu efficace voire fuyante de l'institution: «Il faut en finir avec la loi du silence qui pèse sur l'impact du religieux dans certains établissements», écrit cet ex-principal. Le fanatisme «frappe à la porte de dizaines d'établissements, (...) imposant ses signes et ses normes dans l'espace scolaire, dans les cours de récréation, les cantines, les piscines. Longtemps, je me suis tu. Par respect du devoir de réserve. Par crainte de stigmatiser les établissements que je dirigeais et d'en aggraver la réputation peu flatteuse (...). ...

http://www.lefigaro.fr/actualite-france/2017/08/27/01016-20170827ARTFIG00145-fanatisme-religieux-le-coup-de-gueule-d-un-principal-de-college.php


ARRASTAR O INDIGENATO BRANCO É O QUE MAIS GOSTAM DE FAZER.E ATÉ ONTEM O PASSOS AVISOU QUE ISSO DE CORTAR NO IRS NÃO É BOM...MAS PRONTOS ELE SABE TAMBÉM REVERTER...

PS1

DURMAM DESCANSADOS QUE COMO O PAPA FRANCISCO QUER MAIS E MAIS...