CPLP insiste na criação de “vistos gold” para a comunidade
Segundo o matutino, a principal condição para a criação deste regime é a existência de reciprocidade – os países de acolhimento e de origem aceitarem ambos o mesmo regime – e o reconhecimento recíproco dos diplomas e a portabilidade dos direitos sociais.
COITADOS DOS PORTUGUESES TÃO SABIAMENTE GOVERNADOS POR INTERNACIONALISTAS QUE AGORA AMEAÇAM COM 5 CINCO 5 ANOS DE PRISÃO QUEM NÃO QUISER TER UM CAPATAZ AFRICANO QUE DEPRESSA AS DISCRIMINAÇÕES POSITIVAS LHES ARRANJARÃO PORQUE OS QUERIDOS QUEREM APARECER COMO "BONS" NA FOTOGRAFIA EM ÁFRICA...
Friday, July 21, 2017
VENHA OUTRO REGIME QUE ESTE NÃO NOS SERVE.É DEMASIADAMENTE TRAIDOR COLOCANDO OS PORTUGUESES SEMPRE EM ÚLTIMO LUGAR E VENDENDO-SE POR TUTA E MEIA...
DEMOCRACIA
A democracia vista por baixo
Rui RamosSeguir
21/7/2017, 5:08
Elegemos representantes cujos primeiros compromissos não são com os cidadãos, mas com os caciques dos partidos. Vista de baixo, a democracia não é a participação de todos, mas a organização de alguns.
Sim, sempre foi assim, e já todos sabíamos. Mas uma coisa é ter sido sempre assim, e todos sabermos, e outra coisa é sermos confrontados com as imagens, com os factos, como na reportagem do Observador sobre as eleições dos delegados da concelhia de Lisboa para a assembleia distrital do PSD. O trabalho de Vítor Matos, Pedro J. Castro e Miguel Pinheiro é, sem favor, um dos documentos mais elucidativos deste regime. Pela primeira vez, pudemos assistir à logística, às manobras, aos embarques e aos desembarques, que estão na raiz da vida política. Foi o PSD, como podia ter sido o PCP, o BE, o PS ou o CDS.
Para um historiador, tudo isto tem algo de arqueológico: tirando as carrinhas, era assim no século XIX. Ramalho Ortigão descreveu o sistema dos “influentes” e dos “caciques”, e José Malhoa pintou esse mundo em “A compra do voto” (1904). Na era do vídeo e do on-line, o velho “caciquismo” e o correlativo “voto de cabresto” estão vivos e recomendam-se: tal como há cem anos, uns quantos políticos profissionais, instalados em lugares públicos, usam o Estado para alargar clientelas, que depois mobilizam para votar.
Porque é assim? Há cem anos, até no Partido Social Democrata alemão, como demonstrou Robert Michels, vigorava a “lei de ferro da oligarquia” (em qualquer organização, por mais democrática, uma elite especializada acaba sempre por impor-se à maioria). O que é então característico do actual caso português? Talvez o papel do Estado na emergência e no funcionamento da oligarquia partidária. Os partidos agora existentes foram construídos de cima para baixo, sem excepção. Foram os recursos logísticos e legais do Estado, postos ao seu dispor pelo MFA em 1974, que fizeram e mantiveram o que são hoje o BE, o PCP, o PS, o PSD e o CDS. Quase todos eles começaram com sedes oferecidas pelo Estado, e todos vivem agora do financiamento público. Por isso, o número de militantes dos partidos em relação aos votos foi sempre muito baixo em Portugal, ao contrário dos países do norte da Europa.
Na eleição de Lisboa do PSD, votaram apenas 40% dos militantes: a mobilização caciqueira depende da desmobilização da maioria. A retórica anti-partidos, que se ouve desde o século XIX, ajuda os cidadãos a desinteressarem-se mantendo uma boa consciência. Fica a velha dúvida: os cidadãos não querem saber de política porque a política é assim, ou a política é assim porque os cidadãos não querem saber de política?
É nesse contexto que “todos já sabemos” e que “nada nos espanta”. Mas não nos devia inquietar? Ao contrário de outros regimes, a democracia de 1976 tem um eleitorado amplo e as suas eleições são limpas. Mas um Estado capturado por facções de políticos profissionais continua a ser o meio através do qual são feitas as carreiras na vida pública. Isso quer dizer que elegemos representantes cujos primeiros compromissos não são com os cidadãos, mas com os caciques profissionais dos seus partidos. Vista de baixo, a democracia não é participação de todos, mas a organização de alguns.
Ficaria talvez aqui bem um apelo à mobilização cívica. Mas o quadro institucional foi elaborado para favorecer os partidos e, dentro dos partidos, as direcções partidárias. Por alguma razão, os partidos parlamentares são os mesmos desde 1975 (incluindo o BE, sucessor da UDP e da LCI). Tudo isto dá ao sistema político uma grande estabilidade, mas à custa de uma enorme rigidez. Quando o regime tiver mesmo de mudar, acabará por cair, como aconteceu com outros regimes em 1910, 1926 e 1974. O regime é isto — os “Gonçalves” de todos os partidos e as suas carrinhas –, e quando não for isto, será outro regime.
~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
Carrinhas, listas e cacicagem na guerra do PSD
http://observador.pt/especiais/carrinhas-listas-e-cacicagem-todos-os-detalhes-da-guerra-pelo-poder-no-psdlisboa/
BASTA VER ESSA COISA DO RACISMO IMPORTADO, DAS PORTAS ABERTAS, DA NACIONALIZAÇÃO NA HORA DEPOIS DOS PORTUGUESES SEREM EXPULSOS E SEM BENS AGORA ATÉ DA VENEZUELA COM OS QUERIDOS CHEIOS DE AFECTOS PELOS REVOLUCIONÁRIOS!
AGORA?OPERÁRIOS E CAMPONESES?TOMEM LÁ UM CAPATAZ ESCURINHO E CLARO VENCIMENTOS DE MERDA FACE A TANTA CONCORRÊNCIA...
A democracia vista por baixo
Rui RamosSeguir
21/7/2017, 5:08
Elegemos representantes cujos primeiros compromissos não são com os cidadãos, mas com os caciques dos partidos. Vista de baixo, a democracia não é a participação de todos, mas a organização de alguns.
Sim, sempre foi assim, e já todos sabíamos. Mas uma coisa é ter sido sempre assim, e todos sabermos, e outra coisa é sermos confrontados com as imagens, com os factos, como na reportagem do Observador sobre as eleições dos delegados da concelhia de Lisboa para a assembleia distrital do PSD. O trabalho de Vítor Matos, Pedro J. Castro e Miguel Pinheiro é, sem favor, um dos documentos mais elucidativos deste regime. Pela primeira vez, pudemos assistir à logística, às manobras, aos embarques e aos desembarques, que estão na raiz da vida política. Foi o PSD, como podia ter sido o PCP, o BE, o PS ou o CDS.
Para um historiador, tudo isto tem algo de arqueológico: tirando as carrinhas, era assim no século XIX. Ramalho Ortigão descreveu o sistema dos “influentes” e dos “caciques”, e José Malhoa pintou esse mundo em “A compra do voto” (1904). Na era do vídeo e do on-line, o velho “caciquismo” e o correlativo “voto de cabresto” estão vivos e recomendam-se: tal como há cem anos, uns quantos políticos profissionais, instalados em lugares públicos, usam o Estado para alargar clientelas, que depois mobilizam para votar.
Porque é assim? Há cem anos, até no Partido Social Democrata alemão, como demonstrou Robert Michels, vigorava a “lei de ferro da oligarquia” (em qualquer organização, por mais democrática, uma elite especializada acaba sempre por impor-se à maioria). O que é então característico do actual caso português? Talvez o papel do Estado na emergência e no funcionamento da oligarquia partidária. Os partidos agora existentes foram construídos de cima para baixo, sem excepção. Foram os recursos logísticos e legais do Estado, postos ao seu dispor pelo MFA em 1974, que fizeram e mantiveram o que são hoje o BE, o PCP, o PS, o PSD e o CDS. Quase todos eles começaram com sedes oferecidas pelo Estado, e todos vivem agora do financiamento público. Por isso, o número de militantes dos partidos em relação aos votos foi sempre muito baixo em Portugal, ao contrário dos países do norte da Europa.
Na eleição de Lisboa do PSD, votaram apenas 40% dos militantes: a mobilização caciqueira depende da desmobilização da maioria. A retórica anti-partidos, que se ouve desde o século XIX, ajuda os cidadãos a desinteressarem-se mantendo uma boa consciência. Fica a velha dúvida: os cidadãos não querem saber de política porque a política é assim, ou a política é assim porque os cidadãos não querem saber de política?
É nesse contexto que “todos já sabemos” e que “nada nos espanta”. Mas não nos devia inquietar? Ao contrário de outros regimes, a democracia de 1976 tem um eleitorado amplo e as suas eleições são limpas. Mas um Estado capturado por facções de políticos profissionais continua a ser o meio através do qual são feitas as carreiras na vida pública. Isso quer dizer que elegemos representantes cujos primeiros compromissos não são com os cidadãos, mas com os caciques profissionais dos seus partidos. Vista de baixo, a democracia não é participação de todos, mas a organização de alguns.
Ficaria talvez aqui bem um apelo à mobilização cívica. Mas o quadro institucional foi elaborado para favorecer os partidos e, dentro dos partidos, as direcções partidárias. Por alguma razão, os partidos parlamentares são os mesmos desde 1975 (incluindo o BE, sucessor da UDP e da LCI). Tudo isto dá ao sistema político uma grande estabilidade, mas à custa de uma enorme rigidez. Quando o regime tiver mesmo de mudar, acabará por cair, como aconteceu com outros regimes em 1910, 1926 e 1974. O regime é isto — os “Gonçalves” de todos os partidos e as suas carrinhas –, e quando não for isto, será outro regime.
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Carrinhas, listas e cacicagem na guerra do PSD
http://observador.pt/especiais/carrinhas-listas-e-cacicagem-todos-os-detalhes-da-guerra-pelo-poder-no-psdlisboa/
BASTA VER ESSA COISA DO RACISMO IMPORTADO, DAS PORTAS ABERTAS, DA NACIONALIZAÇÃO NA HORA DEPOIS DOS PORTUGUESES SEREM EXPULSOS E SEM BENS AGORA ATÉ DA VENEZUELA COM OS QUERIDOS CHEIOS DE AFECTOS PELOS REVOLUCIONÁRIOS!
AGORA?OPERÁRIOS E CAMPONESES?TOMEM LÁ UM CAPATAZ ESCURINHO E CLARO VENCIMENTOS DE MERDA FACE A TANTA CONCORRÊNCIA...
Thursday, July 20, 2017
Ó HUGO SOARES HAVENDO UM CAMPEONATO PARA VER QUEM NACIONALIZA MAIS PRETOS QUEM É QUE GANHA?O COSTA OU O PASSOS?
“No PSD não há ninguém mais bem preparado para liderar o partido do que Passos Coelho e eu digo muitas vezes que também não há no país”
Hugo Soares
PÁ A PERGUNTA TEM UMA RESPOSTA FÁCIL.SÓ QUE ESTÁ GUARDADA A 7 CHAVES LÁ NO INR...
Hugo Soares
PÁ A PERGUNTA TEM UMA RESPOSTA FÁCIL.SÓ QUE ESTÁ GUARDADA A 7 CHAVES LÁ NO INR...
SE VIESSEM PARA LISBOA, SETÚBAL OU FARO ACABAVAM POR SER ACUSADOS DE RACISMO...
Solteiro, desempregado, perturbado e iletrado: o perfil do incendiário florestal
08h46 ISABEL PAULO
Este ano já foram detidos pela PJ e GNR 60 incendiários florestais, cinco vezes mais do que até julho de 2016. O último dos suspeitos foi identificado esta quarta-feira e foi detido por atear cinco focos de incêndio para ver bombeiros combater as chamas. Mais uma mente perturbada, traço comum aos autores deste tipo de crimes
E QUANDO EMIGRAM ACABAM POR DAR UMAS FACADAS E LEVAR PRISÃO PERPÉTUA COISA QUE POR CÁ NEM EM SONHOS...
08h46 ISABEL PAULO
Este ano já foram detidos pela PJ e GNR 60 incendiários florestais, cinco vezes mais do que até julho de 2016. O último dos suspeitos foi identificado esta quarta-feira e foi detido por atear cinco focos de incêndio para ver bombeiros combater as chamas. Mais uma mente perturbada, traço comum aos autores deste tipo de crimes
E QUANDO EMIGRAM ACABAM POR DAR UMAS FACADAS E LEVAR PRISÃO PERPÉTUA COISA QUE POR CÁ NEM EM SONHOS...
PARECE QUE UM DIA O MINISTÉRIO PÚBLICO VAI SER EXTINTO...
Ex-comandante operacional do Exército critica Justiça no caso dos Comandos
20.07.2017 às 9h45
http://expresso.sapo.pt/politica/2017-07-20-Ex-comandante-operacional-do-Exercito-critica-Justica-no-caso-dos-Comandos
O general Faria de Menezes faz reparos à acusação judicial sobre sete militares dos Comandos, num post colocado no Facebook esta quarta-feira. “Considero inaceitável que se coloque em risco a coesão das equipas e grupos de combate, aceitando como válida, a acusação formulada por uma Procuradora com ‘ódio patológico’ que visa impedir os militares de cumprir o seu desígnio“. Leia o post na íntegra
Expresso
O ex-comandante operacional das Forças Terrestres, general Faria Menezes, insurgiu-se contra a decisão do Ministério Público de impedir os instrutores do curso de comandos 127 que foram constituídos arguidos de continuar a dar instrução. E acusa a procuradora-adjunta do MP que tem o caso da morte de dois recrutas do curso 127 nas mãos de "ódio patológico" contra os militares.
"COMANDOS.
Existe um permanente paradoxo que importa clarificar.
Precisamos de Tropa Especial para vencer os desafios destas ditas operações de apoio à paz, onde se combate e temos baixas!
Questionamos a necessidade dum rigoroso e exigente treino que garanta a sobrevivência dos nossos Soldados!
Haja bonomia nas apreciações, sem agendas ou julgamentos precipitados, façamos justiça ao desempenho e apure-se os erros e as responsabilidades das fatidicas mortes na instrução.
A preparação desta força de combate assenta no combatente, individualmente robusto e resiliente, proficiente no armamento e na adaptação ao ambiente operacional, na coesão da Equipa de cinco, escolhida entre pares e liderada pelo exemplo e competência, e no Grupo de Combate, reunião de vontade indomável de Saber, Querer e Poder. Trata-se duma fórmula de sucesso testada nos teatros de operações africanos, no Afeganistão e hoje na República Centro Africana. Houve sangue derramado mas todos são unânimes em relatar que voltaram porque o treino duro paga e salva vidas!
Num tempo em que finaliza o aprontamento a segunda Força, considero inaceitável que se coloque em risco a coesão das equipas e grupos de combate, aceitando como válida, a acusação formulada por uma Procuradora com "ódio patológico" que visa impedir os militares de cumprir o seu desígnio. Servir Portugal nos compromissos externos!
Sejamos claros.
Se impedir os acusados de exercerem tarefas de Instrutores em Cursos de Comandos, embora discutível face à inexistência de respetivas medidas de coacção, foi possível de acomodar, mercê do espírito de missão e abnegação do Comandante, dos Oficiais, Sargentos e Praças do Regimento de Comandos, destruir um aprontamento de meses, por interpretação duma norma da UN relativa a crimes sexuais, aceitando, por temor reverencial a grupos políticos de pressão mediática, uma interferência clara no domínio da estratégia militar, constitui um "crime de lesa Pátria ".
Sinto uma incontida revolta pela forma injusta como são tratados os meus concidadãos e militares! Mereciam mais forte Gente!
Sentimos reconhecido orgulho na Força presentemente em operações. Sempre que foi chamada disse Presente e teve sempre contato com grupos armados, com recurso à força letal, defendendo com risco, as populações martirizadas, indiferentes à etnia ou credo. Todos os encómios recebidos pecam por escassos!
São Heróis do nosso presente que em breve regressarão aos seus orgulhosos familiares e amigos.
Vamos unir forças para que os Bravos da segunda Força Nacional Destacada tenham as condições imprescindíveis para conquistar a Sorte.
Na Reserva mas sempre ativo no combate à infâmia!"
ISTO DE COLECTIVOS É DO CARAÇAS.E NEM TODOS GOSTAM DE IR AO TOMAR NO CU...
PS
E COSTA ESTE TEM GENES LÁ DA ÍNDIA...
20.07.2017 às 9h45
http://expresso.sapo.pt/politica/2017-07-20-Ex-comandante-operacional-do-Exercito-critica-Justica-no-caso-dos-Comandos
O general Faria de Menezes faz reparos à acusação judicial sobre sete militares dos Comandos, num post colocado no Facebook esta quarta-feira. “Considero inaceitável que se coloque em risco a coesão das equipas e grupos de combate, aceitando como válida, a acusação formulada por uma Procuradora com ‘ódio patológico’ que visa impedir os militares de cumprir o seu desígnio“. Leia o post na íntegra
Expresso
O ex-comandante operacional das Forças Terrestres, general Faria Menezes, insurgiu-se contra a decisão do Ministério Público de impedir os instrutores do curso de comandos 127 que foram constituídos arguidos de continuar a dar instrução. E acusa a procuradora-adjunta do MP que tem o caso da morte de dois recrutas do curso 127 nas mãos de "ódio patológico" contra os militares.
"COMANDOS.
Existe um permanente paradoxo que importa clarificar.
Precisamos de Tropa Especial para vencer os desafios destas ditas operações de apoio à paz, onde se combate e temos baixas!
Questionamos a necessidade dum rigoroso e exigente treino que garanta a sobrevivência dos nossos Soldados!
Haja bonomia nas apreciações, sem agendas ou julgamentos precipitados, façamos justiça ao desempenho e apure-se os erros e as responsabilidades das fatidicas mortes na instrução.
A preparação desta força de combate assenta no combatente, individualmente robusto e resiliente, proficiente no armamento e na adaptação ao ambiente operacional, na coesão da Equipa de cinco, escolhida entre pares e liderada pelo exemplo e competência, e no Grupo de Combate, reunião de vontade indomável de Saber, Querer e Poder. Trata-se duma fórmula de sucesso testada nos teatros de operações africanos, no Afeganistão e hoje na República Centro Africana. Houve sangue derramado mas todos são unânimes em relatar que voltaram porque o treino duro paga e salva vidas!
Num tempo em que finaliza o aprontamento a segunda Força, considero inaceitável que se coloque em risco a coesão das equipas e grupos de combate, aceitando como válida, a acusação formulada por uma Procuradora com "ódio patológico" que visa impedir os militares de cumprir o seu desígnio. Servir Portugal nos compromissos externos!
Sejamos claros.
Se impedir os acusados de exercerem tarefas de Instrutores em Cursos de Comandos, embora discutível face à inexistência de respetivas medidas de coacção, foi possível de acomodar, mercê do espírito de missão e abnegação do Comandante, dos Oficiais, Sargentos e Praças do Regimento de Comandos, destruir um aprontamento de meses, por interpretação duma norma da UN relativa a crimes sexuais, aceitando, por temor reverencial a grupos políticos de pressão mediática, uma interferência clara no domínio da estratégia militar, constitui um "crime de lesa Pátria ".
Sinto uma incontida revolta pela forma injusta como são tratados os meus concidadãos e militares! Mereciam mais forte Gente!
Sentimos reconhecido orgulho na Força presentemente em operações. Sempre que foi chamada disse Presente e teve sempre contato com grupos armados, com recurso à força letal, defendendo com risco, as populações martirizadas, indiferentes à etnia ou credo. Todos os encómios recebidos pecam por escassos!
São Heróis do nosso presente que em breve regressarão aos seus orgulhosos familiares e amigos.
Vamos unir forças para que os Bravos da segunda Força Nacional Destacada tenham as condições imprescindíveis para conquistar a Sorte.
Na Reserva mas sempre ativo no combate à infâmia!"
ISTO DE COLECTIVOS É DO CARAÇAS.E NEM TODOS GOSTAM DE IR AO TOMAR NO CU...
PS
E COSTA ESTE TEM GENES LÁ DA ÍNDIA...
O PATRICK DRAHI COM 1,2 MILHÕES DE EUROS DADOS AO MUSEU JUDAICO DE LISBOA CONSEGUIU PROVAR SER DESCENDENTE DE 3 FAMÍLIAS JUDIAS ORIUNDAS EM PORTUGAL
Patrick Drahi was born in Casablanca, Morocco to a Jewish family. When he was 15 years old, the family moved to Montpellier, France. His parents are both math teachers. Drahi has an engineering degree from the École Polytechnique university in Paris (a post-graduate degree in optics and electronics).[1][4] He is married and lives in Geneva, Switzerland, with his Syrian Greek Orthodox wife;[5][6] they have four children
TEMOS MAIS UM "PORTUGUÊS" DOS DE GEMA.POR ACASO NÃO É DOS QUE PRECISAM DE SUBSÍDIO PELO MENOS PARA JÁ.MAS A NOSSA CLASSE POLÍTICA COM O COSTA À FRENTE ESSE GRANDE GANDHI DE LISBOA QUE COMO SE SABE AGORA GEREM "DEPENDÊNCIAS" E SALVAM PLANETA POR NOSSA CONTA NUMA DE TODOS IGUAIS, TODOS DIFERENTES ATÉ CONCESSIONARAM OS ATESTADOS DE "PORTUGALIDADE"AOS JUDEUS...
PÁ VAMOS LÁ VER OS JUDEUS FORAM EXPULSOS NO REINADO DE D.MANUEL I DIGA-SE A MANDO DOS REIS ESPANHÓIS.MAS ESTES JUDEUS "IBÉRICOS"JÁ TINHAM VINDO DO NORTE DE ÁFRICA EM 711 DC "INVADINDO" COMO BONS CONQUISTADORES POIS AFINAL SÃO PURA E SIMPLESMENTE UM TRIBO BERBERE CONVERTIDA POR MILAGRE AO JUDAÍSMO...DONDE DE FACTO NÃO HOUVE "EXPULSÃO NENHUMA".SÓ UMA JUSTIÇA TARDIA...
DEPOIS DA DERROTA DE D.SEBASTIÃO OS JUDEUS FARTARAM-SE DE GANHAR O SEU COM OS RESGATES DE PRISIONEIROS, SENDO DE ADMITIR INCLUSIVÉ UMAS INCURSÕES NAS COSTAS ALENTEJANAS E ALGARVIAS PARA QUE O NEGÓCIO SE MANTIVESSE...
AGORA PORQUE ALGUÉM ESCREVEU NO FACEBOOK DAQUELE DEPUTADO DO CDS UM TAL RIBEIRO E CASTRO ELE ESPANTOSAMENTE FEZ ADERIR TODOS OS OUTROS DEPUTADOS ELEITOS PELO ZÉ POVINHO SEM MESMO UM AI...
ESTÃO A VER PORQUE É QUE QUALQUER DIA VAI SER OBRIGATÓRIO IR AO TOMAR NO CU?OLHEM QUE NO BLOCO DE ESQUERDA OS ESFÍNCTERES ATÉ ORGASMAM SÓ DE PENSAREM NISSO... E ATÉ O ANTÓNIO LOBO ANTUNES LHES DEDICARÁ UM SERMÃO...
CONCLUINDO O INDIGENATO BRANCO QUE TÃO BEM TEM VOTADO E COM EXCELENTE INTERPRETAÇÃO TEM QUE INTERIORIZAR QUE ANDA CÁ PARA SERVIR DE CAPACHO, PAGAR SUBSÍDIOS E ACIMA DE TUDO ESTAR AGRADECIDO COM TANTA DEMOCRACIA... E LIBERDADE!!!
PS
NESTA COISA DE "EXPULSÕES" ALGUÉM DEVE RETIRAR LIÇÕES.NUMAS ÉPOCAS É ASSIM E NOUTRAS ASSADO...E NÃO DEVEM CONFIAR EM PAPÉS QUE A TODO O MOMENTO PODEM OUVIR:METAM-NOS NO CU...
TEMOS MAIS UM "PORTUGUÊS" DOS DE GEMA.POR ACASO NÃO É DOS QUE PRECISAM DE SUBSÍDIO PELO MENOS PARA JÁ.MAS A NOSSA CLASSE POLÍTICA COM O COSTA À FRENTE ESSE GRANDE GANDHI DE LISBOA QUE COMO SE SABE AGORA GEREM "DEPENDÊNCIAS" E SALVAM PLANETA POR NOSSA CONTA NUMA DE TODOS IGUAIS, TODOS DIFERENTES ATÉ CONCESSIONARAM OS ATESTADOS DE "PORTUGALIDADE"AOS JUDEUS...
PÁ VAMOS LÁ VER OS JUDEUS FORAM EXPULSOS NO REINADO DE D.MANUEL I DIGA-SE A MANDO DOS REIS ESPANHÓIS.MAS ESTES JUDEUS "IBÉRICOS"JÁ TINHAM VINDO DO NORTE DE ÁFRICA EM 711 DC "INVADINDO" COMO BONS CONQUISTADORES POIS AFINAL SÃO PURA E SIMPLESMENTE UM TRIBO BERBERE CONVERTIDA POR MILAGRE AO JUDAÍSMO...DONDE DE FACTO NÃO HOUVE "EXPULSÃO NENHUMA".SÓ UMA JUSTIÇA TARDIA...
DEPOIS DA DERROTA DE D.SEBASTIÃO OS JUDEUS FARTARAM-SE DE GANHAR O SEU COM OS RESGATES DE PRISIONEIROS, SENDO DE ADMITIR INCLUSIVÉ UMAS INCURSÕES NAS COSTAS ALENTEJANAS E ALGARVIAS PARA QUE O NEGÓCIO SE MANTIVESSE...
AGORA PORQUE ALGUÉM ESCREVEU NO FACEBOOK DAQUELE DEPUTADO DO CDS UM TAL RIBEIRO E CASTRO ELE ESPANTOSAMENTE FEZ ADERIR TODOS OS OUTROS DEPUTADOS ELEITOS PELO ZÉ POVINHO SEM MESMO UM AI...
ESTÃO A VER PORQUE É QUE QUALQUER DIA VAI SER OBRIGATÓRIO IR AO TOMAR NO CU?OLHEM QUE NO BLOCO DE ESQUERDA OS ESFÍNCTERES ATÉ ORGASMAM SÓ DE PENSAREM NISSO... E ATÉ O ANTÓNIO LOBO ANTUNES LHES DEDICARÁ UM SERMÃO...
CONCLUINDO O INDIGENATO BRANCO QUE TÃO BEM TEM VOTADO E COM EXCELENTE INTERPRETAÇÃO TEM QUE INTERIORIZAR QUE ANDA CÁ PARA SERVIR DE CAPACHO, PAGAR SUBSÍDIOS E ACIMA DE TUDO ESTAR AGRADECIDO COM TANTA DEMOCRACIA... E LIBERDADE!!!
PS
NESTA COISA DE "EXPULSÕES" ALGUÉM DEVE RETIRAR LIÇÕES.NUMAS ÉPOCAS É ASSIM E NOUTRAS ASSADO...E NÃO DEVEM CONFIAR EM PAPÉS QUE A TODO O MOMENTO PODEM OUVIR:METAM-NOS NO CU...
Ó PEZARAT DIZ-ME COM QUEM ANDAS E DIR-TE-EI QUEM ÉS
Doutor Pedro Pezarat Correia: o general no seu labirinto
Uma centena de pessoas assistiu à prestação de provas da tese de doutoramento de Pezarat Correia | FERNANDO FONTES / GLOBAL IMAGENS
O general Pedro de Pezarat Correia tornou-se ontem doutor pela Universidade de Coimbra. Aos 85 anos, este capitão de Abril escreveu 500 páginas da história do colonialismo
No chão polido da sala Carlos Ribeiro, no edifício do Colégio de Jesus, uma frase pintada a letras brancas pela Universidade de Coimbra parecia feita para aquele momento: "Portugal de pedra e cal". Sobre ela estava sentada a primeira fila de uma sala a abarrotar, perto de uma centena de pessoas que ontem de manhã quis assistir à prestação de provas da tese de doutoramento de Pedro de Pezarat Correia, o general e capitão de Abril integrante do movimento que gizou a revolução de 1974.
Em cima da mesa, 500 páginas da tese "Descolonização: do protonacionalismo ao pós-colonialismo", orientada por José Manuel Pureza, professor do curso de Relações Internacionais na mesma universidade, deputado pelo Bloco de Esquerda. De resto, havia também alguma esquerda em bloco, naquela sala, para ouvir falar de um tema que conhece bem. Figuras como Otelo Saraiva de Carvalho, Vasco Lourenço ou o general Ramalho Eanes estavam entre a vasta plateia, eles que são parte do mesmo percurso do general Pezarat Correia.
"Quando a sala está assim, cheia, é bom sinal", haveria de dizer quase no final o professor Boaventura Sousa Santos, que integrou o júri do doutoramento, e para quem aquela foi "uma manhã singular, não apenas para a Universidade de Coimbra como para a sociedade portuguesa. Porque aqui está em causa não apenas uma tese nem uma pessoa, mas todo um coletivo, que nos permitiu a todos nós estarmos aqui, que ofereceu a democracia a Portugal".
E é desse capítulo essencial da história do país que trata, afinal, a tese de Pezarat Correia, integrante de seis comissões durante a Guerra Colonial. Nas conclusões, uma frase lapidar: "Sem o 25 de Abril Portugal teria falhado o seu encontro com a descolonização, e sem a descolonização teria falhado o seu encontro com a liberdade."
Mas para início de conversa, o general quis deixar "um contributo para a clarificação do que foi a descolonização, afetada por uma perspetiva viciada do colonizador. Muitos confundiram descolonização com transferência de poderes. E afinal, colonização e descolonização são dinâmicas do mesmo processo histórico e sociológico", lembrou, apontando os anos 60 como a fase mais crítica, que haveria de descambar "numa guerra cuja responsabilidade cabe por inteiro a Salazar", disse o candidato a doutor. Mas a guerra "radicalizou posições e podemos dizer que o feitiço virou-se contra o feiticeiro, pois despertou a sociedade portuguesa para a Guerra Colonial e seus efeitos, o que acabou por ser decisivo no derrube da ditadura", disse.
Pezarat Correia aponta, na sua tese, dois momentos fulcrais no processo da descolonização: o 25 de Abril de 1974, e o 27 de Julho do mesmo ano, em que pela lei 7/74 Portugal reconhecia o direito à independência. "Sempre recusei a tese da descolonização exemplar, ou da descolonização possível. Fez-se o que tinha que ser feito", conclui.
Pela dignidade da descolonização
A tese aponta os casos da independência de Moçambique e Angola como um modelo que "alterou radicalmente o estado geopolítico" e aborda todo o contexto em que decorreu. Pezarat Correia sabe que "ainda há muitos nostálgicos do passado colonial, só que mudaram o discurso".
Depois de ouvir a defesa, o júri do doutoramento (presidido por Teresa Pedroso Lima e ainda composto por Boaventura Sousa Santos, Luís Moita, Marcos Ferreira, Tiago Moreira de Sá, Maria Helena Carreiras e José Manuel Pureza) interpelou o doutorando, que deliciou a assistência com toda a intervenção. Depois de reunir por um período de 20 minutos, deliberou por unanimidade que Pedro de Pezarat Correia, nascido no Porto há 85 anos, é o mais recente doutor da Universidade de Coimbra, onde de resto lecionou geopolítica e geoestratégia, na faculdade de Economia.
"Fui muito feliz aqui", disse, logo ao início. No final, entre os abraços da família e amigos, falou ao DN dessa felicidade de uma vida: "Sinto-me honrado, e sinto que não sou só eu. Há um grupo que está comigo porque viveu o mesmo percurso que eu vivi. E com isto espero conferir dignidade académica, responsabilidade e seriedade ao tratamento de um tema que tem sido tratado muito superficialmente em Portugal, a descolonização". Depois abraçou Otelo, Vasco e Eanes, como no tempo em que sonhavam (juntos) a liberdade.
ESTE ASSUME A ENTREGA E O SALVE-SE QUEM PUDER.E AQUELES AMIGOS TODOS QUE LÁ TINHA.E COM OS AMIGOS DO BLOCO ASSUME AGORA A NOSSA COLONIZAÇÃO AFRICANA COM DIREITO A SUBSÍDIO.UMA EXEMPLAR DEFESA DOS INTERESSES DOS PORTUGUESES INDÍGENAS COMO SE PODE IR OBSERVANDO.MAS HÁ AINDA INIMIGOS A COMBATER.ENTÃO A POLÍCIA UI UI UI...
FICA-ME A DÚVIDA A QUEM É QUE ESTES GAJOS JURARAM DEFENDER ATÉ À ÚLTIMA GOTA DE SANGUE...SENDO ADEPTOS DO TUDO E DO SEU CONTRÁRIO...
PS
QUEM IRIA IMAGINAR QUE DE COMANDANTE DOS CONGOLESES NO LESTE DE ANGOLA NOS VIRIA UM ADEPTO DE O MUNDO AGORA É UM SÓ E POR NOSSA CONTA PARA FAZER SÓ CÁ DENTRO A RAÇA MISTA...QUE LÁ FORA ERA UMA INFÂMIA...
PS1
COM ESTES ELEVADOS PRINCÍPIOS NÃO SEI PARA QUE SERVEM DE FACTO FORÇAS ARMADAS, MINISTÉRIO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS,ADMINISTRAÇÃO INTERNA E OUTROS.TUDO DEVERIA RESUMIR-SE A IMPOSTOS A COBRAR E A DISTRIBUIR IGUALMENTE A QUEM NOS ESCOLHA E MAIS NADA!E A PARTICIPar nas marchas de orgulho gay...
Uma centena de pessoas assistiu à prestação de provas da tese de doutoramento de Pezarat Correia | FERNANDO FONTES / GLOBAL IMAGENS
O general Pedro de Pezarat Correia tornou-se ontem doutor pela Universidade de Coimbra. Aos 85 anos, este capitão de Abril escreveu 500 páginas da história do colonialismo
No chão polido da sala Carlos Ribeiro, no edifício do Colégio de Jesus, uma frase pintada a letras brancas pela Universidade de Coimbra parecia feita para aquele momento: "Portugal de pedra e cal". Sobre ela estava sentada a primeira fila de uma sala a abarrotar, perto de uma centena de pessoas que ontem de manhã quis assistir à prestação de provas da tese de doutoramento de Pedro de Pezarat Correia, o general e capitão de Abril integrante do movimento que gizou a revolução de 1974.
Em cima da mesa, 500 páginas da tese "Descolonização: do protonacionalismo ao pós-colonialismo", orientada por José Manuel Pureza, professor do curso de Relações Internacionais na mesma universidade, deputado pelo Bloco de Esquerda. De resto, havia também alguma esquerda em bloco, naquela sala, para ouvir falar de um tema que conhece bem. Figuras como Otelo Saraiva de Carvalho, Vasco Lourenço ou o general Ramalho Eanes estavam entre a vasta plateia, eles que são parte do mesmo percurso do general Pezarat Correia.
"Quando a sala está assim, cheia, é bom sinal", haveria de dizer quase no final o professor Boaventura Sousa Santos, que integrou o júri do doutoramento, e para quem aquela foi "uma manhã singular, não apenas para a Universidade de Coimbra como para a sociedade portuguesa. Porque aqui está em causa não apenas uma tese nem uma pessoa, mas todo um coletivo, que nos permitiu a todos nós estarmos aqui, que ofereceu a democracia a Portugal".
E é desse capítulo essencial da história do país que trata, afinal, a tese de Pezarat Correia, integrante de seis comissões durante a Guerra Colonial. Nas conclusões, uma frase lapidar: "Sem o 25 de Abril Portugal teria falhado o seu encontro com a descolonização, e sem a descolonização teria falhado o seu encontro com a liberdade."
Mas para início de conversa, o general quis deixar "um contributo para a clarificação do que foi a descolonização, afetada por uma perspetiva viciada do colonizador. Muitos confundiram descolonização com transferência de poderes. E afinal, colonização e descolonização são dinâmicas do mesmo processo histórico e sociológico", lembrou, apontando os anos 60 como a fase mais crítica, que haveria de descambar "numa guerra cuja responsabilidade cabe por inteiro a Salazar", disse o candidato a doutor. Mas a guerra "radicalizou posições e podemos dizer que o feitiço virou-se contra o feiticeiro, pois despertou a sociedade portuguesa para a Guerra Colonial e seus efeitos, o que acabou por ser decisivo no derrube da ditadura", disse.
Pezarat Correia aponta, na sua tese, dois momentos fulcrais no processo da descolonização: o 25 de Abril de 1974, e o 27 de Julho do mesmo ano, em que pela lei 7/74 Portugal reconhecia o direito à independência. "Sempre recusei a tese da descolonização exemplar, ou da descolonização possível. Fez-se o que tinha que ser feito", conclui.
Pela dignidade da descolonização
A tese aponta os casos da independência de Moçambique e Angola como um modelo que "alterou radicalmente o estado geopolítico" e aborda todo o contexto em que decorreu. Pezarat Correia sabe que "ainda há muitos nostálgicos do passado colonial, só que mudaram o discurso".
Depois de ouvir a defesa, o júri do doutoramento (presidido por Teresa Pedroso Lima e ainda composto por Boaventura Sousa Santos, Luís Moita, Marcos Ferreira, Tiago Moreira de Sá, Maria Helena Carreiras e José Manuel Pureza) interpelou o doutorando, que deliciou a assistência com toda a intervenção. Depois de reunir por um período de 20 minutos, deliberou por unanimidade que Pedro de Pezarat Correia, nascido no Porto há 85 anos, é o mais recente doutor da Universidade de Coimbra, onde de resto lecionou geopolítica e geoestratégia, na faculdade de Economia.
"Fui muito feliz aqui", disse, logo ao início. No final, entre os abraços da família e amigos, falou ao DN dessa felicidade de uma vida: "Sinto-me honrado, e sinto que não sou só eu. Há um grupo que está comigo porque viveu o mesmo percurso que eu vivi. E com isto espero conferir dignidade académica, responsabilidade e seriedade ao tratamento de um tema que tem sido tratado muito superficialmente em Portugal, a descolonização". Depois abraçou Otelo, Vasco e Eanes, como no tempo em que sonhavam (juntos) a liberdade.
ESTE ASSUME A ENTREGA E O SALVE-SE QUEM PUDER.E AQUELES AMIGOS TODOS QUE LÁ TINHA.E COM OS AMIGOS DO BLOCO ASSUME AGORA A NOSSA COLONIZAÇÃO AFRICANA COM DIREITO A SUBSÍDIO.UMA EXEMPLAR DEFESA DOS INTERESSES DOS PORTUGUESES INDÍGENAS COMO SE PODE IR OBSERVANDO.MAS HÁ AINDA INIMIGOS A COMBATER.ENTÃO A POLÍCIA UI UI UI...
FICA-ME A DÚVIDA A QUEM É QUE ESTES GAJOS JURARAM DEFENDER ATÉ À ÚLTIMA GOTA DE SANGUE...SENDO ADEPTOS DO TUDO E DO SEU CONTRÁRIO...
PS
QUEM IRIA IMAGINAR QUE DE COMANDANTE DOS CONGOLESES NO LESTE DE ANGOLA NOS VIRIA UM ADEPTO DE O MUNDO AGORA É UM SÓ E POR NOSSA CONTA PARA FAZER SÓ CÁ DENTRO A RAÇA MISTA...QUE LÁ FORA ERA UMA INFÂMIA...
PS1
COM ESTES ELEVADOS PRINCÍPIOS NÃO SEI PARA QUE SERVEM DE FACTO FORÇAS ARMADAS, MINISTÉRIO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS,ADMINISTRAÇÃO INTERNA E OUTROS.TUDO DEVERIA RESUMIR-SE A IMPOSTOS A COBRAR E A DISTRIBUIR IGUALMENTE A QUEM NOS ESCOLHA E MAIS NADA!E A PARTICIPar nas marchas de orgulho gay...
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