Estamos a falar do PCP. Vasco Pulido Valente vai esperar Álvaro Cunhal ao aeroporto logo a seguir. Porque decidiu fazer isso?
Por duas razões. Eu tinha combinado com a Maria Filomena Mónica, com quem eu vivia na altura, que se ela fosse esperar o Soares eu ia esperar o Cunhal. E os meus pais, que conheciam o dito Cunhal da juventude, embora nenhum deles já fosse PC nessa altura, foram-no esperar e disseram que gostariam muito que eu fosse também. E eu fui ver o Cunhal. E foi a primeira vez que eu tive uma "intimation" do que se ia seguir. Parte daquilo foi uma cópia da chegada do Lenine à estação da Finlândia.
Mas o PCP tem outra teoria sobre isso: a chaimite estava lá porque o Jaime Neves a mandou.
Diz o PCP. E a menina que estava em cima da chaimite e lhe deu as flores também foi enviada pelo Jaime Neves? E o discurso em si? Tinha sido tudo planeado.
Aqui há dias escreveu uma crónica extraordinária no "Público" sobre como era a vida da classe média, média- -alta antes do 25 de Abril, sempre concentrada na poupança, em que ir ao cinema ou ao café era um acontecimento. No entanto, o Vasco vinha de uma família privilegiada.
Não éramos da classe média-alta.
O seu pai era engenheiro.
O meu pai era engenheiro, mas não havia muito dinheiro em casa.
Quando é que se lembra de começar a ter consciência política? Os seus pais eram politizados...
Os meus pais saíram do PCP quando foram as grandes purgas na Hungria, em que os soviéticos mataram as grandes elites nacionalistas, nos anos 50. Cortaram com o partido, mas continuaram a colaborar, porque eram amigos das pessoas, tinham contactos. A minha mãe levava os filhos deles aos médicos amigos do meu avô, que eram de confiança. Às vezes ficavam de noite cá em casa, quando precisavam. Era uma casa segura. O meu pai guardava-lhes o dinheiro, porque não podiam pôr o dinheiro no banco nem andar com ele no bolso. E quando eram precisos transportes também os transportava. O meu pai tinha um carro, o que nessa altura era considerado um luxo. Eram raras as pessoas que tinham carro. O carro não era do meu pai, era da companhia de que ele era director. Não se tratava de serem militantes do PC, eram pessoas de quem eles eram amigos. A Cândida Ventura, o Octávio Pato. Tratavam deles como amigos, não como comunistas.
AFINAL HAVIA REPRESSÃO DURÍSSIMA, CENSURA,PIDE,PRISÕES MAS MUITA MALTA COMO VPV...E A TROPA ESTÚPIDA CLARO...
Friday, April 25, 2014
Ó FERNANDES PODIAS ESTICAR UM POUCO MAIS A PROSA E DIZERES PORQUE É QUE NÃO ANDAS NO TEU ELDORADO...
Quando é que estava no 25 de Abril?
por FERREIRA FERNANDES
Para mim, a pergunta certa não é "onde", é "quando": "Quando é que estava no 25 de Abril?" Eu digo: "Eu estava ontem. Já ontem, a 24, eu estava a 25." Não ponho o facto ao peito, digo-o porque foi assim. Em 1974, já a 24 de abril, eu estava no que o dia seguinte iria proclamar. E em abril de 73 e 72, e antes e antes... E dou comigo aos 20 anos, já em 1969, a agir em consequência do essencial que significou o 25 de Abril para o meu mundo: dizer não à Guerra Colonial. Com gente boa e admirável, e outra não, de todas as raças, o meu bairro, a minha cidade e o meu país eram marcados por serem coloniais. Isso é um pecado histórico. O colonialismo fixa relações de desigualdade e tem a estupidez de julgar que as pode manter perpétuas. Não foi ideologia nenhuma que me levou, foi um sentimento de pertença: esta é a minha terra, disse eu de Angola, apesar de ser branco e por ser branco. Apesar, porque tendo sido tão poucos a 24 de abril a já termos decidido pelo nacionalismo, alguma coisa haveria de nos afastar dessa escolha; por, porque nunca deixei de amar os meus pais. Na minha Angola cabia a memória da chegada a Luanda do meu pai e do seu irmão, adolescentes solitários e pobres. Fossem simples emigrantes, eram admiráveis; sendo colonos, carregavam o pecado... Também por eles cortei com o colonialismo. Como me disse José Eduardo Agualusa: "Não foste desertor, tu escolheste o lado que era o teu." Exato, amigo, não desertei de escolher.
MAS PRONTOS NÃO ÉS SÓ TU PÁ.HÁ MUITOS...E COMO SE PODE VER NÃO ESTÃO NO DESEMPREGO...E ALGUNS ATÉ SÃO PRETINHOS...MAS QUE NÃO SE FALE AGORA EM "COLONIALISMO" APESAR DE SER O DOIS EM UM:ESCOLHEM-NOS E AINDA PAGAMOS POR CIMA...
JÁ A POLÍTICA DE "UM PAÍS, DOIS SISTEMAS" DO GRANDE CAPITALISTA DO SOBADO NÃO AFLIGE A "INTELECTUALIDADE".O FERNANDES SE DURAR O TEMPO SUFICIENTE AINDA UM DIA VAI SER ALIADO DA AFRICANIDADE DA LINHA DE SINTRA QUE POR "REFERENDO" QUERERÁ A AUTONOMIA E INDEPENDÊNCIA, COMO NOS CASOS DE S.TOMÉ E CABO VERDE...DE QUE SE SAFARAM A MADEIRA E OS AÇORES POR NÃO TEREM PRETOS...
CONTINUA LÁ O TEU TRABALHINHO DE SAPA PORQUE OS DA TUA LAIA SÓ PENSAM NAS LIBERDADES E NAS DEMOCRACIAS AVANÇADAS COMO SE PODE VER NA GUINÉ, EM ANGOLA E MOÇAMBIQUE...QUE LIBERTOS DO JUGO DOCOLONIALISMO ANDAM NUM BRINQUINHO E É SÓ FELICIDADE.COMO CÁ CLARO...
por FERREIRA FERNANDES
Para mim, a pergunta certa não é "onde", é "quando": "Quando é que estava no 25 de Abril?" Eu digo: "Eu estava ontem. Já ontem, a 24, eu estava a 25." Não ponho o facto ao peito, digo-o porque foi assim. Em 1974, já a 24 de abril, eu estava no que o dia seguinte iria proclamar. E em abril de 73 e 72, e antes e antes... E dou comigo aos 20 anos, já em 1969, a agir em consequência do essencial que significou o 25 de Abril para o meu mundo: dizer não à Guerra Colonial. Com gente boa e admirável, e outra não, de todas as raças, o meu bairro, a minha cidade e o meu país eram marcados por serem coloniais. Isso é um pecado histórico. O colonialismo fixa relações de desigualdade e tem a estupidez de julgar que as pode manter perpétuas. Não foi ideologia nenhuma que me levou, foi um sentimento de pertença: esta é a minha terra, disse eu de Angola, apesar de ser branco e por ser branco. Apesar, porque tendo sido tão poucos a 24 de abril a já termos decidido pelo nacionalismo, alguma coisa haveria de nos afastar dessa escolha; por, porque nunca deixei de amar os meus pais. Na minha Angola cabia a memória da chegada a Luanda do meu pai e do seu irmão, adolescentes solitários e pobres. Fossem simples emigrantes, eram admiráveis; sendo colonos, carregavam o pecado... Também por eles cortei com o colonialismo. Como me disse José Eduardo Agualusa: "Não foste desertor, tu escolheste o lado que era o teu." Exato, amigo, não desertei de escolher.
MAS PRONTOS NÃO ÉS SÓ TU PÁ.HÁ MUITOS...E COMO SE PODE VER NÃO ESTÃO NO DESEMPREGO...E ALGUNS ATÉ SÃO PRETINHOS...MAS QUE NÃO SE FALE AGORA EM "COLONIALISMO" APESAR DE SER O DOIS EM UM:ESCOLHEM-NOS E AINDA PAGAMOS POR CIMA...
JÁ A POLÍTICA DE "UM PAÍS, DOIS SISTEMAS" DO GRANDE CAPITALISTA DO SOBADO NÃO AFLIGE A "INTELECTUALIDADE".O FERNANDES SE DURAR O TEMPO SUFICIENTE AINDA UM DIA VAI SER ALIADO DA AFRICANIDADE DA LINHA DE SINTRA QUE POR "REFERENDO" QUERERÁ A AUTONOMIA E INDEPENDÊNCIA, COMO NOS CASOS DE S.TOMÉ E CABO VERDE...DE QUE SE SAFARAM A MADEIRA E OS AÇORES POR NÃO TEREM PRETOS...
CONTINUA LÁ O TEU TRABALHINHO DE SAPA PORQUE OS DA TUA LAIA SÓ PENSAM NAS LIBERDADES E NAS DEMOCRACIAS AVANÇADAS COMO SE PODE VER NA GUINÉ, EM ANGOLA E MOÇAMBIQUE...QUE LIBERTOS DO JUGO DOCOLONIALISMO ANDAM NUM BRINQUINHO E É SÓ FELICIDADE.COMO CÁ CLARO...
Thursday, April 24, 2014
O SOBADO DE LISBOA QUASE FORA...

Alors que les propositions se multiplient sur l'opportunité d'une Europe plus réduite mais plus fonctionnelle, le secrétaire national de l'UMP Vincent Le Biez propose une Europe à trois cercles avec un noyau dur de 6 pays.
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O FIM DO INTERNACIONALISMO ESTÁ PRÓXIMO...
A OBRA DA MAIS BEM PREPARADA GERAÇÃO DE SEMPRE SOB A ESCLARECIDA CHEFIA DOS BOYS DO REGIME...
Português, espanhóis e gregos na corrida a ferry rejeitado pelo Açores
Viana do Castelo "Atlântida" deveria render 50 milhões, mas venda deverá ser feita por menos de 20
Publicado às 00.15
LUÍS HENRIQUE OLIVEIRA
Uma empresa de Mário Ferreira, dono da Douro Azul, um grupo espanhol e outro grego são os concorrentes à compra do ferryboat Atlântida, embarcação construída pelos estaleiros de Viana que viria a ser rejeitada pelos Açores.
Em comunicado, o júri do concurso (lançado a 12 de março passado) refere que apenas as três propostas deram entrada até ao fim do procedimento, que encerrou às 11 horas de ontem. Agora, o júri procederá à verificação das propostas, para a realização do relatório. Uma vez conhecido o teor do documento, os interessados dispõem de 10 dias para formular nova proposta. Isto é, melhorar o valor já apresentado pela embarcação, que, ao que o JN apurou, terá sido de 13 milhões de euros, sete milhões abaixo do último valor de referência conhecido, de cerca de 20 milhões, atribuído pela administração da empresa, no ano passado.
FOI COISA QUE COMEÇOU ALIÁS IMEDIATAMENTE APÓS A "LIBERDADE".UMA IMENSA BANDALHEIRA O QUE FACILITA A VIDA AOS CHICOS-ESPERTOS CORRUPTOS...
A COISA DEPOIS RESOLVE-SE COM O FIM DOS DIREITOS ADQUIRIDOS COISA QUE NO REGIME "FASSISTA" ERA COISA SAGRADA...
COM A NOVA MODALIDADE EM VIGOR DO "ESTADO DE DIREITO" E COM A CONSTITUIÇÃO A MANDAR LOGO PAGAR A QUEM CÁ META UM PÉ NÃO SE QUEIXEM DE IR FICANDO ESCRAVOS.MAS EM "LIBERDADE"...E COM "LIBERDADE" E "GARANTIAS" PARA A LIBERTINAGEM E CORRUPTOS DEMOCRATAS...
Viana do Castelo "Atlântida" deveria render 50 milhões, mas venda deverá ser feita por menos de 20
Publicado às 00.15
LUÍS HENRIQUE OLIVEIRA
Uma empresa de Mário Ferreira, dono da Douro Azul, um grupo espanhol e outro grego são os concorrentes à compra do ferryboat Atlântida, embarcação construída pelos estaleiros de Viana que viria a ser rejeitada pelos Açores.
Em comunicado, o júri do concurso (lançado a 12 de março passado) refere que apenas as três propostas deram entrada até ao fim do procedimento, que encerrou às 11 horas de ontem. Agora, o júri procederá à verificação das propostas, para a realização do relatório. Uma vez conhecido o teor do documento, os interessados dispõem de 10 dias para formular nova proposta. Isto é, melhorar o valor já apresentado pela embarcação, que, ao que o JN apurou, terá sido de 13 milhões de euros, sete milhões abaixo do último valor de referência conhecido, de cerca de 20 milhões, atribuído pela administração da empresa, no ano passado.
FOI COISA QUE COMEÇOU ALIÁS IMEDIATAMENTE APÓS A "LIBERDADE".UMA IMENSA BANDALHEIRA O QUE FACILITA A VIDA AOS CHICOS-ESPERTOS CORRUPTOS...
A COISA DEPOIS RESOLVE-SE COM O FIM DOS DIREITOS ADQUIRIDOS COISA QUE NO REGIME "FASSISTA" ERA COISA SAGRADA...
COM A NOVA MODALIDADE EM VIGOR DO "ESTADO DE DIREITO" E COM A CONSTITUIÇÃO A MANDAR LOGO PAGAR A QUEM CÁ META UM PÉ NÃO SE QUEIXEM DE IR FICANDO ESCRAVOS.MAS EM "LIBERDADE"...E COM "LIBERDADE" E "GARANTIAS" PARA A LIBERTINAGEM E CORRUPTOS DEMOCRATAS...
NÃO ME DIGAM QUE A CÂMARA DE BRAGA NÃO TINHA RADARES CONTRA QUEDA DE MUROS...
Três mortos e três feridos em queda de muro em Braga
É QUE O MODERNO É SACAR DINHEIRO AO PACATO CIDADÃO TORNANDO-O CULPADO DUMA COISA QUALQUER E MESMO NAS MODERNAS AUTO-ESTRADAS AINDA NÃO PAGAS...
É QUE O MODERNO É SACAR DINHEIRO AO PACATO CIDADÃO TORNANDO-O CULPADO DUMA COISA QUALQUER E MESMO NAS MODERNAS AUTO-ESTRADAS AINDA NÃO PAGAS...
OS GRANDES GESTORES DOS PREJUÍZOS PÚBLICOS SÃO SEMPRE UMAS SUMIDADES.HÁ UM ANO A PRATA ANDAVA A QUASE UM EURO O GRAMA E NADA , AGORA QUE ANDA A MENOS DE METADE É QUE LHES DEU A VONTADE DE VENDER...
Venda de moedas do Euro 2004 à espera do Banco de Portugal
Há meses que a sociedade que ficou com os activos tóxicos do BPN diz querer concretizar a venda de moedas do Euro 2004 no mais curto prazo possível. A Parups espera aval de Carlos Costa para conseguir aliená-las e reduzir dívida com a CGD.
MAS PRONTOS O COSTA DO GRANDE BANCO TAMBÉM TEM ANDADO A VENDER OS RESTOS DA "PESADA HERANÇA" PARA NÃO DEIXAR CAIR O PRIMEIRO SOBADO DA EUROPA...
Há meses que a sociedade que ficou com os activos tóxicos do BPN diz querer concretizar a venda de moedas do Euro 2004 no mais curto prazo possível. A Parups espera aval de Carlos Costa para conseguir aliená-las e reduzir dívida com a CGD.
MAS PRONTOS O COSTA DO GRANDE BANCO TAMBÉM TEM ANDADO A VENDER OS RESTOS DA "PESADA HERANÇA" PARA NÃO DEIXAR CAIR O PRIMEIRO SOBADO DA EUROPA...
DANOS COLATERAIS DO INTERNACIONALISMO MILITANTE QUE É O MESMO QUE DIZER QUE A GUERRILHA CÁ DENTRO É QUE É BOM...
Roubo e explosões em caixas multibanco
LUSA 24/04/2014 - 08:45
O roubo ocorreu em Benavente e as explosões em Sintra e em Loures. Não se sabe se os casos estão relacionados.
ANDAM A LUTAR CONTRA AS DIFERENÇAS E DESIGUALDADES...E SÃO VALENTES!
LUSA 24/04/2014 - 08:45
O roubo ocorreu em Benavente e as explosões em Sintra e em Loures. Não se sabe se os casos estão relacionados.
ANDAM A LUTAR CONTRA AS DIFERENÇAS E DESIGUALDADES...E SÃO VALENTES!
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