Tuesday, February 18, 2014

Ó MOEDAS A REFORMA DO SISTEMA POLÍTICO PÁ.SEM ISSO ...

A solução é simples: reformar, reformar, reformar'


18 de Fevereiro, 2014

O secretário de Estado adjunto do Primeiro Ministro, Carlos Moedas, disse hoje que a solução é "reformar" e que o trabalho reformista "é contínuo", adiantando que já foram executadas 400 medidas do memorando de entendimento acordado com a 'troika'.

SÃO DEMASIADOS E CHEIOS DE VÍCIOS...

O PASSOS AINDA VAI VOLTAR AO PCP...DEPOIS DE VER VOAR COMO AS GAIVOTAS OS VOTOS DOS CONFISCADOS...



É QUE O RAPAZ NACIONALIZOU SÓ EM 2011 E 2012 180000 POBRES DO PLANETA.QUANTOS EM 2013?O TUDO PELOS CUCOS A PAGAR PELOS ALEGADOS DIREITOS ADQUIRIDOS MAS SÓ NAS PENSÕES E REFORMAS VAI DAR NAQUILO QUE SE ACONSELHA:VOTAR EM BRANCO POIS QUE NÃO EXISTE PARTIDO NENHUM CONFIÁVEL E NACIONALISTA...

Ó EDITE EDITE VÊ NO QUE TE ANDAS A METER.CRIMINALIZAR A PANELEIRAGEM QUE PAGA PARA LHES IREM AO CU?

Parlamento Europeu discute se clientes de prostitutas devem ser criminalizados

Edite Estrela, da Comissão dos Direitos da Mulher e Igualdade de Género do Parlamento Europeu, diz que desfecho é imprevisível.

OI BLOCO CUIDADO COM ESTA LEGISLAÇÃO.ESTOU A VER AS PRISÕES A ENCHEREM-SE DE GAJOS EM QUE O CU É DELES...

PS

PÁ AQUELE SOCIÓLOGO QUE DIZ QUE QUEM MAIS COMBATE MAIS QUER NÃO ME CONVENCE A DESISTIR PÁ.UMA CHATICE...

Ó BERNARDINO OLHA A PROVA DO ALGODÃO...

ONU acusa Coreia do Norte de crimes contra a Humanidade


Um relatório que irá ser divulgado hoje pela Organização das Nações Unidas (ONU) acusa a Correia do Norte e o seu líder, Kim Jong-un, de cometer sistemáticos crimes contra a humanidade, cometidos contra os seus cidadãos.

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N Korean crimes 'like those of Nazis'
North Korean leader Kim Jong-un
UN inquiry chairman writes to Kim Jong-un warning he could face trial for crimes against humanity

PÁ NÃO METAS NENHUM BAIRRO SOCIAL MULTICULTURAL AO PÉ DO TEU CHEFE...

Ó MENDÃO DE QUEM É O CU?E QUANTAS "MAIS VALIAS" QUE NEM SÃO "NOSSAS" ESTÃO NAS TUAS LISTAS?

Sida. Associação denuncia racionamento de medicação


Levantamento de dificuldades já foi entregue ao Ministério da Saúde, que não o divulga. GAT diz que é urgente agir: desde o ano passado receberam 276 queixas de doentes e cada vez é mais difícil marcar consultas para novos casos, denuncia Luís Mendão
Faz um ano que o Ministério da Saúde impôs novas regras para a garantir a dispensa adequada de medicação a doentes com VIH/sida, mas os problemas mantêm-se. A denúncia é do presidente do GAT - Grupo Português de Activistas para Tratamentos de VIH/sida. Luís Mendão exige que a tutela torne público o relatório sobre as dificuldades de acesso a medicação nos hospitais, solicitado pelo secretário de Estado da Saúde Fernando Leal da Costa à Direcção-Geral da Saúde no final do ano passado.

UM SIDOSO CUSTA MAIS DO QUE UM DOUTORADO AO SNS, PAGO PELO "CONTRIBUINTE" MUITO POUQUINHOS POIS É SABIDO QUE MAIS DE 55% DA POPULAÇÃO NEM SEQUER IRS PAGA.MAS OS INTERNACIONALISTAS-HUMANISTAS-INTERPRETADORES QUEREM SALVAR TODO O PLANETA DIZENDO-NOS QUE NINGUÉM É ILEGAL...E DISTRIBUINDO O "PASSAPORTE" A EITO...DEPOIS VEM A PARTE GAGA QUE É O INDIGENATO IR FICANDO ESCRAVO DESTE PROGRESSISMO TRAIDOR...E ISTO DEPOIS DA ENTREGA DE TUDO O QUE TINHA PRETO E NÃO ERA NOSSO...

Monday, February 17, 2014

SE O MADURO MANDAR COMPRAR CÃES CUIDEM-SE...QUE O FAROL É A COREIA DO NORTE...

Venezuela
Fotógrafo português agredido e detido na Venezuela fala ao CM
Jornalista perdeu a câmara fotográfica e as lentes, além de todas as fotos que já tinha tirado.

Onze jornalistas foram detidos - um deles é português - e, pelo menos, 20 ficaram feridos na Venezuela quando faziam a cobertura de protestos da oposição, denunciou o Sindicato Nacional de Trabalhadores da Imprensa (SNTP).
O fotojornalista português freelancer Eduardo Leal - que trabalha maioritariamente na América do Sul - estava, juntamente com outros profissionais, a fotografar a manifestação dos estudantes, a 12 de fevereiro, quando foram detido pela polícia. "Primeiro fui agredido com um soco, tentei fugir mas surgiram mais dois agentes que me bateram e atiraram ao chão," descreveu o fotojornalista ao Correio da Manhã, via Facebook.
Mas os incidentes não ficaram por aqui: "Arrancaram-me a câmara, eu ainda a tentei segurar pela fita que estava a volta do meu pescoço, mas devido às agressões não consegui resistir por muito tempo." E é nessa altura que é levado para a esquadra do Cuerpo de Investigaciones Científicas, Penales y Criminalísticas, o equivalente à Policia Judiciária em Portugal.
Eduardo Leal ficou detido durante cerca de dez horas. "Estive lá entre as cinco da tarde até as três da manhã", e quando saiu não trouxe nenhum ‘recado' mas acredita que esta ação da polícia foi um aviso aos jornalistas: "Não recebi nenhuma ameaça, mas eu acho que foi feita a partir do momento que atacaram os jornalistas que apenas cumpriam a sua função."
Além dos físicos e psicológicos há ainda os prejuízos materiais: "Nunca mais recuperei a câmara, nem todo o trabalho que tinha produzido durante a manifestação. Desapareceu tudo com os agentes que me prenderam."
Eduardo Leal sabe que recuperar a câmara e as lentes que foram confiscadas é praticamente impossível, "possivelmente já foram vendidas," lamenta.
Mas o incidente não assustou o fotojornalista, que agora só precisa de voltar ao apartamento onde está instalado para ir buscar o material suplente e retomar a sua actividade profissional. "Tenho que continuar a fazer o meu trabalho e mostrar o que se passa," afirmou.
Eduardo Leal foi agredido e detido pela polícia Venezuelana enquanto fotografava uma manifestação

Fotógrafo português interrogado no departamento "anti-terrorismo"
Eduardo Leal foi "maltratado por homens fardados" e ouvido no departamento "anti-terrorismo" da polícia venezuelana, disse à Lusa o seu advogado.
"Acompanhei-o ao departamento de anti-terroismo do Corpo de Investigações Científicas e Criminalísticas (CICPC, antiga Polícia Técnica Judiciária) e depois de fazer valer os direitos dele, porque não queriam que fosse acompanhado por um advogado, esperei que fosse chamado e entrevistado", disse Inácio Pereira.
Em declarações à Agência Lusa o advogado explicou que o interrogatório, que presenciou, "foi um procedimento normal para estes casos".
"Ele não tinha telefone, disse-me que tinha perdido a câmara fotográfica e o telemóvel. Também [disse] que tinha sido bastante maltratado por umas pessoas que não conseguiu identificar, mas que estavam fardadas de preto e tinham colete anti-balas", frisou.
Questionado sobre se os agressores do fotógrafo português seriam polícias, o advogado explicou que Eduardo Leal "não pôde identificá-los", mas admitiu que "se lhe puseram algemas e o levaram para a polícia judicial, em Parque Carabobo (centro de Caracas), deviam ser polícias".

POR CÁ OS GAJOS DO QUANTO PIOR MELHOR NEM UM AI.TUDO O QUE NÃO SEJA OBRA DO SALAZAR NÃO LHES INTERESSA...

E AINDA EXISTEM POR LÁ MAIS 30000 À PROCURA DA FELICIDADE ENTRE O HOMEM BRANCO GOVERNADO POR MARXISTAS KULTURAIS...

Cien inmigrantes entran en Melilla en un asalto a la valla
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Los subsaharianos se dispersaron en varios grupos por la ciudad autónoma y se despojaron de sus camisetas para hacer más difícil sus detenciones.



IMAGINEM QUEM É QUE VAI PAGAR ESTA FELICIDADE...