Dengue: Portugal envia equipa médica para Cabo Verde Inserido em 06-11-2009 23:50
Portugal vai enviar ajuda para o combate à epidemia de dengue em Cabo Verde, em resposta ao apelo de auxilio internacional lançado pelo Governo daquele país.
A equipa portuguesa arranca este sábado para a Cidade da Praia, onde se vai juntar ao infecciologista Kamal Mansinho, é constituída por quatro médicos e quatro enfermeiros dos Hospitais da Universidade de Coimbra.
SEGINDO O DN VÊM 1000 DOENTES POR ANOS TRATAR-SE A PORTUGAL.TUDO POR CONTA DO RESPECTIVOS CONTRIBUINTES.NÃO DISSERAM É QUANTOS REGRESSAM TODOS OS ANOS.
DEPOIS DA SABOROSA MAIORIA EM LISBOA DADA PELA MULTICULTURALIDADE POR NOSSA CONTA JÁ FOI FEITA A PROMESSA DE PODEREM VIR A VOTAR NAS LEGISLATIVAS...
OS INDÍGENAS EMIGRADOS ESSES SÓ ENCONTRAM OBSTÁCULOS PARA PODEREM EXERCER O SEU DIREITO A VOTAR.É SÓ DIFICULDADES...
PARA QUANDO UM LEVANTAMENTO EXAUSTIVO DE QUANTO NOS CUSTA A "COOPERAÇÃO" E QUAIS AS CONTRAPARTIDAS OBTIDAS?É QUE COM UM DÉFICE ANUAL DE 10% NALGUM LADO SE TEM QUE CORTAR...E CALHAR SEMPRE AOS MESMOS, AQUELES QUE EFECTIVAMENTE PAGAM IMPOSTOS, JÁ CHEIRA MAL.
Saturday, November 7, 2009
O JAS E O "CASAMENTO" PANELEIRO E LÉSBICO
A homossexualidade está na moda?
Publicação: 06 November 09 12:00 AM
O casamento entre homossexuais tornou-se um dos ex libris do PS. Melhor: um dos ex libris do PS de Sócrates – visto que o PS de Guterres era muito mais cauteloso em matéria de costumes. Não fosse Guterres católico praticante.
Julgo que, para esta abertura de Sócrates aos novos ventos, muito contribuiu a sua relação com Fernanda Câncio – que curiosamente chegou a ser minha jornalista no Expresso. Era na altura uma jovem vistosa mas profissionalmente discreta, que escrevia (e assinava) a duas mãos com uma colega, pelo que nunca se revelou.
Saiu dali para trabalhar na Elle, na época em que esta era dirigida por Margarida Marante. E foi Marante quem um dia me disse: «Tenho cá uma excelente jornalista que veio aí do Expresso». Fiquei à espera do nome. E confesso que me surpreendi quando ela disse: «A Fernanda Câncio».
Segundo julgo, foi também Margarida Marante quem apresentou Câncio a Sócrates. Este era um dos colaboradores residentes de um programa de Marante na SIC chamado Sete à Sexta, e Fernanda Câncio fazia parte da equipa do programa – o que propiciou a aproximação. Esta época revelar-se-ia, aliás, decisiva para o actual primeiro-ministro, não só porque conheceu a futura namorada mas também porque foi aí que iniciou a sua ascensão rumo ao poder.
Como?
Na sequência dessa colaboração na SIC, Sócrates foi convidado por Emídio Rangel (que entretanto se mudara para a RTP) para um programa semanal de debate, em que tinha como adversário Santana Lopes. Os debates correram bem a Sócrates, que desse modo foi catapultado para a ‘primeira divisão’ da política portuguesa.
‘P OR trás de um grande homem está sempre uma grande mulher’, diz o ditado. No caso de José Sócrates, está uma mulher que o tem influenciado no sentido do apoio a rupturas sociais.
O problema não teria importância se Sócrates não fosse primeiro-ministro e não quisesse transformar essas ‘causas’ em ‘assuntos de Estado’. A verdade é que, se pudesse, Sócrates já teria feito aprovar o casamento entre homossexuais, a adopção por casais homossexuais, a eutanásia, etc.
Sou em geral contra estas rupturas – e logo à partida contra o casamento entre homossexuais. Uma sociedade organizada vive de referências. E uma das principais referências é a família, da qual o casamento é o acto fundador.
Ora uma relação entre homossexuais é uma coisa diferente. Não é o acto fundador de uma família. Tem um carácter mais efémero, até porque não pode haver descendentes: dois homens ou duas mulheres que decidam viver juntos renunciam a ter filhos comuns.
Mexer nestas coisas é baralhar referências – e representa abrir uma caixa de Pandora.
Quando se debate homossexualidade convém separar duas coisas: a ‘propensão genética’ e o ‘fenómeno de moda’ ou de imitação.
Não há dúvida de que existem pessoas com inclinações homossexuais naturais. Contava-me uma empregada minha que numa casa onde em tempos trabalhou havia um menino que só gostava de brincar com bonecas, tachos e panelas. A minha empregada começou a achar aquilo estranho. E a verdade é que, na saída da adolescência, o menino revelou a sua inclinação homossexual. Este caso deverá ser extremo, mas não há dúvida de que em certas pessoas a inversão sexual se manifesta muito cedo.
Inversão que, aliás, também se verifica no reino animal. Diz-se que nas relações entre animais há cerca de 10% de práticas homossexuais.
Discutir a homossexualidade não é fácil, por pressão do ‘politicamente correcto’. Instituiu-se uma espécie de ditadura que impede um debate aberto e descomplexado sobre o assunto. As pessoas têm medo de o abordar publicamente, receando represálias. Veja-se o que sucedeu a Manuela Ferreira Leite quando disse espontaneamente que «o casamento é para ter filhos»: foi ridicularizada na praça pública, como se fosse do tempo das cavernas. E a partir daí a líder do PSD passou a falar do tema a medo e com pinças.
Mas por que não haveremos de falar abertamente da homossexualidade e das questões que coloca?
Como eu dizia, há uma homossexualidade decorrente de ‘propensão genética’ e outra induzida por fenómenos de moda e de imitação. Em Paris visitei recentemente uma zona – o Marais – frequentada à noite por multidões de homossexuais, e confesso que fiquei muito impressionado com o que vi: milhares de jovens, alguns no início da adolescência, exibiam ostensivamente a sua atracção (real, forçada?) por pessoas do seu sexo.
Em certos meios, ser homossexual pode ser hoje sinal de modernidade, de desinibição, de desafio às convenções. No mundo da moda, por exemplo, a homossexualidade é hoje a regra.
E aqui é que importa parar para reflectir.
Estas modas que enfrentam regras e convenções, e que alastram em certos ambientes generalizando comportamentos minoritários ou marginais, não serão um sinal preocupante?
Olhando para a História, não é verdade que os fenómenos deste tipo ficaram a assinalar períodos de declínio?
E depois há o problema dos filhos.
Dir-se-á que um casal homossexual poderá sempre ter filhos adoptivos. Mas, com a vulgarização do aborto, a cedência de crianças para adopção tenderá a diminuir. E depois, não é a mesma coisa. Não é a mesma coisa ter um filho natural ou adoptado. Nem para os pais adoptivos nem para as crianças – que, para começar, não terão um pai e uma mãe mas dois pais ou duas mães.
E que dizer de casos como o de uma apresentadora de TV chamada Solange F, que só teve relações sexuais com um homem para engravidar, sonegando deliberadamente ao filho o direito básico a ter pai?
Sempre condenei a homofobia. Sempre defendi a tolerância. Trabalho com homossexuais e tenho amigos que assumidamente o são. Mas fazer da homossexualidade uma ‘moda’ é uma parvoíce. E exibi-la publicamente – falando do ‘orgulho gay’ – é ridículo.
Como dizem os homossexuais, é preciso ter sempre presente que não somos todos iguais. Que há diferenças entre as pessoas. Os ‘casais’ homossexuais são diferentes dos heterossexuais – e para situações diferentes deve haver legislação diferente.
Para rematar, uma clarificação: fala-_-se hoje muito em ‘opção sexual’. Ora fará isto algum sentido? Será que uma pessoa chega a certa idade e interroga-se: ‘Qual irá ser a minha opção sexual? Optarei por ser heterossexual? Ou vou optar antes por ser gay?’.
As inclinações homossexuais não são uma ‘opção’.
Ou resultam de uma inclinação genética ou de fenómenos de moda ou de imitação. Mas aqui também não há propriamente ‘opção’: há seguidismo, há o ir na onda, há cedência ao ar do tempo.
Estes homossexuais sem propensão genética serão potencialmente os mais infelizes – porque não se sentirão bem na sua pele. E passarão ao lado da possibilidade de terem uma família, mulher e filhos. Em troca de quê?
por JAS
Publicação: 06 November 09 12:00 AM
O casamento entre homossexuais tornou-se um dos ex libris do PS. Melhor: um dos ex libris do PS de Sócrates – visto que o PS de Guterres era muito mais cauteloso em matéria de costumes. Não fosse Guterres católico praticante.
Julgo que, para esta abertura de Sócrates aos novos ventos, muito contribuiu a sua relação com Fernanda Câncio – que curiosamente chegou a ser minha jornalista no Expresso. Era na altura uma jovem vistosa mas profissionalmente discreta, que escrevia (e assinava) a duas mãos com uma colega, pelo que nunca se revelou.
Saiu dali para trabalhar na Elle, na época em que esta era dirigida por Margarida Marante. E foi Marante quem um dia me disse: «Tenho cá uma excelente jornalista que veio aí do Expresso». Fiquei à espera do nome. E confesso que me surpreendi quando ela disse: «A Fernanda Câncio».
Segundo julgo, foi também Margarida Marante quem apresentou Câncio a Sócrates. Este era um dos colaboradores residentes de um programa de Marante na SIC chamado Sete à Sexta, e Fernanda Câncio fazia parte da equipa do programa – o que propiciou a aproximação. Esta época revelar-se-ia, aliás, decisiva para o actual primeiro-ministro, não só porque conheceu a futura namorada mas também porque foi aí que iniciou a sua ascensão rumo ao poder.
Como?
Na sequência dessa colaboração na SIC, Sócrates foi convidado por Emídio Rangel (que entretanto se mudara para a RTP) para um programa semanal de debate, em que tinha como adversário Santana Lopes. Os debates correram bem a Sócrates, que desse modo foi catapultado para a ‘primeira divisão’ da política portuguesa.
‘P OR trás de um grande homem está sempre uma grande mulher’, diz o ditado. No caso de José Sócrates, está uma mulher que o tem influenciado no sentido do apoio a rupturas sociais.
O problema não teria importância se Sócrates não fosse primeiro-ministro e não quisesse transformar essas ‘causas’ em ‘assuntos de Estado’. A verdade é que, se pudesse, Sócrates já teria feito aprovar o casamento entre homossexuais, a adopção por casais homossexuais, a eutanásia, etc.
Sou em geral contra estas rupturas – e logo à partida contra o casamento entre homossexuais. Uma sociedade organizada vive de referências. E uma das principais referências é a família, da qual o casamento é o acto fundador.
Ora uma relação entre homossexuais é uma coisa diferente. Não é o acto fundador de uma família. Tem um carácter mais efémero, até porque não pode haver descendentes: dois homens ou duas mulheres que decidam viver juntos renunciam a ter filhos comuns.
Mexer nestas coisas é baralhar referências – e representa abrir uma caixa de Pandora.
Quando se debate homossexualidade convém separar duas coisas: a ‘propensão genética’ e o ‘fenómeno de moda’ ou de imitação.
Não há dúvida de que existem pessoas com inclinações homossexuais naturais. Contava-me uma empregada minha que numa casa onde em tempos trabalhou havia um menino que só gostava de brincar com bonecas, tachos e panelas. A minha empregada começou a achar aquilo estranho. E a verdade é que, na saída da adolescência, o menino revelou a sua inclinação homossexual. Este caso deverá ser extremo, mas não há dúvida de que em certas pessoas a inversão sexual se manifesta muito cedo.
Inversão que, aliás, também se verifica no reino animal. Diz-se que nas relações entre animais há cerca de 10% de práticas homossexuais.
Discutir a homossexualidade não é fácil, por pressão do ‘politicamente correcto’. Instituiu-se uma espécie de ditadura que impede um debate aberto e descomplexado sobre o assunto. As pessoas têm medo de o abordar publicamente, receando represálias. Veja-se o que sucedeu a Manuela Ferreira Leite quando disse espontaneamente que «o casamento é para ter filhos»: foi ridicularizada na praça pública, como se fosse do tempo das cavernas. E a partir daí a líder do PSD passou a falar do tema a medo e com pinças.
Mas por que não haveremos de falar abertamente da homossexualidade e das questões que coloca?
Como eu dizia, há uma homossexualidade decorrente de ‘propensão genética’ e outra induzida por fenómenos de moda e de imitação. Em Paris visitei recentemente uma zona – o Marais – frequentada à noite por multidões de homossexuais, e confesso que fiquei muito impressionado com o que vi: milhares de jovens, alguns no início da adolescência, exibiam ostensivamente a sua atracção (real, forçada?) por pessoas do seu sexo.
Em certos meios, ser homossexual pode ser hoje sinal de modernidade, de desinibição, de desafio às convenções. No mundo da moda, por exemplo, a homossexualidade é hoje a regra.
E aqui é que importa parar para reflectir.
Estas modas que enfrentam regras e convenções, e que alastram em certos ambientes generalizando comportamentos minoritários ou marginais, não serão um sinal preocupante?
Olhando para a História, não é verdade que os fenómenos deste tipo ficaram a assinalar períodos de declínio?
E depois há o problema dos filhos.
Dir-se-á que um casal homossexual poderá sempre ter filhos adoptivos. Mas, com a vulgarização do aborto, a cedência de crianças para adopção tenderá a diminuir. E depois, não é a mesma coisa. Não é a mesma coisa ter um filho natural ou adoptado. Nem para os pais adoptivos nem para as crianças – que, para começar, não terão um pai e uma mãe mas dois pais ou duas mães.
E que dizer de casos como o de uma apresentadora de TV chamada Solange F, que só teve relações sexuais com um homem para engravidar, sonegando deliberadamente ao filho o direito básico a ter pai?
Sempre condenei a homofobia. Sempre defendi a tolerância. Trabalho com homossexuais e tenho amigos que assumidamente o são. Mas fazer da homossexualidade uma ‘moda’ é uma parvoíce. E exibi-la publicamente – falando do ‘orgulho gay’ – é ridículo.
Como dizem os homossexuais, é preciso ter sempre presente que não somos todos iguais. Que há diferenças entre as pessoas. Os ‘casais’ homossexuais são diferentes dos heterossexuais – e para situações diferentes deve haver legislação diferente.
Para rematar, uma clarificação: fala-_-se hoje muito em ‘opção sexual’. Ora fará isto algum sentido? Será que uma pessoa chega a certa idade e interroga-se: ‘Qual irá ser a minha opção sexual? Optarei por ser heterossexual? Ou vou optar antes por ser gay?’.
As inclinações homossexuais não são uma ‘opção’.
Ou resultam de uma inclinação genética ou de fenómenos de moda ou de imitação. Mas aqui também não há propriamente ‘opção’: há seguidismo, há o ir na onda, há cedência ao ar do tempo.
Estes homossexuais sem propensão genética serão potencialmente os mais infelizes – porque não se sentirão bem na sua pele. E passarão ao lado da possibilidade de terem uma família, mulher e filhos. Em troca de quê?
por JAS
OS EXTREMOS TOCAM-SE.CASO DO LOUÇÃ E DA MOREIRA
REPAREM BEM NO PERCURSO DE VIDA DO LOUÇÃ E DA ISABEL MOREIRA, AQUELA DAS LÉSBICAS E FILHA DO ADRIANO MOREIRA.AMBOS ESQUERDISTAS, HUMANISTA,INTERNACIONALISTAS,PRÓ-PANELEIRAGEM E LESBIANISMO,SEMPRE AO LADO DOS POBRES DO MUNDO, EM SUMA DO LADO BOM DA FOTOGRAFIA DO POLITICAMENTE CORRECTO E SEM FALHAS.AMBOS FILHOS DE DITOS "FASCISTAS" QUE SERVIAM COM GRANDE RELEVO O ANTERIOR REGIME.
ANDAM NA MÓ DE CIMA.NA CRISTA DA ONDA.TAL COMO ANDAVAM OS SEUS PAPÁS.EU DESCONFIO DE TANTA "GENEROSIDADE" DE TANTA "VERDADE" DE TANTA "GENUINIDADE" NESTES PERCURSOS.ACREDITO ISSO SIM QUE SEJA POR PURO OPORTUNISMO... E ATÉ VINGANÇA!
E EXPLICA TALVEZ A POSIÇÃO DO BE ACERCA DOS "SUBMARINOS"...
ANDAM NA MÓ DE CIMA.NA CRISTA DA ONDA.TAL COMO ANDAVAM OS SEUS PAPÁS.EU DESCONFIO DE TANTA "GENEROSIDADE" DE TANTA "VERDADE" DE TANTA "GENUINIDADE" NESTES PERCURSOS.ACREDITO ISSO SIM QUE SEJA POR PURO OPORTUNISMO... E ATÉ VINGANÇA!
E EXPLICA TALVEZ A POSIÇÃO DO BE ACERCA DOS "SUBMARINOS"...
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CORRUPTOS E TRAIDORES A GOVERNAR DÁ NISTO...
JÁ SE VÊM POR AÍ AS MAIS ABSURDAS JUSTIFICAÇÕES PARA UM SIMPLES ACTO DE JIADISMO
From The Times November 7, 2009
Investigators try to understand reasons behind Major Hasan’s rampage
Major Malik Nidal Hassan: signs that he was close to breaking point went unnoticed
Image :1 of 3
Giles Whittell in Washington
48 Comments
Recommend? (8)
Investigators have begun piecing together a harrowing story of missed clues and sudden carnage left by an army psychiatrist who gunned down more than 40 people on a Texas army base, killing 13, when faced with the prospect of deploying to a war he wished President Obama had ended.
At the time, the signs that Major Nidal Malik Hasan was close to breaking point went unnoticed. Hours later they were being logged as evidence in a case that is likely to end in the death penalty for the sole suspect in the worst mass shooting on a US military post in recent history.
The day before Major Hasan smuggled two registered handguns into the Soldier Readiness Processing Centre at Fort Hood and started firing, he had knocked on neighbours’ doors and offered shelves, a lamp and frozen broccoli from a flat to which he did not expect to return.
He also distributed several copies of the Koran, telling one confused recipient that he was moving to Oklahoma and another that he was deploying to Iraq.
Related Links
The mother who brought down the Fort Hood killer
Fort Hood killer cracked under inner conflict
Peaceful appearance belies Fort Hood’s status
The truth was infinitely more troubling. First, he drove on to the sprawling base in central Texas to which he had been assigned in July after a six-year stint at America’s largest hospital for wounded veterans, in Washington.
Wearing a white salmar kameez and cap, he stopped as usual at a convenience store for a breakfast of hash browns and coffee. Closed-circuit television footage aired repeatedly on US news networks yesterday showed Major Hasan’s incongruous and somewhat chubby figure smiling as he pocketed his change and headed for the door.
His workplace was the Darnall Hospital near the southern entrance to Fort Hood, a short drive from his home in neighbouring Killeen.
How much time he spent there was unclear but some time before 1.30pm he made the short journey, a few blocks west, to the building where 300 uniformed personnel were receiving final vaccinations and eyesight checks before being sent overseas.
When he began shooting, the orderly lines of soldiers queuing for treatment dissolved in seconds into bloody chaos.
Witnesses described soldiers tearing off their shirts to staunch the bleeding of those hit in a ten-minute rampage during which Major Hasan may have had time to reload his weapons, and friendly fire may have added to the casualties.
One soldier who was hit in the initial fusillade said: “I made the mistake of moving and I was shot again.”
A female civilian police officer on contract to the US Army, Kimberly Munley, shot Major Hasan four times and was being described as a hero without whom the death toll could have been far higher.
But by the time the gunman was brought down she and more than 40 others had been hit. She and Major Hasan were among the 30 people wounded but in stable condition being treated in military and civilian hospitals throughout the region.
JUSTIFICAR UM TERRORISTA E ASSASSINO?COMO JUSTIFICAM OS MULTICULTURALISTAS DE CÁ OS PERIGOS DESNECESSÁRIOS(PARA ALÉM DA DESPESA)COM QUE ANDAM A PRESENTEAR O POVO PORTUGUÊS?OS TRAIDORES JACOBINOS QUE ATACAM OS CATÓLICOS E NÃO ATACAM OS ISLÂMICOS PORQUÊ?
UM ASSASSINO TERRORISTA SER ABATIDO POR UMA MULHER...
Investigators try to understand reasons behind Major Hasan’s rampage
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Giles Whittell in Washington
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Investigators have begun piecing together a harrowing story of missed clues and sudden carnage left by an army psychiatrist who gunned down more than 40 people on a Texas army base, killing 13, when faced with the prospect of deploying to a war he wished President Obama had ended.
At the time, the signs that Major Nidal Malik Hasan was close to breaking point went unnoticed. Hours later they were being logged as evidence in a case that is likely to end in the death penalty for the sole suspect in the worst mass shooting on a US military post in recent history.
The day before Major Hasan smuggled two registered handguns into the Soldier Readiness Processing Centre at Fort Hood and started firing, he had knocked on neighbours’ doors and offered shelves, a lamp and frozen broccoli from a flat to which he did not expect to return.
He also distributed several copies of the Koran, telling one confused recipient that he was moving to Oklahoma and another that he was deploying to Iraq.
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The truth was infinitely more troubling. First, he drove on to the sprawling base in central Texas to which he had been assigned in July after a six-year stint at America’s largest hospital for wounded veterans, in Washington.
Wearing a white salmar kameez and cap, he stopped as usual at a convenience store for a breakfast of hash browns and coffee. Closed-circuit television footage aired repeatedly on US news networks yesterday showed Major Hasan’s incongruous and somewhat chubby figure smiling as he pocketed his change and headed for the door.
His workplace was the Darnall Hospital near the southern entrance to Fort Hood, a short drive from his home in neighbouring Killeen.
How much time he spent there was unclear but some time before 1.30pm he made the short journey, a few blocks west, to the building where 300 uniformed personnel were receiving final vaccinations and eyesight checks before being sent overseas.
When he began shooting, the orderly lines of soldiers queuing for treatment dissolved in seconds into bloody chaos.
Witnesses described soldiers tearing off their shirts to staunch the bleeding of those hit in a ten-minute rampage during which Major Hasan may have had time to reload his weapons, and friendly fire may have added to the casualties.
One soldier who was hit in the initial fusillade said: “I made the mistake of moving and I was shot again.”
A female civilian police officer on contract to the US Army, Kimberly Munley, shot Major Hasan four times and was being described as a hero without whom the death toll could have been far higher.
But by the time the gunman was brought down she and more than 40 others had been hit. She and Major Hasan were among the 30 people wounded but in stable condition being treated in military and civilian hospitals throughout the region.
JUSTIFICAR UM TERRORISTA E ASSASSINO?COMO JUSTIFICAM OS MULTICULTURALISTAS DE CÁ OS PERIGOS DESNECESSÁRIOS(PARA ALÉM DA DESPESA)COM QUE ANDAM A PRESENTEAR O POVO PORTUGUÊS?OS TRAIDORES JACOBINOS QUE ATACAM OS CATÓLICOS E NÃO ATACAM OS ISLÂMICOS PORQUÊ?
UM ASSASSINO TERRORISTA SER ABATIDO POR UMA MULHER...
Friday, November 6, 2009
A NAMORADA DO SÓCRATES QUE SE PONHA A PAU...
Detenidos dos marroquíes en Ciudad Real tras propinar una paliza a una mujer por no llevar velo
La víctima sufrió un aborto como consecuencia de la agresión
Dos hombres de nacionalidad marroquí han sido detenidos por la Guardia Civil en Socuéllamos (Ciudad Real) por propinar una "brutal" paliza a una mujer también marroquí, que sufrió un aborto a raíz de la agresión, por no llevar velo.
ELA E O MIGUEL GAY PORQUE É SABIDO QUE ISSO É OUTRO ÓDIO DE ESTIMAÇÃO...
La víctima sufrió un aborto como consecuencia de la agresión
Dos hombres de nacionalidad marroquí han sido detenidos por la Guardia Civil en Socuéllamos (Ciudad Real) por propinar una "brutal" paliza a una mujer también marroquí, que sufrió un aborto a raíz de la agresión, por no llevar velo.
ELA E O MIGUEL GAY PORQUE É SABIDO QUE ISSO É OUTRO ÓDIO DE ESTIMAÇÃO...
NISTO DA SIDA ESTAMOS NO TOPO DAS TABELAS
Portugal lidera novos casos de sida ligados à droga
PRIMEIRO IMPORTAMOS DIRECTAMENTE OS INFECTADOS DOS OUTROS E PAGAMOS MENSALMENTE MAIS DE 2000 EUROS PARA OS IR MANTENDO VIVOS.DEPOIS TEMOS, ATENDENDO À PRIORIDADE DO GOVERNO, UM MONTÃO DE PANASCAS, OUTRA FONTE DE ENRIQUECIMENTO NA SIDA E FINALMENTE SOMOS A PORTA DE ENTRADA QUASE ABERTA PARA AS DROGAS ARMAZENADAS EM ÁFRICA E NAS AMÉRICAS...
TUDO ISTO FEITO COM MUITO RESPEITO PELOS DIREITOS HUMANOS, COM UM CCPENAL AVANÇADO,MUITO INTERNACIONALISMO POIS QUE O QUE INTERESSA É FICARMOS "RICOS"...
PRIMEIRO IMPORTAMOS DIRECTAMENTE OS INFECTADOS DOS OUTROS E PAGAMOS MENSALMENTE MAIS DE 2000 EUROS PARA OS IR MANTENDO VIVOS.DEPOIS TEMOS, ATENDENDO À PRIORIDADE DO GOVERNO, UM MONTÃO DE PANASCAS, OUTRA FONTE DE ENRIQUECIMENTO NA SIDA E FINALMENTE SOMOS A PORTA DE ENTRADA QUASE ABERTA PARA AS DROGAS ARMAZENADAS EM ÁFRICA E NAS AMÉRICAS...
TUDO ISTO FEITO COM MUITO RESPEITO PELOS DIREITOS HUMANOS, COM UM CCPENAL AVANÇADO,MUITO INTERNACIONALISMO POIS QUE O QUE INTERESSA É FICARMOS "RICOS"...
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