18 Setembro 2009 - 00h30
Lisboa: Secção de roubos da judiciária prendeu atirador
Dá tiro ao amigo e leva ‘Magalhães’
Convenceu-se de que o amigo roubara de sua casa duas peças em ouro, na Musgueira, Lisboa, e montou-lhe uma armadilha. Atraiu-o a um encontro de rua numa madrugada de Maio, na presença de outros elementos do grupo – e, de repente, apontou-lhe uma arma à cabeça. Disparou, deixando a vítima no chão em estado grave, mas, antes de fugir, ainda lhe roubou um computador ‘Magalhães’.
O portátil, que é promovido pelo Governo e destina-se a alunos do Ensino Básico, estava nas mãos do homem de 19 anos – atingido na face pelo amigo. A bala acabou por se alojar na coluna cervical da vítima e, já no hospital, onde esteve durante uma semana, não foi extraída pelo risco considerável de o jovem ficar paraplégico. E quanto ao atirador, de 16 anos, que além do computador terá ficado com 150 euros e o telemóvel do amigo, com este estendido no chão, fugiu a pé.
Até anteontem, quando a secção de roubos da Polícia Judiciária de Lisboa o apanhou. Passou quatro meses a monte, com medo da PJ mas também de uma eventual vingança dos amigos e familiares da vítima, mas já está detido: ontem à tarde estava a ser presente ao juiz. E afinal não tinha razões para se vingar do amigo, que não lhe roubou nada de casa.
Quanto à pistola, de calibre 6,35 mm, os inspectores da PJ encontraram-na ontem de manhã, num jardim público, com recurso a um detector de metais.
POLÍCIAS,TRIBUNAIS E PRISÕES POR CONTA DA NOSSA RIQUEZA.MAS SEMPRE ARMADOS...OS INDÍGENAS É QUE DEVEM FICAR SEM ARMAS...
Friday, September 18, 2009
REVISIONISMO HISTÓRICO DA COLONIZAÇÃO
18 Setembro 2009 - 00h30
Seixal: Rivalidade entre bairro do Jamaica e Quinta da Princesa
Guerra de gangs com terror e tiros
"Quando eles entraram aqui já era para o matar. Levou dois tiros mas ainda saiu pelo próprio pé. Pior foi um cliente meu, que nada tinha a ver com a guerra [de gangs, entre os bairros do Jamaica e da Quinta da Princesa] e também levou um tiro na zona lombar." A descrição é de Gabriel da Luz, proprietário do restaurante Mariposa, na Amora, Seixal, que anteontem à noite viu o seu espaço, com 12 clientes aterrorizados, ser invadido por quatro homens com facas e duas pistolas.
Dois jovens foram ali baleados, sendo que um deles era um simples cliente que nada tem a ver com as rivalidades de gangs. A guerra está mais acesa do que nunca – e teve o último episódio pelas 22h40 de anteontem, quando C.V., de 23 anos, surdo-mudo oriundo da Quinta da Princesa, passeava sozinho junto ao largo das piscinas da Amora. Passou por ele um Ford Fiesta de cor escura, com quatro elementos de um gang do Bairro do Jamaica – e estacionaram logo o carro para o perseguirem a pé.
A abordagem foi feita em frente às piscinas, num banco de jardim. A vítima, um jovem já referenciado pelas autoridades policiais como desordeiro, entrou em discussão com os perseguidores – e, logo ali, levou um tiro de raspão no pescoço. Não lhe restou alternativa a não ser fugir para dentro do restaurante. O espaço, cheio de clientes, foi invadido pelos quatro homens, armados com duas pistolas e duas facas.
"O rapaz ainda tentou fechar a porta de vidro mas eles partiram--na logo com dois pontapés. Quando dei por mim tinha os clientes escondidos atrás do balcão, debaixo das mesas, na casa de banho. Foi o pânico geral", recorda ao CM o proprietário do espaço. Já lá dentro, foram disparados dois tiros.
Um atingiu outra vez C.V., desta vez nas costas – levou ainda uma facada na mão –; o outro atingiu a zona lombar de um cliente, V.R., de 24 anos. Este último encontra-se ainda hospitalizado em Almada, em estado considerado grave, enquanto C.V. já recebeu ontem alta.
DUAS ZONAS DE TRÁFICO DE DROGA E CRIME VIOLENTO
Apenas dois quilómetros separam os bairros do Jamaica e da Quinta da Princesa. A rivalidade existe desde que estas duas zonas problemáticas nasceram na Margem Sul do Tejo, em 1975, albergando, na sua maioria, pessoas oriundas das antigas colónias. O tráfico de droga e os roubos violentos sempre estiveram associados a estes dois bairros da zona do Seixal.
Os episódios de violência entre moradores, fruto desta rivalidade, são frequentes. Recentemente, um jovem foi esfaqueado nas costas por dois outros oriundos do bairro do Jamaica. Dias antes, a situação era contrária. Um jovem do Jamaica deslocou-se com uma rapariga ao bairro rival e foi baleado num pé.
É frequente a polícia fazer buscas e fiscalizações nos dois bairros, mas só o faz com grande número de efectivos e fortemente armados.
VÍTIMA ESTEVE NOS CONFRONTOS COM A POLÍCIA
No dia 24 de Julho, um dos jovens anteontem baleado foi um dos intervenientes nos desacatos que se registaram na Quinta da Princesa. C.V., surdo-mudo, foi um dos jovens que deu a cara perante a Comunicação Social. Amigos de C.V. relataram que o surdo-mudo tinha sido agredido de forma brutal por elementos da polícia, o que tinha revoltado a população do bairro.
No dia seguinte, jovens incendiaram dois carros de modo a atrair ao bairro a polícia. Uma patrulha foi recebida aos tiros e com cocktails molotov. O Corpo de Intervenção da PSP cercou o bairro. Um homem foi detido e doze identificados.
PORMENORES
AGRESSOR IDENTIFICADO
A PSP marcou presença em força no local, com seis carros--patrulha. De imediato foram feitas rondas ao local, de forma a detectar os agressores. Sem sucesso. No entanto, o autor dos disparos, do Bairro do Jamaica, segundo uma fonte da PSP já está identificado.
FACA DEIXADA NO LOCAL
No meio da confusão, os agressores deixaram para trás uma faca, com cerca de dez centímetros de lâmina, a mesma que atingiu C.V. numa das mãos. A Judiciária esteve no local a recolher indícios.
O POLITICAMENTE CORRECTO E O INTERNACIONALISMO BEM COMO OS COLONOS FAZEM PASSAR A IDEIA DE QUE ESTÃO CÁ DESDE 1975.SEMPRE.PARA AMOLECER CORAÇÕES.MAS É UMA MENTIRA DO TAMANHO DO MUNDO.FOI A PARTIR DE GUTERRES E EM ESPECIAL SÓCRATES QUE SE DEU A INVASÃO DE AFRICANOS FALIDOS QUE ESTAVAM OS RESPECTIVOS ESTADOS QUE NUNCA VÃO TER CONDIÇÕES DE SOBREVIVÊNCIA SEM MASSIVAS "AJUDAS" EM ESPECIAL DO NOSSO ERÁRIO CÁ E LÁ.MAS SEM RECIPROCIDADE ABSOLUTAMENTE NENHUMA.COM AS LEIS DA IMIGRAÇÃO E NACIONALIDADE VIGENTES QUE NINGUÉM CONTESTA NA CAMPANHA ELEITORAL OS CONTRIBUINTES E CIDADÃOS BEM PODEM ESPERAR SENTADOS Á ESPERA DE "RECUPERAÇÕES" DO QUE QUER QUE SEJA.MAIS IMPOSTOS ISSO É GARANTIDO.PORQUE O NÚMERO VAI CONTINUAR A AUMENTAR PARA O QUE BASTA IR ÁS ESCOLAS VER QUEM LÁ ANDA ILEGAL E ATENDENDO Á PROLIFERAÇÃO DOS "NASCIMENTOS" A AFRICANIZAÇÃO PAGA VAI SER UM SUCESSO DOS INTERNACIONALISTAS.PARA TERMOS COMO REVERSO DA MEDALHA CENAS DESTAS, A JUVENTUDE INDÍGENA DROGADA E A SEGURANÇA AMEAÇADA POR TODO O PAÍS.É O RESULTADO DO DESGOVERNO DOS EX-COMUNISTAS E MAÇÓNICOS QUE DESENHAM SOCIEDADES A RÉGUA E ESQUADRO MAS SÓ NA "DISTRIBUIÇÃO" QUE PODE PASSAR NAS CALMAS PELA "NACIONALIZAÇÃO" DAS RIQUEZAS DOS OUTROS...
NUNCA TÃO POUCOS FIZERAM MAL A TANTOS... TRAINDO AS ESPERANÇAS DUM POVO COESO SOCIAL E CULTURALMENTE QUE TUDO TINHA PARA VINGAR EM TRANQUILIDADE
ABAIXO OS TRAIDORES!
Seixal: Rivalidade entre bairro do Jamaica e Quinta da Princesa
Guerra de gangs com terror e tiros
"Quando eles entraram aqui já era para o matar. Levou dois tiros mas ainda saiu pelo próprio pé. Pior foi um cliente meu, que nada tinha a ver com a guerra [de gangs, entre os bairros do Jamaica e da Quinta da Princesa] e também levou um tiro na zona lombar." A descrição é de Gabriel da Luz, proprietário do restaurante Mariposa, na Amora, Seixal, que anteontem à noite viu o seu espaço, com 12 clientes aterrorizados, ser invadido por quatro homens com facas e duas pistolas.
Dois jovens foram ali baleados, sendo que um deles era um simples cliente que nada tem a ver com as rivalidades de gangs. A guerra está mais acesa do que nunca – e teve o último episódio pelas 22h40 de anteontem, quando C.V., de 23 anos, surdo-mudo oriundo da Quinta da Princesa, passeava sozinho junto ao largo das piscinas da Amora. Passou por ele um Ford Fiesta de cor escura, com quatro elementos de um gang do Bairro do Jamaica – e estacionaram logo o carro para o perseguirem a pé.
A abordagem foi feita em frente às piscinas, num banco de jardim. A vítima, um jovem já referenciado pelas autoridades policiais como desordeiro, entrou em discussão com os perseguidores – e, logo ali, levou um tiro de raspão no pescoço. Não lhe restou alternativa a não ser fugir para dentro do restaurante. O espaço, cheio de clientes, foi invadido pelos quatro homens, armados com duas pistolas e duas facas.
"O rapaz ainda tentou fechar a porta de vidro mas eles partiram--na logo com dois pontapés. Quando dei por mim tinha os clientes escondidos atrás do balcão, debaixo das mesas, na casa de banho. Foi o pânico geral", recorda ao CM o proprietário do espaço. Já lá dentro, foram disparados dois tiros.
Um atingiu outra vez C.V., desta vez nas costas – levou ainda uma facada na mão –; o outro atingiu a zona lombar de um cliente, V.R., de 24 anos. Este último encontra-se ainda hospitalizado em Almada, em estado considerado grave, enquanto C.V. já recebeu ontem alta.
DUAS ZONAS DE TRÁFICO DE DROGA E CRIME VIOLENTO
Apenas dois quilómetros separam os bairros do Jamaica e da Quinta da Princesa. A rivalidade existe desde que estas duas zonas problemáticas nasceram na Margem Sul do Tejo, em 1975, albergando, na sua maioria, pessoas oriundas das antigas colónias. O tráfico de droga e os roubos violentos sempre estiveram associados a estes dois bairros da zona do Seixal.
Os episódios de violência entre moradores, fruto desta rivalidade, são frequentes. Recentemente, um jovem foi esfaqueado nas costas por dois outros oriundos do bairro do Jamaica. Dias antes, a situação era contrária. Um jovem do Jamaica deslocou-se com uma rapariga ao bairro rival e foi baleado num pé.
É frequente a polícia fazer buscas e fiscalizações nos dois bairros, mas só o faz com grande número de efectivos e fortemente armados.
VÍTIMA ESTEVE NOS CONFRONTOS COM A POLÍCIA
No dia 24 de Julho, um dos jovens anteontem baleado foi um dos intervenientes nos desacatos que se registaram na Quinta da Princesa. C.V., surdo-mudo, foi um dos jovens que deu a cara perante a Comunicação Social. Amigos de C.V. relataram que o surdo-mudo tinha sido agredido de forma brutal por elementos da polícia, o que tinha revoltado a população do bairro.
No dia seguinte, jovens incendiaram dois carros de modo a atrair ao bairro a polícia. Uma patrulha foi recebida aos tiros e com cocktails molotov. O Corpo de Intervenção da PSP cercou o bairro. Um homem foi detido e doze identificados.
PORMENORES
AGRESSOR IDENTIFICADO
A PSP marcou presença em força no local, com seis carros--patrulha. De imediato foram feitas rondas ao local, de forma a detectar os agressores. Sem sucesso. No entanto, o autor dos disparos, do Bairro do Jamaica, segundo uma fonte da PSP já está identificado.
FACA DEIXADA NO LOCAL
No meio da confusão, os agressores deixaram para trás uma faca, com cerca de dez centímetros de lâmina, a mesma que atingiu C.V. numa das mãos. A Judiciária esteve no local a recolher indícios.
O POLITICAMENTE CORRECTO E O INTERNACIONALISMO BEM COMO OS COLONOS FAZEM PASSAR A IDEIA DE QUE ESTÃO CÁ DESDE 1975.SEMPRE.PARA AMOLECER CORAÇÕES.MAS É UMA MENTIRA DO TAMANHO DO MUNDO.FOI A PARTIR DE GUTERRES E EM ESPECIAL SÓCRATES QUE SE DEU A INVASÃO DE AFRICANOS FALIDOS QUE ESTAVAM OS RESPECTIVOS ESTADOS QUE NUNCA VÃO TER CONDIÇÕES DE SOBREVIVÊNCIA SEM MASSIVAS "AJUDAS" EM ESPECIAL DO NOSSO ERÁRIO CÁ E LÁ.MAS SEM RECIPROCIDADE ABSOLUTAMENTE NENHUMA.COM AS LEIS DA IMIGRAÇÃO E NACIONALIDADE VIGENTES QUE NINGUÉM CONTESTA NA CAMPANHA ELEITORAL OS CONTRIBUINTES E CIDADÃOS BEM PODEM ESPERAR SENTADOS Á ESPERA DE "RECUPERAÇÕES" DO QUE QUER QUE SEJA.MAIS IMPOSTOS ISSO É GARANTIDO.PORQUE O NÚMERO VAI CONTINUAR A AUMENTAR PARA O QUE BASTA IR ÁS ESCOLAS VER QUEM LÁ ANDA ILEGAL E ATENDENDO Á PROLIFERAÇÃO DOS "NASCIMENTOS" A AFRICANIZAÇÃO PAGA VAI SER UM SUCESSO DOS INTERNACIONALISTAS.PARA TERMOS COMO REVERSO DA MEDALHA CENAS DESTAS, A JUVENTUDE INDÍGENA DROGADA E A SEGURANÇA AMEAÇADA POR TODO O PAÍS.É O RESULTADO DO DESGOVERNO DOS EX-COMUNISTAS E MAÇÓNICOS QUE DESENHAM SOCIEDADES A RÉGUA E ESQUADRO MAS SÓ NA "DISTRIBUIÇÃO" QUE PODE PASSAR NAS CALMAS PELA "NACIONALIZAÇÃO" DAS RIQUEZAS DOS OUTROS...
NUNCA TÃO POUCOS FIZERAM MAL A TANTOS... TRAINDO AS ESPERANÇAS DUM POVO COESO SOCIAL E CULTURALMENTE QUE TUDO TINHA PARA VINGAR EM TRANQUILIDADE
ABAIXO OS TRAIDORES!
EFEITOS COLATERAIS DO 2º MELHOR ACOLHIMENTO DA EUROPA
Alvor
Mataram irlandês e iam fugir para o Brasil
por Nuno CostaHoje
Dois homens brasileiros foram detidos pela PJ que encontrou na sua posse um bilhete de avião. Vítima terá reagido a roubo e foi assassinada.
A Polícia Judiciária (PJ) de Portimão deteve dois cidadãos brasileiros que terão sido os autores do homicídio do empresário irlandês de 61 anos, que foi agredido até à morte na madrugada de 6 de Setembro, no espaço pedonal da zona ribeirinha de Alvor. Os homens de 19 e 26 anos foram detidos, pela prática de crimes de homicídio e roubo, na cidade de Lagos, quando se preparavam para fugir das autoridades.
OS HUMANISTAS INTERNACIONALISTAS, EX-COMUNISTAS OU AS MAÇONARIAS DAS IRMANDADES GOVERNAM BEM COMO O CARAÇAS.É SÓ FELICIDADE E ABUNDÂNCIA POR TODO O LADO...
Mataram irlandês e iam fugir para o Brasil
por Nuno CostaHoje
Dois homens brasileiros foram detidos pela PJ que encontrou na sua posse um bilhete de avião. Vítima terá reagido a roubo e foi assassinada.
A Polícia Judiciária (PJ) de Portimão deteve dois cidadãos brasileiros que terão sido os autores do homicídio do empresário irlandês de 61 anos, que foi agredido até à morte na madrugada de 6 de Setembro, no espaço pedonal da zona ribeirinha de Alvor. Os homens de 19 e 26 anos foram detidos, pela prática de crimes de homicídio e roubo, na cidade de Lagos, quando se preparavam para fugir das autoridades.
OS HUMANISTAS INTERNACIONALISTAS, EX-COMUNISTAS OU AS MAÇONARIAS DAS IRMANDADES GOVERNAM BEM COMO O CARAÇAS.É SÓ FELICIDADE E ABUNDÂNCIA POR TODO O LADO...
Thursday, September 17, 2009
POR CÁ ISSO SERIA RACISMO E XENOFOBIA.OS IMPOSTOS RESOLVERÃO...
CÓRDOBA | El Gobierno no autoriza contingentes
Ningún extranjero trabajará en la próxima campaña agrícola
Efe | Córdoba
Actualizado jueves 17/09/2009 13:55 horasDisminuye el tamaño del texto Aumenta el tamaño del texto
Ningún trabajador extranjero será contratado de forma legal en la próxima campaña agrícola de la provincia de Córdoba con el objetivo de que sean los desempleados españoles los que cubran los más de 5.300 puestos de trabajo que el pasado año se ocuparon con mano de obra extranjera.
El subdelegado del Gobierno en Córdoba, Jesús María Ruiz, tras mantener una reunión con la Comisión Provincial de Flujos Migratorios, ha informado hoy de que no se aprobarán contingentes de trabajadores extranjeros, de manera que la oferta de trabajo que se genere en los campos de la provincia sea cubierta "totalmente por trabajadores nacionales".
Ruiz ha añadido que estos contratos, que tendrán una duración media de tres meses, pretenden ser una medida para paliar los efectos de la crisis, "no sólo en el sector agrícola sino también en otros sectores".
El subdelegado ha destacado que con este anuncio se pretende evitar que lleguen extranjeros buscando trabajo porque no encontrarán empleo legal y además se desplegará un programa de inspecciones "para evitar que haya contratación ilegal de cualquier índole".
Por dar ocupación a una persona sin poseer la autorización de residencia y la documentación necesaria, las sanciones oscilarán entre los 6.000 y los 60.000 euros por trabajador, cantidad que se ha ido elevando en los últimos cinco años y que se seguirá aumentando si es necesario, porque "no sólo infringe la legalidad sino que generaría un coste externo cuando hay personas españolas que necesitan ese trabajo", según el subdelegado.
O GRANDE AFRICANIZADOR ESTÁ PARADO NA MATÉRIA HÁ MUITO TEMPO.QUANTO MAIS PARADO ESTIVER MAIS SE ENTERRA...
Ningún extranjero trabajará en la próxima campaña agrícola
Efe | Córdoba
Actualizado jueves 17/09/2009 13:55 horasDisminuye el tamaño del texto Aumenta el tamaño del texto
Ningún trabajador extranjero será contratado de forma legal en la próxima campaña agrícola de la provincia de Córdoba con el objetivo de que sean los desempleados españoles los que cubran los más de 5.300 puestos de trabajo que el pasado año se ocuparon con mano de obra extranjera.
El subdelegado del Gobierno en Córdoba, Jesús María Ruiz, tras mantener una reunión con la Comisión Provincial de Flujos Migratorios, ha informado hoy de que no se aprobarán contingentes de trabajadores extranjeros, de manera que la oferta de trabajo que se genere en los campos de la provincia sea cubierta "totalmente por trabajadores nacionales".
Ruiz ha añadido que estos contratos, que tendrán una duración media de tres meses, pretenden ser una medida para paliar los efectos de la crisis, "no sólo en el sector agrícola sino también en otros sectores".
El subdelegado ha destacado que con este anuncio se pretende evitar que lleguen extranjeros buscando trabajo porque no encontrarán empleo legal y además se desplegará un programa de inspecciones "para evitar que haya contratación ilegal de cualquier índole".
Por dar ocupación a una persona sin poseer la autorización de residencia y la documentación necesaria, las sanciones oscilarán entre los 6.000 y los 60.000 euros por trabajador, cantidad que se ha ido elevando en los últimos cinco años y que se seguirá aumentando si es necesario, porque "no sólo infringe la legalidad sino que generaría un coste externo cuando hay personas españolas que necesitan ese trabajo", según el subdelegado.
O GRANDE AFRICANIZADOR ESTÁ PARADO NA MATÉRIA HÁ MUITO TEMPO.QUANTO MAIS PARADO ESTIVER MAIS SE ENTERRA...
SÓ AQUI É QUE SE NACIONALIZA A IMIGRAÇÃO...
La inmigración toca fondo
España deja de ser 'Eldorado': caen las llegadas y aumentan los regresos
NATALIA JUNQUERA - Madrid - 17/09/2009
Hace sólo dos años España era Eldorado. Ahora, son pocos los que vienen y cada vez más los que piensan en irse, según han constatado las asociaciones de inmigrantes. Todos los indicadores llevan a una misma conclusión: a muchos ha dejado de merecerles la pena dejar su país para venir a otro en crisis. Los datos revelan, por un lado, el frenazo en las llegadas: en cayucos (un 40% menos en los siete primeros meses de 2009), por reagrupación familiar y por contratación en origen. Y, por otro, el aumento de los regresos, como indican las matriculaciones escolares de extranjeros: aumentan, pero casi un 50% menos.
La nueva Ley de Extranjería supera hoy su primer escollo
La inmigración en España
A FONDO
Las puertas de Europa
Ver cobertura completa
La noticia en otros webs
webs en español
en otros idiomas
"Ya a finales del curso pasado muchas familias sacaron a sus niños del colegio para enviarlos a Ecuador porque sabían que no podían hacer frente a los gastos de uniformes, material... Muchos ecuatorianos han agotado la prestación por desempleo, otros tantos han perdido sus casas porque al no poder pagar las hipotecas se las han quedado los bancos y ahora viven en albergues y comen en comedores sociales. Están desesperados. No hay trabajo y el poco que han conseguido, por ejemplo, a través del Plan E del Gobierno, era para obras de emergencia, que duraban muy poco", explica Raúl Jiménez, de Rumiñahui, asociación de ecuatorianos.
Vuelven los hijos que estaban en España y ya no vienen los que se quedaron en los países de origen de sus padres. "Para traerse a los familiares tienen que demostrar que pueden mantenerlos económicamente y, con la crisis, cumplir los requisitos es prácticamente imposible. Tenemos datos de 7.000 cabezas de familia que no han podido traerse a sus hijos a España", explicó Gustavo Fajardo, de Aesco, asociación de colombianos. "Además, al perder sus trabajos, muchos han perdido la residencia y se han convertido en inmigrantes irregulares".
El PP quiere endurecer aún más los requisitos de reagrupación familiar y ha centrado en este punto la enmienda a la totalidad a la reforma de la Ley de Extranjería que hoy se debate en el Congreso.
También se ha reducido de forma drástica la contratación en origen. Hasta el 30 de junio, el contingente es un número de una sola cifra: 8, frente a los 1.380 de todo 2008.
Muchos marroquíes han optado por regresar a su país a la espera de mejores tiempos, pero sin acogerse al plan de retorno del Gobierno, que les obligaría a renunciar a sus papeles. "Ha sido un retorno puntual, silencioso, pero no definitivo. España les dio mucho trabajo y esperan que vuelva a dárselo, pero no están dispuestos a renunciar a su tarjeta de residencia, por eso no se han acogido al plan de retorno del Gobierno", explicó Kamal Rahmouni, presidente de la asociación marroquí Atime.
La nueva Ley de Extranjería supera hoy su primer escollo
El Gobierno superará previsiblemente hoy en el Congreso la primera prueba parlamentaria para la aprobación de la reforma de la Ley de Extranjería, que prevé, entre otras, aumentar el periodo máximo de retención en los centros de internamiento. Porque CiU, que suma 10 votos, ha prometido no apoyar las enmiendas a la totalidad de la reforma presentadas por el PP, PNV y ERC-IU-ICV. CiU lo decidió ayer después de reunirse con el ministro de Trabajo e Inmigración, Celestino Corbacho. "Ha estado muy receptivo a nuestras peticiones", explicó el diputado de Carles Campuzano.
"Hemos pedido que se dote a la Generalitat de más recursos para desarrollar competencias previstas en el Estatuto para intervenir en las concesiones de tarjetas de residencia, regularización por arraigo, contratación en origen, etcétera. Además, también queremos establecer un nuevo requisito para la obtención de la residencia de larga duración y es que demuestren su esfuerzo de integración en la comunidad autónoma en la que estén: conocimiento de las lenguas, cursos, etcétera", explicó Campuzano.
La Red Estatal por los Derechos de los Inmigrantes (REDI) se reúne hoy con diputados del PSOE, IU, ICV y PNV para presentar su rechazo a la reforma, que a su juicio "retrocede gravemente en los derechos humanos". Asociaciones como CEAR, Cáritas y la Red Acoge aseguraron ayer que el texto "estigmatiza" al inmigrante.
POR ALGUMA COISA É QUE O 2º MELHOR ACOLHIMENTO DA EUROPA NOS "ENRIQUECEU".SOMOS O MAIS AFRICANO PAÍS DA EUROPA SEGUNDO O NOSSO GRANDE AFRICANIZADOR.E COM "DESIGUALDADES" QUE VÃO DAR BONS EMPREGOS A GAJOS ISCTE DURANTE DECÉNIOS...
PORTUGAL A CASA PIA DO MUNDO...
España deja de ser 'Eldorado': caen las llegadas y aumentan los regresos
NATALIA JUNQUERA - Madrid - 17/09/2009
Hace sólo dos años España era Eldorado. Ahora, son pocos los que vienen y cada vez más los que piensan en irse, según han constatado las asociaciones de inmigrantes. Todos los indicadores llevan a una misma conclusión: a muchos ha dejado de merecerles la pena dejar su país para venir a otro en crisis. Los datos revelan, por un lado, el frenazo en las llegadas: en cayucos (un 40% menos en los siete primeros meses de 2009), por reagrupación familiar y por contratación en origen. Y, por otro, el aumento de los regresos, como indican las matriculaciones escolares de extranjeros: aumentan, pero casi un 50% menos.
La nueva Ley de Extranjería supera hoy su primer escollo
La inmigración en España
A FONDO
Las puertas de Europa
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webs en español
en otros idiomas
"Ya a finales del curso pasado muchas familias sacaron a sus niños del colegio para enviarlos a Ecuador porque sabían que no podían hacer frente a los gastos de uniformes, material... Muchos ecuatorianos han agotado la prestación por desempleo, otros tantos han perdido sus casas porque al no poder pagar las hipotecas se las han quedado los bancos y ahora viven en albergues y comen en comedores sociales. Están desesperados. No hay trabajo y el poco que han conseguido, por ejemplo, a través del Plan E del Gobierno, era para obras de emergencia, que duraban muy poco", explica Raúl Jiménez, de Rumiñahui, asociación de ecuatorianos.
Vuelven los hijos que estaban en España y ya no vienen los que se quedaron en los países de origen de sus padres. "Para traerse a los familiares tienen que demostrar que pueden mantenerlos económicamente y, con la crisis, cumplir los requisitos es prácticamente imposible. Tenemos datos de 7.000 cabezas de familia que no han podido traerse a sus hijos a España", explicó Gustavo Fajardo, de Aesco, asociación de colombianos. "Además, al perder sus trabajos, muchos han perdido la residencia y se han convertido en inmigrantes irregulares".
El PP quiere endurecer aún más los requisitos de reagrupación familiar y ha centrado en este punto la enmienda a la totalidad a la reforma de la Ley de Extranjería que hoy se debate en el Congreso.
También se ha reducido de forma drástica la contratación en origen. Hasta el 30 de junio, el contingente es un número de una sola cifra: 8, frente a los 1.380 de todo 2008.
Muchos marroquíes han optado por regresar a su país a la espera de mejores tiempos, pero sin acogerse al plan de retorno del Gobierno, que les obligaría a renunciar a sus papeles. "Ha sido un retorno puntual, silencioso, pero no definitivo. España les dio mucho trabajo y esperan que vuelva a dárselo, pero no están dispuestos a renunciar a su tarjeta de residencia, por eso no se han acogido al plan de retorno del Gobierno", explicó Kamal Rahmouni, presidente de la asociación marroquí Atime.
La nueva Ley de Extranjería supera hoy su primer escollo
El Gobierno superará previsiblemente hoy en el Congreso la primera prueba parlamentaria para la aprobación de la reforma de la Ley de Extranjería, que prevé, entre otras, aumentar el periodo máximo de retención en los centros de internamiento. Porque CiU, que suma 10 votos, ha prometido no apoyar las enmiendas a la totalidad de la reforma presentadas por el PP, PNV y ERC-IU-ICV. CiU lo decidió ayer después de reunirse con el ministro de Trabajo e Inmigración, Celestino Corbacho. "Ha estado muy receptivo a nuestras peticiones", explicó el diputado de Carles Campuzano.
"Hemos pedido que se dote a la Generalitat de más recursos para desarrollar competencias previstas en el Estatuto para intervenir en las concesiones de tarjetas de residencia, regularización por arraigo, contratación en origen, etcétera. Además, también queremos establecer un nuevo requisito para la obtención de la residencia de larga duración y es que demuestren su esfuerzo de integración en la comunidad autónoma en la que estén: conocimiento de las lenguas, cursos, etcétera", explicó Campuzano.
La Red Estatal por los Derechos de los Inmigrantes (REDI) se reúne hoy con diputados del PSOE, IU, ICV y PNV para presentar su rechazo a la reforma, que a su juicio "retrocede gravemente en los derechos humanos". Asociaciones como CEAR, Cáritas y la Red Acoge aseguraron ayer que el texto "estigmatiza" al inmigrante.
POR ALGUMA COISA É QUE O 2º MELHOR ACOLHIMENTO DA EUROPA NOS "ENRIQUECEU".SOMOS O MAIS AFRICANO PAÍS DA EUROPA SEGUNDO O NOSSO GRANDE AFRICANIZADOR.E COM "DESIGUALDADES" QUE VÃO DAR BONS EMPREGOS A GAJOS ISCTE DURANTE DECÉNIOS...
PORTUGAL A CASA PIA DO MUNDO...
ATENÇÃO AOS INTERMEDIÁRIOS.AINDA FICAM SEM A MASSA...
17 Setembro 2009 - 00h50
Manuel Vicente: Sonangol na EDP
A Sonangol está interessada em entrar no capital da EDP. “Se houver oportunidade lá estaremos”, disse ontem, em Lisboa, o líder da petrolífera angolana, Manuel Vicente.
E JÁ AGORA NOMEIEM O MANTORRAS PARA UMA COISA QUALQUER...
Manuel Vicente: Sonangol na EDP
A Sonangol está interessada em entrar no capital da EDP. “Se houver oportunidade lá estaremos”, disse ontem, em Lisboa, o líder da petrolífera angolana, Manuel Vicente.
E JÁ AGORA NOMEIEM O MANTORRAS PARA UMA COISA QUALQUER...
E DEPOIS?O QUE INTERESSA É COMBATER A POBREZA EM ÁFRICA!
Banca
Moody's baixa as notas dos bancos. Portugueses vão pagar mais juros
por Mónica Freilão, Publicado em 17 de Setembro de 2009
Moody's baixa as notas dos bancos. Portugueses vão pagar mais juros
por Mónica Freilão, Publicado em 17 de Setembro de 2009
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