21 Maio 2009 - 12h48
Durante dois anos
Irlanda controla entrada dos portugueses
A candidata do partido Libertas por Dublin ao Parlamento Europeu, Caroline Simons, quer que os portugueses passem a inscrever-se para entrar na Irlanda e ao fim de dois anos a estadia irá ser revista, período no qual não receberão apoio social.
JÁ TINHA DITO QUE QUALQUER DIA O NOSSO TRATAMENTO IRIA BAIXAR NA EUROPA.PARA O AFRICANO.EIS O INICIO...
Thursday, May 21, 2009
"Las alarmas contra los inmigrantes predican el odio"
ENTREVISTA: ANDREA RICCARDI Fundador de la Comunidad de San Egidio
"Las alarmas contra los inmigrantes predican el odio"
Respuesta. Nosotros trabajamos para una Europa que no sea fortaleza ni caja fuerte. Ahora la gente, los europeos, están desorientados entre crisis económica, modelos sociales que se desploman y una globalización demasiado grande que asusta. La cultura mercantilista ha exaltado exageradamente la dimensión individual. El valor de la comunidad es consumido en nuestras sociedades. En este escenario se oyen en muchos lugares gritos de alarma contra los inmigrantes, que desvían la atención y corren el riesgo de que sea una llamada al odio. La política europea, asustada con respecto a la inmigración, es una política sustancialmente miope.
P. ¿En qué sentido?
R. Reflexionemos sobre los inmigrantes. Como decía Jean-Baptiste Duroselle, ésta no es una emigración: es una invasión. Impulsada por la desesperación. No serán desde luego las vallas de Ceuta o los barcos italianos los que la paren. Sólo una inteligente política en África podrá hacerlo. Dar allí a la gente una esperanza de futuro. Pero no veo muchos Estados europeos trabajando en esa dirección.
A "INVASÃO" PODE OU NÃO SER PARADA?E OS SEUS EFEITOS "REMEDIADOS"?O EMPOBRECIMENTO DAS CLASSES MÉDIAS É DEVIDO A QUEM?A DESORGANIZAÇÃO DA SOCIEDADE É DEVIDO A QUEM?
JÁ AGORA ESTAS ONDA "INVASIVAS" EXISTIRIAM SE ÁFRICA FOSSE ADMINISTRADA EM CONJUNTO COM OS BRANCOS?QUE COMO SE SABE FORAM EXPULSOS E SEM BENS?
PORTUGAL SÓ TEM QUE TRATAR DE "SI".E NÃO É O QUE ESTÁ A ACONTECER.PEGUEM NOS 668000 ACTUALMENTE SUBSIDIADOS E DIGAM QUANTOS É QUE NÃO SÃO "INDÍGENAS"...
QUER-SE DIZER FOMOS EXPULSOS SEM BENS E AGORA O NOSSO PRÓPRIO GOVERNO AINDA NOS OBRIGA A PAGAR IMPOSTOS PARA PAGAR A "INVASÃO"...AFRICANIZANDO-NOS...
QUE NINGUÉM ACREDITE NOS GAJOS QUE VOMITARAM "NEM MAIS UM SOLDADO PARA AS COLÓNIAS", COLABORARAM, TRAINDO, COM O ENTÃO "INIMIGO" E AGORA VIRANDO O BICO AO PREGO ANDAM A OBRIGAR-NOS A PAGAR AS "INVASÕES" QUE NOS COLONIZAM E QUE SÓ NOS ARRANJAM PROBLEMAS.QUALQUER PORTUGUÊS DECENTE SE DEVE OPOR A ISSO.
"Las alarmas contra los inmigrantes predican el odio"
Respuesta. Nosotros trabajamos para una Europa que no sea fortaleza ni caja fuerte. Ahora la gente, los europeos, están desorientados entre crisis económica, modelos sociales que se desploman y una globalización demasiado grande que asusta. La cultura mercantilista ha exaltado exageradamente la dimensión individual. El valor de la comunidad es consumido en nuestras sociedades. En este escenario se oyen en muchos lugares gritos de alarma contra los inmigrantes, que desvían la atención y corren el riesgo de que sea una llamada al odio. La política europea, asustada con respecto a la inmigración, es una política sustancialmente miope.
P. ¿En qué sentido?
R. Reflexionemos sobre los inmigrantes. Como decía Jean-Baptiste Duroselle, ésta no es una emigración: es una invasión. Impulsada por la desesperación. No serán desde luego las vallas de Ceuta o los barcos italianos los que la paren. Sólo una inteligente política en África podrá hacerlo. Dar allí a la gente una esperanza de futuro. Pero no veo muchos Estados europeos trabajando en esa dirección.
A "INVASÃO" PODE OU NÃO SER PARADA?E OS SEUS EFEITOS "REMEDIADOS"?O EMPOBRECIMENTO DAS CLASSES MÉDIAS É DEVIDO A QUEM?A DESORGANIZAÇÃO DA SOCIEDADE É DEVIDO A QUEM?
JÁ AGORA ESTAS ONDA "INVASIVAS" EXISTIRIAM SE ÁFRICA FOSSE ADMINISTRADA EM CONJUNTO COM OS BRANCOS?QUE COMO SE SABE FORAM EXPULSOS E SEM BENS?
PORTUGAL SÓ TEM QUE TRATAR DE "SI".E NÃO É O QUE ESTÁ A ACONTECER.PEGUEM NOS 668000 ACTUALMENTE SUBSIDIADOS E DIGAM QUANTOS É QUE NÃO SÃO "INDÍGENAS"...
QUER-SE DIZER FOMOS EXPULSOS SEM BENS E AGORA O NOSSO PRÓPRIO GOVERNO AINDA NOS OBRIGA A PAGAR IMPOSTOS PARA PAGAR A "INVASÃO"...AFRICANIZANDO-NOS...
QUE NINGUÉM ACREDITE NOS GAJOS QUE VOMITARAM "NEM MAIS UM SOLDADO PARA AS COLÓNIAS", COLABORARAM, TRAINDO, COM O ENTÃO "INIMIGO" E AGORA VIRANDO O BICO AO PREGO ANDAM A OBRIGAR-NOS A PAGAR AS "INVASÕES" QUE NOS COLONIZAM E QUE SÓ NOS ARRANJAM PROBLEMAS.QUALQUER PORTUGUÊS DECENTE SE DEVE OPOR A ISSO.
OS AMIGOS DA ANA GOMES
Uno de cada siete liberados de Guantánamo ha retomado la actividad terrorista
O SOS APLAUDE ESTE TIPO DE NOTÍCIAS...
21 Maio 2009 - 00h19
Lisboa: Detidos após perseguição
Dois homens, de 18 e 21 anos, foram ontem detidos em Lisboa após terem sido interceptados quando circulavam numa viatura furtada. Após perseguição policial, que só terminou após o carro se ter despistado, outros dois ocupantes puseram-se em fuga. No carro, a polícia encontrou uma pistola e uma caçadeira de canos serrados.
Lisboa: Detidos após perseguição
Dois homens, de 18 e 21 anos, foram ontem detidos em Lisboa após terem sido interceptados quando circulavam numa viatura furtada. Após perseguição policial, que só terminou após o carro se ter despistado, outros dois ocupantes puseram-se em fuga. No carro, a polícia encontrou uma pistola e uma caçadeira de canos serrados.
319000+350000=669000 IMPRODUTIVOS SUBSIDIADOS
Segurança Social
319 mil com subsídio médio de 464 euros
por CATARINA ALMEIDA PEREIRAHoje
O valor médio do subsídio de desemprego ronda os 464 euros por mês. Da prestação já dependem 319 mil pessoas, mais 23% do que há um ano. As despesas também crescem a dois dígitos.
Desde o início do ano foram atribuídos mais de 100 mil novos subsídios de desemprego, num ritmo que começa a reflectir-se de forma mais significativa no universo de pessoas abrangidas por esta prestação social. O número global de beneficiários cresceu 23% em termos homólogos, a variação mais alta desde o início da série, em 2007. São mais de 319 mil pessoas dependentes de um subsídio que ronda, em média, os 463,77 euros por mês, revelam os dados de Abril divulgados ontem pela Segurança Social.
Quem tem direito ao subsídio dito "normal" de desemprego recebe, em média, 517 euros por mês. O valor deve corresponder a 65% da antiga remuneração, com o limite de 1258 euros. É o apoio que abrange mais beneficiários (218 mil), mas só é acessível a quem trabalhou e descontou durante 450 dias nos dois anos anteriores à situação de desemprego.
Já o subsídio social de desemprego (que abrange 101 mil pessoas) está reservado a agregados de baixos rendimentos. Destina-se a quem, não tendo cumprido os 450 dias, descontou pelo menos durante 180; ou a quem tenha esgotado o subsídio dito "normal". As regras serão alargadas, mas actualmente só têm acesso a esta prestação desempregados que vivam em agregados com um rendimento per capita inferior a 336 euros por mês. Calculada com base no número de filhos e dependente do valor do Indexante de Apoios Sociais (IAS), esta prestação garante, em média, 339 euros por mês.
Contra a subida galopante do desemprego, o Governo manteve as regras de cálculo das prestações, tendo optado por alargar a abrangência do subsídio destinado aos mais pobres. A primeira das decisões, no terreno desde Abril, garante mais seis meses de prestação aos que terminem o subsídio social de desemprego este ano. Os desempregados de agregados com um rendimento por pessoa entre 336 e 461 euros deverão, por outro lado, passar a ter acesso a esta prestação a partir de Julho.
Pressionado a reforçar os apoios sociais, o Governo tem argumentado que Portugal tem um dos períodos de atribuição de subsídio mais longo da Europa e que a taxa de substituição (proporção do subsídio sobre o último salário) está entre as mais altas da OCDE. Oposição e sindicatos dizem que não chega. Os salários estão entre os mais baixos dos 30 países.
Mais 23 mil novos subsídios
Em Abril, foram atribuídos 23 mil novos subsídios, mais 64% do que em período homólogo. O aumento é significativo, mas representa um abrandamento face aos primeiros meses do ano. Desde o início do ano o aumento foi de 69%, com quase 103 mil novos subsídios atribuídos.
Neste período acumulado, o Estado gastou 622 milhões de euros com subsídios de desemprego, num aumento de 17,9% em comparação com o mesmo período do ano passado. Com as despesas correntes a acelerar (8,7%) e as receitas a abrandar (0,7%), o saldo global da Segurança Social caiu 34%, para 884 milhões de euros
MAS OS PORTUGUESES SEGUNDO OS SEUS "INTERPRETADORES" ELEITOS SÃO MUITO SOLIDÁRIOS, INTERNACIONALISTAS,ACEITAM QUE OS "TRABALHADORES NÃO TÊM PÁTRIA",INTEGRAM "NACIONALIZANDO".SÓ VOU ESPERAR QUANTO TEMPO VÃO AGUENTAR OS INDÍGENAS ESTA AFRICANIZAÇÃO PLANEADA NAS CATACUMBAS.O MARAVILHOSO DOIS EM UM.O RUWANDA DA EUROPA...
ESTÁ NA CARA QUE O SEF DEVE RECOMEÇAR A IR AOS BAIRROS SOCIAIS PARA LEGALIZAR QUEM LÁ ANDE NÃO VÃO OS CAPITALISTAS FICAR SEM MÃO DE OBRA DAQUI A UNS ANOS...
"ARRASTAR" PARA O FISCO SALÁRIOS E VENCIMENTOS ACIMA DE 3000 EUROS É QUE OS TRATADORES DA POBREZA QUE IMPORTAM NÃO FAZEM.PORQUE SERÁ?É QUE É MAIS FÁCIL "AVALIAR" OS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS E SACAR UMAS MASSAS AO "GRANDE NÚMERO" PORQUE SACAR A QUEM GOVERNA ERAM DE CERTEZA "MINUDÊNCIAS".MAS O POVO INDÍGENA SÓ PODE ANDAR SATISFEIITO COM ESTA "DEMOCRACIA" EM QUE ATÉ UM PRESIDENTE DE JUNTA QUE NO TEMPO DO "FASSISMO" SAÍAS DE BORLA AO ERÁRIO PÚBLICO PODE AGORA TER ATÉ UM PROFESSOR UNIVERSITÁRIO, DEVIDAMENTE COADJUVADO POR MAIS UM LARGO NÚMERO DE AUXILIARES,COM OS RESPECTIVIS CUSTOS CLARO, A TRATAR DOS SEUS PROBLEMAS.UMA RIQUEZA...
319 mil com subsídio médio de 464 euros
por CATARINA ALMEIDA PEREIRAHoje
O valor médio do subsídio de desemprego ronda os 464 euros por mês. Da prestação já dependem 319 mil pessoas, mais 23% do que há um ano. As despesas também crescem a dois dígitos.
Desde o início do ano foram atribuídos mais de 100 mil novos subsídios de desemprego, num ritmo que começa a reflectir-se de forma mais significativa no universo de pessoas abrangidas por esta prestação social. O número global de beneficiários cresceu 23% em termos homólogos, a variação mais alta desde o início da série, em 2007. São mais de 319 mil pessoas dependentes de um subsídio que ronda, em média, os 463,77 euros por mês, revelam os dados de Abril divulgados ontem pela Segurança Social.
Quem tem direito ao subsídio dito "normal" de desemprego recebe, em média, 517 euros por mês. O valor deve corresponder a 65% da antiga remuneração, com o limite de 1258 euros. É o apoio que abrange mais beneficiários (218 mil), mas só é acessível a quem trabalhou e descontou durante 450 dias nos dois anos anteriores à situação de desemprego.
Já o subsídio social de desemprego (que abrange 101 mil pessoas) está reservado a agregados de baixos rendimentos. Destina-se a quem, não tendo cumprido os 450 dias, descontou pelo menos durante 180; ou a quem tenha esgotado o subsídio dito "normal". As regras serão alargadas, mas actualmente só têm acesso a esta prestação desempregados que vivam em agregados com um rendimento per capita inferior a 336 euros por mês. Calculada com base no número de filhos e dependente do valor do Indexante de Apoios Sociais (IAS), esta prestação garante, em média, 339 euros por mês.
Contra a subida galopante do desemprego, o Governo manteve as regras de cálculo das prestações, tendo optado por alargar a abrangência do subsídio destinado aos mais pobres. A primeira das decisões, no terreno desde Abril, garante mais seis meses de prestação aos que terminem o subsídio social de desemprego este ano. Os desempregados de agregados com um rendimento por pessoa entre 336 e 461 euros deverão, por outro lado, passar a ter acesso a esta prestação a partir de Julho.
Pressionado a reforçar os apoios sociais, o Governo tem argumentado que Portugal tem um dos períodos de atribuição de subsídio mais longo da Europa e que a taxa de substituição (proporção do subsídio sobre o último salário) está entre as mais altas da OCDE. Oposição e sindicatos dizem que não chega. Os salários estão entre os mais baixos dos 30 países.
Mais 23 mil novos subsídios
Em Abril, foram atribuídos 23 mil novos subsídios, mais 64% do que em período homólogo. O aumento é significativo, mas representa um abrandamento face aos primeiros meses do ano. Desde o início do ano o aumento foi de 69%, com quase 103 mil novos subsídios atribuídos.
Neste período acumulado, o Estado gastou 622 milhões de euros com subsídios de desemprego, num aumento de 17,9% em comparação com o mesmo período do ano passado. Com as despesas correntes a acelerar (8,7%) e as receitas a abrandar (0,7%), o saldo global da Segurança Social caiu 34%, para 884 milhões de euros
MAS OS PORTUGUESES SEGUNDO OS SEUS "INTERPRETADORES" ELEITOS SÃO MUITO SOLIDÁRIOS, INTERNACIONALISTAS,ACEITAM QUE OS "TRABALHADORES NÃO TÊM PÁTRIA",INTEGRAM "NACIONALIZANDO".SÓ VOU ESPERAR QUANTO TEMPO VÃO AGUENTAR OS INDÍGENAS ESTA AFRICANIZAÇÃO PLANEADA NAS CATACUMBAS.O MARAVILHOSO DOIS EM UM.O RUWANDA DA EUROPA...
ESTÁ NA CARA QUE O SEF DEVE RECOMEÇAR A IR AOS BAIRROS SOCIAIS PARA LEGALIZAR QUEM LÁ ANDE NÃO VÃO OS CAPITALISTAS FICAR SEM MÃO DE OBRA DAQUI A UNS ANOS...
"ARRASTAR" PARA O FISCO SALÁRIOS E VENCIMENTOS ACIMA DE 3000 EUROS É QUE OS TRATADORES DA POBREZA QUE IMPORTAM NÃO FAZEM.PORQUE SERÁ?É QUE É MAIS FÁCIL "AVALIAR" OS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS E SACAR UMAS MASSAS AO "GRANDE NÚMERO" PORQUE SACAR A QUEM GOVERNA ERAM DE CERTEZA "MINUDÊNCIAS".MAS O POVO INDÍGENA SÓ PODE ANDAR SATISFEIITO COM ESTA "DEMOCRACIA" EM QUE ATÉ UM PRESIDENTE DE JUNTA QUE NO TEMPO DO "FASSISMO" SAÍAS DE BORLA AO ERÁRIO PÚBLICO PODE AGORA TER ATÉ UM PROFESSOR UNIVERSITÁRIO, DEVIDAMENTE COADJUVADO POR MAIS UM LARGO NÚMERO DE AUXILIARES,COM OS RESPECTIVIS CUSTOS CLARO, A TRATAR DOS SEUS PROBLEMAS.UMA RIQUEZA...
Wednesday, May 20, 2009
RUI RIO NÃO DESILUDE
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