01 Março 2009 - 00h30
Informação policial
EUA apontam máfia brasileira em Portugal
As autoridades brasileiras notaram um crescente envolvimento nos narcóticos e contrabando de armas pelo PCC de São Paulo e CV do Rio de Janeiro. Estes gangs organizados de criminosos têm uma presença internacional crescente em países como a Bolívia, Paraguai e possivelmente Portugal".
TODOS ESSES GAJOS CÁ ANDAM.E COM ALIADOS INTERNOS.PORTUGAL É UM PAÍS DE TESTAS DE FERRO CADA UM COM AS SUAS MÁFIAS ORGANIZADAS.DE ESTADO INDEPENDENTE A ESTADO PÁRIA...
Sunday, March 1, 2009
NOS SOBADOS É ASSIM MESMO...
Crime impõe 'recolher obrigatório' em Setúbal
VALENTINA MARCELINO
Insegurança. Contentores a arder, montras partidas, carros vandalizados - é um cenário recorrente na Baixa de Setúbal.
PORTANTO AO ANOITECER É QUE É A BOA ALTURA PARA O SEF ENVIAR UMAS CARRINHAS PARA LEGALIZAR A MALTA TODA...E JÁ AGORA A SEGURANÇA SOCIAL PARA PAGAR O QUE É NECESSÁRIO...
VALENTINA MARCELINO
Insegurança. Contentores a arder, montras partidas, carros vandalizados - é um cenário recorrente na Baixa de Setúbal.
PORTANTO AO ANOITECER É QUE É A BOA ALTURA PARA O SEF ENVIAR UMAS CARRINHAS PARA LEGALIZAR A MALTA TODA...E JÁ AGORA A SEGURANÇA SOCIAL PARA PAGAR O QUE É NECESSÁRIO...
Saturday, February 28, 2009
O SEMPRE AO LADO DO CHEFE COMPENSA
O VITAL MOREIRA ESTÁ A FALAR NA "CERIMÓNIA" DO CONGRESSO.DA ALIANÇA POVO-MFA PARA A DO SÓCRATES-VM COMO CHEFE DE FILA DOS XUXAS NO PE.A JUVENTUDE TEM QUE VER COMO É:PRIMEIRO TEM QUE SE PARTIR A LOIÇA DE BORLA PARA A SEGUIR SE COMEÇAREM A COLAR OS BOCADINHOS POR 20000 EUROS MÊS...
O SOBADO ESTÁ BEM REPRESENTADO.
O SOBADO ESTÁ BEM REPRESENTADO.
POR CÁ TAMBÉM TEMOS MUGABINHOS...
Los fastos con los que Mugabe ha celebrado su cumpleaños tienen un carácter obsceno , máxime si se compara con la situación del país: mas de 2.000 botellas de champán, 8.000 langostas, 100 kilos de gambas, 4.000 porciones de caviar, 3.000 patos y 8.000 cajas de bombones Ferrero Rocher entre otras exquisiteces fueron ofrecidas a sus invitados, en un país asolado por las epidemias y la hiperinflación, donde más de siete millones de zimbabuense necesitan ayuda humanitaria para no morir de hambre.
"LAMA NA VENTOÍNHA"
É O QUE ALGUNS SOCIALISTAS FORAM COLOCAR EM AVEIRO PARA QUE OS LUSITANOS FIQUEM AINDA MAIS EMPORCALHADOS...
SERÁ?E SE EXISTIR UM SÓ GENERAL DE 4 ESTRELAS CONTINUARÃO A DIZER O MESMO?
Forças Armadas
Chefes de Estado-Maior arrasam a criação do Comando Operacional Conjunto
Por Helena Pereira
Os chefes de Estado-Maior do Exército, Força Aérea e Marinha arrasam a criação do Comando Operacional Conjunto. Consideram «excessiva» e «desajustada» a concentração de poderes no Estado-Maior General das Forças Armadas, temendo que se transforme numa estrutura «megalómana» e não aceitam que os ramos passem a ser umas meras «direcções-gerais»
TEM QUE SE ACABAR COM A VISÃO DO FREITAS DO AMARAL QUE CONTINUOU O PENSAMENTO SALAZARISTA DE DIVIDIR PARA REINAR.HOJE AS FA´S TÊM QUE ESTAR SEMPRE OPERACIONAIS.PRONTAS A ACTUAR.O QUE NÃO ESTIVER DEVE SER EXTINTO.E COMO PAÍS POBRE NADA DE LUXOS DE MULTIPLICAÇÃO DE VALÊNCIAS SÓ PORQUE CADA "CHEFE" QUER A SUA QUINTA.O DINHEIRO DOS CONTRIBUINTES TEM QUE SER GASTO EM FORÇAS OPERACIONAIS EFICAZES QUE PRODUZAM GARANTIAS DE INDEPENDÊNCIA E NÃO EM TAPETES RAROS PARA GABINETES E AUTOMÓVEIS...
DEPOIS COM UM COMANDO NACIONAL ÚNICO QUERO VER OS POLÍTICOS A ANDAREM A DIVIDIR...
OS RAMOS FAZEM AS TAREFAS BUROCRÁTICAS DE "REGIMENTO" E JÁ NÃO É MAU...
ESTRANHO É VER A RAPAZIADA AFLITA AGORA QUANDO ISTO TUDO ESTÁ QUASE EM GUERRA DE GUERRILHA SEM NUNCA TEREM DADO UM AI...
Chefes de Estado-Maior arrasam a criação do Comando Operacional Conjunto
Por Helena Pereira
Os chefes de Estado-Maior do Exército, Força Aérea e Marinha arrasam a criação do Comando Operacional Conjunto. Consideram «excessiva» e «desajustada» a concentração de poderes no Estado-Maior General das Forças Armadas, temendo que se transforme numa estrutura «megalómana» e não aceitam que os ramos passem a ser umas meras «direcções-gerais»
TEM QUE SE ACABAR COM A VISÃO DO FREITAS DO AMARAL QUE CONTINUOU O PENSAMENTO SALAZARISTA DE DIVIDIR PARA REINAR.HOJE AS FA´S TÊM QUE ESTAR SEMPRE OPERACIONAIS.PRONTAS A ACTUAR.O QUE NÃO ESTIVER DEVE SER EXTINTO.E COMO PAÍS POBRE NADA DE LUXOS DE MULTIPLICAÇÃO DE VALÊNCIAS SÓ PORQUE CADA "CHEFE" QUER A SUA QUINTA.O DINHEIRO DOS CONTRIBUINTES TEM QUE SER GASTO EM FORÇAS OPERACIONAIS EFICAZES QUE PRODUZAM GARANTIAS DE INDEPENDÊNCIA E NÃO EM TAPETES RAROS PARA GABINETES E AUTOMÓVEIS...
DEPOIS COM UM COMANDO NACIONAL ÚNICO QUERO VER OS POLÍTICOS A ANDAREM A DIVIDIR...
OS RAMOS FAZEM AS TAREFAS BUROCRÁTICAS DE "REGIMENTO" E JÁ NÃO É MAU...
ESTRANHO É VER A RAPAZIADA AFLITA AGORA QUANDO ISTO TUDO ESTÁ QUASE EM GUERRA DE GUERRILHA SEM NUNCA TEREM DADO UM AI...
O CASAMENTO GAY FACILITA A AFRICANIZAÇÃO
ROUBADO NO ABRUPTO
(JPP)
COISAS DA SÁBADO: CASAMENTOS E ARGUMENTOS
Régulo Sene Sadé com a família.
A introdução de argumentos ad terrorem num debate normalmente estraga-o, sem esclarecer coisa nenhuma. No debate sobre o “casamento dos homossexuais”, a questão da proibição do incesto é um desses argumentos ad terrorem, embora quem diga que a lei nada deve ter a ver com a biologia, como fazem alguns defensores desse “casamento”, permita esse excesso. E, no limite, saber onde deve terminar a consanguinidade que impede o casamento entre parentes próximos, também já levanta complicações à simplicidade da recusa.
Pelo contrário, a questão da poligamia, ou se se quiser, do casamento poligâmico, já não pode ser considerada ad terrorem, mas tem sentido ser discutida no mesmo plano. Os defensores do casamento entre homossexuais recusam com veemência que a instituição do casamento possa estar associada à procriação, argumentando que há casamentos mesmo quando essa procriação é impossível ou improvável ou indesejada. Tal acontece no caso dos casais que não querem ter filhos, ou não os podem ter por razões médicas ou de idade. Mas, se na verdade o casamento se pode dissociar da procriação, como defendem os partidários do casamento homossexual, também se pode conceber o casamento sem ser monogâmico, como fazem os mormóns, ou os muçulmanos.
Se retirarmos a instituição do casamento do seu contexto religioso, histórico, cultural e civilizacional, que deixa ainda hoje abundantes traços no direito e nas políticas (a favor da família assente no casamento e na sua relação com a natalidade, na adopção, etc., etc.) nos países “ocidentais” e o tornarmos como mais uma forma de união de facto com outro nome, então a instituição do casamento pode assumir todas as formas livremente desejadas pelos “nubentes”, nem sei como lhes posso chamar. O casamento passa a ter “geometria variável” e toda a sociedade na sua estruturação também. Não é nada que já não aconteça, mas tem consequências que convinha discutir antes de embarcarmos em mais formas de “engenharia social”.
(JPP)
COISAS DA SÁBADO: CASAMENTOS E ARGUMENTOS
Régulo Sene Sadé com a família.
A introdução de argumentos ad terrorem num debate normalmente estraga-o, sem esclarecer coisa nenhuma. No debate sobre o “casamento dos homossexuais”, a questão da proibição do incesto é um desses argumentos ad terrorem, embora quem diga que a lei nada deve ter a ver com a biologia, como fazem alguns defensores desse “casamento”, permita esse excesso. E, no limite, saber onde deve terminar a consanguinidade que impede o casamento entre parentes próximos, também já levanta complicações à simplicidade da recusa.
Pelo contrário, a questão da poligamia, ou se se quiser, do casamento poligâmico, já não pode ser considerada ad terrorem, mas tem sentido ser discutida no mesmo plano. Os defensores do casamento entre homossexuais recusam com veemência que a instituição do casamento possa estar associada à procriação, argumentando que há casamentos mesmo quando essa procriação é impossível ou improvável ou indesejada. Tal acontece no caso dos casais que não querem ter filhos, ou não os podem ter por razões médicas ou de idade. Mas, se na verdade o casamento se pode dissociar da procriação, como defendem os partidários do casamento homossexual, também se pode conceber o casamento sem ser monogâmico, como fazem os mormóns, ou os muçulmanos.
Se retirarmos a instituição do casamento do seu contexto religioso, histórico, cultural e civilizacional, que deixa ainda hoje abundantes traços no direito e nas políticas (a favor da família assente no casamento e na sua relação com a natalidade, na adopção, etc., etc.) nos países “ocidentais” e o tornarmos como mais uma forma de união de facto com outro nome, então a instituição do casamento pode assumir todas as formas livremente desejadas pelos “nubentes”, nem sei como lhes posso chamar. O casamento passa a ter “geometria variável” e toda a sociedade na sua estruturação também. Não é nada que já não aconteça, mas tem consequências que convinha discutir antes de embarcarmos em mais formas de “engenharia social”.
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