4 Dezembro 2008 - 10h33
Segundo caso esta semana
Itália: Centenas de clandestinos interceptados
Uma embarcação com 211 imigrantes clandestinos a bordo foi interceptada na quarta-feira pela guarda costeira de Itália ao largo da Ilha da Lampedusa, no Sul da Sicília.
A intercepção foi feita por dois navios da guarda-costeira italiana e por um navio da Marinha a poucos quilómetros da ilha, onde nas últimas semana têm desembarcado centenas de imigrantes ilegais.
O pedido de socorro foi lançado pelo navio por causa dos ventos fortes e a ondulação na região.
Este foi o segundo caso do género no espaço de uma semana.
Na terça-feira, uma outra embarcação com 202 ilegais a bordo foi interceptada e os imigrantes transportados para o centro de acolhimento de Lampedusa, que alberga, no momento, 1300 pessoas, apesar de só ter capacidade para 850.
Os desembarques de clandestinos do Norte de África aumentaram exponencialmente em Itália este ano. Entre Janeiro e Setembro de 2007 foram registados 14.200, um número que aumentou para os 24.241 em período homólogo de 2008.
ISTO É A FORMA MAIS SOFT DE PIRATARIA ACTUAL.OS DOS DIREITOS HUMANOS, DOS ANTI-COLONIALISMOS, DAS VIAS AFRICANAS FIZERAM MERGULHAR TODO UM CONTINENTE NA BARBÁRIE.QUE NENHUMA VIA DELES VAI FAZER RETROCEDER.E DEPOIS DE EXPULSOS OS BRANCOS SOB A INFLUÊNCIS QUER DA EX-URSS, QUER DA CHINA QUE ARMARAM O CONTINENTE EIS QUE OS ANTIGOS COLONIZADOS FOGEM, ARRISCANDO A VIDA PARA JUNTO DOS SEUS ANTIGOS COLONIZADORES.E NÃO PARA A RUSSIA E PARA A CHINA... OS NOSSOS ESQUERDISTAS E "AJUDANTES" DE LIBERTADORES, NA ALTURA EMPREGADOS DA INTERNACIONAL COMUNISTA QUE RESOLVAM O PROBLEMA.QUE NÃO PODE PASSAR PELA COLONIZAÇÃO AFRICANA DE PORTUGAL.TORNANDO A DAR A NACIONALIDADE A QUEM A RECUSOU DE ARMAS NA MÃO SÓ PARA VIVER POR CONTA DO CONTRIBUINTE INDÍGENA.
OU ARRANJAM DIREITOS IGUAIS PARA BRANCOS EM ÁFRICA, COM GARANTIAS DE PROPRIEDADE, ESTADOS DE DIREITO, PARTICIPAÇÃO NA VIDA PÚBLICA, ETC O QUE FARÁ AUMENTAR A ECONOMIA DO CONTINENTE OU ENCERREM AS FRONTEIRAS RECORRENDO A TODOS OS MEIOS, INCLUINDO OS MILITARES.MAIS ESCRAVATURA BRANCA NÃO OBRIGADO...
Thursday, December 4, 2008
Wednesday, December 3, 2008
BPP - A VISÃO DE RICARDO ARROJA/PORTUGALCONTEMPORANEO
O "bailout" do BPP
A solução encontrada para salvar o Banco Privado Português (BPP), que o Estado se prepara para apoiar, é muito parecida com aquela que este ano se realizou nos Estados Unidos entre o JP Morgan e a Bear Stearns. Na altura, na iminência da Bear Stearns se declarar insolvente, o Estado norte-americano, através da Reserva Federal, disponibilizou um aval bancário ao JP Morgan para que este absorvesse a Bear Stearns. Desta feita, os seis bancos portugueses convocados por Vítor Constâncio, com a garantia do aval do Estado, farão o mesmo com o BPP. A diferença é somente uma: a Bear Stearns, então o quinto maior banco de investimento norte-americano, oferecia risco sistémico enquanto que o BPP, que representa 0,3% do sistema bancário português, não apresenta qualquer risco dessa natureza. Aliás, foi o próprio ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, a admiti-lo há uma semana atrás.
Infelizmente, para além das contradições públicas do nosso ministro, este plano de salvamento, suportado pelo dinheiro dos contribuintes, assenta em três pontos muito discutíveis. Primeiro, que o incumprimento do BPP, avaliado em cerca de 0,5% do PIB nacional, coloca em risco a credibilidade financeira da República Portuguesa. Tenho dúvidas. Como ponto de comparação, no caso da Bear Stearns o risco de incumprimento era de 4% do PIB norte-americano. Segundo, que o valor da carteira de títulos detida pelo BPP recuperará de forma significativa. Talvez. Até pode acontecer, mas quanto tempo demorará? Terceiro, que existe interesse público no BPP. Não me parece. Pelo contrário, o interesse reside exclusivamente na órbita dos seus "stakeholders" privados, pois trata-se de um banco de investimento que não actua da forma convencional característica de qualquer banco comercial.
O problema registado no BPP é o mesmo em que qualquer investidor particular incorrerá se pedir dinheiro emprestado para investir na bolsa e esta lhe trocar as voltas. De acordo com a edição de hoje do Público, o empréstimo contraído pelo BPP junto do JP Morgan e que lhe permitiu comprar uma participação de relevo no BCP, era aquele que estava em maior risco de incumprimento e que mais terá assustado o Estado português. Esse empréstimo foi utilizado pelo BPP para comprar acções do seu concorrente BCP a 3,2 euros por título, cuja cotação baixou, entretanto, para menos de 90 cêntimos - uma desvalorização de 72%. Deste modo, para que o investimento, concretizado através desse empréstimo, resultasse em mais valias para o BPP, a cotação das acções do BCP teria agora de valorizar 264%. É a velha história da matemática: quando a cotação de um título passa de 100 para 50 ocorre uma desvalorização de 50%, mas depois para regressar ao ponto de partida, para passar de 50 para 100, será então necessária uma valorização, não de 50%, mas sim de 100%. Infelizmente, este exercício aplicar-se-á a outras participações accionistas do BPP, porque o banco se esqueceu da primeira regra de quem investe na bolsa: definir perdas limite e exercer as respectivas "stop losses".
De resto, a imprensa financeira de ontem destacava que o Estado estará protegido pelo conjunto de activos detidos pelo BPP que, por sua vez, estarão avaliados em mais de 650 milhões de euros. Pois então, se o aval agora concedido pelo Estado representa um montante de 450 milhões de euros, inferior ao património do banco, para quê o salvamento? Por uma simples razão: esses 650 milhões de euros estão empolados, porventura contabilizados ao preço de custo e difíceis de transaccionar no imediato. A própria sede do BPP, que ontem, com algum sensacionalismo, se noticiava como tendo sido hipotecada pelo Estado, não valerá mais do que 3 ou 4% dos 750 milhões que o banco afirmou, publicamente, necessitar com urgência. Portanto, a solução encontrada é engenhosa. Permite ao BPP respirar fundo e esperar que o valor de mercado das suas participações accionistas recupere. Contudo, se isso não acontecer, se as cotações continuarem a afundar - bastando para tal que se repita o cenário de 1929, que muitos analistas consideram análogo ao momento presente - o montante avalizado pelo Estado vai ter de aumentar. Sem nenhum risco para o consórcio de bancos envolvido, mas com todo o risco sobre os contribuintes.
Publicada por Ricardo Arroja em 10:20
A solução encontrada para salvar o Banco Privado Português (BPP), que o Estado se prepara para apoiar, é muito parecida com aquela que este ano se realizou nos Estados Unidos entre o JP Morgan e a Bear Stearns. Na altura, na iminência da Bear Stearns se declarar insolvente, o Estado norte-americano, através da Reserva Federal, disponibilizou um aval bancário ao JP Morgan para que este absorvesse a Bear Stearns. Desta feita, os seis bancos portugueses convocados por Vítor Constâncio, com a garantia do aval do Estado, farão o mesmo com o BPP. A diferença é somente uma: a Bear Stearns, então o quinto maior banco de investimento norte-americano, oferecia risco sistémico enquanto que o BPP, que representa 0,3% do sistema bancário português, não apresenta qualquer risco dessa natureza. Aliás, foi o próprio ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, a admiti-lo há uma semana atrás.
Infelizmente, para além das contradições públicas do nosso ministro, este plano de salvamento, suportado pelo dinheiro dos contribuintes, assenta em três pontos muito discutíveis. Primeiro, que o incumprimento do BPP, avaliado em cerca de 0,5% do PIB nacional, coloca em risco a credibilidade financeira da República Portuguesa. Tenho dúvidas. Como ponto de comparação, no caso da Bear Stearns o risco de incumprimento era de 4% do PIB norte-americano. Segundo, que o valor da carteira de títulos detida pelo BPP recuperará de forma significativa. Talvez. Até pode acontecer, mas quanto tempo demorará? Terceiro, que existe interesse público no BPP. Não me parece. Pelo contrário, o interesse reside exclusivamente na órbita dos seus "stakeholders" privados, pois trata-se de um banco de investimento que não actua da forma convencional característica de qualquer banco comercial.
O problema registado no BPP é o mesmo em que qualquer investidor particular incorrerá se pedir dinheiro emprestado para investir na bolsa e esta lhe trocar as voltas. De acordo com a edição de hoje do Público, o empréstimo contraído pelo BPP junto do JP Morgan e que lhe permitiu comprar uma participação de relevo no BCP, era aquele que estava em maior risco de incumprimento e que mais terá assustado o Estado português. Esse empréstimo foi utilizado pelo BPP para comprar acções do seu concorrente BCP a 3,2 euros por título, cuja cotação baixou, entretanto, para menos de 90 cêntimos - uma desvalorização de 72%. Deste modo, para que o investimento, concretizado através desse empréstimo, resultasse em mais valias para o BPP, a cotação das acções do BCP teria agora de valorizar 264%. É a velha história da matemática: quando a cotação de um título passa de 100 para 50 ocorre uma desvalorização de 50%, mas depois para regressar ao ponto de partida, para passar de 50 para 100, será então necessária uma valorização, não de 50%, mas sim de 100%. Infelizmente, este exercício aplicar-se-á a outras participações accionistas do BPP, porque o banco se esqueceu da primeira regra de quem investe na bolsa: definir perdas limite e exercer as respectivas "stop losses".
De resto, a imprensa financeira de ontem destacava que o Estado estará protegido pelo conjunto de activos detidos pelo BPP que, por sua vez, estarão avaliados em mais de 650 milhões de euros. Pois então, se o aval agora concedido pelo Estado representa um montante de 450 milhões de euros, inferior ao património do banco, para quê o salvamento? Por uma simples razão: esses 650 milhões de euros estão empolados, porventura contabilizados ao preço de custo e difíceis de transaccionar no imediato. A própria sede do BPP, que ontem, com algum sensacionalismo, se noticiava como tendo sido hipotecada pelo Estado, não valerá mais do que 3 ou 4% dos 750 milhões que o banco afirmou, publicamente, necessitar com urgência. Portanto, a solução encontrada é engenhosa. Permite ao BPP respirar fundo e esperar que o valor de mercado das suas participações accionistas recupere. Contudo, se isso não acontecer, se as cotações continuarem a afundar - bastando para tal que se repita o cenário de 1929, que muitos analistas consideram análogo ao momento presente - o montante avalizado pelo Estado vai ter de aumentar. Sem nenhum risco para o consórcio de bancos envolvido, mas com todo o risco sobre os contribuintes.
Publicada por Ricardo Arroja em 10:20
Tuesday, December 2, 2008
NÃO OUVIRAM FALAR DO SEF...
2.000 inmigrantes (AFRICANOS) vagan por Jaén en busca de trabajo en el olivar
Los españoles copan labores del campo que otros años hacían los extranjeros
NEM DO AFICANIZADOR MOR DO REINO
Los españoles copan labores del campo que otros años hacían los extranjeros
NEM DO AFICANIZADOR MOR DO REINO
EM INGLATERRA OS DADOS SOBRE IMIGRAÇÃO TAMBÉM SÃO SEGREDO DE ESTADO...
As a shadow minister for immigration and as a Member of Parliament, Damian Green received the information in the same spirit and used it in his parliamentary duties.
“In providing this information for a shadow minister, Mr Galley believed that it would be used in a highly responsible manner in the public interest.” He denied that Mr Galley had been knowingly used by police after his arrest in an attempt to entrap Mr Green.
Mr Green was Mr Galley’s “only contact” in the House of Commons, Mr O’May said, but he refused to say whether he had met other Tory frontbenchers during the time he was leaking information.
Mr Galley was arrested “in a dawn raid by the anti-terrorism officers at his home on November 19 this year”, Mr O’May said.
AQUI SÃO SECRETOS OS DADOS SOBRE A NACIONALIZAÇÃO DA POBREZA MUNDIAL.OS POLÍTICOS DAS NOVAS OPORTUNIDADES MAGNÂNIMOS COM AQUILO QUE NÃO É DELES.E QUE VÃO DEIXAR PORTUGAL COMO NUNCA ESTEVE.NA BANCARROTA.MAS AFRICANIZADO.
“In providing this information for a shadow minister, Mr Galley believed that it would be used in a highly responsible manner in the public interest.” He denied that Mr Galley had been knowingly used by police after his arrest in an attempt to entrap Mr Green.
Mr Green was Mr Galley’s “only contact” in the House of Commons, Mr O’May said, but he refused to say whether he had met other Tory frontbenchers during the time he was leaking information.
Mr Galley was arrested “in a dawn raid by the anti-terrorism officers at his home on November 19 this year”, Mr O’May said.
AQUI SÃO SECRETOS OS DADOS SOBRE A NACIONALIZAÇÃO DA POBREZA MUNDIAL.OS POLÍTICOS DAS NOVAS OPORTUNIDADES MAGNÂNIMOS COM AQUILO QUE NÃO É DELES.E QUE VÃO DEIXAR PORTUGAL COMO NUNCA ESTEVE.NA BANCARROTA.MAS AFRICANIZADO.
Monday, December 1, 2008
O ALCÁCER QUIBIR DA ECONOMIA DE CASINO
PORTUGAL SOB A BATUTA DA PROPAGANDA DA ECONOMIA DE CASINO PERDEU UMA IMENSA RIQUEZA.AINDA NÃO APURADA, MAS QUE VAI MARCAR O FUTURO DE MUITA GENTE.POUPANÇAS DE ANALFABETOS QUE AVENTUREIROS QUE SE ACHAVAM INTELIGENTES ENCAMINHARAM PARA O QUASE NADA.A REALIDADE AINDA NÃO FOI APERCEBIDA POR MUITA GENTE.MAS LÁ CHEGAREMOS...
SOU CONTRA O LAXISMO DOS OFF-SHORES, DAS DONAS BRANCAS E DO INTERNACIONALISMO PROLETÁRIO.TUDO O QUE MAIS DE NEGATIVO CORROMPE E EMPOBRECE A NAÇÃO PORTUGUESA, A CAMINHO DE DEIXAR DE O SER.
SOU CONTRA O LAXISMO DOS OFF-SHORES, DAS DONAS BRANCAS E DO INTERNACIONALISMO PROLETÁRIO.TUDO O QUE MAIS DE NEGATIVO CORROMPE E EMPOBRECE A NAÇÃO PORTUGUESA, A CAMINHO DE DEIXAR DE O SER.
UM MERCADO PARA A COCAINA APREENDIDA
Swiss voters back £14m-a-year health scheme to give addicts free heroin
Heroin users have been taken off the streets and crime by addicts has fallen 60 per cent since the scheme began
The free provision of heroin to addicts won the overwhelming support of Swiss voters yesterday.
Projections based on early results indicated that 69 per cent of voters approved the programme, believed to be the first of its kind in the world, in a poll called under the country's system of direct democracy.
Crime by heroin addicts has fallen 60 per cent since the initiative to allow health clinics to administer controlled doses of the drug began 14 years ago, according to the Swiss Federal Office of Public Health.
The support for the plan came in a referendum called by opponents of a government policy that treats hardened drug users as patients rather than criminals. Critics, including conservatives who called for the referendum, object to the annual cost of 26 million Swiss francs (£14 million), covered by the health insurance that all citizens pay and the Government covers for those who cannot afford it
While the Swiss have a more tolerant attitute towards drugs than most European countries, a parallel referendum to legalise small-scale cannabis growing and use was soundly rejected by a margin of about two to one.
POR CÁ POR MAIS METADONA QUE DISTRIBUAM O CRIME NUNCA BAIXA...
HÁ QUE VENDER A COCAINA APREENDIDA.AOS SUIÇOS...
Heroin users have been taken off the streets and crime by addicts has fallen 60 per cent since the scheme began
The free provision of heroin to addicts won the overwhelming support of Swiss voters yesterday.
Projections based on early results indicated that 69 per cent of voters approved the programme, believed to be the first of its kind in the world, in a poll called under the country's system of direct democracy.
Crime by heroin addicts has fallen 60 per cent since the initiative to allow health clinics to administer controlled doses of the drug began 14 years ago, according to the Swiss Federal Office of Public Health.
The support for the plan came in a referendum called by opponents of a government policy that treats hardened drug users as patients rather than criminals. Critics, including conservatives who called for the referendum, object to the annual cost of 26 million Swiss francs (£14 million), covered by the health insurance that all citizens pay and the Government covers for those who cannot afford it
While the Swiss have a more tolerant attitute towards drugs than most European countries, a parallel referendum to legalise small-scale cannabis growing and use was soundly rejected by a margin of about two to one.
POR CÁ POR MAIS METADONA QUE DISTRIBUAM O CRIME NUNCA BAIXA...
HÁ QUE VENDER A COCAINA APREENDIDA.AOS SUIÇOS...
AINDA MUITA ÁGUA VAI PASSAR DEBAIXO DAS PONTES

Guerra na Justiça - Declarações de Cândida Almeida irritam ex-director da PJ
Juiz ataca ‘Furacão’
A direcção da Acção Penal só compete ao Ministério Público [MP]. As grandes opções são do MP e, neste caso, do DCIAP [Departamento Central de Investigação e Acção Penal]. Não são da Polícia Judiciária", recordou ontem ao CM o juiz-conselheiro Santos Cabral, ex-director da PJ, lamentando as declarações da procuradora Cândida Almeida, directora do DCIAP, sobre o afastamento da PJ da ‘Operação Furacão’.
Para Santos Cabral, "a drª Cândida Almeida tem a obrigação e o dever de precisar em concreto o que pretende dizer com as suas afirmações. Não se pode deixar pairar uma dúvida relativamente a instituições que merecem a maior credibilidade, como são a PJ e o DCIAP". Em causa, está a entrevista concedida por Cândida Almeida à TSF, na qual, questionada sobre o afastamento da PJ das investigações ao processo ‘Operação Furacão’, a procuradora alega que esse ficou a dever-se a "a problemas", a "uma situação" que ditou esse afastamento. E não concretizou.
QUALQUER OBSERVADOR INDEPENDENTE PERCEBE CLARAMENTE QUE A PARTIDARIZAÇÃO DAS ESTRUTURAS DO ESTADO LEVARAM AO ACTUAL RESULTADO DE PODRIDÃO DO REGIME.QUE SE ALGUÉM COMO NESTE CASO COMEÇAR A PUXAR AS LINHAS VEM TUDO AGARRADO...É QUE OS MESMOS DE SEMPRE GANHARAM OS VÍCIOS QUE APONTAVAM, EM MUITOS CASOS INJUSTAMENTE AOS DIRIGENTES DO ANTERIOR REGIME.
SÓ ME ADMIRO POR NINGUÉM AINDA TER CLAMADO CONTRA A CABALA QUE ENVOLVE TUDO O QUE SEJA DE DIREITA.NÃO HAVERÁ ENRIQUECIMENTO ILÍCITO NA ESQUERDA?
OS SRS JUÍZES E O MP QUE NÃO TOMEM MEDIDAS DE AFASTAR OS SEUS COMISSÁRIOS QUE NÃO VAI TARDAR NADA A IREM RECEBER AS SUAS REFORMAS AO TOTTA...
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