Quantas centenas de portugueses obrigados a ir combater cujo campa rasa permanece nos sertões de África?
A família pouco importa a estes governadores do mundo
Wednesday, September 19, 2007
NO LIBANO QUEM VAI AO AR SÃO OS CRISTÃOS...
Mas aqui as vítimas são os coitadinhos dos islâmicos... pelo menos para os socialistas de esquerda
Ghanem é a oitava figura anti-Síria proeminente assassinada no país desde 2005. Na semana que vem, o Parlamento deve se reunir para a escolha de um novo presidente e o atentado pode acirrar rivalidades entre cristãos e muçulmanos no país.
Ghanem é a oitava figura anti-Síria proeminente assassinada no país desde 2005. Na semana que vem, o Parlamento deve se reunir para a escolha de um novo presidente e o atentado pode acirrar rivalidades entre cristãos e muçulmanos no país.
CGD 1 EM 3?
Na concessão do crédito 2 boys PS e um 3º "profissional" também PS?
Não me arranjarão um valente crédito com muitos algarismos?
Não me arranjarão um valente crédito com muitos algarismos?
MAIS FACULDADES DE MEDICINA SIM
A excepção da Medicina
Os resultados do concurso de acesso ao ensino superior público mostram que, com excepção de Medicina e de Arquitectura, as instituições públicas garantem actualmente o acesso à generalidade das formações a todos os candidatos que tenham médias de acesso relativamente moderadas. Há mesmo excesso de oferta em várias formações.
Há, porém, uma diferença em relação àquelas duas excepções. Enquanto na Arquitectura existem várias escolas privadas que proporcionam o acesso a quem ficar de fora do sistema público, no caso da Medicina tal não sucede, sendo o único caso de monopólio das universidades públicas. Quem não entrar tem de ir para universidades estrangeiras, públicas ou privadas (se tiver os meios necessários, naturalmente...). Ora, se o Estado, apesar de o dever fazer, não consegue oferecer vagas suficientes, mesmo aos bons alunos, deveria pelo menos abrir essa formação às universidades privadas.
[Publicado por Vital Moreira] 17.9.07
Os resultados do concurso de acesso ao ensino superior público mostram que, com excepção de Medicina e de Arquitectura, as instituições públicas garantem actualmente o acesso à generalidade das formações a todos os candidatos que tenham médias de acesso relativamente moderadas. Há mesmo excesso de oferta em várias formações.
Há, porém, uma diferença em relação àquelas duas excepções. Enquanto na Arquitectura existem várias escolas privadas que proporcionam o acesso a quem ficar de fora do sistema público, no caso da Medicina tal não sucede, sendo o único caso de monopólio das universidades públicas. Quem não entrar tem de ir para universidades estrangeiras, públicas ou privadas (se tiver os meios necessários, naturalmente...). Ora, se o Estado, apesar de o dever fazer, não consegue oferecer vagas suficientes, mesmo aos bons alunos, deveria pelo menos abrir essa formação às universidades privadas.
[Publicado por Vital Moreira] 17.9.07
ARMAS : QUE HORROR...
Eu também tenho.E sei usar bem.Então se me precisar de defender o "outro" nem um cêntimo valerá...
A vida e a morte devia ser um assunto mais debatido porque num momento está-se vivinho da silva, a debitar sentenças e a falar grosso e um segundo depois é-se pasto para ovos de moscardos.
Quem anda a julgar que o futuro tem que ser assegurado a todo o custo que pense bem se não se arrependerá numa fracção de segundo que seja...
A vida e a morte devia ser um assunto mais debatido porque num momento está-se vivinho da silva, a debitar sentenças e a falar grosso e um segundo depois é-se pasto para ovos de moscardos.
Quem anda a julgar que o futuro tem que ser assegurado a todo o custo que pense bem se não se arrependerá numa fracção de segundo que seja...
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