Não se vive amor como o primeiro [2]
Maria José Morgado, Durão Barroso e a magistrada do Ministério Público a quem foi distribuído o processo Somague andaram pelas águas do MRPP — fazendo, de resto, parte da chamada linha negra. Sabendo Maria José Morgado, a actual directora do DIAP de Lisboa, que Barroso e a citada procuradora tiveram, nos tempos de faculdade, uma relação próxima, não teria sido mais avisado, até para a magistrada em causa, confiar essa investigação a um qualquer outro procurador?
posted by Miguel Abrantes @ 7.9.07 3 comments
Sunday, September 9, 2007
ROUBADO NO PORTUGALCONTEMPORÂNEO
uma direita inútil
Paulo Portas está de regresso à política activa. Vem com um ar bem mais ligeiro e descontraído do que aquele com que foi para férias, na sequência das sucessivas broncas em que se meteu para apear Ribeiro e Castro da liderança do partido e do resultado das eleições para a Câmara da capital. Anunciou novas caras e novos temas. Quanto às caras estamos ainda para as ver. Quanto aos temas, na maioria dos casos mais lhe valia manter os antigos. Quem esperava um discurso liberal teve direito à panaceia do costume sobre os pobrezinhos, as deficiências da pátria e o que o governo tem que fazer para dar solução a estes e a outros magnos problemas.
Sobre Marques Mendes e o PSD não há muito a dizer. Nem mesmo a disputa pela liderança em directas lhe espicaçou a conversa. Umas críticas a Sócrates e ao governo, uns reparos a Menezes e ao seu «populismo», o mais é o de sempre: cara serrada de homem sério e honrado, na expectativa que o país se comova e lhe caia no regaço, conforme a velha lei da política segundo a qual o poder não se conquista mas perde-se.
A direita continua, assim, sem encontrar um caminho alternativo ao socialismo de Sócrates. Porque, ao invés do que a opinião pública se tem vindo a convencer (e a ser convencida), este governo é mesmo de esquerda e é genuinamente socialista. Toda a sua acção tem por finalidade salvar, e não enterrar, o Estado Social. O governo de Sócrates diminuiu «gorduras» para salvar o paciente e não propriamente para o ver pelas costas. Em três anos, o governo não prescindiu de nenhuma das suas funções. Ao invés, aumentou substancialmente o seu espectro de actuação, como na educação e na saúde. Privatizar é palavra proibida, porque, o que o governo quer, muito legitimamente, diga-se, como emanação que é de um partido socialista, é salvar o sector público e fazê-lo crescer, se possível. Trata-se, no fim de contas, de aplicar a velha ideia da esquerda de que o socialismo é viável a partir do Estado, se houver boa gestão pública.
Em contrapartida, a direita não parece querer mudar o paradigma. Não ataca o Estado por aquilo que faz, mas pelo modo como o faz. Deixa-se arrastar para o campo do «inimigo», limitando-se a tentar encontrar novas fórmulas para fazer melhor do que ele. Isto é, para gerir melhor o Estado. É claro que perderá sempre este debate, como, a permanecer assim, continuará a ser completamente inútil aos liberais e aos conservadores.
Publicada por rui a. em 00:19 Comments (12) | Trackback Hiperligações para esta mensagem
Paulo Portas está de regresso à política activa. Vem com um ar bem mais ligeiro e descontraído do que aquele com que foi para férias, na sequência das sucessivas broncas em que se meteu para apear Ribeiro e Castro da liderança do partido e do resultado das eleições para a Câmara da capital. Anunciou novas caras e novos temas. Quanto às caras estamos ainda para as ver. Quanto aos temas, na maioria dos casos mais lhe valia manter os antigos. Quem esperava um discurso liberal teve direito à panaceia do costume sobre os pobrezinhos, as deficiências da pátria e o que o governo tem que fazer para dar solução a estes e a outros magnos problemas.
Sobre Marques Mendes e o PSD não há muito a dizer. Nem mesmo a disputa pela liderança em directas lhe espicaçou a conversa. Umas críticas a Sócrates e ao governo, uns reparos a Menezes e ao seu «populismo», o mais é o de sempre: cara serrada de homem sério e honrado, na expectativa que o país se comova e lhe caia no regaço, conforme a velha lei da política segundo a qual o poder não se conquista mas perde-se.
A direita continua, assim, sem encontrar um caminho alternativo ao socialismo de Sócrates. Porque, ao invés do que a opinião pública se tem vindo a convencer (e a ser convencida), este governo é mesmo de esquerda e é genuinamente socialista. Toda a sua acção tem por finalidade salvar, e não enterrar, o Estado Social. O governo de Sócrates diminuiu «gorduras» para salvar o paciente e não propriamente para o ver pelas costas. Em três anos, o governo não prescindiu de nenhuma das suas funções. Ao invés, aumentou substancialmente o seu espectro de actuação, como na educação e na saúde. Privatizar é palavra proibida, porque, o que o governo quer, muito legitimamente, diga-se, como emanação que é de um partido socialista, é salvar o sector público e fazê-lo crescer, se possível. Trata-se, no fim de contas, de aplicar a velha ideia da esquerda de que o socialismo é viável a partir do Estado, se houver boa gestão pública.
Em contrapartida, a direita não parece querer mudar o paradigma. Não ataca o Estado por aquilo que faz, mas pelo modo como o faz. Deixa-se arrastar para o campo do «inimigo», limitando-se a tentar encontrar novas fórmulas para fazer melhor do que ele. Isto é, para gerir melhor o Estado. É claro que perderá sempre este debate, como, a permanecer assim, continuará a ser completamente inútil aos liberais e aos conservadores.
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PINTE-SE DE PRETO E CONTACTE O COMISSÁRIO
Rui Pando Gomes
Gabriela, de 77 anos, vive em desespero, face à falta de meios para satisfazer as suas necessidades
Desde a morte do marido, em Junho, que a vida de Gabriela Soares, de 77 anos, se tornou num inferno: a idosa, residente em Vila do Bispo, recebe 230 euros de reforma e paga 200 de renda de casa (luz e água incluídos naquele valor). Sobram 30 euros para todas as outras necessidades
VERÁ QUE TUDO CORRERÁ BEM.ATÉ LHE OFERECERÃO EMPREGO NUM DOS MUITOS ORGANISMOS DO ESTADO COMO ANIMADORA CULTURAL OU COMO MEDIADORA... E NO MÍNIMO PASSA A RECEBER MAIS DE 400 EURITOS...
Gabriela, de 77 anos, vive em desespero, face à falta de meios para satisfazer as suas necessidades
Desde a morte do marido, em Junho, que a vida de Gabriela Soares, de 77 anos, se tornou num inferno: a idosa, residente em Vila do Bispo, recebe 230 euros de reforma e paga 200 de renda de casa (luz e água incluídos naquele valor). Sobram 30 euros para todas as outras necessidades
VERÁ QUE TUDO CORRERÁ BEM.ATÉ LHE OFERECERÃO EMPREGO NUM DOS MUITOS ORGANISMOS DO ESTADO COMO ANIMADORA CULTURAL OU COMO MEDIADORA... E NO MÍNIMO PASSA A RECEBER MAIS DE 400 EURITOS...
KOSOVO
http://www.elpais.com/articulo/internacional/Veintisiete/comprometen/buscar/unidos/salida/Kosovo/elpepuint/20070909elpepiint_7/Tes
THE NATO SHOULD ACT IF KOSOVARES CRY FOR INDEPENDENT STATE IF NOT ALLOWED BY SERVES:
-JAILING POLITCS
OR
-ALLOWING SERV TROOPS ENTER KOSOVO
THE NATO SHOULD ACT IF KOSOVARES CRY FOR INDEPENDENT STATE IF NOT ALLOWED BY SERVES:
-JAILING POLITCS
OR
-ALLOWING SERV TROOPS ENTER KOSOVO
BIN LADEN
http://www.elpais.com/articulo/internacional/Pulso/interior/Qaeda/elpepuint/20070909elpepiint_5/Tes
QUE O SR GUTERRES AJUDE NOS TRANSPORTES PARA ANGOLA
Correio da Manhã – Nesta fase da política angolana justifica-se haver uma delegação da UNITA em Portugal?
Alcides Sakala – Não será uma delegação diplomática como foi no passado. Será uma estrutura mínima de carácter social que vai funcionar junto da comunidade angolana em Portugal chefiada pelo médico Isaac Wembembe, antigo representante do partido em Lisboa. Há muitos angolanos em Portugal que vivem com sérias dificuldades. Essa delegação vai ajudá-los a resolver os problemas e apoiar aqueles que pretendem regressar ao país.
COMO OS CHINESES NÃO TÊM ENCONTRADO MÃO DE OBRA ESPECIALIZADA NA CONSTRUÇÃO CIVIL AQUI ESTÁ UMA OPORTUNIDADE QUE OS ANGOLANOS NÃO DEVEM PERDER.
Alcides Sakala – Não será uma delegação diplomática como foi no passado. Será uma estrutura mínima de carácter social que vai funcionar junto da comunidade angolana em Portugal chefiada pelo médico Isaac Wembembe, antigo representante do partido em Lisboa. Há muitos angolanos em Portugal que vivem com sérias dificuldades. Essa delegação vai ajudá-los a resolver os problemas e apoiar aqueles que pretendem regressar ao país.
COMO OS CHINESES NÃO TÊM ENCONTRADO MÃO DE OBRA ESPECIALIZADA NA CONSTRUÇÃO CIVIL AQUI ESTÁ UMA OPORTUNIDADE QUE OS ANGOLANOS NÃO DEVEM PERDER.
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