Monday, April 17, 2017

A ALEMANHA COM TANTO TURCO...

jitter vitória de Erdogan
O fim da República Turca
O Sim apertado dos eleitores turcos marcou um ponto de viragem: a democracia parlamentar é substituída por um estado de um homem só. A Europa deve reagir a ela - com dois passos concretos.

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sistema presidencialista
, 63 por cento dos turcos na Alemanha votou para a reforma de Erdogan
No exterior foram autorizados a votar sobre a nova Constituição turcos. Na Alemanha, a grande maioria 'sim' aos planos de Erdogan disse. De outros países chegou um rotundo não.

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Notícias Blog: voto dos turcos alemães alarmado Comunidade Turca
Quase dois terços do eleitorado na Alemanha votou a favor da reforma na Turquia, a Comunidade Turco chama consequências

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O comportamento eleitoral estranha de turcos alemães
Referendo sobre a Constituição presidencial: O comportamento de voto estranha de turcos alemães
Uma clara maioria dos eleitores turcos na República Federal votou para o sistema presidencial de Erdogan - muitos por despeito contra a Alemanha.

UNS TÊM TURCOS, OUTROS MARROQUINOS E ARGELINOS ENFIM UMA MODERNIDADE DO CARAÇAS.MAS A UMMA REAGE EM CONJUNTO E VAI SER UMA CHATICE...
O ERDOGAN A METER JINDUNGO NO CU DOS ALEMÃES...

LE PEN TEM DOIS INIMIGOS DE PESO EM FRANÇA:ISLÂMICOS E PRETOS...

Les musulmans en campagne contre le FN
33e rencontre annuelle des Musulmans de France au parc des expositions du Bourget en mai 2016.
Rebaptisée les «Musulmans de France», l'ex-UOIF réunie en congrès a tancé le FN et les terroristes.

CLARO QUE ISSO É PRECISAMENTE PORQUE LE PEN É LE PEN...

DEPOIS ADMIRAM-SE DE APESAR DE SEREM UMA MINORIA SEREM A MAIORIA NOS CORREDORES DA MORTE...

Un hombre mata a un anciano en directo en Facebook en Estados Unidos



APETECEU-LHE E PRONTOS.LÁ SE FOI O VELHINHO.PRETO AINDA POR CIMA...

O MISSIONÁRIO QUE PARA FAZER OBRA IMPORTA A SUA MÃO DE OBRA E NOS MANDA A FACTURA

SOCIEDADE

Padre Anselmo Borges: “É evidente que Nossa Senhora não apareceu em Fátima”
16.04.2017 CHRISTIANA MARTINS
Anselmo Borges, padre da Sociedade Missionária Portuguesa, falou ao Expresso a propósito do lançamento do seu novo livro, “Francisco: Desafios à Igreja e ao Mundo”

A NOSSA SENHORA DE FÁTIMA SÓ PODE TER APARECIDO A 3 PRETINHOS DA ÁFRICA OCIDENTAL E QUE LHES LHES DEU O RUMO DO MEDITERRÂNEO...VÃO TER COM O ANSELMO...

POR CÁ PARA NÃO PASSAREM VERGONHAS DESTAS DESISTIRAM DO MÍSSIL COM OS TAIS ESPANTOSOS 50 METROS DE ALCANCE...

Coreia no Norte falha lançamento de míssil

PORTANTO OS NOSSOS INTERNACIONALISTAS COM MÍSSEIS NUNCA VÃO ASSUSTAR NINGUÉM NEM FAZER CHANTAGENS.MAIS DIA MENOS DIA VÃO TER QUE VERGAR A MOLA E VOLTAR AOS TEMPOS DE UMA SARDINHA PARA TRÊS...(????)

PORRA QUE OS OPERÁRIOS E CAMPONESES FRANCESES RECUSAM O CAPATAZ ESCURINHO E ENTREGAR A FILHINHA À DIFERENÇA...

CARLOS RODRIGUES Em defesa do PCP A Frente Nacional é o partido preferido por operários e desempregados.

Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/opiniao/colunistas/carlos-rodrigues/detalhe/em-defesa-do-pcp?ref=HP_opiniao

POR CÁ TANTO ENTREGAM TUDO O QUE TINHA PRETO E NÃO ERA NOSSO COMO LOGO A SEGUIR OS IMPORTAM E NACIONALIZAM ÀS CENTENAS DE MILHAR.PARA ARMAZENAR EM BAIRRO SOCIAL POR NOSSA CONTA...

Sunday, April 16, 2017

O "SISTEMA" E OS SEUS DIREITOS HUMANOS GLOBAIS POR NOSSA CONTA VAI DERROCAR.PARA QUANDO A "RUPTURA"?


Acima das possibilidades
Bruno Alves, Politólogo

O “sistema” nacional não se limita a prejudicar o presente de muitos portugueses. Acima de tudo, estrangula o futuro de todos nós.

Na semana passada, passou relativamente despercebida a notícia de que a OCDE considerou Portugal o 12º país com uma carga mais elevada entre os seus membros. Segundo a dita entidade, entre impostos propriamente ditos e os impostos-por-outro-nome que a criativa burocracia portuguesa designa por “contribuições”, o Estado retira aos portugueses cerca de 41,5% do salário médio no país. Tendo em conta que esses rendimentos não são propriamente elevados quando comparados com muitos dos nossos vizinhos e parceiros europeus, esse número (que deixa ainda de fora os impostos sobre o consumo) é bem revelador de como, mais do que – como se tornou costume dizer-se – os portugueses viverem “acima das suas possibilidades”, é o Estado que vive acima das possibilidades que os portugueses têm para o financiar.

O problema é crónico: Portugal é, para os padrões com que os seus habitantes o querem comparar, um país relativamente pobre. Por várias razões, o modo como estes tradicionalmente têm tentado ultrapassar essa infeliz condição tem sido o de se sentarem à mesa do Orçamento de Estado e, do seu banquete redistributivo, retirar alimento com que saciar os seus apetites. Claro que o dinheiro necessário ao festim tem de vir de algum lado, e dada a natureza do Estado, esse lado só pode ser um: a carteira dos portugueses que tenham o azar de não fazer parte das clientelas cultivadas e acarinhadas pelos partidos que vão passando pelo governo.

O arranjo, naturalmente, é frágil. A parte da população que tem de abdicar de quase metade do seu rendimento para dar à restante o seu, nutre por esta última um ódio e hostilidade que, inevitavelmente, a fazem sentir-se menosprezada e vilificada pelos primeiros.

Para piorar as coisas, as clientelas que dependem dos partidos (e de quem eles dependem também) têm naturais e compreensíveis expectativas para a suas vidas, que os sucessivos governos sentem a necessidade de satisfazer sob pena de deixarem de o ser, o que os obriga a gastos maiores e, consequentemente, a ir cada vez mais ao bolso de quem paga o rodízio orçamental. Ao mesmo tempo, o que sai desses bolsos nunca é suficiente para pagar tudo aquilo a que, para conseguirem votos, os governos se comprometeram a oferecer aos seus apaniguados, obrigando-os a pedir dinheiro emprestado ao estrangeiro, a preços tanto mais incomportáveis quanto o receio dos credores de que nunca o verão de volta.

Do CDS ao BE, passando pelo PSD, PS e PCP, nenhum dos partidos que estiveram no governo, ou que lhe dão o necessário apoio, alguma vez fez algo para sair deste sarilho. Só diferem entre si na medida em que uns acham que a diferença entre o que uma parte significativa do país espera do Estado e aquilo que o Estado lhes pode oferecer – ou seja, o défice – deve ser a menor possível (e para isso é necessário aumentar impostos); e outros não estão muito preocupados com isso, seguros de que a boa vontade europeia lhes permitirá usar truques contabilísticos para fingir contra toda a lógica que com a dívida a aumentar o défice está a baixar.

Mas a ninguém ocorre a possibilidade de mudar um sistema injusto que sobrecarrega uma parte da sociedade em benefício de quem tem algo (votos, influência, “fotocópias” ou “robalos”) a oferecer ao poder político.

O país paga, e pagará, um preço elevado por isso. A vida de quem tem que abdicar de uma parte tão grande de tão parco rendimento não pode melhorar. Como aquilo que se pode retirar a essas pessoas também não é muito, a vida que se pode oferecer aos felizardos que estão do lado certo da mesa redistributiva também não é particularmente generosa. E como a paciência da “Europa” também é limitada, mais tarde ou mais cedo a torneira do BCE e dos “fundos” também se vai apertar. O “sistema” nacional não se limita a prejudicar o presente de muitos portugueses. Acima de tudo, estrangula o futuro de todos nós.

E SÃO TODOS MUITO INTERNACIONALISTAS...
TRANSFORMADA EM OURO A DÍVIDA ANDA EM 6500000 KG.QUASE 1 KG POR CONTRIBUINTE.COMO 70% NÃO PAGAM IMPOSTOS OS OUTROS 30% DEVEM 3 KG...CADA UM...