09 Maio 2009 - 00h30
Crime: Polícia alvo de cocktails molotov e tiros de caçadeira
Guerrilha urbana ataca na Bela Vista (COM VÍDEO)
Tiros de caçadeira, cocktails molotov, pedras e garrafas contra a esquadra, agentes e veículos policiais. "Parece um cenário retirado de um conflito armado de um país africano, mas é uma realidade em Setúbal", disse ao CM um alto responsável da Direcção Nacional da PSP, que admitiu: "O Grupo de Operações Especiais está de prevenção para entrar no bairro."
E não é para menos: ontem à tarde, quando os reforços do Corpo de Intervenção se tinham retirado, um grupo a bordo de um Honda Concerto disparou três vezes contra a esquadra. O sentinela e uma idosa que saía do prédio não foram atingidos por centímetros. E por pouco um dos cartuchos não entrava mesmo na esquadra. Já durante a madrugada, a PSP tinha sido alvo de um ataque coordenado com cocktails molotov e pedras (ver caixa).
"É o típico bate-e-foge de uma guerrilha", desabafou ao CM fonte oficial da esquadra da Bela Vista. "Neste caso urbana. São jovens que conhecem o bairro e que usam a arquitectura em seu favor. Como ontem [anteontem] à noite, quando atiraram cocktails molotov dos telhados e depois fugiram saltando de prédio em prédio", acrescentou a fonte.
A própria PSP já se apercebeu de que a Bela Vista pode ser o rastilho de uma bomba pronta a rebentar noutros bairros e, por isso, reforçou o trabalho do Departamento de Informações. Aliás, fontes policiais disseram ao CM que "por detrás dos ataques à PSP está um restrito grupo de cadastrados e jovens referenciados, em ligação com suspeitos detidos pela prática de inúmeros crimes violentos como carjacking e roubos de caixas ATM".
Agentes infiltrados na Bela Vista e noutros bairros problemáticos das áreas metropolitanas de Lisboa e Porto, e informadores nas mesmas zonas, estão em contacto com as polícias que enfrentam os desordeiros. "Esta informação está a ser fundamental na organização dos esquema de policiamento na Bela Vista e na prevenção de alterações de ordem pública noutros bairros", disse fonte da PSP.
Entretanto, a tensão na Bela Vista mantém-se "em níveis muito preocupantes". "Vamos manter o policiamento musculado enquanto o grau de ameaça se mantiver", concluiu a mesma fonte.
JOGO DO GATO E DO RATO NA CIDADE
Depois de terem arremessado pelo menos cinco cocktails molotov contra o Corpo de Intervenção da PSP, os mesmos jovens dispersaram. Mas voltaram a reunir-se já de madrugada para, de novo, causarem o caos. Num verdadeiro jogo do gato e do rato com a polícia, que durou quase até de manhã, os desordeiros incendiaram diversos ecopontos e caixotes do lixo em diferentes pontos da cidade. A táctica usada era a mesma. Atear e fugir. Os bombeiros não tiveram mãos a medir, mas as autoridades policiais pouco mais puderam fazer do que tomar conta das sucessivas ocorrências. Tal como na Bela Vista, ninguém foi detido. O medo agora é que, com a presença da polícia no bairro, os actos de violência desçam até ao centro da cidade sadina. E se até agora o medo já obrigava ao fecho do comércio mais cedo do que o habitual, o crescimento da violência pode mesmo matar o pouco que ainda resta.
PRESO POR INJÚRIA E AGRESSÃO
No seguimento dos disparos de caçadeira contra a esquadra da Bela Vista, a intervenção policial conduziu à detenção de Hugo D., de 24 anos. De acordo com a PSP, o jovem foi detido por injúrias e tentativa de agressão aos agentes. Foi levado para a esquadra, mas posto em liberdade poucas horas depois com notificação para se apresentar no tribunal hoje de manhã.
A irmã contou ao CM que na altura em que a polícia ia a passar Hugo apenas disse "piu, piu" para o cunhado. A mesma relata ter visto o irmão, acabado de chegar do Porto, ser agredido na carrinha da PSP, mas as autoridades garantem que apenas usaram a força necessária para proceder à detenção.
NOTA EDITORIAL
QUEM MANDA NAS RUAS DO PAÍS?
O Governo tem de interpretar com rigor o sinal que chega de Setúbal: a violência impune pôs em xeque as forças de segurança pública. Como é isto possível? Os factores são conhecidos: as novas regras penais, que levam à lengalenga de ‘a polícia detém, o tribunal liberta’; a falta de investimento nas forças de segurança – é necessário mais reconhecimento, melhor retribuição, armas adequadas e apoio do Estado em caso de dúvida sobre a proporcionalidade do uso da força; o lançar milhões, em forma de subsídios, sobre comunidades marginais, sem controlo da sua efectiva integração social; a falta de rigor nas escolas. Tudo isto somado gerou o caldeirão fervente junto ao Sado. É urgente que fique claro quem manda nas ruas do País: a chusma criminógena da impunidade violenta; ou os instrumentos do Estado de Direito, que os cidadãos pagam, antes de tudo, para segurança e protecção?
PORMENORES
CARRO ROUBADO
O Honda Concerto usado pelos três autores dos disparos contra a esquadra da Bela Vista está dado como roubado. As chapas de matrícula que ostentava eram falsas.
AUTARCA CRITICA PSP
A presidente da Câmara de Setúbal, Maria das Dores Meira, criticou a PSP pelo "atraso na resposta ao pedido da Câmara de reforço do policiamento no bairro".
INTERVENÇÃO PROTEGE
Pelas 21h30 de ontem, quatro carrinhas do Corpo de Intervenção fizeram um muro de protecção em redor da esquadra da Bela Vista. O comando policial na zona temeu a ocorrência de novos ataques.
NOTAS
BISPO: PERIGO DE SUBLEVAÇÃO
O bispo emérito de Setúbal, D. Manuel Martins, alerta para o perigo de sublevação. "Receio num futuro uma fogueira preparada para incendiar o País"
PSP: NÃO ORGANIZADO
O intendente Bastos Leitão, comandante da PSP de Setúbal, garante que este tipo de crime não é organizado, mas que está longe de ser resolvido
ACIDI: EVENTO CANCELADO
O Alto-Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural (ACIDI) tinha previsto para ontem à tarde um evento na Bela Vista, que cancelou
João C. Rodrigues / Miguel Curado / José Carlos Marques
BEM EU SE MANDASSE A PRIMEIRA COISA QUE FAZIA ERA EXTINGUIR O ACIDI.DEPOIS DEIXAR DE FINANCIAR AS ONG´S E ASSSOCIAÇÕES RELACIONADAS COM A AFRICANIZAÇÃO.DEPOIS ALTERAVA A LEI DA NACIONALIDADE RETIRANDO A NACIONALIDADE A QUEM TIVESSE UMA ACTIVIDADE CRIMINOSA CONTINUADA.DEPOIS O SEF RECEBIA ORDENS DE "AFASTAR" TODA A MERDA QUE NOS COLONIZA.ESTÃO VER COMO SE RESOLVIA PARTE DA CRISE?
Saturday, May 9, 2009
Friday, May 8, 2009
O DOIS EM UM É ISTO
8 Maio 2009 - 00h30
Bela Vista: Após funeral de jovem morto em assalto a caixa multibanco
Tentam invadir esquadra da PSP
'Toninho Tchibone’ era muito conhecido na Bela Vista, em Setúbal. Família e amigos revoltaram-se no sábado quando se soube que o jovem, de 23 anos, tinha morrido no Hospital de São José, em Lisboa, dois dias depois de a GNR o ter baleado na cabeça no Algarve. Foi impossível conter a raiva por o corpo só ter sido libertado para o funeral anteontem, cinco dias após a morte.
Ontem, depois de ‘Toninho’ ter sido sepultado em Algeruz, cerca de 200 pessoas regressaram ao bairro para 'homenagear' o falecido. 'Passámos em romaria junto à casa dos pais, em frente à PSP', disse ao CM Mónica Moreira, prima de ‘Toninho’.
As explicações para os distúrbios que se seguiram divergem. A PSP assegura ter actuado só após 'apedrejamentos à esquadra e posterior tentativa de invasão'. Cerca de 70 agentes rodearam as instalações policiais, perante os insultos e arremesso de pedras da multidão, naquela altura já com mais de 300 pessoas. Automobilistas e motards tentaram intimidar a PSP, passando a alta velocidade.
Mónica Moreira desmente: 'A PSP disparou quatro tiros de shotgun para o ar durante a homenagem. A Bela Vista está revoltada com as várias mortes. As pessoas cometeram erros, mas a PSP não tem direito de tirar a vida das pessoas que têm família e filhos', disse ao CM.
As cerca de 300 pessoas começaram a dispersar pelas 21h45, mas a PSP manteve-se no bairro toda a noite.
'FOI UM GOLPE MAL PLANEADO'
Tudo começou com um carjacking na noite de 29 de Abril, em Palmela. Ameaçado com pistolas, o dono do BMW 530D entregou as chaves. Com o carro potente, os cinco jovens da Bela Vista ‘voaram’ para o Algarve, para mais um ataque do gang do Multibanco – que já lucrou mais de dois milhões de euros em assaltos a caixas ATM. 'Foi um golpe mal planeado – decidiram furtar o ATM do Hospital do Algarve, em Alvor, com um carro e não uma carrinha', disse ao CM fonte próxima do grupo. Incapazes de carregar o ATM, retiraram o dinheiro e fugiram.
A GNR já os esperava e iniciada a perseguição um tiro é disparado do lado policial. A bala furou a nuca de Antonino de Jesus Vieira – o ‘Toninho Tchibone’. O jovem, de 23 anos, morreria dois dias depois no Hospital de São José. 'Era um ‘bon vivant’, estimado no bairro. Deixa um filho com menos de um ano', disse um morador.
SOMOS, OS INDÍGENAS, O "INIMIGO" SOBRE O QUAL TUDO É LEGÍTIMO FAZER...(FOI O QUE APRENDERAM LÁ EM CASA E AGORA APLICAM AQUI)
Bela Vista: Após funeral de jovem morto em assalto a caixa multibanco
Tentam invadir esquadra da PSP
'Toninho Tchibone’ era muito conhecido na Bela Vista, em Setúbal. Família e amigos revoltaram-se no sábado quando se soube que o jovem, de 23 anos, tinha morrido no Hospital de São José, em Lisboa, dois dias depois de a GNR o ter baleado na cabeça no Algarve. Foi impossível conter a raiva por o corpo só ter sido libertado para o funeral anteontem, cinco dias após a morte.
Ontem, depois de ‘Toninho’ ter sido sepultado em Algeruz, cerca de 200 pessoas regressaram ao bairro para 'homenagear' o falecido. 'Passámos em romaria junto à casa dos pais, em frente à PSP', disse ao CM Mónica Moreira, prima de ‘Toninho’.
As explicações para os distúrbios que se seguiram divergem. A PSP assegura ter actuado só após 'apedrejamentos à esquadra e posterior tentativa de invasão'. Cerca de 70 agentes rodearam as instalações policiais, perante os insultos e arremesso de pedras da multidão, naquela altura já com mais de 300 pessoas. Automobilistas e motards tentaram intimidar a PSP, passando a alta velocidade.
Mónica Moreira desmente: 'A PSP disparou quatro tiros de shotgun para o ar durante a homenagem. A Bela Vista está revoltada com as várias mortes. As pessoas cometeram erros, mas a PSP não tem direito de tirar a vida das pessoas que têm família e filhos', disse ao CM.
As cerca de 300 pessoas começaram a dispersar pelas 21h45, mas a PSP manteve-se no bairro toda a noite.
'FOI UM GOLPE MAL PLANEADO'
Tudo começou com um carjacking na noite de 29 de Abril, em Palmela. Ameaçado com pistolas, o dono do BMW 530D entregou as chaves. Com o carro potente, os cinco jovens da Bela Vista ‘voaram’ para o Algarve, para mais um ataque do gang do Multibanco – que já lucrou mais de dois milhões de euros em assaltos a caixas ATM. 'Foi um golpe mal planeado – decidiram furtar o ATM do Hospital do Algarve, em Alvor, com um carro e não uma carrinha', disse ao CM fonte próxima do grupo. Incapazes de carregar o ATM, retiraram o dinheiro e fugiram.
A GNR já os esperava e iniciada a perseguição um tiro é disparado do lado policial. A bala furou a nuca de Antonino de Jesus Vieira – o ‘Toninho Tchibone’. O jovem, de 23 anos, morreria dois dias depois no Hospital de São José. 'Era um ‘bon vivant’, estimado no bairro. Deixa um filho com menos de um ano', disse um morador.
SOMOS, OS INDÍGENAS, O "INIMIGO" SOBRE O QUAL TUDO É LEGÍTIMO FAZER...(FOI O QUE APRENDERAM LÁ EM CASA E AGORA APLICAM AQUI)
CONCORDO COM AS "ASSOCIAÇÕES"
Governo considera solução "razoável"
Cortar na entrada de imigrantes é uma medida eleitoralista, acusam associações
DE FACTO O PROBLEMA NÃO SE RESOLVE COM "QUOTAS".RESOLVE-SE EM PRIMEIRO LUGAR COM A ALTERAÇÃO DA LEI DA NACIONALIDADE, ACABANDO COM O REGABOFE INTERNACIONALISTA QUE PERMITE A IMPORTAÇÃO DUMA GUERRA DE GUERRILHAS, O TAL DOIS EM UM, CÁ DENTRO E POR NOSSA CONTA, PER OMNIA SECULA SECULORUM...
DEPOIS FAZER DE FACTO FUNCIONAR O SEF.TEMPO DE PERMANÊNCIA EXCEDIDO, GAJO NO AVIÃO PARA CASA.
DEPOIS JULGAR MULAS DE DROGA EM 24 HORAS E EXPULSAR AO FIM DE 48.
DEPOIS RETIRAR A NACIONALIDADE A TODOS OS QUE TENHAM CADASTRO
DEPOIS EXPULSÕES ADMINISTRATIVAS OBRIGATÓRIAS PARA QUEM SEJA CONDENADO PELO MAIS LEVE CRIME
DEPOIS NÃO SUBSIDIAR QUEM NÃO TEM CONDIÇÕES DE SOBREVIVÊNCIA AUTÓNOMA.
ESTAREI A PREJUDICAR OS INDÍGENAS?QUEM É QUE VAI RETALIAR?CABO VERDE?A GUINÉ ?S.TOMÉ?
QUE RETALIEM Á VONTADE.QUE EXPULSEM OS PORTUGUESES QUE LÁ HOUVER...
OS INDÍGENAS, COMO PRETENDE O PCP, BE E OUTROS NÃO PODEM SER ESCRAVOS DOS AFRICANOS.NADA LHES DEVEMOS PARA ANDAREM A VIVER Á NOSSA CONTA E AINDA POR CIMA DE FORMA ARROGANTE E CONQUISTADORA, FAZENDO O QUE LHES APETECE.QUE VÃO PARA A SUA TERRA RECLAMAR...
Carrinhas da PSP atingidas por “cocktails molotov” no Bairro da Bela Vista
Um grupo de pessoas lançou dois "cocktails molotov" contra carrinhas do Corpo de Intervenção da PSP que se encontra de prevenção no Bairro da Bela Vista, em Setúbal. O incidente ocorreu pouco depois das 23h00 de ontem, tendo sido apreendidos mais quatro engenhos do mesmo tipo, noticiou a agência Lusa.
ISTO É A PESADA HERANÇA DOS DEMOCRATAS DAS ESQUERDAS.A COLONIZAÇÃO INTENSIVA DE PORTUGAL EM PERMANENTE CHANTAGEM E COM TRATAMENTO DE "DISCRIMINAÇÃO POSITIVA" QUE AFRICANIZA O RESTO DOS INDÍGENAS.POR MIM DEVEM ANDA PELO MILHÃO.BOA PARTE DOS QUAIS NÃO TRABALHA.AS CONSEQUÊNCIAS SÓ OS CEGOS NÃO VÊM.ENGANADOS PELA PROPAGANDA INTERNACIONALISTA QUE NOS COLOCA EM ÁFRICA...
Cortar na entrada de imigrantes é uma medida eleitoralista, acusam associações
DE FACTO O PROBLEMA NÃO SE RESOLVE COM "QUOTAS".RESOLVE-SE EM PRIMEIRO LUGAR COM A ALTERAÇÃO DA LEI DA NACIONALIDADE, ACABANDO COM O REGABOFE INTERNACIONALISTA QUE PERMITE A IMPORTAÇÃO DUMA GUERRA DE GUERRILHAS, O TAL DOIS EM UM, CÁ DENTRO E POR NOSSA CONTA, PER OMNIA SECULA SECULORUM...
DEPOIS FAZER DE FACTO FUNCIONAR O SEF.TEMPO DE PERMANÊNCIA EXCEDIDO, GAJO NO AVIÃO PARA CASA.
DEPOIS JULGAR MULAS DE DROGA EM 24 HORAS E EXPULSAR AO FIM DE 48.
DEPOIS RETIRAR A NACIONALIDADE A TODOS OS QUE TENHAM CADASTRO
DEPOIS EXPULSÕES ADMINISTRATIVAS OBRIGATÓRIAS PARA QUEM SEJA CONDENADO PELO MAIS LEVE CRIME
DEPOIS NÃO SUBSIDIAR QUEM NÃO TEM CONDIÇÕES DE SOBREVIVÊNCIA AUTÓNOMA.
ESTAREI A PREJUDICAR OS INDÍGENAS?QUEM É QUE VAI RETALIAR?CABO VERDE?A GUINÉ ?S.TOMÉ?
QUE RETALIEM Á VONTADE.QUE EXPULSEM OS PORTUGUESES QUE LÁ HOUVER...
OS INDÍGENAS, COMO PRETENDE O PCP, BE E OUTROS NÃO PODEM SER ESCRAVOS DOS AFRICANOS.NADA LHES DEVEMOS PARA ANDAREM A VIVER Á NOSSA CONTA E AINDA POR CIMA DE FORMA ARROGANTE E CONQUISTADORA, FAZENDO O QUE LHES APETECE.QUE VÃO PARA A SUA TERRA RECLAMAR...
Carrinhas da PSP atingidas por “cocktails molotov” no Bairro da Bela Vista
Um grupo de pessoas lançou dois "cocktails molotov" contra carrinhas do Corpo de Intervenção da PSP que se encontra de prevenção no Bairro da Bela Vista, em Setúbal. O incidente ocorreu pouco depois das 23h00 de ontem, tendo sido apreendidos mais quatro engenhos do mesmo tipo, noticiou a agência Lusa.
ISTO É A PESADA HERANÇA DOS DEMOCRATAS DAS ESQUERDAS.A COLONIZAÇÃO INTENSIVA DE PORTUGAL EM PERMANENTE CHANTAGEM E COM TRATAMENTO DE "DISCRIMINAÇÃO POSITIVA" QUE AFRICANIZA O RESTO DOS INDÍGENAS.POR MIM DEVEM ANDA PELO MILHÃO.BOA PARTE DOS QUAIS NÃO TRABALHA.AS CONSEQUÊNCIAS SÓ OS CEGOS NÃO VÊM.ENGANADOS PELA PROPAGANDA INTERNACIONALISTA QUE NOS COLOCA EM ÁFRICA...
Thursday, May 7, 2009
OS ESQUERDISTAS QUE PAGUEM.DEIXEM-ME DE FORA...
Estrangeiros. Em tempo de aperto são os primeiros a ter de sair do país
Publicado em 07 de Maio de 2009
.Com o desemprego a disparar, o governo prepara-se para limitar drasticamente a entrada de imigrantes, com o acordo de patrões e da UGT. As associações de imigrantes promentem dar luta.
Perante a maior recessão económica desde 1975, o governo quer limitar de forma significativa a entrada de imigrantes no país, uma posição defendida também por uma das maiores confederações sindicais, a UGT, e as associações patronais portuguesas. Este passo conta com a oposição das associações de imigrantes, que se queixam de manipulação política de um delicado problema social.
"Seria irresponsável não limitar as entradas este ano: a situação [económica] actual é distinta face aos anos anteriores", afirma ao i José Magalhães, secretário de Estado adjunto da Administração Interna, que tutela o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras. "A resolução está a ser preparada e será em breve aprovada em Conselho de Ministros", sendo certo que irá acolher "absolutamente" as indicações dadas pela análise do desemprego e da economia.
O relatório do Ministério do Trabalho que avalia as oportunidades de emprego está concluído e aponta para a fixação de um contingente de não mais de 3800 trabalhadores estrangeiros, o que representa menos de metade da quota indicativa de 8500 definida no ano passado. O governo aguarda agora os contributos dos parceiros sociais e José Magalhães assegura que o valor final não está fechado.
Do lado dos parceiros - com excepção da CGTP - não haverá entraves. "Temos de ser extremamente cautelosos na política de imigração, ter em conta o nível de desemprego entre os imigrantes que já cá estão e assumir que não há capacidade para absorver mais", afirma Francisco Van Zeller, presidente da Confederação Industrial Portuguesa. Já para a Confederação do Comércio e Serviços de Portugal a redução "significativa" proposta está também "em linha" com o defendido, diz o presidente, José António Silva.
O ano passado - em que a taxa de desemprego imigrante chegou a 10,4% - o preenchimento da quota foi feito em grande parte por imigrantes que já estavam em Portugal. Para João Proença, secretário--geral da confederação sindical UGT, o aumento do desemprego em Portugal - o FMI prevê uma taxa de 9,6% este ano e 11% em 2010 - é um factor vital na análise. "Explodiu nos sectores onde tradicionalmente há mais imigração, como a construção, justificando um número menor de entradas este ano face a 2008", explicou. João Proença sublinhou ainda o "irrealismo" das políticas de porta aberta na actual conjuntura.
Porém, para as associações de imigrantes a questão não é de irrealismo. "A conjuntura é um pretexto para arranjarem bodes expiatórios", afirma Timóteo Macedo, presidente da Solidariedade Imigrante. Esta associação divulgou ontem uma carta aberta a todos os órgãos de soberania e partidos políticos, na qual contesta "o rotundo falhanço da política de quotas" e exige a regularização de todos os imigrantes ilegais no país. A carta conta com assinaturas dos mais diversos quadrantes, com predomínio da esquerda: Fernando Nobre (AMI), Carvalho da Silva (CGTP), Zé Pedro (Xutos&Pontapés), Paula Teixeira da Cruz (PSD), D. Januário Torgal Ferreira (bispo das Forças Armadas) e José Eduardo Agualusa (escritor) fazem parte da lista. Para dia 17 está marcada uma manifestação em Lisboa.
O secretário de Estado assegura que a decisão política acompanha os fluxos migratórios. No primeiro trimestre do ano houve uma diminuição de 38% nas recusas de entrada de estrangeiros nos aeroportos, o que comprova "a diminuição do afluxo de irregulares". Ou seja, "as pessoas percebem que a atractabilidade do mercado mudou".
Os números mais recentes mostram que em 2007 viviam cerca de 446 mil imigrantes em Portugal, cerca de 4% da população portuguesa e 8% da população activa. Depois de um período de grande crescimento da imigração - eram 220 mil em 2000, por exemplo -, os últimos dois anos têm assistido a uma moderação das entradas e à saída de pessoas, principalmente das comunidades do Leste da Europa.
EXPULSEM DESDE JÁ OS CRIMINOSOS.DEPOIS REVEJAM A LEI DA IMIGRAÇÃO E DA NACIONALIDADE.PORTUGUESES POR INTERESSE NÃO OBRIGADO.
Publicado em 07 de Maio de 2009
.Com o desemprego a disparar, o governo prepara-se para limitar drasticamente a entrada de imigrantes, com o acordo de patrões e da UGT. As associações de imigrantes promentem dar luta.
Perante a maior recessão económica desde 1975, o governo quer limitar de forma significativa a entrada de imigrantes no país, uma posição defendida também por uma das maiores confederações sindicais, a UGT, e as associações patronais portuguesas. Este passo conta com a oposição das associações de imigrantes, que se queixam de manipulação política de um delicado problema social.
"Seria irresponsável não limitar as entradas este ano: a situação [económica] actual é distinta face aos anos anteriores", afirma ao i José Magalhães, secretário de Estado adjunto da Administração Interna, que tutela o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras. "A resolução está a ser preparada e será em breve aprovada em Conselho de Ministros", sendo certo que irá acolher "absolutamente" as indicações dadas pela análise do desemprego e da economia.
O relatório do Ministério do Trabalho que avalia as oportunidades de emprego está concluído e aponta para a fixação de um contingente de não mais de 3800 trabalhadores estrangeiros, o que representa menos de metade da quota indicativa de 8500 definida no ano passado. O governo aguarda agora os contributos dos parceiros sociais e José Magalhães assegura que o valor final não está fechado.
Do lado dos parceiros - com excepção da CGTP - não haverá entraves. "Temos de ser extremamente cautelosos na política de imigração, ter em conta o nível de desemprego entre os imigrantes que já cá estão e assumir que não há capacidade para absorver mais", afirma Francisco Van Zeller, presidente da Confederação Industrial Portuguesa. Já para a Confederação do Comércio e Serviços de Portugal a redução "significativa" proposta está também "em linha" com o defendido, diz o presidente, José António Silva.
O ano passado - em que a taxa de desemprego imigrante chegou a 10,4% - o preenchimento da quota foi feito em grande parte por imigrantes que já estavam em Portugal. Para João Proença, secretário--geral da confederação sindical UGT, o aumento do desemprego em Portugal - o FMI prevê uma taxa de 9,6% este ano e 11% em 2010 - é um factor vital na análise. "Explodiu nos sectores onde tradicionalmente há mais imigração, como a construção, justificando um número menor de entradas este ano face a 2008", explicou. João Proença sublinhou ainda o "irrealismo" das políticas de porta aberta na actual conjuntura.
Porém, para as associações de imigrantes a questão não é de irrealismo. "A conjuntura é um pretexto para arranjarem bodes expiatórios", afirma Timóteo Macedo, presidente da Solidariedade Imigrante. Esta associação divulgou ontem uma carta aberta a todos os órgãos de soberania e partidos políticos, na qual contesta "o rotundo falhanço da política de quotas" e exige a regularização de todos os imigrantes ilegais no país. A carta conta com assinaturas dos mais diversos quadrantes, com predomínio da esquerda: Fernando Nobre (AMI), Carvalho da Silva (CGTP), Zé Pedro (Xutos&Pontapés), Paula Teixeira da Cruz (PSD), D. Januário Torgal Ferreira (bispo das Forças Armadas) e José Eduardo Agualusa (escritor) fazem parte da lista. Para dia 17 está marcada uma manifestação em Lisboa.
O secretário de Estado assegura que a decisão política acompanha os fluxos migratórios. No primeiro trimestre do ano houve uma diminuição de 38% nas recusas de entrada de estrangeiros nos aeroportos, o que comprova "a diminuição do afluxo de irregulares". Ou seja, "as pessoas percebem que a atractabilidade do mercado mudou".
Os números mais recentes mostram que em 2007 viviam cerca de 446 mil imigrantes em Portugal, cerca de 4% da população portuguesa e 8% da população activa. Depois de um período de grande crescimento da imigração - eram 220 mil em 2000, por exemplo -, os últimos dois anos têm assistido a uma moderação das entradas e à saída de pessoas, principalmente das comunidades do Leste da Europa.
EXPULSEM DESDE JÁ OS CRIMINOSOS.DEPOIS REVEJAM A LEI DA IMIGRAÇÃO E DA NACIONALIDADE.PORTUGUESES POR INTERESSE NÃO OBRIGADO.
COLABORE COM A PJ.INFORME O PARADEIRO DE CRIMINOSO

Identificação de indivíduo
A Polícia Judiciária no âmbito da investigação de uma situação particularmente grave, pretende obter informações sobre a identidade do indivíduo que consta nestas imagens.
Trata-se de um indivíduo que terá uma idade compreendida entre os 25 e os 30 anos, medindo cerca de 1,65 m de altura, de cabelo quase rapado, rosto oval, olhos escuros e grandes, lábios grossos, que falará Português, mas com um sotaque nitidamente Africano
Vestia
na altura dos factos, umas calças de ganga e uma camisola azul, com os números 1970 inscritos em cor branca na parte da frente.
Assim, solicita-se a colaboração de quem o possa identificar para entrar em contacto com esta Polícia através dos números de telefone:
Piquete da PJ - 213 574 566
2ªSecção da D.L - 218641036/ 961517828
DROGA- A UNIÃO EUROPEIA DEVE SUBSIDIAR O COMBATE QUE PORTUGAL FAZ
O representante da República Checa, que neste semestre assume também a chefia do Grupo Horizontal sobre Drogas do Conselho da União Europeia, não teve tempo para formular o sumário das tarefas cumpridas e acções desejáveis. Apesar de avisado de uma eventual interrupção, Kamil Kalina não conteve um comentário indignado: "As minhas conclusões são menos importantes do que o primeiro ministro português". E saiu de palco.
Na verdade, a agenda de José Sócrates impôs que Kalina se retirasse para dar lugar a outras vozes. Primeiro, a do director do Obervatório Europeu, que incluiu como desafio nos próximos anos o combate ao uso indevido de fármacos. Depois, Sócrates, que descreveu o a política portuguesa contra a droga como um resultado de decisões que ele próprio encetou enquanto ministro-adjunto de Guterres, no período 2008-09.
A descriminalização do consumo, o tratamento com metadona e a distribuição de seringas foram invocados por Sócrates como medidas do plano português que fizeram descer o consumo de todas as drogas em 10% , o número de infecções por HIV e o número de mortes por overdose.
Por outro lado, aumentou o número de toxicodependentes em tratamento (há 37 mil toxicodependentes 18 mil são por substâncias de substituição, com opiáceos). Ainda de acordo com Sócrates, as políticas que com ele tiveram início há dez anos permitem que 40% dos toxicodependentes se mantenham no trabalho e que muitos outros não enveredem pelo crime violento
O SÓCRATES SÓ PODE ESTAR A DOURAR E A AMORDAÇAR AS ESTATÍSTICAS.É QUE É ELE O "HOMEM" DA VIGENTE LEI DA DROGA.E COMO NÃO ANDA POR AÍ A ESTACIONAR O SEU CARRINHO NEM SE APERCEBE DA QUANTIDADE DE DROGADOS QUE EXISTEM ...
A LEI DA DROGA, DA IMIGRAÇÃO E DA NACIONALIDADE FORAM UMA MARAVILHA PARA TRAFICANTES QUE SÓ PODEM EXISTIR SE HOUVER CONSUMIDORES...E É ELE DAR UMA VOLTINHA PELO BAIRRO ALTO PARA VER COMO ELA É "PROMOVIDA"E JÁ AGORA POR QUEM...QUE OS PRÓPRIOS DEPUTADOS SE SUBMETAM A UM TESTE DE DROGAS PARA NOS DEMONSTRAREM COMO TUDO VAI BEM...
Na verdade, a agenda de José Sócrates impôs que Kalina se retirasse para dar lugar a outras vozes. Primeiro, a do director do Obervatório Europeu, que incluiu como desafio nos próximos anos o combate ao uso indevido de fármacos. Depois, Sócrates, que descreveu o a política portuguesa contra a droga como um resultado de decisões que ele próprio encetou enquanto ministro-adjunto de Guterres, no período 2008-09.
A descriminalização do consumo, o tratamento com metadona e a distribuição de seringas foram invocados por Sócrates como medidas do plano português que fizeram descer o consumo de todas as drogas em 10% , o número de infecções por HIV e o número de mortes por overdose.
Por outro lado, aumentou o número de toxicodependentes em tratamento (há 37 mil toxicodependentes 18 mil são por substâncias de substituição, com opiáceos). Ainda de acordo com Sócrates, as políticas que com ele tiveram início há dez anos permitem que 40% dos toxicodependentes se mantenham no trabalho e que muitos outros não enveredem pelo crime violento
O SÓCRATES SÓ PODE ESTAR A DOURAR E A AMORDAÇAR AS ESTATÍSTICAS.É QUE É ELE O "HOMEM" DA VIGENTE LEI DA DROGA.E COMO NÃO ANDA POR AÍ A ESTACIONAR O SEU CARRINHO NEM SE APERCEBE DA QUANTIDADE DE DROGADOS QUE EXISTEM ...
A LEI DA DROGA, DA IMIGRAÇÃO E DA NACIONALIDADE FORAM UMA MARAVILHA PARA TRAFICANTES QUE SÓ PODEM EXISTIR SE HOUVER CONSUMIDORES...E É ELE DAR UMA VOLTINHA PELO BAIRRO ALTO PARA VER COMO ELA É "PROMOVIDA"E JÁ AGORA POR QUEM...QUE OS PRÓPRIOS DEPUTADOS SE SUBMETAM A UM TESTE DE DROGAS PARA NOS DEMONSTRAREM COMO TUDO VAI BEM...
Ó VARGAS GOMES PÁ AS POLÍCIAS ESPERAM DE TI O AMIGUISMO DE OUTRAS ALTURAS PÁ...
Perseguições policiais fizeram 19 mortos desde 2004
De 2004 até este mês houve 19 mortes causadas por perseguições policiais. Só este ano já houve três. Motivo suficiente para o inspector- -geral da Administração Interna quebrar o silêncio e alertar que estão a acontecer "demasiadas mortes" . Varges Gomes manifesta a sua "profunda preocupação" e sublinha que se "corre o risco" de se "tornar uma prática".
E JÁ AGORA PÁ NÃO HAVERIA NECESSIDADE DE TANTAS PERSEGUIÇÕES POLICIAIS SE AS LEIS DE IMIGRAÇÃO E NACIONALIDADE NÃO FOSSEM UMA MERDA PÁ E AINDA POR CIMA COM TANTOS HUMANISTAS A SABOTAR AS EXISTENTES.UMA AUTÊNTICA SABOTAGEM A QUEM TEM O DEVER DE ZELAR PELA SEGURANÇA DOS PORTUGUESES INDÍGENAS PÁ.ISSO DE "DAR" AVANÇOS DA HUMANIDADE PARA ESCONDER OU DESVIAR ATENÇÕES DE NEGÓCIOS ESCUROS JÁ FOI TÉCNICA MUITO USADA.
30000 POBRES NACIONALIZADOS POR ANO PARA QUÊ?E PORQUÊ?MUITOS DELES JÁ TINHAM SIDO PORTUGUESES E REJEITARAM PELAS ARMAS...AJUDADOS PELOS TRAIDORES QUE AGORA CONTINUAM NUMA NOVA FASE A COLONIZAR-NOS E A OBRIGAR-NOS A PAGAR POR ISSO.
QUE VENHA MAS É UMA LEI DE DEFESA PESSOAL QUE PERMITA AOS CIDADÃOS DEFENDER-SE SEM AS "INTERPRETAÇÕES" E AS "GARANTIAS" DE QUE TANTO GOSTAS PÁ...TU E A MULTIDÃO DE INTERNACIONALISTAS QUE POVOAM A JUSTIÇA
ACHAS BEM QUE DO SOBADO DE LISBOA COM ARMAS E CARROS ROUBADOS ESTEJA A POPULAÇÃO INTEIRA DE PORTUGAL, MESMO A MAIS LONGÍNQUA AO ALCANCE DA GUERRILHA QUE IMPORTARAM?
MAS AFINAL O QUE É QUE UM OURIVES DA SERRA DA ESTRELA TEM A VER COM A MERDA QUE V.EXAS FAZEM?
De 2004 até este mês houve 19 mortes causadas por perseguições policiais. Só este ano já houve três. Motivo suficiente para o inspector- -geral da Administração Interna quebrar o silêncio e alertar que estão a acontecer "demasiadas mortes" . Varges Gomes manifesta a sua "profunda preocupação" e sublinha que se "corre o risco" de se "tornar uma prática".
E JÁ AGORA PÁ NÃO HAVERIA NECESSIDADE DE TANTAS PERSEGUIÇÕES POLICIAIS SE AS LEIS DE IMIGRAÇÃO E NACIONALIDADE NÃO FOSSEM UMA MERDA PÁ E AINDA POR CIMA COM TANTOS HUMANISTAS A SABOTAR AS EXISTENTES.UMA AUTÊNTICA SABOTAGEM A QUEM TEM O DEVER DE ZELAR PELA SEGURANÇA DOS PORTUGUESES INDÍGENAS PÁ.ISSO DE "DAR" AVANÇOS DA HUMANIDADE PARA ESCONDER OU DESVIAR ATENÇÕES DE NEGÓCIOS ESCUROS JÁ FOI TÉCNICA MUITO USADA.
30000 POBRES NACIONALIZADOS POR ANO PARA QUÊ?E PORQUÊ?MUITOS DELES JÁ TINHAM SIDO PORTUGUESES E REJEITARAM PELAS ARMAS...AJUDADOS PELOS TRAIDORES QUE AGORA CONTINUAM NUMA NOVA FASE A COLONIZAR-NOS E A OBRIGAR-NOS A PAGAR POR ISSO.
QUE VENHA MAS É UMA LEI DE DEFESA PESSOAL QUE PERMITA AOS CIDADÃOS DEFENDER-SE SEM AS "INTERPRETAÇÕES" E AS "GARANTIAS" DE QUE TANTO GOSTAS PÁ...TU E A MULTIDÃO DE INTERNACIONALISTAS QUE POVOAM A JUSTIÇA
ACHAS BEM QUE DO SOBADO DE LISBOA COM ARMAS E CARROS ROUBADOS ESTEJA A POPULAÇÃO INTEIRA DE PORTUGAL, MESMO A MAIS LONGÍNQUA AO ALCANCE DA GUERRILHA QUE IMPORTARAM?
MAS AFINAL O QUE É QUE UM OURIVES DA SERRA DA ESTRELA TEM A VER COM A MERDA QUE V.EXAS FAZEM?
Wednesday, May 6, 2009
AS GARANTIAS SÃO INIMIGAS DOS CIDADÃOS HONESTOS
Detenções pela prática de crimes violentos
A Polícia Judiciária, através da Directoria de Lisboa e Vale do Tejo, identificou e deteve, dois cidadãos estrangeiros, de 24 e 27 anos de idade, face aos fortes indícios da sua participação, em co-autoria, em dois roubos à mão armada.
Os crimes ocorreram pela noite, em finais de Março, em Lisboa, num estabelecimento comercial de venda e aluguer de videogramas, onde os detidos entraram e apontaram uma arma de fogo à funcionária, tendo-se apoderado do dinheiro existente na caixa registadora (cerca de 100 euros) e, igualmente, da carteira da mesma funcionária, na qual se encontravam vários documentos pessoais e cartões bancários de crédito e débito.
A carteira viria a ser recuperada, mais tarde, num caixote do lixo, já sem os cartões bancários.
Ambos os arguidos se encontravam irregularmente em Portugal, pelo que corre termos processo administrativo próprio com vista à sua eventual expulsão de território nacional.
Os detidos serão presentes hoje à autoridade judiciária, para realização de primeiro interrogatório judicial e aplicação de medidas de coacção processual adequadas.
06 de Maio de 2009
REPARE-SE NA COMPLICAÇÃO DE "EXPULSAR" UM CRIMINOSO.QUER-SE DIZER A "EVENTUAL" EXPULSÃO POIS SE ATÉ O SAMPAIO ANDAVA Á CATA DUM PARA INDULTAR...
[alt+c]
> Detenção de criminosos violentos
A Polícia Judiciária, através da Directoria de Lisboa e Vale do Tejo, identificou e deteve 2 homens, um português e um estrangeiro, pela presumível prática dos crimes de roubo, na forma tentada, sequestro e detenção de arma proibida.
A investigação apurou que os detidos, em Novembro de 2007, se dirigiram, acompanhados por outros dois co-autores (todos utilizando máscaras e bonés), ao Bingo de Odivelas e ali, sob a ameaça de uma arma de fogo e de uma arma branca, manietaram e sequestraram os três funcionários presentes, a quem obrigaram a fornecer o código de acesso a um cofre, no interior do qual se encontrava uma quantia de 25.700 euros.
Os autores não conseguiram abrir tal cofre e acabaram por se pôr em fuga, na convicção da iminente chegada das forças policiais, vindo um deles a ser detido, próximo do local, por populares que o perseguiram.
Após a realização de várias diligências, a Polícia Judiciária veio a identificar e localizar os ora detidos, um dos quais já possuía antecedentes criminais pela prática de crimes contra o património e de sequestro.
Os detidos, de 28 e 23 anos de idade, sem ocupação definida, vão ser sujeitos a primeiro interrogatório judicial para aplicação das medidas de coacção tidas por adequadas.
06 de Maio de 2009
O "ESTRANGEIRO" AINDA DEVE ESTAR A FAZER OS TAIS 6 ANOS PARA A NACIONALIDADE.MESMO SEM OCUPAÇÃO.E VAI OBTÊ-LA PORQUE DOS 6 3 PODEM SER EM PRISÃO...SERÁ NO FINAL MAIS UM RSI...E COMO TEMOS POUCOS...
A Polícia Judiciária, através da Directoria de Lisboa e Vale do Tejo, identificou e deteve, dois cidadãos estrangeiros, de 24 e 27 anos de idade, face aos fortes indícios da sua participação, em co-autoria, em dois roubos à mão armada.
Os crimes ocorreram pela noite, em finais de Março, em Lisboa, num estabelecimento comercial de venda e aluguer de videogramas, onde os detidos entraram e apontaram uma arma de fogo à funcionária, tendo-se apoderado do dinheiro existente na caixa registadora (cerca de 100 euros) e, igualmente, da carteira da mesma funcionária, na qual se encontravam vários documentos pessoais e cartões bancários de crédito e débito.
A carteira viria a ser recuperada, mais tarde, num caixote do lixo, já sem os cartões bancários.
Ambos os arguidos se encontravam irregularmente em Portugal, pelo que corre termos processo administrativo próprio com vista à sua eventual expulsão de território nacional.
Os detidos serão presentes hoje à autoridade judiciária, para realização de primeiro interrogatório judicial e aplicação de medidas de coacção processual adequadas.
06 de Maio de 2009
REPARE-SE NA COMPLICAÇÃO DE "EXPULSAR" UM CRIMINOSO.QUER-SE DIZER A "EVENTUAL" EXPULSÃO POIS SE ATÉ O SAMPAIO ANDAVA Á CATA DUM PARA INDULTAR...
[alt+c]
> Detenção de criminosos violentos
A Polícia Judiciária, através da Directoria de Lisboa e Vale do Tejo, identificou e deteve 2 homens, um português e um estrangeiro, pela presumível prática dos crimes de roubo, na forma tentada, sequestro e detenção de arma proibida.
A investigação apurou que os detidos, em Novembro de 2007, se dirigiram, acompanhados por outros dois co-autores (todos utilizando máscaras e bonés), ao Bingo de Odivelas e ali, sob a ameaça de uma arma de fogo e de uma arma branca, manietaram e sequestraram os três funcionários presentes, a quem obrigaram a fornecer o código de acesso a um cofre, no interior do qual se encontrava uma quantia de 25.700 euros.
Os autores não conseguiram abrir tal cofre e acabaram por se pôr em fuga, na convicção da iminente chegada das forças policiais, vindo um deles a ser detido, próximo do local, por populares que o perseguiram.
Após a realização de várias diligências, a Polícia Judiciária veio a identificar e localizar os ora detidos, um dos quais já possuía antecedentes criminais pela prática de crimes contra o património e de sequestro.
Os detidos, de 28 e 23 anos de idade, sem ocupação definida, vão ser sujeitos a primeiro interrogatório judicial para aplicação das medidas de coacção tidas por adequadas.
06 de Maio de 2009
O "ESTRANGEIRO" AINDA DEVE ESTAR A FAZER OS TAIS 6 ANOS PARA A NACIONALIDADE.MESMO SEM OCUPAÇÃO.E VAI OBTÊ-LA PORQUE DOS 6 3 PODEM SER EM PRISÃO...SERÁ NO FINAL MAIS UM RSI...E COMO TEMOS POUCOS...
DOS BAIRROS SOCIAIS DO SOBADO AO SAQUE PELO PAÍS
A Polícia Judiciária (PJ) deteve esta terça-feira na quinta de Santo António, no Prior Velho, em Lisboa, três dos suspeitos do assalto esta tarde a uma ourivesaria em Albergaria dos Doze, concelho de Pombal, disseram à agência Lusa fontes policiais.
Segundo as mesmas fontes, a PJ controlou os suspeitos em fuga, tendo vindo a imobilizar o BMW usado pelos assaltantes na zona do Prior Velho e a deter três dos cinco suspeitos. Na operação dois dos ocupantes da viatura puseram-se em fuga, estando ainda a monte.
Três homens foram detidos pela PJ, em Lisboa, que se viu obrigada a disparar devido à resistência dos suspeitos de um assalto efectuado esta quarta-feira no Fundão.
Um dos assaltantes foi atingido e continua a monte um quarto elemento do grupo, diz a força policial em comunicado, contrariando as primeiras informações da GNR, que davam conta de apenas dois suspeitos.
Depois do assalto à mão armada, os quatro homens, com idades entre os 23 e os 40 anos, fugiram numa viatura, que foi interceptada pela PJ e pela PSP junto ao Centro Comercial Fonte Nova, em Lisboa.
COMO PODEM VER NADA DE RAÇA, ORIGEM,NACIONALIDADE.MAS PODE DESCONFIAR-SE COM GRANDE PROBABILIDADE DE ACERTAR.
OS POLÍTICOS DÃO O INFERNO NA TERRA A PACÍFICOS CIDADÃOS INDÍGENAS SÓ PARA NÃO DAREM O BRAÇO A TORÇER.QUER-SE DIZER IMPORTARAM QUEM NÃO DEVIAM... NEM TINHAM SEQUER MORAL.
Segundo as mesmas fontes, a PJ controlou os suspeitos em fuga, tendo vindo a imobilizar o BMW usado pelos assaltantes na zona do Prior Velho e a deter três dos cinco suspeitos. Na operação dois dos ocupantes da viatura puseram-se em fuga, estando ainda a monte.
Três homens foram detidos pela PJ, em Lisboa, que se viu obrigada a disparar devido à resistência dos suspeitos de um assalto efectuado esta quarta-feira no Fundão.
Um dos assaltantes foi atingido e continua a monte um quarto elemento do grupo, diz a força policial em comunicado, contrariando as primeiras informações da GNR, que davam conta de apenas dois suspeitos.
Depois do assalto à mão armada, os quatro homens, com idades entre os 23 e os 40 anos, fugiram numa viatura, que foi interceptada pela PJ e pela PSP junto ao Centro Comercial Fonte Nova, em Lisboa.
COMO PODEM VER NADA DE RAÇA, ORIGEM,NACIONALIDADE.MAS PODE DESCONFIAR-SE COM GRANDE PROBABILIDADE DE ACERTAR.
OS POLÍTICOS DÃO O INFERNO NA TERRA A PACÍFICOS CIDADÃOS INDÍGENAS SÓ PARA NÃO DAREM O BRAÇO A TORÇER.QUER-SE DIZER IMPORTARAM QUEM NÃO DEVIAM... NEM TINHAM SEQUER MORAL.
ÑÃO HÁ CU QUE AGUENTE
Lisboa: Antigo responsável de Empresa Pública de Urbanização depõe em tribunal
Director da EPUL desmente arguidos
Bernardo Pinto, antigo director da EPUL, contradisse ontem os depoimentos de Fontão de Carvalho (ex-vice-presidente da Câmara de Lisboa) e de Aníbal Cabeça (ex-administrador da EPUL), no que se refere à atribuição de prémios a administradores da Empresa Pública de Urbanização. O ex-responsável foi demitido na sequência de um processo disciplinar.
"Essas verbas nunca foram contempladas no orçamento da empresa", garantiu Bernardo Pinto ao colectivo dos juízes do Tribunal da Boa-Hora, em Lisboa. "Os prémios nunca são orçamentados porque só são pagos quando há superação de resultados", explicou o ex-responsável, contrariando, desta forma, Fontão de Carvalho e Aníbal Cabeça.
Numa audiência anterior, tanto o antigo vice-presidente da autarquia lisboeta como o ex-administrador da EPUL asseguraram que os prémios estavam previstos no orçamento anual da empresa. Confrontado com as declarações dos dois arguidos, o antigo director de Planeamento e Controlo Empresarial da EPUL manteve-se firme: "Isso não é possível", disse.
Durante a inquirição, Bernardo Pinto revelou ainda dados de um relatório da Inspecção-Geral de Finanças que questiona os resultados da EPUL em 2004 e 2005, precisamente os anos a que se reporta a atribuição indevida de prémios. "Os dados são pouco transparentes", concluiu a testemunha.
Bernardo Pinto foi demitido da EPUL na sequência de um processo disciplinar de que foi alvo, no âmbito de comportamentos ‘menos apropriados’, quando confrontado com a recusa de um aumento salarial por parte da administração – na altura constituída, entre outros, por Aníbal Cabeça, Arnaldo João e Luísa Amado, arguidos no processo. O responsável era o director mais bem pago. Auferia cerca de 9500 euros/mês.
MAS NÃO HAVERÁ MANEIRA DE REGULAR OS VENCIMENTOS DOS POLÍTICOS E DOS ASSESSORES DE NOMEAÇÃO POLÍTICA?É QUE SOMANDO TUDO NÃO SÃO MINUDÊNCIAS COMO NOS FAZEM CRER...SÃO DEZENAS DE MILHAR.DEPOIS TÊM QUE "AVALIAR" PARA SACAR AOS QUE DE FACTO TÊM UMA MERDA DE VENCIMENTO.LICENCIADOS PAGOS COM MENOS QUE O ORDENADO MÍNIMO DUM PAÍS DECENTE.E AINDA POR CIMA ROUBADOS PELOS IMPOSTOS, MESMO NA REFORMA PARA COMBATER A POBREZA.NÃO SE CUIDEM NÃO QUE NÃO TARDA NADA A ANDAREM UM DIA DESTES NA CLANDESTINIDADE PARA SE SAFAREM DO LINCHAMENTO...
Director da EPUL desmente arguidos
Bernardo Pinto, antigo director da EPUL, contradisse ontem os depoimentos de Fontão de Carvalho (ex-vice-presidente da Câmara de Lisboa) e de Aníbal Cabeça (ex-administrador da EPUL), no que se refere à atribuição de prémios a administradores da Empresa Pública de Urbanização. O ex-responsável foi demitido na sequência de um processo disciplinar.
"Essas verbas nunca foram contempladas no orçamento da empresa", garantiu Bernardo Pinto ao colectivo dos juízes do Tribunal da Boa-Hora, em Lisboa. "Os prémios nunca são orçamentados porque só são pagos quando há superação de resultados", explicou o ex-responsável, contrariando, desta forma, Fontão de Carvalho e Aníbal Cabeça.
Numa audiência anterior, tanto o antigo vice-presidente da autarquia lisboeta como o ex-administrador da EPUL asseguraram que os prémios estavam previstos no orçamento anual da empresa. Confrontado com as declarações dos dois arguidos, o antigo director de Planeamento e Controlo Empresarial da EPUL manteve-se firme: "Isso não é possível", disse.
Durante a inquirição, Bernardo Pinto revelou ainda dados de um relatório da Inspecção-Geral de Finanças que questiona os resultados da EPUL em 2004 e 2005, precisamente os anos a que se reporta a atribuição indevida de prémios. "Os dados são pouco transparentes", concluiu a testemunha.
Bernardo Pinto foi demitido da EPUL na sequência de um processo disciplinar de que foi alvo, no âmbito de comportamentos ‘menos apropriados’, quando confrontado com a recusa de um aumento salarial por parte da administração – na altura constituída, entre outros, por Aníbal Cabeça, Arnaldo João e Luísa Amado, arguidos no processo. O responsável era o director mais bem pago. Auferia cerca de 9500 euros/mês.
MAS NÃO HAVERÁ MANEIRA DE REGULAR OS VENCIMENTOS DOS POLÍTICOS E DOS ASSESSORES DE NOMEAÇÃO POLÍTICA?É QUE SOMANDO TUDO NÃO SÃO MINUDÊNCIAS COMO NOS FAZEM CRER...SÃO DEZENAS DE MILHAR.DEPOIS TÊM QUE "AVALIAR" PARA SACAR AOS QUE DE FACTO TÊM UMA MERDA DE VENCIMENTO.LICENCIADOS PAGOS COM MENOS QUE O ORDENADO MÍNIMO DUM PAÍS DECENTE.E AINDA POR CIMA ROUBADOS PELOS IMPOSTOS, MESMO NA REFORMA PARA COMBATER A POBREZA.NÃO SE CUIDEM NÃO QUE NÃO TARDA NADA A ANDAREM UM DIA DESTES NA CLANDESTINIDADE PARA SE SAFAREM DO LINCHAMENTO...
UM CASO GRAVE DE PARASITOSE?
06 Maio 2009 - 00h30
Gaia: Família desmente caso
Troca nome na campa
Procurado pela Justiça para responder por burlas, Frede Cardoso Marques da Rosa tem uma lápide com o seu nome no cemitério de Valadares desde Julho do ano passado. A família vai lá chorar a sua morte, mas a PSP continuava a receber mandados de detenção do tribunal para interceptar o suspeito. A investigação confirmou que não era o corpo de Frede na campa, mas do seu irmão.
A confirmação foi dada ao CM pelo coveiro, José Ferreira, que mostrou a certidão de óbito do funeral realizado a 17 de Julho de 2008. No documento lê-se que quem morreu foi Vítor Manuel Cardoso, de 49 anos.
"Um agente fez diligências para intimar o suspeito. Verificou-se a existência de uma campa no cemitério de Valadares com a foto e identidade do arguido", disse fonte policial, que acrescentou que posteriormente "comprovou através da junta de freguesia, hospital, Conservatória do Registo Civil e funerária, que quem tinha sido enterrado ali naquele dia foi um seu irmão".
As diligências para encontrar Frede vão agora continuar. Ontem, junto à campa, a família de etnia cigana desmentia categoricamente a notícia. Indignada a mãe e a irmã afirmavam que "nem depois da morte há respeito". Em pranto, as duas mulheres disseram que Frede "não tem nenhum irmão."
NEM PENSEM EM CONTROLAR A IDENTIDADE, A NACIONALIDADE,O EMPREGO, A PRODUÇÃO DESTA COMUNIDADE ENRIQUECEDORA Á 500 ANOS.90% A RSI.COMO BONS HUMANISTAS ARRANJEM É OUTRAS COMUNIDADES COMO ESTA E EM MAIO´R NÚMERO.PRECISAMOS ENRIQUECER RAPIDAMENTE.COM BOAS ESTATÍSTICAS...
E JÁ SABEM TRABALHADOR NÃO TEM PÁTRIA MAS CONTRIBUINTE TEM QUE TER.POR ISSO APERTEM BEM ESSES RACISTAS...
Gaia: Família desmente caso
Troca nome na campa
Procurado pela Justiça para responder por burlas, Frede Cardoso Marques da Rosa tem uma lápide com o seu nome no cemitério de Valadares desde Julho do ano passado. A família vai lá chorar a sua morte, mas a PSP continuava a receber mandados de detenção do tribunal para interceptar o suspeito. A investigação confirmou que não era o corpo de Frede na campa, mas do seu irmão.
A confirmação foi dada ao CM pelo coveiro, José Ferreira, que mostrou a certidão de óbito do funeral realizado a 17 de Julho de 2008. No documento lê-se que quem morreu foi Vítor Manuel Cardoso, de 49 anos.
"Um agente fez diligências para intimar o suspeito. Verificou-se a existência de uma campa no cemitério de Valadares com a foto e identidade do arguido", disse fonte policial, que acrescentou que posteriormente "comprovou através da junta de freguesia, hospital, Conservatória do Registo Civil e funerária, que quem tinha sido enterrado ali naquele dia foi um seu irmão".
As diligências para encontrar Frede vão agora continuar. Ontem, junto à campa, a família de etnia cigana desmentia categoricamente a notícia. Indignada a mãe e a irmã afirmavam que "nem depois da morte há respeito". Em pranto, as duas mulheres disseram que Frede "não tem nenhum irmão."
NEM PENSEM EM CONTROLAR A IDENTIDADE, A NACIONALIDADE,O EMPREGO, A PRODUÇÃO DESTA COMUNIDADE ENRIQUECEDORA Á 500 ANOS.90% A RSI.COMO BONS HUMANISTAS ARRANJEM É OUTRAS COMUNIDADES COMO ESTA E EM MAIO´R NÚMERO.PRECISAMOS ENRIQUECER RAPIDAMENTE.COM BOAS ESTATÍSTICAS...
E JÁ SABEM TRABALHADOR NÃO TEM PÁTRIA MAS CONTRIBUINTE TEM QUE TER.POR ISSO APERTEM BEM ESSES RACISTAS...
Tuesday, May 5, 2009
QUANDO É QUE DISTRIBUEM RSI LOGO EM ÁFRICA?
352.288
o número de beneficiários de Rendimento Social de Inserção aumentou 13 por cento em 2008, atingindo os 352.288 em Dezembro. O Porto continuava a ser o distrito onde existiam mais beneficiários (120.509)
DECIDAM-SE LÁ.500.000 IMIGRANTES E 500.OOO DESEMPREGADOS.ESTA CASA PIA TEM QUE TER RESPONSÁVEIS...
o número de beneficiários de Rendimento Social de Inserção aumentou 13 por cento em 2008, atingindo os 352.288 em Dezembro. O Porto continuava a ser o distrito onde existiam mais beneficiários (120.509)
DECIDAM-SE LÁ.500.000 IMIGRANTES E 500.OOO DESEMPREGADOS.ESTA CASA PIA TEM QUE TER RESPONSÁVEIS...
NOS PAÍSES DECENTES É ASSIM
An operation to recover and identify the remains of about 400 British and Australian soldiers killed during a WWI battle in Northern France is to begin.
A NOSSA ESQUERDALHADA NÃO QUER NADA DISSO.NÃO VÃO OS FUNERAIS ACORDAR ALGO QUE A PROPAGANDA SE FARTA DE TRABALHAR PARA MANTER ADORMECIDA: A DIGNIDADE DUMA NAÇÃO.QUE ELES ALIÁS SE ESFORÇAM POR MULATINIZAR...
A NOSSA ESQUERDALHADA NÃO QUER NADA DISSO.NÃO VÃO OS FUNERAIS ACORDAR ALGO QUE A PROPAGANDA SE FARTA DE TRABALHAR PARA MANTER ADORMECIDA: A DIGNIDADE DUMA NAÇÃO.QUE ELES ALIÁS SE ESFORÇAM POR MULATINIZAR...
SENDO PORTUGAL O PAÍS MAIS AFRICANOS DA EUROPA(SÓCRATES DIXT) QUANTOS ILEGAIS ANDAM POR AÍ?
Los 'sin papeles' piden una amnistía laboral en Londres
Miles de inmigrantes marchan para reclamar una regularización masiva
WALTER OPPENHEIMER - Londres - 05/05/2009
Miles de sin papeles asistieron ayer a un festivo acto de protesta en Londres para pedir su regularización. Un estudio de la London School of Economics (LSE) estima que al final de 2007 había en el Reino Unido entre 525.000 y 950.000 inmigrantes indocumentados, con una estimación central de 725.000. Esa cantidad, que supera ampliamente los 430.000 estimados por el Ministerio del Interior a partir del censo de 2001, incluye a los residentes irregulares y a sus hijos. A esa cifra habría que añadir otros 175.000 inmigrantes cuyo derecho a permanecer en el país está en el aire. Entre el 57% y el 75% de los sin papeles residen en Londres.
MAS NADA DE NADA É FEITO PARA O NÃO SEREM, ISTO É, AFASTAREM-NOS PARA OS SEUS PAÍSES... DEPOIS CHORAM BABA E RANHO ACERCA DA SEGURANÇA...
OS PORTUGUESES PELA FORMA COMO FORAM AFASTADOS DE ÁFRICA JÁ NADA DEVEM.E TUDO DEVE SER FEITO COM ABSOLUTA RECIPROCIDADE!
Miles de inmigrantes marchan para reclamar una regularización masiva
WALTER OPPENHEIMER - Londres - 05/05/2009
Miles de sin papeles asistieron ayer a un festivo acto de protesta en Londres para pedir su regularización. Un estudio de la London School of Economics (LSE) estima que al final de 2007 había en el Reino Unido entre 525.000 y 950.000 inmigrantes indocumentados, con una estimación central de 725.000. Esa cantidad, que supera ampliamente los 430.000 estimados por el Ministerio del Interior a partir del censo de 2001, incluye a los residentes irregulares y a sus hijos. A esa cifra habría que añadir otros 175.000 inmigrantes cuyo derecho a permanecer en el país está en el aire. Entre el 57% y el 75% de los sin papeles residen en Londres.
MAS NADA DE NADA É FEITO PARA O NÃO SEREM, ISTO É, AFASTAREM-NOS PARA OS SEUS PAÍSES... DEPOIS CHORAM BABA E RANHO ACERCA DA SEGURANÇA...
OS PORTUGUESES PELA FORMA COMO FORAM AFASTADOS DE ÁFRICA JÁ NADA DEVEM.E TUDO DEVE SER FEITO COM ABSOLUTA RECIPROCIDADE!
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TOCA A ALTERAR AS LEIS AFUNDADORAS E JÁ...
MAS O INTERNACIONALISMO DOS EX-COMUNAS E DO POLITICAMENTE CORRECTO NADA FAZ PARA NOS LIVRAR DO PESO MORTO DE 500000 IMIGRANTES DESNECESSÁRIOS
Bruxelas antevê "tempos difíceis" para Portugal
00h30m
CÉLIA MARQUES AZEVEDO*
Comissão Europeia previne que o desemprego vai continuar a subir e que a recessão vai ser "prolongada".
O défice português vai disparar, a economia vai contrair-se mais e o desemprego vai continuar a subir até 2010. A Comissão Europeia (CE) prevê uma recessão "prolongada" e "tempos difíceis" para Portugal.
E AI DE QUEM REFILE.AS ONG, ASSOCIAÇÕES,SOS,GOVERNANTES E POR FIM OS MILITANTES INFILTRADOS NA JUSTIÇA TRATARÃO DO "CRIMINOSO" QUE NÃO QUER DEIXAR AFRICANIZAR-SE.QUE ACHA QUE OS MESMOS QUE DESCOLONIZARAM NÃO NOS PODEM AGORA COLONIZAR, AINDA POR CIMA OBRIGANDO-NOS A PAGAR PARA ISSO.
OS LAVA PRATOS QUE MUDEM DE RUMO SENÃO "CARALHO! AINDA VÃO OUVIR FALAR DE MIM"...
PS
ENTÃO E ISSO DE "ARRASTAREM PARA O FISCO TODOS OS VENCIMENTOS ACIMA DE 3000 EUROS?É PÁ É PRECISO COMBATER A POBREZA...VÁ LÁ CONTRIBUAM...
00h30m
CÉLIA MARQUES AZEVEDO*
Comissão Europeia previne que o desemprego vai continuar a subir e que a recessão vai ser "prolongada".
O défice português vai disparar, a economia vai contrair-se mais e o desemprego vai continuar a subir até 2010. A Comissão Europeia (CE) prevê uma recessão "prolongada" e "tempos difíceis" para Portugal.
E AI DE QUEM REFILE.AS ONG, ASSOCIAÇÕES,SOS,GOVERNANTES E POR FIM OS MILITANTES INFILTRADOS NA JUSTIÇA TRATARÃO DO "CRIMINOSO" QUE NÃO QUER DEIXAR AFRICANIZAR-SE.QUE ACHA QUE OS MESMOS QUE DESCOLONIZARAM NÃO NOS PODEM AGORA COLONIZAR, AINDA POR CIMA OBRIGANDO-NOS A PAGAR PARA ISSO.
OS LAVA PRATOS QUE MUDEM DE RUMO SENÃO "CARALHO! AINDA VÃO OUVIR FALAR DE MIM"...
PS
ENTÃO E ISSO DE "ARRASTAREM PARA O FISCO TODOS OS VENCIMENTOS ACIMA DE 3000 EUROS?É PÁ É PRECISO COMBATER A POBREZA...VÁ LÁ CONTRIBUAM...
UMA JUSTIÇA DOMINADA POR ESQUERDISTAS
Na carta aberta, Mário Machado apelava a todos os nacionalistas para que não se esquecessem do nome de Cândida Vilar comparando-a à "Inquisição".
Na sequência disso, o MP decidiu acusar Mário Machado pelos crimes de ameaça, coacção e difamação, tendo o processo seguido para instrução e, depois, para julgamento.
A procuradora Cândida Vilar foi responsável, em Setembro de 2007, pela acusação de 36 "skinheads", incluindo Mário Machado, após uma mega-operação da Polícia Judiciária (PJ) que culminou na apreensão de armas e diversa propaganda de extrema-direita.
TANTA DEDICAÇÃO A CAÇAR NACIONALISTAS.UM DIA ESPERAM SER CONDECORADOS COM A MEDALHA LENINE...
JÁ AGORA O MARIO MACHADO TERÁ DITO: “Caralho! Já ando com problemas que cheguem… e o sr. ainda vai ouvir falar de mim” (sic).
OS MILITANTES DA CÉLULA DA JUSTIÇA GARANTEM QUE TODOS OS DIREITISTAS QUE LEVANTEM A CABEÇA FIQUEM SEM ELA.PARA GARANTIR A AFRICANIZAÇÃO E A COLONIZAÇÃO POR NOSSA CONTA.QUE ELES ESTÃO BEM PAGOS.ACIMA DE TODAS AS MÉDIAS.ASSIM É QUE É BOM.NACIONALISMOS NÃO!
COMPARANDO O "TRATAMENTO" DESTE CASO COM O DOS CANOS SERRADOS E COLARINHOS BRANCOS TEM-SE A IDEIA PARA ONDE NOS QUEREM LEVAR...
Na sequência disso, o MP decidiu acusar Mário Machado pelos crimes de ameaça, coacção e difamação, tendo o processo seguido para instrução e, depois, para julgamento.
A procuradora Cândida Vilar foi responsável, em Setembro de 2007, pela acusação de 36 "skinheads", incluindo Mário Machado, após uma mega-operação da Polícia Judiciária (PJ) que culminou na apreensão de armas e diversa propaganda de extrema-direita.
TANTA DEDICAÇÃO A CAÇAR NACIONALISTAS.UM DIA ESPERAM SER CONDECORADOS COM A MEDALHA LENINE...
JÁ AGORA O MARIO MACHADO TERÁ DITO: “Caralho! Já ando com problemas que cheguem… e o sr. ainda vai ouvir falar de mim” (sic).
OS MILITANTES DA CÉLULA DA JUSTIÇA GARANTEM QUE TODOS OS DIREITISTAS QUE LEVANTEM A CABEÇA FIQUEM SEM ELA.PARA GARANTIR A AFRICANIZAÇÃO E A COLONIZAÇÃO POR NOSSA CONTA.QUE ELES ESTÃO BEM PAGOS.ACIMA DE TODAS AS MÉDIAS.ASSIM É QUE É BOM.NACIONALISMOS NÃO!
COMPARANDO O "TRATAMENTO" DESTE CASO COM O DOS CANOS SERRADOS E COLARINHOS BRANCOS TEM-SE A IDEIA PARA ONDE NOS QUEREM LEVAR...
PROCLAMOU A INDEPENDÊNCIA DEPOIS DUMA LONGA LUTA ARMADA...
Cuando Cabo Verde dejó de ser colonia de Portugal y proclamó la independencia, en julio de 1975, Naciones Unidas y otras organizaciones internacionales calificaron de imposible, sin viabilidad económica, aquel pequeño país formado por 10 islas en medio del Atlántico, a cuatro horas de Lisboa y a tres de Fortaleza (Brasil). La realidad ha desmentido a los agoreros, cuenta sonriente en el jardín de su residencia en Praia, capital caboverdiana, Josep Coll (Torroella de Montgrí, 1957), embajador de la Comisión Europea en aquella pequeña nación de África Occidental desde hace dos años. "La trayectoria de Cabo Verde en 33 años ha sido extraordinaria. Era uno de los países más pobres de África. Hoy está en los puestos de cabeza en los indicadores de desarrollo humano de Naciones Unidas, por detrás de Suráfrica, Namibia y Seychelles".
La conversación regresa a los avances de Cabo Verde, pese a que el país no lo tiene fácil. Un par de datos para ilustrar su fragilidad: el 82% de los alimentos son importados, sólo el 10% del área terrestre es cultivable. La dependencia es notable: el 80% de las decisiones de inversión del Estado están basadas en financiación exterior, de la cooperación internacional.
"Pese a las dificultades, Cabo Verde es de los mejores de la clase", dice Coll. Tanto en desarrollo económico como humano. "La cohesión social, la educación gratuita en una nación tremendamente joven [17 años de edad media] y, sobre todo, la paridad de géneros". Basta ver la composición del Gobierno, ocho mujeres en un Gabinete de 15 ministros. "Han ido a buscar a estas mujeres porque son las más preparadas".
AGORA IMAGINEM O QUE ACONTECERIA SE "SECASSE" A PRINCIPAL FONTE DE TANTO "DESENVOLVIMENTO" OU SE LHES DEVOLVESSEM TODA A SUA RIQUEZA.AGRADEÇAM E BEM POIS QUE OS INTERNACIONALISTAS DAQUI(MUITOS OBVIAMENTE COM DUPLA NACIONALIDADE) GARANTEM QUE NEM OS CRIMINOSOS SERÃO EXPULSOS.PARA PAGARMOS BEM TERMOS DESCOBERTO AS 10 ILHAS...
O MARIO TUDO O QUE TIVESSE "DIFERENÇA" CONSIDEROU LOGO QUE NÃO ERA "NOSSO"
La conversación regresa a los avances de Cabo Verde, pese a que el país no lo tiene fácil. Un par de datos para ilustrar su fragilidad: el 82% de los alimentos son importados, sólo el 10% del área terrestre es cultivable. La dependencia es notable: el 80% de las decisiones de inversión del Estado están basadas en financiación exterior, de la cooperación internacional.
"Pese a las dificultades, Cabo Verde es de los mejores de la clase", dice Coll. Tanto en desarrollo económico como humano. "La cohesión social, la educación gratuita en una nación tremendamente joven [17 años de edad media] y, sobre todo, la paridad de géneros". Basta ver la composición del Gobierno, ocho mujeres en un Gabinete de 15 ministros. "Han ido a buscar a estas mujeres porque son las más preparadas".
AGORA IMAGINEM O QUE ACONTECERIA SE "SECASSE" A PRINCIPAL FONTE DE TANTO "DESENVOLVIMENTO" OU SE LHES DEVOLVESSEM TODA A SUA RIQUEZA.AGRADEÇAM E BEM POIS QUE OS INTERNACIONALISTAS DAQUI(MUITOS OBVIAMENTE COM DUPLA NACIONALIDADE) GARANTEM QUE NEM OS CRIMINOSOS SERÃO EXPULSOS.PARA PAGARMOS BEM TERMOS DESCOBERTO AS 10 ILHAS...
O MARIO TUDO O QUE TIVESSE "DIFERENÇA" CONSIDEROU LOGO QUE NÃO ERA "NOSSO"
DEVE SER NESTE DIREITO INTERNACIONAL QUE A PALMA VAI BEBER A SUA TÉCNICA...
Fragata portuguesa obrigada a libertar piratas somalis detidos
por M.C.F.Hoje
O Direito Internacional autoriza o combate à pirataria, mas não qualifica os seus autores como criminosos.
A fragata portuguesa Corte Real, que comanda a frota da NATO estacionada nos mares da Somália, está impedida de prender piratas excepto se o próprio navio ou algum português forem atacados.
POR CÁ ISTO APLICA-SE QUE NEM UMA LUVA AOS CRIMINOSOS(CANOS SERRADOS) E JÁ AGORA AOS CORRUPTOS(COLARINHOS BRANCOS).CUIDAM MUITO BEM UNS DOS OUTROS...
por M.C.F.Hoje
O Direito Internacional autoriza o combate à pirataria, mas não qualifica os seus autores como criminosos.
A fragata portuguesa Corte Real, que comanda a frota da NATO estacionada nos mares da Somália, está impedida de prender piratas excepto se o próprio navio ou algum português forem atacados.
POR CÁ ISTO APLICA-SE QUE NEM UMA LUVA AOS CRIMINOSOS(CANOS SERRADOS) E JÁ AGORA AOS CORRUPTOS(COLARINHOS BRANCOS).CUIDAM MUITO BEM UNS DOS OUTROS...
É DE CERTEZA MENTIRA.POIS QUE SE FOSSE VERDADE O MARTIM MONIZ NÃO ESTAVA CHEIO E A ABARROTAR...
05 Maio 2009 - 00h30
Europa: Alerta dos serviços secretos espanhóis
Principal ameaça vem do Paquistão
A al-Qaeda mudou a sua estratégia para atacar na Europa, optando agora por usar radicais paquistaneses em vez das habituais células magrebinas. O aviso é dos serviços secretos espanhóis, que afirmam que os grupos paquistaneses são agora "a principal ameaça terrorista" na Europa.
SÓ CÁ FALTAM GAJOS DA SOMÁLIA(QUER-SE DIZER EM QUANTIDADE ,POIS QUE AMOSTRAS JÁ HÁ).É QUE POR CÁ OS HUMANISTAS ANDAM INDECISOS ENTRE O SOBADO E O CALIFADO...
Europa: Alerta dos serviços secretos espanhóis
Principal ameaça vem do Paquistão
A al-Qaeda mudou a sua estratégia para atacar na Europa, optando agora por usar radicais paquistaneses em vez das habituais células magrebinas. O aviso é dos serviços secretos espanhóis, que afirmam que os grupos paquistaneses são agora "a principal ameaça terrorista" na Europa.
SÓ CÁ FALTAM GAJOS DA SOMÁLIA(QUER-SE DIZER EM QUANTIDADE ,POIS QUE AMOSTRAS JÁ HÁ).É QUE POR CÁ OS HUMANISTAS ANDAM INDECISOS ENTRE O SOBADO E O CALIFADO...
Monday, May 4, 2009
Ó MARIO PÁ NEM EM ANGOLA OS GAJOS TE LIGAM PÁ...
Cultura
Antigos reclusos juntam-se no Tarrafal 35 anos depois
Por Venceslau Mateus
Luanda - Trinta e cinco anos depois do seu encerramento, o Campo de Concentração do Tarrafal, situado na Ilha de Santiago (Cabo Verde), juntou na semana finda velhos conhecidos de Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau e Portugal, todos antigos reclusos que consideram ter ali passado alguns dos"piores momentos de suas vidas".
Desta vez, não na condição de presos políticos, mais com a nobre missão de valorizar verdadeiramente o campo, enquanto património cultural da humanidade.
Em quatro dias de trabalho, angolanos, cabo-verdianos, guineenses e portugueses, que até ao 25 de Abril de 1974 lutaram contra o regime colonial português, recordaram histórias, peripécias e, acima de tudo, o dia-a-dia no Campo de Concentração de Tarrafal que tem nas suas laterais montanhas e o oceano Atlântico.
Com lágrimas perante o enorme "monstro" construído à base de pedras e cercado com arame farpado, os ex-presos políticos tiveram, em quatro dias, a oportunidade de rever amigos e companheiros de semelhantes ideais.
Angola, com uma delegação chefiada pela ministra da Cultura, Rosa Cruz e Silva, e integrada ainda pelo vice-ministro da Comunicação Social, Manuel Miguel de Carvalho, saiu de Cabo Verde com o sentimento do dever cumprido: obter o compromisso das autoridades cabo-verdianas para a transformação da cela dos angolanos num espaço cultural angolano.
Idos a Cabo Verde com a lição bem estudada, a delegação angolana, por sinal a mais representativa, conseguiu, nos encontros com as autoridades cabo-verdianas, principalmente com o chefe de Estado, Pedro Pires, e o chefe do Governo, José Maria das Neves, obter o compromisso oficial para a transformação da cela dos angolanos num espaço de cultura e lazer com informações culturais sobre Angola e os "ex-inclinos" da casa.
Dependendo apenas das autoridades angolanas, o espaço que acolheu Agostinho Neto, primeiro Presidente angolano, Mendes de Carvalho, António Jacinto, Luandino Vieira, António Cardoso, Manuel Pedro Pacavira, entre outros notáveis da política e cultura angolana, deverá dar lugar a uma sala de história de Angola.
No seu rescaldo à imprensa angolana, Rosa Cruz e Silva considerou que para se valorizar as conquistas do passado, o esforço e sacrifício consentidos pelos patriotas angolanos, necessário dar-se a conhecer e preservar muito bem todas as conquistas adquiridas como resultado do trabalho deles e de todas as pessoas que lutaram pela liberdade dos africanos.
Para tal, a governante manifestou a disponibilidade do Governo angolano participar do projecto apresentado pelos cabo-verdianos, visando perpetuar a memória de todos os ex-presos políticos do regime colonial português.
O impulso e a vontade de Angola em ver desenvolver o projecto, de acordo com a ministra, foi confirmado ao presidente Pedro Pires, que também manifestou a vontade de Cabo Verde concretizar o mais rápido possível o projecto em causa.
O interesse de Angola neste projecto, segundo a ministra, está relacionado com o facto de as autoridades angolanas estarem interessadas em transformar a cela dos ex-presos políticos angolanos num espaço de cultura e de investigação da história de Angola.
O Campo de Concentração de Tarrafal foi instituído pelo regime fascista português, pela primeira vez, em Abril de 1936, sob o nome de Colónia Penal do Tarrafal/Campo de Trabalho de Chão Bom.
A Colónia Penal do Tarrafal ou “Campo de morte lenta”, nome por que ficou conhecido por aqueles que lá estiveram, visava aniquilar física e psicologicamente os opositores portugueses ao regime fascista de Salazar, colocando-os longe dos olhares do Mundo, em condições desumanas de cativeiro e maus tratos.
De 25 de Fevereiro de 1962, data da chegada dos primeiros presos políticos (o também chamado grupo do processo 50), a 1 de Maio de 1974, data em que foram libertados os últimos presos, o Campo de Concentração de Tarrafal acolheu 121 angolanos que na altura batiam-se contra a presença portuguesa em Angola.
Antigos reclusos juntam-se no Tarrafal 35 anos depois
Por Venceslau Mateus
Luanda - Trinta e cinco anos depois do seu encerramento, o Campo de Concentração do Tarrafal, situado na Ilha de Santiago (Cabo Verde), juntou na semana finda velhos conhecidos de Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau e Portugal, todos antigos reclusos que consideram ter ali passado alguns dos"piores momentos de suas vidas".
Desta vez, não na condição de presos políticos, mais com a nobre missão de valorizar verdadeiramente o campo, enquanto património cultural da humanidade.
Em quatro dias de trabalho, angolanos, cabo-verdianos, guineenses e portugueses, que até ao 25 de Abril de 1974 lutaram contra o regime colonial português, recordaram histórias, peripécias e, acima de tudo, o dia-a-dia no Campo de Concentração de Tarrafal que tem nas suas laterais montanhas e o oceano Atlântico.
Com lágrimas perante o enorme "monstro" construído à base de pedras e cercado com arame farpado, os ex-presos políticos tiveram, em quatro dias, a oportunidade de rever amigos e companheiros de semelhantes ideais.
Angola, com uma delegação chefiada pela ministra da Cultura, Rosa Cruz e Silva, e integrada ainda pelo vice-ministro da Comunicação Social, Manuel Miguel de Carvalho, saiu de Cabo Verde com o sentimento do dever cumprido: obter o compromisso das autoridades cabo-verdianas para a transformação da cela dos angolanos num espaço cultural angolano.
Idos a Cabo Verde com a lição bem estudada, a delegação angolana, por sinal a mais representativa, conseguiu, nos encontros com as autoridades cabo-verdianas, principalmente com o chefe de Estado, Pedro Pires, e o chefe do Governo, José Maria das Neves, obter o compromisso oficial para a transformação da cela dos angolanos num espaço de cultura e lazer com informações culturais sobre Angola e os "ex-inclinos" da casa.
Dependendo apenas das autoridades angolanas, o espaço que acolheu Agostinho Neto, primeiro Presidente angolano, Mendes de Carvalho, António Jacinto, Luandino Vieira, António Cardoso, Manuel Pedro Pacavira, entre outros notáveis da política e cultura angolana, deverá dar lugar a uma sala de história de Angola.
No seu rescaldo à imprensa angolana, Rosa Cruz e Silva considerou que para se valorizar as conquistas do passado, o esforço e sacrifício consentidos pelos patriotas angolanos, necessário dar-se a conhecer e preservar muito bem todas as conquistas adquiridas como resultado do trabalho deles e de todas as pessoas que lutaram pela liberdade dos africanos.
Para tal, a governante manifestou a disponibilidade do Governo angolano participar do projecto apresentado pelos cabo-verdianos, visando perpetuar a memória de todos os ex-presos políticos do regime colonial português.
O impulso e a vontade de Angola em ver desenvolver o projecto, de acordo com a ministra, foi confirmado ao presidente Pedro Pires, que também manifestou a vontade de Cabo Verde concretizar o mais rápido possível o projecto em causa.
O interesse de Angola neste projecto, segundo a ministra, está relacionado com o facto de as autoridades angolanas estarem interessadas em transformar a cela dos ex-presos políticos angolanos num espaço de cultura e de investigação da história de Angola.
O Campo de Concentração de Tarrafal foi instituído pelo regime fascista português, pela primeira vez, em Abril de 1936, sob o nome de Colónia Penal do Tarrafal/Campo de Trabalho de Chão Bom.
A Colónia Penal do Tarrafal ou “Campo de morte lenta”, nome por que ficou conhecido por aqueles que lá estiveram, visava aniquilar física e psicologicamente os opositores portugueses ao regime fascista de Salazar, colocando-os longe dos olhares do Mundo, em condições desumanas de cativeiro e maus tratos.
De 25 de Fevereiro de 1962, data da chegada dos primeiros presos políticos (o também chamado grupo do processo 50), a 1 de Maio de 1974, data em que foram libertados os últimos presos, o Campo de Concentração de Tarrafal acolheu 121 angolanos que na altura batiam-se contra a presença portuguesa em Angola.
AINDA FALTAM UNS MESES MAS JÁ SE SABE QUE ENTREGAM PORTUGAL PIOR DO QUE O RECEBERAM.E MUITO MAIS AFRICANIZADO.

Défice orçamental chegará aos 6,5% este ano em Portugal
O défice orçamental português deverá atingir os 6,5% este ano, de acordo com as previsões da Primavera divulgadas hoje pela Comissão Europeia. O buraco das contas públicas continuará a aprofundar-se em 2010 e deverá chegar aos 6,7%, segundo as estimativas de Bruxelas.
CÁ TERIAM QUE ACRESCENTAR MAIS UMA ALÍNEA:DESISTIR DA NACIONALIDADE...
El plan del ministro
- Beneficiarios. Inmigrantes en paro de los siguientes países: Andorra, Argentina, Australia, Brasil, Canadá, Chile, Colombia, Ecuador, EE UU, Rusia, Filipinas, Marruecos, México, Paraguay, Perú, República Dominicana, Túnez, Ucrania, Uruguay y Venezuela.
- Oferta. Abono de la prestación por desempleo en dos plazos: el 40% en España y el 60% en su país.
- Contrapartidas. El inmigrante debe renunciar a sus permisos de residencia y de trabajo y no volver a España en tres años.
- Tramitación. En las oficinas del Servicio Público de Empleo.
- Beneficiarios. Inmigrantes en paro de los siguientes países: Andorra, Argentina, Australia, Brasil, Canadá, Chile, Colombia, Ecuador, EE UU, Rusia, Filipinas, Marruecos, México, Paraguay, Perú, República Dominicana, Túnez, Ucrania, Uruguay y Venezuela.
- Oferta. Abono de la prestación por desempleo en dos plazos: el 40% en España y el 60% en su país.
- Contrapartidas. El inmigrante debe renunciar a sus permisos de residencia y de trabajo y no volver a España en tres años.
- Tramitación. En las oficinas del Servicio Público de Empleo.
O INTERNACIONALISMO BACOCO DE QUEM NOS DESGOVERNA
Guantánamo
Os seis prisioneiros que querem vir para Portugal
por Patrícia ViegasHoje
ONG propuseram quatro líbios e dois sírios, um dos quais está em greve de fome há três meses e foi levado para a prisão num avião militar que sobrevoou espaço aéreo português em 2002
Jihad Dihab, sírio, Ismael al-Bakush e Salem Abdul Salam Gherebi, ambos de nacionalidade líbia, são três dos seis presos de Guantánamo, livres de acusação e a necessitar de protecção humanitária, que foram propostos ao Governo português por uma coligação de organizações de direitos humanos. Os três autorizaram os advogados a divulgar os seus casos ao público. Os restantes, dois líbios e um sírio, preferem não fazê-lo por temerem ser alvo de represálias no futuro.
"Nós enviámos cartas a propor presos a sete países europeus, entre os quais está Portugal. Aprovamos o compromisso do Governo português em apoiar a Administração de Barack Obama para encerrar Guantánamo. Agora está na hora de agir", disse ao DN, por telefone, Irena Sabic, advogada da organização americana Center for Constitutional Rights, uma das cinco que subscrevem a carta, datada de 10 de Março, que foi enviada ao Ministério dos Negócios Estrangeiros português.
Além disso houve reuniões em Lisboa, há cerca de um mês, com responsáveis desse ministério, com o ministro da Administração Interna, Rui Pereira, mas também com os grupos parlamentares do PSD, PCP e do Bloco de Esquerda, conseguiu apurar o DN. O Governo manifestou-se, em geral, receptivo a estas propostas, embora seja necessário lembrar que o canal oficial para tratar desta questão reside na relação entre os países da União Europeia e os EUA.
"Queremos que os conheçam melhor para que, quando chegar a fase da operacionalização, tudo seja efectivamente mais fácil", explicou, ao DN, Pedro Krupenski, director executivo da Amnistia Internacional em Portugal. "À luz da lei de asilo político pensamos que estão reunidas as condições para que eles venham para Portugal", acrescentou o responsável, precisando que só não se faz referência a isso na carta porque o Governo pode decidir dar outro estatuto. "Foi-me dito que Portugal não iria avançar sem decisão da UE, porque não pode integrá-los unilateralmente no espaço Schengen".
Questionado pelo DN, o Ministério da Administração Interna português confirmou que "a abordagem comum que salvaguarde a autonomia de cada Estado membro quanto à possibilidade de acolhimento de alguns ex-detidos" vai voltar a ser equacionada "nos próximos dias 4 e 5 de Junho" no Conselho de Ministros da UE, com a presidência checa e o comissário europeu para a Segurança, o francês Jacques Barrot.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros, por sua vez, não respondeu às perguntas do DN. No entanto, o ministro Luís Amado, afirmou recentemente à Lusa que ainda é prematuro dizer quantos presos virão para o país. Portugal foi o primeiro a manifestar abertura para ajudar Obama. Áustria e República Checa são dos que estão contra a ideia. Na Alemanha, o Governo está dividido. A França poderá receber um argelino. Mas também não é preciso que todos os 27 aceitem ex-presos. Apenas que arranjem um mecanismo para se informarem mutuamente sobre o paradeiro dos que vierem para a Europa e o destino dos que quiserem viajar dentro dela.
JÁ CÁ TEMOS POUCA MERDA PARA ESTAREM SEMPRE A IMPORTAR MAIS.E QUE FICAM POR NOSSA CONTA.ESTES GAJOS SÃO LOUCOS.
Os seis prisioneiros que querem vir para Portugal
por Patrícia ViegasHoje
ONG propuseram quatro líbios e dois sírios, um dos quais está em greve de fome há três meses e foi levado para a prisão num avião militar que sobrevoou espaço aéreo português em 2002
Jihad Dihab, sírio, Ismael al-Bakush e Salem Abdul Salam Gherebi, ambos de nacionalidade líbia, são três dos seis presos de Guantánamo, livres de acusação e a necessitar de protecção humanitária, que foram propostos ao Governo português por uma coligação de organizações de direitos humanos. Os três autorizaram os advogados a divulgar os seus casos ao público. Os restantes, dois líbios e um sírio, preferem não fazê-lo por temerem ser alvo de represálias no futuro.
"Nós enviámos cartas a propor presos a sete países europeus, entre os quais está Portugal. Aprovamos o compromisso do Governo português em apoiar a Administração de Barack Obama para encerrar Guantánamo. Agora está na hora de agir", disse ao DN, por telefone, Irena Sabic, advogada da organização americana Center for Constitutional Rights, uma das cinco que subscrevem a carta, datada de 10 de Março, que foi enviada ao Ministério dos Negócios Estrangeiros português.
Além disso houve reuniões em Lisboa, há cerca de um mês, com responsáveis desse ministério, com o ministro da Administração Interna, Rui Pereira, mas também com os grupos parlamentares do PSD, PCP e do Bloco de Esquerda, conseguiu apurar o DN. O Governo manifestou-se, em geral, receptivo a estas propostas, embora seja necessário lembrar que o canal oficial para tratar desta questão reside na relação entre os países da União Europeia e os EUA.
"Queremos que os conheçam melhor para que, quando chegar a fase da operacionalização, tudo seja efectivamente mais fácil", explicou, ao DN, Pedro Krupenski, director executivo da Amnistia Internacional em Portugal. "À luz da lei de asilo político pensamos que estão reunidas as condições para que eles venham para Portugal", acrescentou o responsável, precisando que só não se faz referência a isso na carta porque o Governo pode decidir dar outro estatuto. "Foi-me dito que Portugal não iria avançar sem decisão da UE, porque não pode integrá-los unilateralmente no espaço Schengen".
Questionado pelo DN, o Ministério da Administração Interna português confirmou que "a abordagem comum que salvaguarde a autonomia de cada Estado membro quanto à possibilidade de acolhimento de alguns ex-detidos" vai voltar a ser equacionada "nos próximos dias 4 e 5 de Junho" no Conselho de Ministros da UE, com a presidência checa e o comissário europeu para a Segurança, o francês Jacques Barrot.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros, por sua vez, não respondeu às perguntas do DN. No entanto, o ministro Luís Amado, afirmou recentemente à Lusa que ainda é prematuro dizer quantos presos virão para o país. Portugal foi o primeiro a manifestar abertura para ajudar Obama. Áustria e República Checa são dos que estão contra a ideia. Na Alemanha, o Governo está dividido. A França poderá receber um argelino. Mas também não é preciso que todos os 27 aceitem ex-presos. Apenas que arranjem um mecanismo para se informarem mutuamente sobre o paradeiro dos que vierem para a Europa e o destino dos que quiserem viajar dentro dela.
JÁ CÁ TEMOS POUCA MERDA PARA ESTAREM SEMPRE A IMPORTAR MAIS.E QUE FICAM POR NOSSA CONTA.ESTES GAJOS SÃO LOUCOS.
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EM MATÉRIA DE AFUNDANÇO LEVAM SEMPRE A TAÇA
Ó MORAIS PEDE JÁ INDEMNIZAÇÃO PÁ...
04 Maio 2009 - 00h30
Relatório de peritos
Professor de José Sócrates contesta
António Morais, antigo professor de José Sócrates, entrega hoje no Tribunal da Boa-Hora, em Lisboa, uma contestação à acusação que enfrenta no âmbito do concurso e adjudicação da obra da central de tratamento de lixo da Cova da Beira.
Na contestação, o responsável, que se encontra pronunciado pelos crimes de corrupção passiva para acto ilícito e branqueamento de capitais, defende que o relatório dos peritos contratados pelo Ministério Público classifica a proposta do concorrente nº 3 em 1º lugar, ou seja, a da HLC, que António Morais é acusado de ter favorecido. "Conclui-se que a melhor proposta no aspecto técnico é a proposta do concorrente nº 3, vencedor com toda a justiça do concurso público", lê-se na contestação.
Este processo nasceu de uma denúncia anónima que dava conta de que José Sócrates, Jorge Pombo e João Cristóvão, à data dos factos secretário de Estado do Ambiente, presidente da Câmara Municipal da Covilhã e assessor deste último, respectivamente, teriam recebido dinheiro da sociedade HLC.
OS INVEJOSOS A QUEREREM METER-SE NA VIDA DE PESSOAS HONESTÍSSIMAS E AINDA POR CIMA AMIGAS DO 1º MINISTRO... SE ISSO CABE NA CABEÇA DE ALGUÉM...
Relatório de peritos
Professor de José Sócrates contesta
António Morais, antigo professor de José Sócrates, entrega hoje no Tribunal da Boa-Hora, em Lisboa, uma contestação à acusação que enfrenta no âmbito do concurso e adjudicação da obra da central de tratamento de lixo da Cova da Beira.
Na contestação, o responsável, que se encontra pronunciado pelos crimes de corrupção passiva para acto ilícito e branqueamento de capitais, defende que o relatório dos peritos contratados pelo Ministério Público classifica a proposta do concorrente nº 3 em 1º lugar, ou seja, a da HLC, que António Morais é acusado de ter favorecido. "Conclui-se que a melhor proposta no aspecto técnico é a proposta do concorrente nº 3, vencedor com toda a justiça do concurso público", lê-se na contestação.
Este processo nasceu de uma denúncia anónima que dava conta de que José Sócrates, Jorge Pombo e João Cristóvão, à data dos factos secretário de Estado do Ambiente, presidente da Câmara Municipal da Covilhã e assessor deste último, respectivamente, teriam recebido dinheiro da sociedade HLC.
OS INVEJOSOS A QUEREREM METER-SE NA VIDA DE PESSOAS HONESTÍSSIMAS E AINDA POR CIMA AMIGAS DO 1º MINISTRO... SE ISSO CABE NA CABEÇA DE ALGUÉM...
PARA OS "DEMOCRATAS" OS PERIGOSOS FORAGIDOS SÃO OS AGENTES DA LEI E ORDEM...

04 Maio 2009 - 00h30
Alvor: Assalto ao multibanco do Hospital Particular
Suspeito baleado morre no hospital
O condutor do BMW 530 D roubado em Palmela e usado pelo grupo que assaltou o multibanco do Hospital Particular do Algarve, quinta-feira, morreu em consequência dos ferimentos sofridos ao furar uma barreira policial. O assaltante em fuga foi baleado na nuca por um militar da GNR e o carro acabou por embater com violência num muro.
O grupo – que integra o conhecido ‘gang do multibanco’, com base no bairro da Bela Vista, em Setúbal – era composto por pelo menos cinco elementos. Três estarão ainda em fuga. Um outro foi detido pela GNR nas imediações, cerca de duas horas depois do crime. Tem 20 anos e foi presente sábado a tribunal onde foi interrogado pelo Juiz entre as 15h.40 e as 22h.30 , de onde saiu para prisão domiciliária. "Negou a participação mas a versão dele não foi acolhida na totalidade pelo tribunal", disse ao CM o seu representante legal, Paulo Camoesas, advogado de Setúbal.
Decorria o interrogatório ao suspeito em Lagos quando, ao final da tarde de anteontem, morreu o suspeito baleado. Estava internado no Hospital de S. José, em Lisboa.
O condutor foi baleado ao furar uma barreira policial composta por dois elementos da GNR e uma viatura. A investigação criminal da Polícia Judiciária vai apurar os pormenores dos disparos, estando dependente dessas conclusões o inquérito interno a ser feito pela GNR.
O militar responsável pelo disparo fatal pode ser objecto de acusação de homicídio por parte do Ministério Público.
QUEM PASSE NUM DOS IMENSOS BAIRROS SOCIAIS E VEJA O RESPECTIVI PARQUE AUTOMÓVEL, O NÚMERO DE PESSOAS A COÇAR AS ESQUINAS, O VESTUÁRIO PERGUNTAR-SE-Á DONDE VEM O DINHEIRO...
É O SOCIALISMO PODE SER CONSEGUIDO DE VÁRIAS MANEIRAS.EM PORTUGAL A GATUNAGEM É FAVORECIDA COMO O MEIO DE ALCANÇAR A SUA MÁXIMA: A CADA UM SEGUNDO AS SUAS NECESSIDADES.E SEM TRABALHAR...
MAS SE CALHAR O OBJECTIVO É MESMO ESSE: DISTRAIR O PAGODE ENQUANTO ISTO É TUDO INVADIDO...
04 Maio 2009 - 00h30
Segurança
Pulseiras electrónicas bloqueiam PSP e GNR
O aumento em Portugal do número de arguidos em prisão domiciliária e sob vigilância electrónica (em Janeiro eram 513) está a afectar cada vez mais a operacionalidade da PSP e da GNR, que são obrigadas a vigiar os detidos, enquanto não lhes é posta a pulseira, e a disponibilizar homens e viaturas para os acompanhar em todas as saídas autorizadas pelo tribunal. Enquanto vigiam os presos, não patrulham nem investigam, pondo "em causa a segurança dos cidadãos", acusam os sindicatos das forças de segurança.
SERÁ QUE O MJ É O MINISTÉRIO DO COSTA?ACHO QUE FICARIA MELHOR NO MINISTÉRIO DAS COLÓNIAS INTERNAS...
Segurança
Pulseiras electrónicas bloqueiam PSP e GNR
O aumento em Portugal do número de arguidos em prisão domiciliária e sob vigilância electrónica (em Janeiro eram 513) está a afectar cada vez mais a operacionalidade da PSP e da GNR, que são obrigadas a vigiar os detidos, enquanto não lhes é posta a pulseira, e a disponibilizar homens e viaturas para os acompanhar em todas as saídas autorizadas pelo tribunal. Enquanto vigiam os presos, não patrulham nem investigam, pondo "em causa a segurança dos cidadãos", acusam os sindicatos das forças de segurança.
SERÁ QUE O MJ É O MINISTÉRIO DO COSTA?ACHO QUE FICARIA MELHOR NO MINISTÉRIO DAS COLÓNIAS INTERNAS...
Sunday, May 3, 2009
COM TANTOS TRAIDORES EM PORTUGAL SERIAM LOGO NACIONALIZADOS...
El Gobierno niega la nacionalidad a musulmanes por informes del CNI
Justicia rechaza las peticiones de miembros de movimientos legales como el Tabligh y argumenta que son "sectas fundamentalistas"
VENDEDORES DE PASSAPORTES,DISTRIBUIDORES DE PENSÕES A ANTI-FASCISTAS DÁQUEM E ALÉM MAR,COLONIZAÇÃO INTERNA POR CONTA DO CONTRIBUINTE,"NEGÓCIOS RUINOSOS" POR TODO O LADO É O QUE OS NOSSOS QUERIDOS GOVERNANATES SABEM FAZER.ISSO NOS INTERVALOS DE COMER MENINOS, APANHAR NO CU OU ESFREGAR A VAGINA COM VAGINA.O QUE SE PODERIA ESPERAR DE EX LAVA-PRATOS?
Justicia rechaza las peticiones de miembros de movimientos legales como el Tabligh y argumenta que son "sectas fundamentalistas"
VENDEDORES DE PASSAPORTES,DISTRIBUIDORES DE PENSÕES A ANTI-FASCISTAS DÁQUEM E ALÉM MAR,COLONIZAÇÃO INTERNA POR CONTA DO CONTRIBUINTE,"NEGÓCIOS RUINOSOS" POR TODO O LADO É O QUE OS NOSSOS QUERIDOS GOVERNANATES SABEM FAZER.ISSO NOS INTERVALOS DE COMER MENINOS, APANHAR NO CU OU ESFREGAR A VAGINA COM VAGINA.O QUE SE PODERIA ESPERAR DE EX LAVA-PRATOS?
MEDINA CARREIRA CONTRA O CIRCO
Alterar tamanho de letra
Pedro Catarino
“As nossas fraquezas já cá estavam e virão de novo ao de cima” 03 Maio 2009 - 00h30
Entrevista: Medina Carreira
“A economia vai derrotar esta democracia” (COM VÍDEO)
Medina Carreira, antigo ministro das Finanças, afirma que a economia vai derrotar a democracia de 1976. José Sócrates, diz, é um homem de circo, de espectáculo.
Correio da Manhã/Rádio Clube – Porque é que dizem que o senhor é um pessimista tremendista quando fala da economia portuguesa?
Medina Carreira – Quando as pessoas se qualificam antes de discutir é sintoma de que não querem discutir. Eu nunca consegui um debate com um optimista. Já tenho sugerido.
ARF – E ninguém aceita?
- Pretextam isto ou aquilo, depois estão doentes, depois ficam doentes de uma perna e nunca um optimista quis vir publicamente fazer um debate. É um não argumento. Porque o argumento é dizer o que se pensa e porque é que se pensa e a parte contrária contradiz. Se eu digo que o senhor é um pessimista eu acabei com a conversa. O senhor é optimista, a mesma coisa. Se é isto que chega para esclarecer a opinião pública estamos conversados.
ARF – E as questões da economia não se podem discutir assim.
- Um dia disse a um colega vosso: o senhor não percebe que isso é uma burrice?
LC – Há uma grande distância entre o discurso de pessoas que estão de fora e o discurso de pessoas que estão por dentro. Entre qualquer membro do Governo e pessoas como o doutor Medina Carreira há uma distância enorme que as pessoas não compreendem.
- Mas convide um deles um dia a vir aqui, ficar desse lado e vamos ver as razões das diferenças.
ARF – O que nos dizem do Governo é que esta crise internacional chegou quando nós estávamos a caminhar muito bem. Até final de 2007 estávamos óptimos, ainda em 2008 estávamos bons, de repente aparece isto e não temos culpa nenhuma disto. É verdade?
- Bom, culpa efectivamente não temos. Isto nasceu lá fora e chegou aqui como chegou a todos os cantos do Mundo. Eu não atribuo culpas a ninguém. Esta crise é traumatizante, difícil e com efeitos dramáticos do ponto de vista social que todos os dias presenciamos com despedimentos em série. É uma coisa terrível que nunca tínhamos vivido, nós que ainda estamos vivos e eventualmente válidos. Mas esta é uma crise para a qual não contribuímos e de que nós nos livraremos só quando lá fora ela acabar. Quando a Alemanha, a França, a Inglaterra e os EUA resolverem o problema ele fica resolvido cá.
ARF – Fica resolvido?
- Ficamos é com os efeitos terríveis cá. Mas estes efeitos imediatos e directos da crise eles desaparecem cá quando desaparecerem lá fora.
LC – Qual é a diferença entre um país como Portugal e um país como a França ou a Alemanha a seguir à crise?
- A França é um país que caminha paralelamente connosco, também caminha muito mal. A Alemanha caminha bem, é um país economicamente poderoso, com gente preparada, uma sociedade organizada, em que se cumprem horas, em que se cumpre a palavra. É outra coisa. Isto cá para este lado é outra coisa. Portanto, quando a Alemanha sair da crise sairá necessariamente melhor do que a França. A França apresenta hoje problemas difíceis como os nossos. E um deles é o desequilíbrio externo. Os franceses estão a produzir muito menos do que aquilo que gastam. Estão também a endividar-se no exterior. A França está menos mal do que nós, mas também não está bem. Em Portugal temos a preocupação de olhar lá para fora e eu creio que a maior parte das pessoas que se preocupam com o exterior é porque não sabem dizer nada sobre o interior. Nós é que temos de resolver os problemas do interior.
ARF – Problemas que são muito antigos, não é verdade?
- São antigos. Aqui neste caso é que esta crise veio de fora e sairá quando se resolver lá fora. Entretanto ficam mazelas. Agora, quando ela acabar ficamos com o nosso problema, com a nossa crise. Porque a nossa crise já estava cá.
LC – Com os mesmos problemas que já tinha.
- Com os mesmos problemas que já tínhamos e ficamos pior. Nomeadamente ficamos com um desemprego muito maior, muito mais pobreza, muito mais desigualdades, muito mais desânimo na população. Por conseguinte, com a crise, para além destes danos imediatos, são danos que vão surgir através dos seus efeitos futuros. Mas aquilo que eram as nossas fraquezas já cá estavam e virão ao de cima.
LC – Como é que temos capacidade para resistir a isso no futuro com uma educação fraca, com uma justiça fraca?
- O problema aqui em Portugal, visto da perspectiva política, é que nós não sabemos o que é que os dirigentes políticos, como José Sócrates, do PS, pensam que é o nosso grande problema. Ainda não vi dito o nosso grande problema é este.
LC – Ele diz que é o desemprego.
- O desemprego não é um problema, é uma consequência de alguma coisa que não está bem. Se resolvermos alguma coisa que não está bem o desemprego desaparece.
ARF – José Sócrates fala muito da questão da formação.
- Mas a formação não é em si um problema. É um pressuposto daquilo que nós necessitamos para resolver o problema. Mas qual é o problema? O que derrotou o Estado Novo foi a guerra colonial. Aquilo que eu acho que vai derrotar esta democracia de 1976 é a economia.
ARF – A economia vai derrotar a democracia?
- Não sei em que termos.
ARF – Mas vai derrotá-la?
- Ai derrota. A população não vai aceitar daqui a dez anos um Estado social como aquele em que nós estamos a viver, como é evidente. Porque a população já diz, bom, prometeram-nos mundos e fundos e nós não vemos coisa nenhuma. Dizem isto agora. Só pedem sacrifícios e quando acabam é preciso recomeçar os sacrifícios. Com toda a razão. Isto vale dez, vale vinte anos, não sei se chega a trinta. E como nós temos deficiências graves não vai ser fácil sair deste estado de economia rastejante. Se eu fosse chefe do Governo o que diria ao País é que o nosso grande problema é a economia.
ARF – Porquê?
- Porque é da economia que deriva o emprego e a sua qualidade, que deriva o bem-estar, que deriva as boas expectativas, que deriva o optimismo são. É da economia.
ARF – Mas temos fraquezas porquê?
- Porque nós estamos a gastar 110, 111 e estamos a produzir 100. Para simplificar. O português está a produzir 100 euros por ano e está a gastar 110, 111 euros. Quer dizer que estamos a viver de empréstimos.
ARF – Estamos a viver acima das possibilidades.
- Acima das possibilidades. Por conseguinte, ou recuamos 10 por cento ou produzimos mais 10 por cento. É simples.
ARF – Exacto.
- Não é preciso saber altas matemáticas. Este é o estado do País.
LC – E pelo caminho em que vamos não é uma coisa nem outra?
- Estamos num caminho em que eram 107 há uns anos, 108, agora andamos pelos 110 e vai sendo cada vez pior, em princípio, porque os juros que nós devemos no exterior são cada vez maiores.
LC – No limite qual é a consequência?
- No limite a consequência é a mesma que é para mim ou para vocês se o banco não nos empresta dinheiro este mês. Ou se empresta só com um spread de 18 por cento.
ARF – Claro.
- O que é que o País vai fazer? Que é aquilo para que estamos a caminhar. É para bater na parede. Uma das coisas que pode provocar um efeito traumático muito grande do ponto de vista política e social na nossa sociedade dentro de cinco, dez anos é a possibilidade de o crédito escassear. Nós estamos a ver hoje que as grandes dificuldades da nossa sociedade resultam do facto de os bancos não emprestarem.
ARF – O crédito está caro e difícil.
- Exactamente. Se amanhã os bancos estrangeiros que nos estão a emprestar dinheiro disserem não, não emprestamos mais ou só emprestamos a 20 por cento o que é que nós fazemos?
LC – É uma boa pergunta. O que é que fazemos?
- O que é que fazemos. Bom. Temos de repente de passar de 110 para 80. Como é evidente.
ARF – De uma forma abrupta.
- De uma forma abrupta. Vamos ver. Qual é o problema da economia? Há uns políticos importantes em Portugal que quando se lhes faz contas ficam horrorizados, isso são os contabilistas, a gente só pensa no marxismo, no leninismo, nós pensamos alto. Fazer contas, não fazem, mesmo os que sabem tabuada, que aliás não são muitos.
LC – Como é que se consegue reduzir isso? Com uma reforma brutal na administração pública?
- Ouça, na Argentina reduziu-se. Pessoas a passar fome, não compram medicamentos, tudo a cair aos bocados.
LC – Imagine que era convidado a definir as prioridades do próximo Governo. Quais seriam as duas, três ou quatro das suas prioridades?
- A prioridade é esta. A primeira coisa é explicar ao País que nós temos uma economia que não vai sustentar este nível de vida.
LC – Que não chega.
- Não chega. Portanto, o eleitorado ou quer gastar 110 e produzir 110 e nesse caso temos de mudar de economia ou o eleitorado não quer mudar de economia e nós temos de passar de 110 para 100. Isso é uma escolha do votante. Se os senhores da Comunicação Social propiciarem conversas que esclareçam o eleitorado ele percebe.
LC – Qual seria a sua opção?
- Nós temos no imediato de reduzir. Eu sou partidário que logo no plano do Estado seja revisto o aspecto salarial e o aspecto dos benefícios fiscais. Eu acho que as reformas e os salários da Função Pública, a partir de um certo nível, devem ser diminuídos.
ARF – Imediatamente?
- No imediato. Para passarmos dos 111 para 108. Mas para que isto não seja uma solução no caminho da miséria nós temos de mudar. E mudar a economia é mudar as circunstâncias que permitam atrair investimentos.
ARF – O investimento estrangeiro não vem para cá neste estado de coisas?
- Não. Nós tivemos nos anos 60, 70 um factor de grande atracção de investimento. Foi a nossa entrada para a EFTA e o baixos salários. Como nós podíamos exportar com facilidade muita gente veio investir em Portugal. Muitas coisas que os senhores vêem das manufacturas, das montagens de automóveis, das cabelagens, dos electrodomésticos, do concentrado de tomate, da beterraba, isso veio tudo para aqui nessa altura. Porque o investidor nacional e estrangeiro vinham beneficiar de um factor favorável do ponto de vista do capital que era o salário baixo. Além de outros factores atraentes nessa época. Como a inexistência de sindicatos, ordem nas ruas e essas coisas que atraem o investidor.
LC – Mas o principal factor, os salários baixos, não era o ideal.
- Mas o ideal do ponto de vista da mão-de-obra não é este que se prega aqui. Nós para termos uma mão-de-obra que ganhe bem temos de ter outra escola. Nós não podemos andar a formar analfabetos e depois dizermos para arranjarem empregos bons a esta gente. A gente tem de ir à escola.
ARF – Aumentar a escolaridade obrigatória nestas condições é uma ideia má?
- Teoricamente é uma boa medida. Como mexer na Justiça também seria uma boa medida.
LC – Mas é preciso que a escola seja boa.
- Agora mexer na escola e ficar tudo na mesma não interessa. Se os alunos estiverem lá e são tão bons os bons como são bons os maus, quer dizer, anda lá um número grande a atrapalhar o trânsito, em nome de uma coisa esquisitíssima e que eu não aceito que é a escola inclusiva. Ora, a escola é inclusiva se as pessoas estão lá para aprender. Se não estão para aprender têm de ir para outro sítio. Um estádio de futebol, põe-se lá toda a gente aos pontapés na bola. Agora, na escola só pode estar quem queira aprender. Mas isso tem de ser aferido. Nós temos todos os anos de verificar se eles aprenderam.
ARF – Têm de ter exames, não é?
- Fazer exames. Nós temos de ter programas decentes, feitos por intelectuais, por artistas, por técnicos. Nem sei quem é que os fez. São uns programas horríveis, os manuais são de fugir. E depois inverte-se tudo. Nós não podemos ter professores a ensinar bem se os alunos nem os ouvem. O senhor pode arranjar 200 mil catedráticos que não consegue ensinar esta gente. Porque eles não querem aprender. Oitenta por cento dos que estão lá não querem aprender. Bons são sempre bons. Quando nós éramos crianças também havia bons e havia maus. E havia uns médios e estes estudavam por causa dos exames.
LC – Seriam a maioria.
- Isso foi ontem, é hoje e será na próxima geração. Agora não. Temos os bons que eram bons e temos o resto. E como não há exames nunca chega a ocasião para estudar. Portanto isto é uma falsificação. O ensino em Portugal é uma intrujice. Uma intrujice cara. E depois inverte-se isto. Vamos avaliar os professores, nem sei quais são os critérios. No estado em que aquilo está parece-me uma tontice, mas não se avaliam os alunos. Isto tem pés e cabeça? Isto é de uma sociedade de gente com juízo?
ARF – Esta nossa escola é uma certa escola, que dura há anos e anos.
- É uma escolinha. Não é uma escola, é uma escolinha. É um grupo de gente que está a praticar um crime gravíssimo que vai liquidar uma geração. Se não mais. Mas a próxima geração maioritariamente está liquidada. As pessoas não aprendem a língua. Nós pensamos em português. Se a gente não sabe bem português não pensa bem. Nós não sabemos fazer contas, nós não sabemos geografia. Se perguntarem a um rapazito qualquer onde é que é Washington não faz ideia nenhuma, é capaz de dizer que é na Ásia.
LC – Acha que a geração que vai estar no mercado de trabalho daqui a dez , vinte anos vai ser pior?
- Vai ser cada vez pior. Porque está a enraizar-se esta decadência do ensino. O ensino está numa decadência profunda.
LC – E algum dia foi melhor? Nestes últimos 30 anos?
- Para os que podiam andar na escola foi muito melhor. Andavam eram poucos. Mas o problema não é esse.
LC – Estamos a falar de quando?
- Do tempo em que eu estudei. No século passado. E da minha filha, que andou na escola pública.
LC – Antes do 25 de Abril.
- Sim, muito antes.
LC – A escola era melhor antes do 25 de Abril do que é agora?
- Incomparavelmente. A diferença é que eram poucos. Eram para aí 30 por cento menos do que hoje.
LC – E preferia que fossem poucos?
- Não, não prefiro que sejam poucos. Eu prefiro é autenticidade, porque isto é uma vigarice. É que os pais dos que lá estão têm de ter a certeza de que estão a aprender. Não é serem poucos ou muitos. Não interessa nada produzir quantidade que é lixo. Nada.
LC – Mas a quantidade á partida diminui sempre a qualidade. A massificação do ensino diminui a qualidade, não acha?
- Mas não é diminuir até zero. Nós estamos a bater no chão. É diminuir um pouco. Agora isto não é nada. Um aluno sai dali e não sabe escrever. Eu ensinei muitos anos e acabei por me irritar com o ensino. Dava-lhes provas escritas e era dificílimo de entender o que escreviam. Cheias de erros, linha sim, linha não um erro, expunham pessimamente, tudo aquilo era um ver se te avias.
LC – Acha que no Ministério da Educação não sabem isso?
- O Ministério da Educação, como os outros Ministérios neste nosso regime, está ali para parecer, para apresentar uma estatísticas lá forjadas não sei como. Para vocês nas sondagens descobrirem que este Governo é um Governo muito próspero.
LC – Cavaco Silva tem razão quando diz que não se deve governar para as estatísticas.
- Com certeza. Não se deve governar para as estatísticas. Deve governar-se em função de um objectivo e daquilo que é fundamental para o País. Porque nós andamos distraídos com tanta coisa e não percebemos que quando se fala de economia não estamos a falar de economia. Estamos a dizer desemprego, pobreza, desigualdades e riscos para o Estado social. Com esta economia que cresce 0,5 % ao ano dentro de dez anos as políticas sociais têm de ser completamente revistas. Não há dinheiro para manter estas políticas sociais.
LC – Até que ponto?
- Não sei. Só nessa altura é que se deve fazer a avaliação. Eu defendo há muito tempo que se faça um estudo. Não é sobre o financiamento da Saúde, não é sobre o financiamento da Educação e das pensões. É um estudo sobre o social, porque o social tem todo ele um valor muito importante. Educação é muito importante, Saúde é muito importante, pensões é muito importante, desemprego é muito importante, doença é muito importante. No social nós não discriminamos. O dinheiro que há é um e nós temos de saber quanto é que pomos no social. E depois, por critérios de opção política, é tanto para isto ou aquilo. Agora, não se fazem estas contas. Dizer-se está salva a Saúde. Bom, mas não se sabe das pensões. Ah, mas as pensões agora estão resolvidas. Isto não há rei nem roque. Porque este problema do social não é um problema do ministro das Finanças, nem da Saúde, nem da Segurança Social. Isto é um problema do chefe do Governo. Nós não tivemos ainda um chefe de Governo que percebesse minimamente este problema.
LC – Muito bem. O que temos em cima da mesa é um primeiro-ministro chamado José Sócrates, uma líder do PSD chamada Manuela Ferreira Leite e depois temos os outros partidos. Qual é a solução para sair desta situação que acaba de nos relatar?
- Eu acho que é muito difícil sair da situação porque os partidos estão gangrenados. Os partidos não trabalham em função de valores, de ideologias, de objectivos, de programas. Os partidos trabalham em função do assalto ao Orçamento. Porque o Orçamento dá para colocar os amigos, dá para fazer negócios.
LC – A solução está fora dos partidos?
- Não, a solução está dentro dos partidos. O problema é que os partidos não têm virtualidades para mudar. Porque eles tomaram os partidos de assalto e o PS e PSD têm tomado de assalto o Orçamento.
LC – Então não está dentro dos partidos.
- O que me pergunta é se há solução dentro dos partidos. Porque é dentro deles que têm de resolver. Se eles não percebem isso nós levamos um lindo enterro. Com estes partidos que nós temos, os principais, não vamos resolver os nossos problemas.
LC – Mas, apesar de tudo, a solução continua a estar dentro dos partidos? Passa pela reforma dos partidos?
- Eu defendo isso. Tem de se abrir os partidos. Porque hoje não atraem nenhuma pessoa inteligente, livre, que tenha futuro na vida. Não se mete num partido. Só se metem lá uns manhosos, porque aquilo é uma carreira. Entram lá pequeninos, depois estão lá mais uns tempos, depois são assessores, depois são guarda portões e depois são ministros.
LC – Mas a maioria das pessoas também não está disponível para os partidos.
- Não estão disponíveis porque acham que os partidos são uma chuchadeira. O senhor acha que alguém que tenha que fazer está para aturar um partido?
LC – Ou seja, não há solução. É o que me está a dizer.
- Não estou a dizer que não há solução. É preciso que os partidos o percebam. Eu estou a dizer é que os partidos devem perceber. Tal como o Estado Novo não percebeu que o problema colonial tinha de ser negociado, não em 1974 mas em 1958, estes também não estão a perceber nada.
LC – Já falou duas vezes no Estado Novo. Tenho de lhe perguntar se defende uma revolução idêntica à que houve há 35 anos?
- Não defendo revolução nenhuma. Eu receio é que estejamos a caminhar, não para uma revolução, mas para uma coisa pior do que uma revolução. Que é uma pobreza instalada com alguns ricaços.
LC – Com que consequências?
- Se o senhor for pobre diga-me se fica satisfeito. Vive mal, não tem automóvel, não vai à praia, come uma bucha de vez em quando.
ARF – Nenhum chefe de Governo percebeu isso?
- Destes quatro últimos nenhum percebeu o País em que estava.
ARF – Os últimos quatro?
- Sim. Guterres, Barroso, Santana, que esteve lá episodicamente, e este não perceberam o essencial do problema do País.
ARF – Não perceberam que vivem em Portugal?
- Não. Porque cada um tinha uma concepção. António Guterres era palavreado. A política de Guterres era saber quantos por cento do PIB iam para a Educação. O que se fazia com os tais por cento era indiferente. Este que está lá agora, o José Sócrates, é um homem de espectáculo, é um homem e circo. Desde a primeira hora. É gente de circo. Eles prezam o espectáculo. Porque eles não percebem que os problemas não se resolvem com espectáculo. E prezam o espectáculo porque querem enganar a sociedade, para sobreviver. E sobreviver para continuar a tomar conta do dinheiro do Estado, para pôr os amigos e negociar com os amigos.
ARF – Mas o tacho tem um fundo.
- Pois tem. Foi o que o Estado Novo não percebeu. Que aquilo tinha de acabar e estes se calhar vão perceber tarde demais que isto tem de acabar. Porque se nós continuarmos num nível de empobrecimento relativo isto não vai dar um bom resultado.
ARF – O que será um mau resultado?
- Não sei. Pode ser tudo. Pode ser uma zaragata na rua.
LC – Podem acontecer revoltas sociais?
- Pode ser um mal-estar instalado nas ruas, como é natural. Porque nós estamos a viver uma fase de empobrecimento natural com a crise internacional.
LC – E única na história do País ou não?
- Pelo menos há cem anos que isto não era tão mau. E o que vemos são as consequências de uma economia que não funciona. Desemprego, pobreza, desânimo, desigualdade. E aqui ao lado o que é que vê? Há dias vi a notícia de um homem que ia algemado porque tinha roubado duas galinhas. Agora eu pergunto: o que é que pensa uma sociedade que trata assim um homem que pilha duas galinhas e vê aí á solta, com a maior desfaçatez, tipos que pilharam aviários inteiros. O que é que pensam?
- Foi mandatário de Cavaco Silva em 2006. Como é vê as recentes divergências entre Belém e o primeiro-ministro José Sócrates?
- Eu acho que o Presidente da República foi longe demais no apreço pelo Governo. Quando era visível que o Governo andava a fingir que fazia respostas o Presidente da República disse que era um Governo reformista.
ARF – Era o tempo da cooperação estratégica.
- Eu nessa altura já via claramente que não eram reformas. Eram um arremedo de reformas que não conduziam a coisa nenhuma. Não conduziram, já estamos três anos depois.
LC – E o Presidente da República não percebeu isso?
- Não sei. Só estive com ele, desde que está em Belém duas vezes. Almocei duas vezes com ele e já há mais de um ano que não estou com ele. Não faço ideia do que pensa. Depois isto tudo se foi degradando, o PS foi tomando pulso às coisas e pensou que a cooperação estratégica era um silenciamento permanente do Presidente da República. E resolveu fazer provocações sobre os Açores, uma brincadeira para incomodar, como o aborto, o divórcio e essa trapalhada toda. O Presidente da República, que certamente não quer ser levado nesta enxurrada de desgraças e bem, acho que acordou e veio dizer cuidado. Veio dizer isto por causa de um problema que pode ser a nossa desgraça por muitos anos. O Presidente da República não diz com clareza. Eu digo com clareza. Se nós continuamos a fazer auto-estradas, terceiras pontes sobre o Tejo nós daqui a dez ou quinze anos temos um problema financeiro gravíssimo.
LC – Este é o assunto central que incomoda o Presidente da República?
- Não sei. Já não o vejo há dois anos.
ARF – É o assunto das grandes obras públicas.
- As obras públicas. Auto-estradas é evidente. Há auto-estradas sem ninguém.
ARF – Com pouco trânsito.
- Pouquíssimo trânsito. Nós, País pobre, não podemos dar-nos ao luxo de fazer isso. O BPI escrevia há pouco tempo o seguinte: se fizermos aquilo seremos o quinto ou sexto País do Mundo com maior densidade de auto-estradas e TGV. Vai tudo mais depressa para o Porto, Madrid e Paris. Mas o problema não é esse. Nós estamos cercados de endividamento e, por conseguinte, arranjar dinheiro lá fora vai ser cada vez mais difícil e cada vez mais caro. Eu já não discuto TGV...
ARF – Aeroporto.
- Nada. Este dinheiro, pouco e incerto, tem de ser gasto no essencial. E vamos discutir o que é essencial. É como uma família pobre que discute se vai poupar, gastar na alimentação ou ir para Cancun para a praia. O Governo está exactamente como esta família que escolhe ir para Cancun. É claro que deve ser bom ir para Cancun, não sei bem o que é. Mas deve ser bom. Mas esta gente não faria melhor ir para a Costa da Caparica ou para a Ericeira estimular a economia portuguesa? O Governo é esta família de Cancun.
LC – Acha que essa é a diferença essencial que distingue hoje o PS do PSD? A doutora Manuela Ferreira Leite também tem essa visão.
- Com certeza que tem. Qualquer pessoa com juízo tem. Não há nenhuma pessoa ponderada que não pense assim. Não sou eu. Manuela Ferreira Leite, Cavaco, toda a gente com juízo pensa isso, tirando José Sócrates e Mário Lino.
LC – Preferia ver Manuela Ferreira Leite à frente do Governo em vez de José Sócrates?
- Eu não preferia ver. A Manuela Ferreira Leite poder trazer à política uma coisa que é essencial, que é a seriedade.
ARF – E já agora a verdade.
- A verdade. Seriedade. Nós não temos seriedade na política. Isto é um espectáculo, uma aldrabice pegada. Manuela Ferreira Leite abre a boca e passado duas horas já estão duas pessoas a bater-lhe nas canelas. É o Santos Silva e o Pedro Silva Pereira. Eu nunca vi isso. Quando estive no Governo não tínhamos dois ministros para irem atacar os outros. O País está a ser gerido por medíocres.
LC – A doutora Manuela Ferreira Leite poderia mudar este estado de coisas?
- Não sei o que é que ela era capaz de fazer. Não sei se tem equipa para fazer.
ARF – Acha que este Governo está a fazer o que é preciso nesta crise. São medidas todos os dias, milhões para isto ou aquilo. Estão a fazer o que é correcto?
- Oiça, eu já estou enjoado de medidinhas. Já nem sei o que é que isso custa, nem sequer sei se estão a ser aplicadas. Ouvi agora que este 12 º ano era uma coisa que estava prometida há quatro anos.
ARF – É verdade.
- Não sei, não faço ideia. Se calhar há medidas que são para daqui a quatro anos. Eu não perco tempo com isso porque acho que aquilo tudo é uma tentativa de embebedar a sociedade e eu para bêbado não dou.
ARF – Agora vão dar medicamentos de borla às pessoas com pensões abaixo do salário mínimo. De onde vem tanto dinheiro?
- Repare. É uma pergunta legítima porque eu também não sei de onde vem o dinheiro. O que eu digo é que nesta emergência, para a protecção social, convém que a gente gaste algum dinheiro. Porque se não ficamos com a nossa sociedade em cacos. Para protecção social eu acho que temos de fazer um esforço, mesmo que provoque mais endividamento. O défice vai alargar-se muito, mas se for para isso eu absolvo o Governo. Não absolvo é fazer uma auto-estrada na costa, outra paralela à Lisboa-Porto, isso não absolvo.
ARF – Se estivesse à frente do Governo o que é que faria nesta crise?
- Olhe, tinha pedido a toda a oposição que designasse representantes para discutir os grandes problemas nacionais e as suas soluções.
ARF – Juntava toda a gente.
- Um de cada partido e algumas pessoas de grande qualidade e saber. E olhar para isto. Porque esta crise, que não é nossa, que veio de fora, é uma coisa muito traumatizante para a nossa sociedade. Mas o que eu vejo é toda a gente a degladiar-se, aos pontapés uns aos outros por causa das medidas da crise. Eu acho isto de uma grande mediocridade. Isto está entregue a medíocres.
LC – Mas aí o Presidente da República não poderia ter tido um papel mais activo?
- O Presidente da República não tem a ver com isso. Isto é um assunto de Governo, de acção, de execução. Outra coisa de que discordo do Presidente da República é que as coisas que tem dito, no 10 de Junho, no 25 de Abril e por aí adiante, eu escrevia aquilo tudo num papelinho e mandava para São Bento, para a Assembleia da República.
ARF – No estilo de mensagens aos deputados?
- Sim. O que eu acho que o Presidente da República tem de fazer e está a fazê-lo tardiamente na minha opinião é pôr os partidos perante a sua responsabilidade. Os partidos é que executam e que definem as políticas. O que tem de lhes dizer é que estão a trilhar um caminho muito arriscado e quando isto bater na parede é preciso saber quem é responsável.
LC – Temos o PS com maioria absoluta. Há o grande risco de sair uma maioria relativa das legislativas. É uma questão que o preocupa?
- É o senhor que diz que há um risco. Eu acho é que se sair uma maioria absoluta é que é arriscadíssimo. Eu não quero mais maiorias absolutas de um partido. Porque se o PS levar por diante estas obras resulta do facto de ter maioria absoluta.
LC – Mas com maioria relativa vai cair muito provavelmente um ou dois anos depois.
- Pois, temos que arranjar maneira de viver. Maioria absoluta com gente deste estilo nunca mais. Para mim nunca mais. Estas asneiras teimosas, absolutamente fora de senso comum, só são possíveis porque há maioria absoluta de um partido.
LC – Que solução é que imagina num cenário de maioria relativa? O regresso do Bloco Central?
- Eu como acho que os partidos que existem não estão em condições neste momento de resolver os problemas tanto faz. É uma caldeirada relativamente irrelevante. Os partidos têm de ter qualidade, têm de estudar, têm de ter pessoas que estudem.
ARF – Quanto tempo mais é que o País aguenta esta situação de crise que vive há muitos anos?
- O que lhe digo é que se nós tivermos mais dez anos desta economia, a crescer 0,5 em média por ano, não vamos aguentar as políticas sociais que temos. Vamos ter de rever reformas, salários à força, prestações várias, saúde, educação.
ARF – Os portugueses vão voltar de novo à emigração?
- Pode ser uma escapatória, que aliás está em curso. Não estará tão intensamente porque as coisas lá fora também não estão fáceis. Volta a ser. Angola passa a ser o novo Brasil. É uma escapatória. E ainda bem que há para algumas pessoas.
ARF – Falámos há pouco na EFTA. O que é que Portugal teria de fazer para atrair investimentos estrangeiros?
- Não é só estrangeiro. Investimento para produzir coisas que possamos exportar e que possam ser vendidas cá por serem competitivas. Uma economia que possa exportar e que substitua importações. Investimentos próprios para isso. Mas com o sistema educativo que gera analfabetos que não sabem fazer contas o senhor não arranja mão-de-obra. Se o senhor tiver uma burocracia infernal não investe. Ainda alguém me dizia há pouco tempo que tinha um PIN encravado há três anos. Com esta corrupção, com esta justiça que não ataca corruptos mas que condena pilha galinhas, não temos mercado de arrendamento, a lei fiscal não está bem e os tribunais fiscais não funcionam acham que alguém vem investir cá? Para arranjarem uma licença camarária têm de comprar o presidente da Câmara? Isto não é possível.
ARF – E o Código Laboral? Também afasta investimentos?
- Muitas pessoas queixam-se da relativa rigidez. Não é possível substituir e mudar. Mas não sou especialista, embora ache que é um assunto que deve ser discutido com seriedade.
LC – Agora tem-se discutido muito o enriquecimento ilícito e o fim do sigilo bancário. O que é acha desses diplomas?
- Nem quero perder tempo com isso. É tudo uma intrujice. Esse é um tema eleitoralista. Mas sabe uma coisa? Eu se tivesse num Governo que tivesse medo de tratar o enriquecimento ilícito eu não fazia parte desse Governo. Eu acho uma vergonha um Governo ter medo de criar o crime de enriquecimento ilícito. Tinha vergonha de vir à rua.
ARF – O argumento é de que num Estado de Direito não se pode inverter o ónus da prova. Concorda?
- Mas a nossa democracia permite que um tipo que rouba duas galinhas vai algemado. É preciso que se desfaça este nó de equívocos.
ARF – Maria José Morgado diz que enquanto o assunto estiver nas mãos dos deputados não há solução. É assim?
- Não é só na Assembleia da República. É no Governo também. É um problema político de todos os partidos. Isto não tem solução.
Pedro Catarino
“As nossas fraquezas já cá estavam e virão de novo ao de cima” 03 Maio 2009 - 00h30
Entrevista: Medina Carreira
“A economia vai derrotar esta democracia” (COM VÍDEO)
Medina Carreira, antigo ministro das Finanças, afirma que a economia vai derrotar a democracia de 1976. José Sócrates, diz, é um homem de circo, de espectáculo.
Correio da Manhã/Rádio Clube – Porque é que dizem que o senhor é um pessimista tremendista quando fala da economia portuguesa?
Medina Carreira – Quando as pessoas se qualificam antes de discutir é sintoma de que não querem discutir. Eu nunca consegui um debate com um optimista. Já tenho sugerido.
ARF – E ninguém aceita?
- Pretextam isto ou aquilo, depois estão doentes, depois ficam doentes de uma perna e nunca um optimista quis vir publicamente fazer um debate. É um não argumento. Porque o argumento é dizer o que se pensa e porque é que se pensa e a parte contrária contradiz. Se eu digo que o senhor é um pessimista eu acabei com a conversa. O senhor é optimista, a mesma coisa. Se é isto que chega para esclarecer a opinião pública estamos conversados.
ARF – E as questões da economia não se podem discutir assim.
- Um dia disse a um colega vosso: o senhor não percebe que isso é uma burrice?
LC – Há uma grande distância entre o discurso de pessoas que estão de fora e o discurso de pessoas que estão por dentro. Entre qualquer membro do Governo e pessoas como o doutor Medina Carreira há uma distância enorme que as pessoas não compreendem.
- Mas convide um deles um dia a vir aqui, ficar desse lado e vamos ver as razões das diferenças.
ARF – O que nos dizem do Governo é que esta crise internacional chegou quando nós estávamos a caminhar muito bem. Até final de 2007 estávamos óptimos, ainda em 2008 estávamos bons, de repente aparece isto e não temos culpa nenhuma disto. É verdade?
- Bom, culpa efectivamente não temos. Isto nasceu lá fora e chegou aqui como chegou a todos os cantos do Mundo. Eu não atribuo culpas a ninguém. Esta crise é traumatizante, difícil e com efeitos dramáticos do ponto de vista social que todos os dias presenciamos com despedimentos em série. É uma coisa terrível que nunca tínhamos vivido, nós que ainda estamos vivos e eventualmente válidos. Mas esta é uma crise para a qual não contribuímos e de que nós nos livraremos só quando lá fora ela acabar. Quando a Alemanha, a França, a Inglaterra e os EUA resolverem o problema ele fica resolvido cá.
ARF – Fica resolvido?
- Ficamos é com os efeitos terríveis cá. Mas estes efeitos imediatos e directos da crise eles desaparecem cá quando desaparecerem lá fora.
LC – Qual é a diferença entre um país como Portugal e um país como a França ou a Alemanha a seguir à crise?
- A França é um país que caminha paralelamente connosco, também caminha muito mal. A Alemanha caminha bem, é um país economicamente poderoso, com gente preparada, uma sociedade organizada, em que se cumprem horas, em que se cumpre a palavra. É outra coisa. Isto cá para este lado é outra coisa. Portanto, quando a Alemanha sair da crise sairá necessariamente melhor do que a França. A França apresenta hoje problemas difíceis como os nossos. E um deles é o desequilíbrio externo. Os franceses estão a produzir muito menos do que aquilo que gastam. Estão também a endividar-se no exterior. A França está menos mal do que nós, mas também não está bem. Em Portugal temos a preocupação de olhar lá para fora e eu creio que a maior parte das pessoas que se preocupam com o exterior é porque não sabem dizer nada sobre o interior. Nós é que temos de resolver os problemas do interior.
ARF – Problemas que são muito antigos, não é verdade?
- São antigos. Aqui neste caso é que esta crise veio de fora e sairá quando se resolver lá fora. Entretanto ficam mazelas. Agora, quando ela acabar ficamos com o nosso problema, com a nossa crise. Porque a nossa crise já estava cá.
LC – Com os mesmos problemas que já tinha.
- Com os mesmos problemas que já tínhamos e ficamos pior. Nomeadamente ficamos com um desemprego muito maior, muito mais pobreza, muito mais desigualdades, muito mais desânimo na população. Por conseguinte, com a crise, para além destes danos imediatos, são danos que vão surgir através dos seus efeitos futuros. Mas aquilo que eram as nossas fraquezas já cá estavam e virão ao de cima.
LC – Como é que temos capacidade para resistir a isso no futuro com uma educação fraca, com uma justiça fraca?
- O problema aqui em Portugal, visto da perspectiva política, é que nós não sabemos o que é que os dirigentes políticos, como José Sócrates, do PS, pensam que é o nosso grande problema. Ainda não vi dito o nosso grande problema é este.
LC – Ele diz que é o desemprego.
- O desemprego não é um problema, é uma consequência de alguma coisa que não está bem. Se resolvermos alguma coisa que não está bem o desemprego desaparece.
ARF – José Sócrates fala muito da questão da formação.
- Mas a formação não é em si um problema. É um pressuposto daquilo que nós necessitamos para resolver o problema. Mas qual é o problema? O que derrotou o Estado Novo foi a guerra colonial. Aquilo que eu acho que vai derrotar esta democracia de 1976 é a economia.
ARF – A economia vai derrotar a democracia?
- Não sei em que termos.
ARF – Mas vai derrotá-la?
- Ai derrota. A população não vai aceitar daqui a dez anos um Estado social como aquele em que nós estamos a viver, como é evidente. Porque a população já diz, bom, prometeram-nos mundos e fundos e nós não vemos coisa nenhuma. Dizem isto agora. Só pedem sacrifícios e quando acabam é preciso recomeçar os sacrifícios. Com toda a razão. Isto vale dez, vale vinte anos, não sei se chega a trinta. E como nós temos deficiências graves não vai ser fácil sair deste estado de economia rastejante. Se eu fosse chefe do Governo o que diria ao País é que o nosso grande problema é a economia.
ARF – Porquê?
- Porque é da economia que deriva o emprego e a sua qualidade, que deriva o bem-estar, que deriva as boas expectativas, que deriva o optimismo são. É da economia.
ARF – Mas temos fraquezas porquê?
- Porque nós estamos a gastar 110, 111 e estamos a produzir 100. Para simplificar. O português está a produzir 100 euros por ano e está a gastar 110, 111 euros. Quer dizer que estamos a viver de empréstimos.
ARF – Estamos a viver acima das possibilidades.
- Acima das possibilidades. Por conseguinte, ou recuamos 10 por cento ou produzimos mais 10 por cento. É simples.
ARF – Exacto.
- Não é preciso saber altas matemáticas. Este é o estado do País.
LC – E pelo caminho em que vamos não é uma coisa nem outra?
- Estamos num caminho em que eram 107 há uns anos, 108, agora andamos pelos 110 e vai sendo cada vez pior, em princípio, porque os juros que nós devemos no exterior são cada vez maiores.
LC – No limite qual é a consequência?
- No limite a consequência é a mesma que é para mim ou para vocês se o banco não nos empresta dinheiro este mês. Ou se empresta só com um spread de 18 por cento.
ARF – Claro.
- O que é que o País vai fazer? Que é aquilo para que estamos a caminhar. É para bater na parede. Uma das coisas que pode provocar um efeito traumático muito grande do ponto de vista política e social na nossa sociedade dentro de cinco, dez anos é a possibilidade de o crédito escassear. Nós estamos a ver hoje que as grandes dificuldades da nossa sociedade resultam do facto de os bancos não emprestarem.
ARF – O crédito está caro e difícil.
- Exactamente. Se amanhã os bancos estrangeiros que nos estão a emprestar dinheiro disserem não, não emprestamos mais ou só emprestamos a 20 por cento o que é que nós fazemos?
LC – É uma boa pergunta. O que é que fazemos?
- O que é que fazemos. Bom. Temos de repente de passar de 110 para 80. Como é evidente.
ARF – De uma forma abrupta.
- De uma forma abrupta. Vamos ver. Qual é o problema da economia? Há uns políticos importantes em Portugal que quando se lhes faz contas ficam horrorizados, isso são os contabilistas, a gente só pensa no marxismo, no leninismo, nós pensamos alto. Fazer contas, não fazem, mesmo os que sabem tabuada, que aliás não são muitos.
LC – Como é que se consegue reduzir isso? Com uma reforma brutal na administração pública?
- Ouça, na Argentina reduziu-se. Pessoas a passar fome, não compram medicamentos, tudo a cair aos bocados.
LC – Imagine que era convidado a definir as prioridades do próximo Governo. Quais seriam as duas, três ou quatro das suas prioridades?
- A prioridade é esta. A primeira coisa é explicar ao País que nós temos uma economia que não vai sustentar este nível de vida.
LC – Que não chega.
- Não chega. Portanto, o eleitorado ou quer gastar 110 e produzir 110 e nesse caso temos de mudar de economia ou o eleitorado não quer mudar de economia e nós temos de passar de 110 para 100. Isso é uma escolha do votante. Se os senhores da Comunicação Social propiciarem conversas que esclareçam o eleitorado ele percebe.
LC – Qual seria a sua opção?
- Nós temos no imediato de reduzir. Eu sou partidário que logo no plano do Estado seja revisto o aspecto salarial e o aspecto dos benefícios fiscais. Eu acho que as reformas e os salários da Função Pública, a partir de um certo nível, devem ser diminuídos.
ARF – Imediatamente?
- No imediato. Para passarmos dos 111 para 108. Mas para que isto não seja uma solução no caminho da miséria nós temos de mudar. E mudar a economia é mudar as circunstâncias que permitam atrair investimentos.
ARF – O investimento estrangeiro não vem para cá neste estado de coisas?
- Não. Nós tivemos nos anos 60, 70 um factor de grande atracção de investimento. Foi a nossa entrada para a EFTA e o baixos salários. Como nós podíamos exportar com facilidade muita gente veio investir em Portugal. Muitas coisas que os senhores vêem das manufacturas, das montagens de automóveis, das cabelagens, dos electrodomésticos, do concentrado de tomate, da beterraba, isso veio tudo para aqui nessa altura. Porque o investidor nacional e estrangeiro vinham beneficiar de um factor favorável do ponto de vista do capital que era o salário baixo. Além de outros factores atraentes nessa época. Como a inexistência de sindicatos, ordem nas ruas e essas coisas que atraem o investidor.
LC – Mas o principal factor, os salários baixos, não era o ideal.
- Mas o ideal do ponto de vista da mão-de-obra não é este que se prega aqui. Nós para termos uma mão-de-obra que ganhe bem temos de ter outra escola. Nós não podemos andar a formar analfabetos e depois dizermos para arranjarem empregos bons a esta gente. A gente tem de ir à escola.
ARF – Aumentar a escolaridade obrigatória nestas condições é uma ideia má?
- Teoricamente é uma boa medida. Como mexer na Justiça também seria uma boa medida.
LC – Mas é preciso que a escola seja boa.
- Agora mexer na escola e ficar tudo na mesma não interessa. Se os alunos estiverem lá e são tão bons os bons como são bons os maus, quer dizer, anda lá um número grande a atrapalhar o trânsito, em nome de uma coisa esquisitíssima e que eu não aceito que é a escola inclusiva. Ora, a escola é inclusiva se as pessoas estão lá para aprender. Se não estão para aprender têm de ir para outro sítio. Um estádio de futebol, põe-se lá toda a gente aos pontapés na bola. Agora, na escola só pode estar quem queira aprender. Mas isso tem de ser aferido. Nós temos todos os anos de verificar se eles aprenderam.
ARF – Têm de ter exames, não é?
- Fazer exames. Nós temos de ter programas decentes, feitos por intelectuais, por artistas, por técnicos. Nem sei quem é que os fez. São uns programas horríveis, os manuais são de fugir. E depois inverte-se tudo. Nós não podemos ter professores a ensinar bem se os alunos nem os ouvem. O senhor pode arranjar 200 mil catedráticos que não consegue ensinar esta gente. Porque eles não querem aprender. Oitenta por cento dos que estão lá não querem aprender. Bons são sempre bons. Quando nós éramos crianças também havia bons e havia maus. E havia uns médios e estes estudavam por causa dos exames.
LC – Seriam a maioria.
- Isso foi ontem, é hoje e será na próxima geração. Agora não. Temos os bons que eram bons e temos o resto. E como não há exames nunca chega a ocasião para estudar. Portanto isto é uma falsificação. O ensino em Portugal é uma intrujice. Uma intrujice cara. E depois inverte-se isto. Vamos avaliar os professores, nem sei quais são os critérios. No estado em que aquilo está parece-me uma tontice, mas não se avaliam os alunos. Isto tem pés e cabeça? Isto é de uma sociedade de gente com juízo?
ARF – Esta nossa escola é uma certa escola, que dura há anos e anos.
- É uma escolinha. Não é uma escola, é uma escolinha. É um grupo de gente que está a praticar um crime gravíssimo que vai liquidar uma geração. Se não mais. Mas a próxima geração maioritariamente está liquidada. As pessoas não aprendem a língua. Nós pensamos em português. Se a gente não sabe bem português não pensa bem. Nós não sabemos fazer contas, nós não sabemos geografia. Se perguntarem a um rapazito qualquer onde é que é Washington não faz ideia nenhuma, é capaz de dizer que é na Ásia.
LC – Acha que a geração que vai estar no mercado de trabalho daqui a dez , vinte anos vai ser pior?
- Vai ser cada vez pior. Porque está a enraizar-se esta decadência do ensino. O ensino está numa decadência profunda.
LC – E algum dia foi melhor? Nestes últimos 30 anos?
- Para os que podiam andar na escola foi muito melhor. Andavam eram poucos. Mas o problema não é esse.
LC – Estamos a falar de quando?
- Do tempo em que eu estudei. No século passado. E da minha filha, que andou na escola pública.
LC – Antes do 25 de Abril.
- Sim, muito antes.
LC – A escola era melhor antes do 25 de Abril do que é agora?
- Incomparavelmente. A diferença é que eram poucos. Eram para aí 30 por cento menos do que hoje.
LC – E preferia que fossem poucos?
- Não, não prefiro que sejam poucos. Eu prefiro é autenticidade, porque isto é uma vigarice. É que os pais dos que lá estão têm de ter a certeza de que estão a aprender. Não é serem poucos ou muitos. Não interessa nada produzir quantidade que é lixo. Nada.
LC – Mas a quantidade á partida diminui sempre a qualidade. A massificação do ensino diminui a qualidade, não acha?
- Mas não é diminuir até zero. Nós estamos a bater no chão. É diminuir um pouco. Agora isto não é nada. Um aluno sai dali e não sabe escrever. Eu ensinei muitos anos e acabei por me irritar com o ensino. Dava-lhes provas escritas e era dificílimo de entender o que escreviam. Cheias de erros, linha sim, linha não um erro, expunham pessimamente, tudo aquilo era um ver se te avias.
LC – Acha que no Ministério da Educação não sabem isso?
- O Ministério da Educação, como os outros Ministérios neste nosso regime, está ali para parecer, para apresentar uma estatísticas lá forjadas não sei como. Para vocês nas sondagens descobrirem que este Governo é um Governo muito próspero.
LC – Cavaco Silva tem razão quando diz que não se deve governar para as estatísticas.
- Com certeza. Não se deve governar para as estatísticas. Deve governar-se em função de um objectivo e daquilo que é fundamental para o País. Porque nós andamos distraídos com tanta coisa e não percebemos que quando se fala de economia não estamos a falar de economia. Estamos a dizer desemprego, pobreza, desigualdades e riscos para o Estado social. Com esta economia que cresce 0,5 % ao ano dentro de dez anos as políticas sociais têm de ser completamente revistas. Não há dinheiro para manter estas políticas sociais.
LC – Até que ponto?
- Não sei. Só nessa altura é que se deve fazer a avaliação. Eu defendo há muito tempo que se faça um estudo. Não é sobre o financiamento da Saúde, não é sobre o financiamento da Educação e das pensões. É um estudo sobre o social, porque o social tem todo ele um valor muito importante. Educação é muito importante, Saúde é muito importante, pensões é muito importante, desemprego é muito importante, doença é muito importante. No social nós não discriminamos. O dinheiro que há é um e nós temos de saber quanto é que pomos no social. E depois, por critérios de opção política, é tanto para isto ou aquilo. Agora, não se fazem estas contas. Dizer-se está salva a Saúde. Bom, mas não se sabe das pensões. Ah, mas as pensões agora estão resolvidas. Isto não há rei nem roque. Porque este problema do social não é um problema do ministro das Finanças, nem da Saúde, nem da Segurança Social. Isto é um problema do chefe do Governo. Nós não tivemos ainda um chefe de Governo que percebesse minimamente este problema.
LC – Muito bem. O que temos em cima da mesa é um primeiro-ministro chamado José Sócrates, uma líder do PSD chamada Manuela Ferreira Leite e depois temos os outros partidos. Qual é a solução para sair desta situação que acaba de nos relatar?
- Eu acho que é muito difícil sair da situação porque os partidos estão gangrenados. Os partidos não trabalham em função de valores, de ideologias, de objectivos, de programas. Os partidos trabalham em função do assalto ao Orçamento. Porque o Orçamento dá para colocar os amigos, dá para fazer negócios.
LC – A solução está fora dos partidos?
- Não, a solução está dentro dos partidos. O problema é que os partidos não têm virtualidades para mudar. Porque eles tomaram os partidos de assalto e o PS e PSD têm tomado de assalto o Orçamento.
LC – Então não está dentro dos partidos.
- O que me pergunta é se há solução dentro dos partidos. Porque é dentro deles que têm de resolver. Se eles não percebem isso nós levamos um lindo enterro. Com estes partidos que nós temos, os principais, não vamos resolver os nossos problemas.
LC – Mas, apesar de tudo, a solução continua a estar dentro dos partidos? Passa pela reforma dos partidos?
- Eu defendo isso. Tem de se abrir os partidos. Porque hoje não atraem nenhuma pessoa inteligente, livre, que tenha futuro na vida. Não se mete num partido. Só se metem lá uns manhosos, porque aquilo é uma carreira. Entram lá pequeninos, depois estão lá mais uns tempos, depois são assessores, depois são guarda portões e depois são ministros.
LC – Mas a maioria das pessoas também não está disponível para os partidos.
- Não estão disponíveis porque acham que os partidos são uma chuchadeira. O senhor acha que alguém que tenha que fazer está para aturar um partido?
LC – Ou seja, não há solução. É o que me está a dizer.
- Não estou a dizer que não há solução. É preciso que os partidos o percebam. Eu estou a dizer é que os partidos devem perceber. Tal como o Estado Novo não percebeu que o problema colonial tinha de ser negociado, não em 1974 mas em 1958, estes também não estão a perceber nada.
LC – Já falou duas vezes no Estado Novo. Tenho de lhe perguntar se defende uma revolução idêntica à que houve há 35 anos?
- Não defendo revolução nenhuma. Eu receio é que estejamos a caminhar, não para uma revolução, mas para uma coisa pior do que uma revolução. Que é uma pobreza instalada com alguns ricaços.
LC – Com que consequências?
- Se o senhor for pobre diga-me se fica satisfeito. Vive mal, não tem automóvel, não vai à praia, come uma bucha de vez em quando.
ARF – Nenhum chefe de Governo percebeu isso?
- Destes quatro últimos nenhum percebeu o País em que estava.
ARF – Os últimos quatro?
- Sim. Guterres, Barroso, Santana, que esteve lá episodicamente, e este não perceberam o essencial do problema do País.
ARF – Não perceberam que vivem em Portugal?
- Não. Porque cada um tinha uma concepção. António Guterres era palavreado. A política de Guterres era saber quantos por cento do PIB iam para a Educação. O que se fazia com os tais por cento era indiferente. Este que está lá agora, o José Sócrates, é um homem de espectáculo, é um homem e circo. Desde a primeira hora. É gente de circo. Eles prezam o espectáculo. Porque eles não percebem que os problemas não se resolvem com espectáculo. E prezam o espectáculo porque querem enganar a sociedade, para sobreviver. E sobreviver para continuar a tomar conta do dinheiro do Estado, para pôr os amigos e negociar com os amigos.
ARF – Mas o tacho tem um fundo.
- Pois tem. Foi o que o Estado Novo não percebeu. Que aquilo tinha de acabar e estes se calhar vão perceber tarde demais que isto tem de acabar. Porque se nós continuarmos num nível de empobrecimento relativo isto não vai dar um bom resultado.
ARF – O que será um mau resultado?
- Não sei. Pode ser tudo. Pode ser uma zaragata na rua.
LC – Podem acontecer revoltas sociais?
- Pode ser um mal-estar instalado nas ruas, como é natural. Porque nós estamos a viver uma fase de empobrecimento natural com a crise internacional.
LC – E única na história do País ou não?
- Pelo menos há cem anos que isto não era tão mau. E o que vemos são as consequências de uma economia que não funciona. Desemprego, pobreza, desânimo, desigualdade. E aqui ao lado o que é que vê? Há dias vi a notícia de um homem que ia algemado porque tinha roubado duas galinhas. Agora eu pergunto: o que é que pensa uma sociedade que trata assim um homem que pilha duas galinhas e vê aí á solta, com a maior desfaçatez, tipos que pilharam aviários inteiros. O que é que pensam?
- Foi mandatário de Cavaco Silva em 2006. Como é vê as recentes divergências entre Belém e o primeiro-ministro José Sócrates?
- Eu acho que o Presidente da República foi longe demais no apreço pelo Governo. Quando era visível que o Governo andava a fingir que fazia respostas o Presidente da República disse que era um Governo reformista.
ARF – Era o tempo da cooperação estratégica.
- Eu nessa altura já via claramente que não eram reformas. Eram um arremedo de reformas que não conduziam a coisa nenhuma. Não conduziram, já estamos três anos depois.
LC – E o Presidente da República não percebeu isso?
- Não sei. Só estive com ele, desde que está em Belém duas vezes. Almocei duas vezes com ele e já há mais de um ano que não estou com ele. Não faço ideia do que pensa. Depois isto tudo se foi degradando, o PS foi tomando pulso às coisas e pensou que a cooperação estratégica era um silenciamento permanente do Presidente da República. E resolveu fazer provocações sobre os Açores, uma brincadeira para incomodar, como o aborto, o divórcio e essa trapalhada toda. O Presidente da República, que certamente não quer ser levado nesta enxurrada de desgraças e bem, acho que acordou e veio dizer cuidado. Veio dizer isto por causa de um problema que pode ser a nossa desgraça por muitos anos. O Presidente da República não diz com clareza. Eu digo com clareza. Se nós continuamos a fazer auto-estradas, terceiras pontes sobre o Tejo nós daqui a dez ou quinze anos temos um problema financeiro gravíssimo.
LC – Este é o assunto central que incomoda o Presidente da República?
- Não sei. Já não o vejo há dois anos.
ARF – É o assunto das grandes obras públicas.
- As obras públicas. Auto-estradas é evidente. Há auto-estradas sem ninguém.
ARF – Com pouco trânsito.
- Pouquíssimo trânsito. Nós, País pobre, não podemos dar-nos ao luxo de fazer isso. O BPI escrevia há pouco tempo o seguinte: se fizermos aquilo seremos o quinto ou sexto País do Mundo com maior densidade de auto-estradas e TGV. Vai tudo mais depressa para o Porto, Madrid e Paris. Mas o problema não é esse. Nós estamos cercados de endividamento e, por conseguinte, arranjar dinheiro lá fora vai ser cada vez mais difícil e cada vez mais caro. Eu já não discuto TGV...
ARF – Aeroporto.
- Nada. Este dinheiro, pouco e incerto, tem de ser gasto no essencial. E vamos discutir o que é essencial. É como uma família pobre que discute se vai poupar, gastar na alimentação ou ir para Cancun para a praia. O Governo está exactamente como esta família que escolhe ir para Cancun. É claro que deve ser bom ir para Cancun, não sei bem o que é. Mas deve ser bom. Mas esta gente não faria melhor ir para a Costa da Caparica ou para a Ericeira estimular a economia portuguesa? O Governo é esta família de Cancun.
LC – Acha que essa é a diferença essencial que distingue hoje o PS do PSD? A doutora Manuela Ferreira Leite também tem essa visão.
- Com certeza que tem. Qualquer pessoa com juízo tem. Não há nenhuma pessoa ponderada que não pense assim. Não sou eu. Manuela Ferreira Leite, Cavaco, toda a gente com juízo pensa isso, tirando José Sócrates e Mário Lino.
LC – Preferia ver Manuela Ferreira Leite à frente do Governo em vez de José Sócrates?
- Eu não preferia ver. A Manuela Ferreira Leite poder trazer à política uma coisa que é essencial, que é a seriedade.
ARF – E já agora a verdade.
- A verdade. Seriedade. Nós não temos seriedade na política. Isto é um espectáculo, uma aldrabice pegada. Manuela Ferreira Leite abre a boca e passado duas horas já estão duas pessoas a bater-lhe nas canelas. É o Santos Silva e o Pedro Silva Pereira. Eu nunca vi isso. Quando estive no Governo não tínhamos dois ministros para irem atacar os outros. O País está a ser gerido por medíocres.
LC – A doutora Manuela Ferreira Leite poderia mudar este estado de coisas?
- Não sei o que é que ela era capaz de fazer. Não sei se tem equipa para fazer.
ARF – Acha que este Governo está a fazer o que é preciso nesta crise. São medidas todos os dias, milhões para isto ou aquilo. Estão a fazer o que é correcto?
- Oiça, eu já estou enjoado de medidinhas. Já nem sei o que é que isso custa, nem sequer sei se estão a ser aplicadas. Ouvi agora que este 12 º ano era uma coisa que estava prometida há quatro anos.
ARF – É verdade.
- Não sei, não faço ideia. Se calhar há medidas que são para daqui a quatro anos. Eu não perco tempo com isso porque acho que aquilo tudo é uma tentativa de embebedar a sociedade e eu para bêbado não dou.
ARF – Agora vão dar medicamentos de borla às pessoas com pensões abaixo do salário mínimo. De onde vem tanto dinheiro?
- Repare. É uma pergunta legítima porque eu também não sei de onde vem o dinheiro. O que eu digo é que nesta emergência, para a protecção social, convém que a gente gaste algum dinheiro. Porque se não ficamos com a nossa sociedade em cacos. Para protecção social eu acho que temos de fazer um esforço, mesmo que provoque mais endividamento. O défice vai alargar-se muito, mas se for para isso eu absolvo o Governo. Não absolvo é fazer uma auto-estrada na costa, outra paralela à Lisboa-Porto, isso não absolvo.
ARF – Se estivesse à frente do Governo o que é que faria nesta crise?
- Olhe, tinha pedido a toda a oposição que designasse representantes para discutir os grandes problemas nacionais e as suas soluções.
ARF – Juntava toda a gente.
- Um de cada partido e algumas pessoas de grande qualidade e saber. E olhar para isto. Porque esta crise, que não é nossa, que veio de fora, é uma coisa muito traumatizante para a nossa sociedade. Mas o que eu vejo é toda a gente a degladiar-se, aos pontapés uns aos outros por causa das medidas da crise. Eu acho isto de uma grande mediocridade. Isto está entregue a medíocres.
LC – Mas aí o Presidente da República não poderia ter tido um papel mais activo?
- O Presidente da República não tem a ver com isso. Isto é um assunto de Governo, de acção, de execução. Outra coisa de que discordo do Presidente da República é que as coisas que tem dito, no 10 de Junho, no 25 de Abril e por aí adiante, eu escrevia aquilo tudo num papelinho e mandava para São Bento, para a Assembleia da República.
ARF – No estilo de mensagens aos deputados?
- Sim. O que eu acho que o Presidente da República tem de fazer e está a fazê-lo tardiamente na minha opinião é pôr os partidos perante a sua responsabilidade. Os partidos é que executam e que definem as políticas. O que tem de lhes dizer é que estão a trilhar um caminho muito arriscado e quando isto bater na parede é preciso saber quem é responsável.
LC – Temos o PS com maioria absoluta. Há o grande risco de sair uma maioria relativa das legislativas. É uma questão que o preocupa?
- É o senhor que diz que há um risco. Eu acho é que se sair uma maioria absoluta é que é arriscadíssimo. Eu não quero mais maiorias absolutas de um partido. Porque se o PS levar por diante estas obras resulta do facto de ter maioria absoluta.
LC – Mas com maioria relativa vai cair muito provavelmente um ou dois anos depois.
- Pois, temos que arranjar maneira de viver. Maioria absoluta com gente deste estilo nunca mais. Para mim nunca mais. Estas asneiras teimosas, absolutamente fora de senso comum, só são possíveis porque há maioria absoluta de um partido.
LC – Que solução é que imagina num cenário de maioria relativa? O regresso do Bloco Central?
- Eu como acho que os partidos que existem não estão em condições neste momento de resolver os problemas tanto faz. É uma caldeirada relativamente irrelevante. Os partidos têm de ter qualidade, têm de estudar, têm de ter pessoas que estudem.
ARF – Quanto tempo mais é que o País aguenta esta situação de crise que vive há muitos anos?
- O que lhe digo é que se nós tivermos mais dez anos desta economia, a crescer 0,5 em média por ano, não vamos aguentar as políticas sociais que temos. Vamos ter de rever reformas, salários à força, prestações várias, saúde, educação.
ARF – Os portugueses vão voltar de novo à emigração?
- Pode ser uma escapatória, que aliás está em curso. Não estará tão intensamente porque as coisas lá fora também não estão fáceis. Volta a ser. Angola passa a ser o novo Brasil. É uma escapatória. E ainda bem que há para algumas pessoas.
ARF – Falámos há pouco na EFTA. O que é que Portugal teria de fazer para atrair investimentos estrangeiros?
- Não é só estrangeiro. Investimento para produzir coisas que possamos exportar e que possam ser vendidas cá por serem competitivas. Uma economia que possa exportar e que substitua importações. Investimentos próprios para isso. Mas com o sistema educativo que gera analfabetos que não sabem fazer contas o senhor não arranja mão-de-obra. Se o senhor tiver uma burocracia infernal não investe. Ainda alguém me dizia há pouco tempo que tinha um PIN encravado há três anos. Com esta corrupção, com esta justiça que não ataca corruptos mas que condena pilha galinhas, não temos mercado de arrendamento, a lei fiscal não está bem e os tribunais fiscais não funcionam acham que alguém vem investir cá? Para arranjarem uma licença camarária têm de comprar o presidente da Câmara? Isto não é possível.
ARF – E o Código Laboral? Também afasta investimentos?
- Muitas pessoas queixam-se da relativa rigidez. Não é possível substituir e mudar. Mas não sou especialista, embora ache que é um assunto que deve ser discutido com seriedade.
LC – Agora tem-se discutido muito o enriquecimento ilícito e o fim do sigilo bancário. O que é acha desses diplomas?
- Nem quero perder tempo com isso. É tudo uma intrujice. Esse é um tema eleitoralista. Mas sabe uma coisa? Eu se tivesse num Governo que tivesse medo de tratar o enriquecimento ilícito eu não fazia parte desse Governo. Eu acho uma vergonha um Governo ter medo de criar o crime de enriquecimento ilícito. Tinha vergonha de vir à rua.
ARF – O argumento é de que num Estado de Direito não se pode inverter o ónus da prova. Concorda?
- Mas a nossa democracia permite que um tipo que rouba duas galinhas vai algemado. É preciso que se desfaça este nó de equívocos.
ARF – Maria José Morgado diz que enquanto o assunto estiver nas mãos dos deputados não há solução. É assim?
- Não é só na Assembleia da República. É no Governo também. É um problema político de todos os partidos. Isto não tem solução.
Saturday, May 2, 2009
O INTERNACIONALISMO PATERNALISTA SAI CARO AOS PACÓVIOS HABITUAIS...A CAMINHO DA AFRICANIZAÇÃO...
01 Maio 2009 - 00h30
Burla: Venezuelano detido já tinha sido condenado a prisão mas com outra identidade falsificada
Até enganou tribunal
A Polícia Judiciária do Porto, deteve um homem de 53 anos, venezuelano, suspeito da autoria dos crimes de falsificação de documentos e burla qualificada, na ordem de um milhão e 500 mil euros.
A investigação da PJ verificou tratar-se do mesmo homem que tinha um mandado de captura na sequência de uma pena de prisão efectiva de três anos e meio. No entanto, aquele não pode ser cumprido porque o venezuelano foi julgado e condenado pelo Tribunal de Aveiro, com um dos três nomes falsos que usou em Portugal, durante sete anos. O Tribunal de Aveiro tem de reabrir o processo para condenar o homem certo.
Em Portugal praticou actividades ilícitas que passaram todos crivos das instituição financeiras onde obteve créditos. O indivíduo, detido esta semana em Vila do Conde, é suspeito da autoria de crimes em série de falsificação de documentos e burla qualificada para obter créditos ao consumo e imobiliário em diversas entidades bancárias. Usava ainda números de contribuinte falsos para criar empresas. Assim, conseguiu créditos bancários de, pelo menos, um milhão e 500 mil euros, que nunca pagou. Pela presumível autoria destes crimes, ficou com pulseira electrónica. Foi ainda ouvido no Serviço de Estrangeiros de Fronteiras (SEF), por se encontrar em situação ilegal.
A "DIFERENÇA", O QUE VEM DE FORA É QUE É BOM.E ESFOLAM SEMPRE OS CHICO-ESPERTOS...DOS HUMANISTAS.
Burla: Venezuelano detido já tinha sido condenado a prisão mas com outra identidade falsificada
Até enganou tribunal
A Polícia Judiciária do Porto, deteve um homem de 53 anos, venezuelano, suspeito da autoria dos crimes de falsificação de documentos e burla qualificada, na ordem de um milhão e 500 mil euros.
A investigação da PJ verificou tratar-se do mesmo homem que tinha um mandado de captura na sequência de uma pena de prisão efectiva de três anos e meio. No entanto, aquele não pode ser cumprido porque o venezuelano foi julgado e condenado pelo Tribunal de Aveiro, com um dos três nomes falsos que usou em Portugal, durante sete anos. O Tribunal de Aveiro tem de reabrir o processo para condenar o homem certo.
Em Portugal praticou actividades ilícitas que passaram todos crivos das instituição financeiras onde obteve créditos. O indivíduo, detido esta semana em Vila do Conde, é suspeito da autoria de crimes em série de falsificação de documentos e burla qualificada para obter créditos ao consumo e imobiliário em diversas entidades bancárias. Usava ainda números de contribuinte falsos para criar empresas. Assim, conseguiu créditos bancários de, pelo menos, um milhão e 500 mil euros, que nunca pagou. Pela presumível autoria destes crimes, ficou com pulseira electrónica. Foi ainda ouvido no Serviço de Estrangeiros de Fronteiras (SEF), por se encontrar em situação ilegal.
A "DIFERENÇA", O QUE VEM DE FORA É QUE É BOM.E ESFOLAM SEMPRE OS CHICO-ESPERTOS...DOS HUMANISTAS.
ISTO DEVE SER OBRA DO FASCISMO...
Edifício Heron Castilho
Documentos da casa de mãe de Sócrates perderam-se no notário
Por Felícia Cabrita
O Ministério Público (MP) recebeu esta semana uma participação da Ordem dos Notários, que dá conta do desaparecimento dos documentos que suportavam a escritura notarial e identificavam a empresa offshore que vendeu o apartamento no Heron Castilho, em Lisboa, a Maria Adelaide Carvalho Monteiro, mãe do primeiro-ministro
SIM PORQUE OS DEMOCTATAS NÃO ROUBAM COMO OS FASCISTAS.NÃO TRAEM COMO OS FASCISTAS.NÃO SÃO INTERNACIONALISTAS COMO OS FASCISTAS.NÃO SÃO AFRICANIZADORES COMO OS FASCISTAS.NÃO PERSEGUEM NINGUÉM COMO OS FASCISTAS.AGORA COMO O PAÍS MAIS AFRICANOS DA EUROPA É TUDO FELICIDADE,ORDEM DEMOCRÁTICA,GLOBALIZAÇÃO DA BOA,SÓ AJUDAS NORTE-SUL,ENFIM UM PARAÍSO SOCIALISTA ONDE NÃO SE GOVERNA ÁS ESCONDIDAS DO ZÉ POVINHO, ONDE A LEI É IGUAL PARA TODOS, ONDE AS CRINAÇAS NÃO FAZEM "CHUVA DOURADA" E ONDE OS "CASAIS RIBEIROS" NÃO FABRICAM LEIS MISTERIOSAS A HORAS MORTAS DA ASSEMBLEIA NACIONAL DE ESQUERDA...TEMOS REGIME PARA MIL ANOS!
Documentos da casa de mãe de Sócrates perderam-se no notário
Por Felícia Cabrita
O Ministério Público (MP) recebeu esta semana uma participação da Ordem dos Notários, que dá conta do desaparecimento dos documentos que suportavam a escritura notarial e identificavam a empresa offshore que vendeu o apartamento no Heron Castilho, em Lisboa, a Maria Adelaide Carvalho Monteiro, mãe do primeiro-ministro
SIM PORQUE OS DEMOCTATAS NÃO ROUBAM COMO OS FASCISTAS.NÃO TRAEM COMO OS FASCISTAS.NÃO SÃO INTERNACIONALISTAS COMO OS FASCISTAS.NÃO SÃO AFRICANIZADORES COMO OS FASCISTAS.NÃO PERSEGUEM NINGUÉM COMO OS FASCISTAS.AGORA COMO O PAÍS MAIS AFRICANOS DA EUROPA É TUDO FELICIDADE,ORDEM DEMOCRÁTICA,GLOBALIZAÇÃO DA BOA,SÓ AJUDAS NORTE-SUL,ENFIM UM PARAÍSO SOCIALISTA ONDE NÃO SE GOVERNA ÁS ESCONDIDAS DO ZÉ POVINHO, ONDE A LEI É IGUAL PARA TODOS, ONDE AS CRINAÇAS NÃO FAZEM "CHUVA DOURADA" E ONDE OS "CASAIS RIBEIROS" NÃO FABRICAM LEIS MISTERIOSAS A HORAS MORTAS DA ASSEMBLEIA NACIONAL DE ESQUERDA...TEMOS REGIME PARA MIL ANOS!
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E O GAJO DA ANADIA A ARMAR-SE EM MÁRTIR...
COM PANINHOS QUENTES SERÁ COMO CÁ A GUERRILHA INTERNA
Una fragata portuguesa rescata a un barco petrolero del asedio de los piratas
El buque de nacionalidad noruega navegaba por el Golfo de Adén cuando detectó el acoso de una embarcación con somalíes armados
LONGE VÃO OS TEMPOS DO AFONSO DE ALBUQUERQUE NÃO É?OS PIRATAS JÁ VÃO ATACAR A 900KM DA SUA COSTA E A "COMUNIDADE INTERNACIONAL" CONTINUA COM A POLÍTICA DO BOM SELVAGEM... QUE TODOS NÓS PAGAMOS!
El buque de nacionalidad noruega navegaba por el Golfo de Adén cuando detectó el acoso de una embarcación con somalíes armados
LONGE VÃO OS TEMPOS DO AFONSO DE ALBUQUERQUE NÃO É?OS PIRATAS JÁ VÃO ATACAR A 900KM DA SUA COSTA E A "COMUNIDADE INTERNACIONAL" CONTINUA COM A POLÍTICA DO BOM SELVAGEM... QUE TODOS NÓS PAGAMOS!
TEMOS OS TRAIDORES TODOS CÁ.ALGUNS ATÉ EM DEPUTADOS.TODOS A VIVER DOS NOSSOS IMPOSTOS.E A IMPOR-NOS UMA COLONIZAÇÃO EXTERNA,QUE TAMBÉM PAGAMOS.
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1377921&idCanal=12
Enric Vives-Rubio/PÚBLICO
Nascido português em Lagoa de Furadouro, Ourém, a 4 de Maio de 1935, José Vieira Mateus da Graça fez-se angolano "pela sua participação no movimento de libertação nacional" de Angola
No Tarrafal, Luandino Vieira escreveu sobre o que tinha vivido antes. Agora vai escrever sobre o que aprendeu no Tarrafal. Será “uma história de Angola”. Trinta e cinco anos depois de fechar como campo de presos políticos — a 1 de Maio de 1974 —, o Tarrafal ainda pode ser uma terra arável na cabeça dos homens que lá não perderam a vida. Portugal foi isto, fez isto, há sobreviventes e muito está por contar. Luandino não costuma fazê-lo.
Nascido português em Lagoa de Furadouro, Ourém, a 4 de Maio de 1935, José Vieira Mateus da Graça fez-se angolano “pela sua participação no movimento de libertação nacional” de Angola, diz sempre a badana dos seus livros.
Foi preso antes da guerra colonial, em 1959. Voltou a ser preso, e condenado a 14 anos de prisão, por “actividades subversivas contra a segurança externa do Estado”, em 1961. Com dois camaradas poetas, António Jacinto e António Cardoso, andou de cadeia em cadeia, em Angola. Em 1964 foram transferidos para o Tarrafal, de onde Luandino saiu em liberdade condicional em 1972.
E quem são os outros tarrafalistas que estão em Portugal?
Aqui, está o Manuel dos Santos Júnior, o André Franco de Sousa. Vêm de vez em quando alguns, ficam por algum tempo em tratamento. Agora a residir... Nobre Ferreira Pereira Dias, também me dizem que está cá. Manuel Pedro Pacavira é o nosso embaixador em Roma.
Quais são as relações com os que vivem cá?
Não os vejo. O Manuel dos Santos Júnior, soube noutro dia que ainda estava por cá — pensava que estava em Luanda. Soube pela Diana Andringa, que me disse que ele não andava em muito boa situação, porque havia um problema qualquer de documentos que não obtinha da embaixada. Depois, quando eu liguei, já tinha os documentos.
O TARRAFAL ELEVADO Á QUALIDADE DE COLÓNIA DE FÉRIAS.COM UM TRATAMENTO MUITO DIFERENTE DAQUELE QUE DEPOIS DERAM AOS NITISTAS E AFINS TORTURADOS E LIQUIDADOS AOS MILHARES E MILHARES(CERCA DE 30000).QUE CADA CÊNTIMO QUE RECEBAM DOS MEUS IMPOSTOS SEJAM EQUIVALENTES A MIL ANOS NO INFERNO.
Tarrafal: Campo de Concentração é "a prova da desumanidade dos regimes fascistas", diz Mário Soares
10h27m
Tarrafal, Cabo Verde, 02 Mai (Lusa) - O campo de concentração do Tarrafal, em Cabo Verde, constitui "a prova da desumanidade dos regimes fascistas", como o que aconteceu em Portugal com o Estado Novo, disse à Agência Lusa o ex-Presidente português Mário Soares.
Presente naquela vila do norte da ilha de Santiago, onde participou sexta-feira na sessão de encerramento dos quatro dias do Simpósio Internacional sobre o Campo de Concentração do Tarrafal, Mário Soares lembrou que a ideia do Estado Novo era levar os antifascistas, republicanos e anarquistas contestatários do regime e deixá-los ali morrer.
AQUI TEMOS MAIS UMA "SENTENÇA" DUM DOS MAIS BELOS DEMOCRATAS CÁ DO BURGO.E MAIS RICOS.TODA A FAMÍLIA A VIVER POR CONTA DO ERÁRIO.E COM FUNDAÇÃO PARA NÃO PAGAR IMPOSTOS...
VÊ-SE BEM PARA ONDE VAMOS.MENOS PARA A EUROPA ONDE OS SEUS AMIGOS MAFIOSOS JÁ MORRERAM E ONDE MAIS NINGUÉM LHE LIGA.AGORA É MAIS AMÉRICA LATINA E ÁFRICA.CONTINENTES ONDE O "FASCISMO" ESTÁ NA GAVETA...FODA-SE PÁ...
Tarrafal
Antigos presos políticos "convidam" Portugal a pagar indemnizações
Tarrafal, - Os antigos presos políticos das ex-colónias portuguesas no Campo de Concentração do Tarrafal recomendaram hoje que Portugal pague indemnizações aos que, sem justa causa, passaram pela antiga colónia penal.
A recomendação consta do relatório final dos trabalhos do Simpósio Internacional sobre o Campo de Concentração do Tarrafal, que decorreu desde terça-feira até hoje nas velhas - algumas delas em ruínas e outras recuperadas - instalações da
colónia penal criada em 1936 pelo Estado Novo português.
"Uma recomendação forte do simpósio vai no sentido de convidar a antiga potência colonial a proceder à indemnização e a fazer justiça a todos quantos, injusta e maldosamente, foram privados, sem justa causa, da sua juventude, da sua liberdade e dignidade nas masmorras do campo de Concentração do Tarrafal", lê-se nas conclusões do simpósio, apresentadas pelo ministro da Cultura cabo-verdiano, Manuel Veiga.
Estima-se que estejam vivos cerca de meia centena de antigos presos políticos das três ex-colónias portuguesas de Angola, Cabo Verde e Guiné-Bissau que passaram pelo Tarrafal, estando ainda por esclarecer se o pedido de indemnização inclui também os familiares dos que, entretanto, faleceram.
Além de políticos e historiadores, entre eles os portugueses Mário Soares e Fernando Rosas, participaram no simpósio mais de quatro dezenas de ex-presos políticos angolanos, cabo-verdianos e guineenses, que estiveram encerrados na segunda fase (entre 1962 e 1974) no "campo da morte lenta", como era também conhecida a prisão da vila do Norte da ilha de Santiago.
BASTA VER QUEM LÁ FOI PARA SE ADIVINHAR O QUE IRIA SAIR.PENSÕES DE ANTIFASCISMO PARA TODO O MUNDO LÁ FORA QUE CÁ DENTRO JÁ TODOS TÊM...
E QUE TAL IREM DESCONTANDO NAS PROPRIEDADES "ROUBADAS" AOS PORTUGUESES PEDREIROS, CANALIZADORES, MECÂNICOS, PINTORES, AGRICULTORES,ETC,ETC QUE "LERPARAM" COM TANTA DEMOCRACIA?
Enric Vives-Rubio/PÚBLICO
Nascido português em Lagoa de Furadouro, Ourém, a 4 de Maio de 1935, José Vieira Mateus da Graça fez-se angolano "pela sua participação no movimento de libertação nacional" de Angola
No Tarrafal, Luandino Vieira escreveu sobre o que tinha vivido antes. Agora vai escrever sobre o que aprendeu no Tarrafal. Será “uma história de Angola”. Trinta e cinco anos depois de fechar como campo de presos políticos — a 1 de Maio de 1974 —, o Tarrafal ainda pode ser uma terra arável na cabeça dos homens que lá não perderam a vida. Portugal foi isto, fez isto, há sobreviventes e muito está por contar. Luandino não costuma fazê-lo.
Nascido português em Lagoa de Furadouro, Ourém, a 4 de Maio de 1935, José Vieira Mateus da Graça fez-se angolano “pela sua participação no movimento de libertação nacional” de Angola, diz sempre a badana dos seus livros.
Foi preso antes da guerra colonial, em 1959. Voltou a ser preso, e condenado a 14 anos de prisão, por “actividades subversivas contra a segurança externa do Estado”, em 1961. Com dois camaradas poetas, António Jacinto e António Cardoso, andou de cadeia em cadeia, em Angola. Em 1964 foram transferidos para o Tarrafal, de onde Luandino saiu em liberdade condicional em 1972.
E quem são os outros tarrafalistas que estão em Portugal?
Aqui, está o Manuel dos Santos Júnior, o André Franco de Sousa. Vêm de vez em quando alguns, ficam por algum tempo em tratamento. Agora a residir... Nobre Ferreira Pereira Dias, também me dizem que está cá. Manuel Pedro Pacavira é o nosso embaixador em Roma.
Quais são as relações com os que vivem cá?
Não os vejo. O Manuel dos Santos Júnior, soube noutro dia que ainda estava por cá — pensava que estava em Luanda. Soube pela Diana Andringa, que me disse que ele não andava em muito boa situação, porque havia um problema qualquer de documentos que não obtinha da embaixada. Depois, quando eu liguei, já tinha os documentos.
O TARRAFAL ELEVADO Á QUALIDADE DE COLÓNIA DE FÉRIAS.COM UM TRATAMENTO MUITO DIFERENTE DAQUELE QUE DEPOIS DERAM AOS NITISTAS E AFINS TORTURADOS E LIQUIDADOS AOS MILHARES E MILHARES(CERCA DE 30000).QUE CADA CÊNTIMO QUE RECEBAM DOS MEUS IMPOSTOS SEJAM EQUIVALENTES A MIL ANOS NO INFERNO.
Tarrafal: Campo de Concentração é "a prova da desumanidade dos regimes fascistas", diz Mário Soares
10h27m
Tarrafal, Cabo Verde, 02 Mai (Lusa) - O campo de concentração do Tarrafal, em Cabo Verde, constitui "a prova da desumanidade dos regimes fascistas", como o que aconteceu em Portugal com o Estado Novo, disse à Agência Lusa o ex-Presidente português Mário Soares.
Presente naquela vila do norte da ilha de Santiago, onde participou sexta-feira na sessão de encerramento dos quatro dias do Simpósio Internacional sobre o Campo de Concentração do Tarrafal, Mário Soares lembrou que a ideia do Estado Novo era levar os antifascistas, republicanos e anarquistas contestatários do regime e deixá-los ali morrer.
AQUI TEMOS MAIS UMA "SENTENÇA" DUM DOS MAIS BELOS DEMOCRATAS CÁ DO BURGO.E MAIS RICOS.TODA A FAMÍLIA A VIVER POR CONTA DO ERÁRIO.E COM FUNDAÇÃO PARA NÃO PAGAR IMPOSTOS...
VÊ-SE BEM PARA ONDE VAMOS.MENOS PARA A EUROPA ONDE OS SEUS AMIGOS MAFIOSOS JÁ MORRERAM E ONDE MAIS NINGUÉM LHE LIGA.AGORA É MAIS AMÉRICA LATINA E ÁFRICA.CONTINENTES ONDE O "FASCISMO" ESTÁ NA GAVETA...FODA-SE PÁ...
Tarrafal
Antigos presos políticos "convidam" Portugal a pagar indemnizações
Tarrafal, - Os antigos presos políticos das ex-colónias portuguesas no Campo de Concentração do Tarrafal recomendaram hoje que Portugal pague indemnizações aos que, sem justa causa, passaram pela antiga colónia penal.
A recomendação consta do relatório final dos trabalhos do Simpósio Internacional sobre o Campo de Concentração do Tarrafal, que decorreu desde terça-feira até hoje nas velhas - algumas delas em ruínas e outras recuperadas - instalações da
colónia penal criada em 1936 pelo Estado Novo português.
"Uma recomendação forte do simpósio vai no sentido de convidar a antiga potência colonial a proceder à indemnização e a fazer justiça a todos quantos, injusta e maldosamente, foram privados, sem justa causa, da sua juventude, da sua liberdade e dignidade nas masmorras do campo de Concentração do Tarrafal", lê-se nas conclusões do simpósio, apresentadas pelo ministro da Cultura cabo-verdiano, Manuel Veiga.
Estima-se que estejam vivos cerca de meia centena de antigos presos políticos das três ex-colónias portuguesas de Angola, Cabo Verde e Guiné-Bissau que passaram pelo Tarrafal, estando ainda por esclarecer se o pedido de indemnização inclui também os familiares dos que, entretanto, faleceram.
Além de políticos e historiadores, entre eles os portugueses Mário Soares e Fernando Rosas, participaram no simpósio mais de quatro dezenas de ex-presos políticos angolanos, cabo-verdianos e guineenses, que estiveram encerrados na segunda fase (entre 1962 e 1974) no "campo da morte lenta", como era também conhecida a prisão da vila do Norte da ilha de Santiago.
BASTA VER QUEM LÁ FOI PARA SE ADIVINHAR O QUE IRIA SAIR.PENSÕES DE ANTIFASCISMO PARA TODO O MUNDO LÁ FORA QUE CÁ DENTRO JÁ TODOS TÊM...
E QUE TAL IREM DESCONTANDO NAS PROPRIEDADES "ROUBADAS" AOS PORTUGUESES PEDREIROS, CANALIZADORES, MECÂNICOS, PINTORES, AGRICULTORES,ETC,ETC QUE "LERPARAM" COM TANTA DEMOCRACIA?
Friday, May 1, 2009
AGORA NINGUÉM FALA DOS MONOPÓLIOS
OS DEMOCRATAS AMIGOS DOS BANQUEIROS(E COMO DEMONSTRA O BCP,BPN E BPP OS AMIGOS SÃO PARA AS OCASIÕES), CONSTANTES ARAUTOS (NA PROPAGANDA) DE QUE SÓ QUEREM A FELICIDADE DO POVO,JÁ VÃO NA "CENSURA", NA PERSEGUIÇÃO JUDICIAL, DEPOIS DE A AMESTRAREM,NA ACÇÃO PSICO-SOCIAL(PERDÃO INTEGRAÇÃO) E ENFIM NA DEFESA DOS MONOPÓLIOS!
A MALTA TEM IDEIA DE QUANTO PAGAM OS BANCOS PELAS CONTAS "OBRIGATÓRIAS" TIPO POUPANÇA-CONDOMÍNIO?UM MANÁ...A QUE ACRESCE NESTE TEMPO DE "ROUBO DESCARADO" DESPESAS DE MANUTENÇÃO EXORBITANTES PARA SACAREM AQUILO QUE PERDERAM NO CASINO...
COMBUSTÍVEIS, ELECTRICIDADE,ETC OUTROS EXEMPLOS DE AFRICANISMO...
A MALTA TEM IDEIA DE QUANTO PAGAM OS BANCOS PELAS CONTAS "OBRIGATÓRIAS" TIPO POUPANÇA-CONDOMÍNIO?UM MANÁ...A QUE ACRESCE NESTE TEMPO DE "ROUBO DESCARADO" DESPESAS DE MANUTENÇÃO EXORBITANTES PARA SACAREM AQUILO QUE PERDERAM NO CASINO...
COMBUSTÍVEIS, ELECTRICIDADE,ETC OUTROS EXEMPLOS DE AFRICANISMO...
MAIS BENEFICIOS DA AFRICANIZAÇÃO
EE UU cree que el terrorismo islamista utiliza España como base logística
Al Qaeda se ha hecho fuerte en el Magreb, según el Departamento de Estado
DAVID ALANDETE - Washington - 01/05/2009
España es uno de los principales puntos de tránsito para terroristas islamistas por su proximidad al continente africano, por su ausencia de fronteras formales con el resto de países de la Unión Europea y por su importante bolsa de inmigrantes procedentes del Magreb, según el último informe anual sobre terrorismo del Departamento de Estado de EE UU, un documento difundido ayer en el que se analizan las tendencias terroristas en 2008 y en el que se confirma el refuerzo de Al Qaeda en el norte de África y el aumento de sentimientos radicales entre la juventud europea, cada vez más desencantada con sus condiciones sociales y laboral
"Áreas remotas del Sáhara sirven de refugios terroristas", dice el documento
"La red de Al Qaeda sigue siendo la mayor amenaza contra EE UU y sus aliados", explicó ayer el coordinador de políticas antiterroristas del Departamento de Estado, Ronald Schlicher, en una conferencia de prensa.
"No hay país u organización que se puedan enfrentar a este problema en solitario. Es una amenaza global que requiere de estrategias y alianzas globales", añadió. El debilitamiento de Al Qaeda en Irak y el asedio que sufre en la frontera entre Afganistán y Pakistán han causado un rearme de la organización en otros puntos del globo, como el norte de África.
Al Qaeda se ha hecho fuerte en el Magreb, según el Departamento de Estado
DAVID ALANDETE - Washington - 01/05/2009
España es uno de los principales puntos de tránsito para terroristas islamistas por su proximidad al continente africano, por su ausencia de fronteras formales con el resto de países de la Unión Europea y por su importante bolsa de inmigrantes procedentes del Magreb, según el último informe anual sobre terrorismo del Departamento de Estado de EE UU, un documento difundido ayer en el que se analizan las tendencias terroristas en 2008 y en el que se confirma el refuerzo de Al Qaeda en el norte de África y el aumento de sentimientos radicales entre la juventud europea, cada vez más desencantada con sus condiciones sociales y laboral
"Áreas remotas del Sáhara sirven de refugios terroristas", dice el documento
"La red de Al Qaeda sigue siendo la mayor amenaza contra EE UU y sus aliados", explicó ayer el coordinador de políticas antiterroristas del Departamento de Estado, Ronald Schlicher, en una conferencia de prensa.
"No hay país u organización que se puedan enfrentar a este problema en solitario. Es una amenaza global que requiere de estrategias y alianzas globales", añadió. El debilitamiento de Al Qaeda en Irak y el asedio que sufre en la frontera entre Afganistán y Pakistán han causado un rearme de la organización en otros puntos del globo, como el norte de África.
A GUERRILHA IMPORTADA PELO SÓCRATES
Miguel Veterano Júnior
A Polícia Judiciária procedeu à recolha de indícios no BMW usado no assalto. O carro topo de gama, roubado, está registado em nome do Banco Português de Investimento, com morada na rua Tenente Valadim, no Porto.01 Maio 2009 - 00h30
Alvor: Assalto a atm do Hospital Particular do Algarve
Assaltante em fuga alvejado pela GNR
O alvo estava definido quando o gang arrancou do bairro da Bela Vista, em Setúbal. Primeiro, três roubaram por carjacking, em Palmela, um BMW 530 D, preto. Depois, já com mais dois elementos, rumaram ao Algarve, onde minutos antes das 06h00 de ontem assaltaram a caixa multibanco do Hospital Particular do Algarve (HPA), em Alvor. Na fuga, um dos assaltantes foi baleado na cabeça pela GNR e um outro detido.
O ladrão baleado ia ao volante do carro de alta cilindrada. Forçou a barreira da GNR colocada no acesso à unidade de saúde, após o alerta dado por uma funcionária do HPA. Foi atingido na cabeça. A viatura despistou-se e embateu no muro de uma moradia, na Estrada de Alvor.
Os outros assaltantes puseram-se em fuga, a pé. Um deles foi detido pouco depois. Outros três continuavam ontem, ao início da noite, a monte. O número de cinco suspeitos é referido pelo o director financeiro do HPA, que dispõe de videovigilância. Luís Farinha, no entanto, escusou-se a fornecer mais pormenores.
No assalto, os ladrões irromperam pela recepção do HPA, on-de se encontrava uma funcionária – que accionou o alarme. Perturbada, não conseguiu decorar o número de assaltantes, "que entravam e saíam". Arrombaram a máquina ATM e roubaram o dinheiro, num montante não divulgado. A GNR apenas viu três dos ladrões: o baleado e "mais dois, quando fugiam pelo mato", disse ao CM fonte do Comando da Guarda. As autoridades acreditam que o grupo pertence ao gang da Bela Vista (também conhecido como do multibanco), classificado como "perigoso".
O BMW foi detectado pela primeira patrulha da GNR a chegar ao local. Os militares tentaram interceptá-lo, mas sem sucesso, pois o suspeito acelerou e tentou até atropelar um dos guardas, antes de passar a grande velocidade. Momentos depois, regressou à Estrada de Alvor, com o propósito de apanhar os cúmplices.
Foi então que a GNR, que continuava no local, efectuou os disparos. Testemunhas referiram ter ouvido quatro tiros. Terá sido uma dessas balas que atingiu, na nuca, o assaltante.
Em estado muito grave, o ferido foi assistido no local por uma equipa do INEM, que o ventilou e entubou antes de o transportar ao Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio, onde deu entrada pelas 07h37.
Com tatuagens no corpo, sem identificação e aparentando ter entre 25 e 30 anos, o suspeito foi estabilizado e transferido para o Hospital de São José, pelas 15h30. Paula Viana, directora da Urgência, não confirmou o ferimento de bala, limitando-se a esclarecer que o ferido, "em estado crítico, com politraumatismos e prognóstico muitíssimo reservado", foi "vítima de um acidente de viação".
ASSALTOS RENDERAM DOIS MILHÕES
Quando, em Dezembro do ano passado, a GNR e a PJ deitaram a mão a Fábio Rodrigues, conhecido como ‘Quinito’ e apontado com um dos cabecilhas do gang do multibanco, chegou a pensar-se que a actividade do grupo ia acabar.
Os assaltos que se seguiram desmentiram essa crença. Desde 2008 que o grupo, sediado em Setúbal, se dedica a assaltar caixas multibanco. Estima-se que só no ano passado tenha arrombado sessenta ATM, roubos que terão rendido cerca de dois milhões de euros.
Altamente organizados, os assaltantes continuam a atacar bombas de gasolina e centros comerciais, usando veículos roubados pelo método de carjacking. Nem as sucessivas detenções de elementos ligados ao grupo têm abrandado o ritmo dos assaltos: ainda em Fevereiro fizeram três carjackings no mesmo dia, na Margem Sul do Tejo, antes de assaltarem uma caixa multibanco em Cascais.
SOB A BATUTA DOS HUMANISTAS INTERNACIONALISTAS DO HOMEM NOVO E MULATO, DO BOM SELVAGEM DA PALMA E & QUALQUER PORTUGÊS INDÍGENA , EM QUALQUER PONTO DO PAÍS ESTÁ AO ALCANCE DA NOSSA RIQUEZA.USANDO OS MÉTODOS DA GUERRILHA(ARMAS E CARROS DO INIMIGO) ACTUAM COMO VERDADEIRAS FORÇAS DE OCUPAÇÃO.COM O CONSENTIMENTO DOS MESMOS DE SEMPRE.OS ANTIGOS ANTI-COLONIALISTAS, AGORA ARMADOS EM COLONIZADORES.EXPULSAM ILEGAIS?NÃO.EXPULSAM CRIMINOSOS?NÃO.TÊM LEIS DECENTES PARA PROTEGER OS CIDADÃOS HONESTOS?NÃO.DEIXAM ARMAR O POVO PARA ESTE SE DEFENDER?NÃO.PORTANTO ESTÃO A TOMAR TODAS AS MEDIDAS PARA QUE CONTINUE A AFRICANIZAÇÃO E A GUERRA DE GUERRILHA EM PORTUGAL.QUE COMOÉ BOM DE VER É A CONTINUAÇÃO DA LIÇÃO ANTERIOR NOUTRAS PARAGENS...OU SERÁ QUE PARA COMPRAR PÃO É PRECISO ASSALTAR CONDUTORES,ASSALTAR BANCOS E OUTROS CRIMES TÃO BONDOSAMENTE CONTEMPLADOS NO CPPENAL?O TAL QUE APLICADO AO MARIO MACHADO TUDO PERMITE?
HOJE DIA DO TRABALHADOR OSINDÍGENAS TRABALHADORES DEVERIAM PENSAR UM BOCADINHO NAQUILO QUE OS SINDICALISTAS AMARELOS LHES ANDAM A FAZER.A OBRIGÁ-LOS A "DIVIDIR" COM QUER QUE SE APRESENTE, SEJA DONDE VIER.SEJA OU NÃO PRECISO.CONTINUEM PORTANTO A DIVIDIR MAS NÃO CULPEM DEPOIS OS OUTROS.QUE NÃO QUEREM SER AFRICANIZADOS.
RECLAMEM UMA NOVA LEI DE IMIGRAÇÃO,UMA NOVA LEI DA NACIONALIDADE SENÃO ACABAM A PLANTER MANDIOCA E A VIVER EM CUBATAS...
A Polícia Judiciária procedeu à recolha de indícios no BMW usado no assalto. O carro topo de gama, roubado, está registado em nome do Banco Português de Investimento, com morada na rua Tenente Valadim, no Porto.01 Maio 2009 - 00h30
Alvor: Assalto a atm do Hospital Particular do Algarve
Assaltante em fuga alvejado pela GNR
O alvo estava definido quando o gang arrancou do bairro da Bela Vista, em Setúbal. Primeiro, três roubaram por carjacking, em Palmela, um BMW 530 D, preto. Depois, já com mais dois elementos, rumaram ao Algarve, onde minutos antes das 06h00 de ontem assaltaram a caixa multibanco do Hospital Particular do Algarve (HPA), em Alvor. Na fuga, um dos assaltantes foi baleado na cabeça pela GNR e um outro detido.
O ladrão baleado ia ao volante do carro de alta cilindrada. Forçou a barreira da GNR colocada no acesso à unidade de saúde, após o alerta dado por uma funcionária do HPA. Foi atingido na cabeça. A viatura despistou-se e embateu no muro de uma moradia, na Estrada de Alvor.
Os outros assaltantes puseram-se em fuga, a pé. Um deles foi detido pouco depois. Outros três continuavam ontem, ao início da noite, a monte. O número de cinco suspeitos é referido pelo o director financeiro do HPA, que dispõe de videovigilância. Luís Farinha, no entanto, escusou-se a fornecer mais pormenores.
No assalto, os ladrões irromperam pela recepção do HPA, on-de se encontrava uma funcionária – que accionou o alarme. Perturbada, não conseguiu decorar o número de assaltantes, "que entravam e saíam". Arrombaram a máquina ATM e roubaram o dinheiro, num montante não divulgado. A GNR apenas viu três dos ladrões: o baleado e "mais dois, quando fugiam pelo mato", disse ao CM fonte do Comando da Guarda. As autoridades acreditam que o grupo pertence ao gang da Bela Vista (também conhecido como do multibanco), classificado como "perigoso".
O BMW foi detectado pela primeira patrulha da GNR a chegar ao local. Os militares tentaram interceptá-lo, mas sem sucesso, pois o suspeito acelerou e tentou até atropelar um dos guardas, antes de passar a grande velocidade. Momentos depois, regressou à Estrada de Alvor, com o propósito de apanhar os cúmplices.
Foi então que a GNR, que continuava no local, efectuou os disparos. Testemunhas referiram ter ouvido quatro tiros. Terá sido uma dessas balas que atingiu, na nuca, o assaltante.
Em estado muito grave, o ferido foi assistido no local por uma equipa do INEM, que o ventilou e entubou antes de o transportar ao Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio, onde deu entrada pelas 07h37.
Com tatuagens no corpo, sem identificação e aparentando ter entre 25 e 30 anos, o suspeito foi estabilizado e transferido para o Hospital de São José, pelas 15h30. Paula Viana, directora da Urgência, não confirmou o ferimento de bala, limitando-se a esclarecer que o ferido, "em estado crítico, com politraumatismos e prognóstico muitíssimo reservado", foi "vítima de um acidente de viação".
ASSALTOS RENDERAM DOIS MILHÕES
Quando, em Dezembro do ano passado, a GNR e a PJ deitaram a mão a Fábio Rodrigues, conhecido como ‘Quinito’ e apontado com um dos cabecilhas do gang do multibanco, chegou a pensar-se que a actividade do grupo ia acabar.
Os assaltos que se seguiram desmentiram essa crença. Desde 2008 que o grupo, sediado em Setúbal, se dedica a assaltar caixas multibanco. Estima-se que só no ano passado tenha arrombado sessenta ATM, roubos que terão rendido cerca de dois milhões de euros.
Altamente organizados, os assaltantes continuam a atacar bombas de gasolina e centros comerciais, usando veículos roubados pelo método de carjacking. Nem as sucessivas detenções de elementos ligados ao grupo têm abrandado o ritmo dos assaltos: ainda em Fevereiro fizeram três carjackings no mesmo dia, na Margem Sul do Tejo, antes de assaltarem uma caixa multibanco em Cascais.
SOB A BATUTA DOS HUMANISTAS INTERNACIONALISTAS DO HOMEM NOVO E MULATO, DO BOM SELVAGEM DA PALMA E & QUALQUER PORTUGÊS INDÍGENA , EM QUALQUER PONTO DO PAÍS ESTÁ AO ALCANCE DA NOSSA RIQUEZA.USANDO OS MÉTODOS DA GUERRILHA(ARMAS E CARROS DO INIMIGO) ACTUAM COMO VERDADEIRAS FORÇAS DE OCUPAÇÃO.COM O CONSENTIMENTO DOS MESMOS DE SEMPRE.OS ANTIGOS ANTI-COLONIALISTAS, AGORA ARMADOS EM COLONIZADORES.EXPULSAM ILEGAIS?NÃO.EXPULSAM CRIMINOSOS?NÃO.TÊM LEIS DECENTES PARA PROTEGER OS CIDADÃOS HONESTOS?NÃO.DEIXAM ARMAR O POVO PARA ESTE SE DEFENDER?NÃO.PORTANTO ESTÃO A TOMAR TODAS AS MEDIDAS PARA QUE CONTINUE A AFRICANIZAÇÃO E A GUERRA DE GUERRILHA EM PORTUGAL.QUE COMOÉ BOM DE VER É A CONTINUAÇÃO DA LIÇÃO ANTERIOR NOUTRAS PARAGENS...OU SERÁ QUE PARA COMPRAR PÃO É PRECISO ASSALTAR CONDUTORES,ASSALTAR BANCOS E OUTROS CRIMES TÃO BONDOSAMENTE CONTEMPLADOS NO CPPENAL?O TAL QUE APLICADO AO MARIO MACHADO TUDO PERMITE?
HOJE DIA DO TRABALHADOR OSINDÍGENAS TRABALHADORES DEVERIAM PENSAR UM BOCADINHO NAQUILO QUE OS SINDICALISTAS AMARELOS LHES ANDAM A FAZER.A OBRIGÁ-LOS A "DIVIDIR" COM QUER QUE SE APRESENTE, SEJA DONDE VIER.SEJA OU NÃO PRECISO.CONTINUEM PORTANTO A DIVIDIR MAS NÃO CULPEM DEPOIS OS OUTROS.QUE NÃO QUEREM SER AFRICANIZADOS.
RECLAMEM UMA NOVA LEI DE IMIGRAÇÃO,UMA NOVA LEI DA NACIONALIDADE SENÃO ACABAM A PLANTER MANDIOCA E A VIVER EM CUBATAS...
Thursday, April 30, 2009
A 2º FIGURA DESTA REPÚBLICA DAS BANANAS
Hoje
Casa Pia
Jaime Gama volta a perder processo de difamação
O Tribunal da Relação de Lisboa deu razão ao ex-aluno da Casa Pia acusado por Jaime Gama de difamação, no âmbito de um recurso interposto pelo presidente da Assembleia da República depois de já ter perdido o processo em Junho do ano passado
De acordo com o acórdão, a que o SOL teve acesso, o tribunal volta a considerar «improcedente a pronúncia» e decide a absolvição do ex-aluno da Casa Pia, acusado por Jaime Gama de proferir declarações «ofensivas da honra».
Os juízes consideram que o arguido não decidiu prestar as declarações em causa livremente, tendo sido «coercivamente» levado a fazê-las e que seria um «absurdo» tentar impor ao depoente que provasse a veracidade das afirmações, algo que «a investigação penal não conseguiu».
SOL
Casa Pia
Jaime Gama volta a perder processo de difamação
O Tribunal da Relação de Lisboa deu razão ao ex-aluno da Casa Pia acusado por Jaime Gama de difamação, no âmbito de um recurso interposto pelo presidente da Assembleia da República depois de já ter perdido o processo em Junho do ano passado
De acordo com o acórdão, a que o SOL teve acesso, o tribunal volta a considerar «improcedente a pronúncia» e decide a absolvição do ex-aluno da Casa Pia, acusado por Jaime Gama de proferir declarações «ofensivas da honra».
Os juízes consideram que o arguido não decidiu prestar as declarações em causa livremente, tendo sido «coercivamente» levado a fazê-las e que seria um «absurdo» tentar impor ao depoente que provasse a veracidade das afirmações, algo que «a investigação penal não conseguiu».
SOL
POR CÁ TAMBÉM SERÁ ASSIM.UMA TERRA DE NINGUÉM

'Barbarian' defies court over torture and murder of Jew
Youssouf Fofana being taken from the Ivory Coast back to France
Charles Bremner in Paris
A self-proclaimed Muslim barbarian shouted his contempt for his judges yesterday at the start of his trial for the torture and murder of a young Jewish man.
Youssouf Fofana, 28, who led a loose-knit gang of youths from an immigrant housing estate, swaggered into court and shouted “Allah will conquer” as the court began hearing a case into a killing that horrified France and the world Jewish community in 2006.
Mr Fofana and most of his 26 alleged accomplices have admitted their roles in the kidnapping of Ilan Halimi, 23, an assistant in a Paris telephone shop, who was held for ransom for 24 days in the suburb of Bagneux.
Mr Fofana, whose parents came to France from Ivory Coast, denies killing the victim, who was tied up in a cellar and tortured with acid, cigarettes and knives. He died in an ambulance after Mr Fofana dumped him by a railway line and allegedly set him alight.
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Barbarian ‘killers’ stir spectre of anti-semitism
Police deny torture killing was anti-Semitic
The crime symbolised the casual and violent anti-Semitic culture among the young on the immigrant estates. It shocked France because many residents, including parents of gang members, were alleged to have been aware that Mr Halimi was being held. Some allegedly took turns in guarding the captive for a few euros. Half the defendants, mainly teenagers at the time, face charges of failing to render assistance or alert police.
The racially charged trial proceeded in camera because two of the accused were minors in 2006, including Emma, 19, of Iranian background, who is alleged to have lured Mr Halimi to his doom by visiting his shop and inviting him on a romantic date.
Ruth Halimi, the victim's mother, has accused the police of bungling the inquiry. She initially attacked the Government, including Nicolas Sarkozy, then the Interior Minister, for playing down its anti-Semitic aspect.
After thousands demonstrated, Mr Sarkozy promised Jewish leaders that everything would be done to bring all those involved to justice.
Mr Fofana faces life imprisonment if convicted of kidnapping, torture and murder, aggravated by anti-Semitic motives, a specific charge in French law.
Mrs Halimi sat apparently praying in court as Mr Fofana, bearded and in a white tracksuit, grinned at her and jokingly told the judges that his name was “Arabs African revolt barbarian Salafist army”. Salafism is a fundamentalist movement espoused by many young immigrant radicals.
Mrs Halimi has been waging a campaign to keep the spotlight on the anti-Semitic motives behind the crime. Mr Fofana's accomplices are alleged to have said that he picked the victim because he was Jewish and “Jews have money and they stick together”.
O CALDO DE KULTURA EXISTE.SÓ É PRECISO QUE ALGUÉM O ORIENTE...PARA QUE O INDIGINATO CONTINUE A PAGAR A FACTURA DOS NOSSOS TRAIDORES ARMADOS EM SAMARITANOS...
A FRANÇA FOI BUSCAR A BESTA LONGE, MAS NO NOSSO CASO QUE OS HUMANISTAS INDIQUEM UM CASO EM QUE HAJA POSSIBILIDADE LEGAL DE O FAZER.NÃO TÊM VERGONHA...
Wednesday, April 29, 2009
ENTÃO E O DA PRAIA?SERÁ QUE...
Terreno no Mindelo dado a Isaltino por "gratidão"
NA PRAIA TEM UM.SERÁ QUE TEM UM EM CADA ILHA?
COMO OS GOVERNANTES DE CABO VERDE SABEM MAIS DE CORRUPÇÃO PORTUGUESA DO QUE OS NOSSOS PRÓPRIOS GOVERNANTES O MELHOR MESMO É PERGUNTAREM-LHES...
Ó ISALTINO PÁ ÉS O MÁXIMO!DAR O QUE É DE NÓS TODOS E RECEBER SÓ PARA TI PÁ...
VÁ LÁ QUE DE CERTEZA NÃO ÉS O ÚNICO.A TÉCNICA É VELHA COMO O CARALHO PÁ...
NA PRAIA TEM UM.SERÁ QUE TEM UM EM CADA ILHA?
COMO OS GOVERNANTES DE CABO VERDE SABEM MAIS DE CORRUPÇÃO PORTUGUESA DO QUE OS NOSSOS PRÓPRIOS GOVERNANTES O MELHOR MESMO É PERGUNTAREM-LHES...
Ó ISALTINO PÁ ÉS O MÁXIMO!DAR O QUE É DE NÓS TODOS E RECEBER SÓ PARA TI PÁ...
VÁ LÁ QUE DE CERTEZA NÃO ÉS O ÚNICO.A TÉCNICA É VELHA COMO O CARALHO PÁ...
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