Tuesday, January 19, 2010

ANGOLANOS, BRASILEIRO, DUPLAS NACIONALIDADES MAS TODOS A TRABALHAR PARA NOS PAGAREM A PENSÃO...

Tribunal julga rede que assaltou 250 marcos de correio num mês
por LUÍS GALRÃO, SintraHoje


Mais de 20 dos 64 arguidos faltaram ontem ao início do julgamento.

A megassala do Tribunal de Sintra recebe desde ontem o julgamento da alegada rede que em 2007 assaltou centenas de marcos de correio em todo o País. O grupo é acusado de roubar cheques, cartões de crédito e vales postais através do arrombamento ou de abertura dos marcos de correio com chave falsa. Posteriormente, a rede falsificava endossos e viciava cheques para valores mais altos, depositando-os em contas angariadas.

O Ministério Público acusa 64 arguidos de crimes de associação criminosa, furto qualificado, burla qualificada, falsificação de documentos, violação de correspondência, receptação de cheques furtados, branqueamento e coacção. "No pico da actividade foram assaltados cerca de 250 marcos num mês, e, ao todo, o esquema terá lesado cerca de 30 entidades em mais de meio milhão de euros", revela fonte ligada ao processo. O esquema lesou os CTT, dezenas de empresas e bancos.

Na sessão de ontem compareceram apenas 41 dos 64 arguidos, tendo os restantes sido condenados a multa e a mandado de prisão por falta injustificada. Os arguidos são sobretudo cidadãos angolanos e brasileiros, alguns com dupla nacionalidade, maioritariamente residentes em Sintra e na Amadora, embora haja também dois casos da Margem Sul. Os cabecilhas da rede, oito homens e uma mulher, aguardam o desfecho odo processo em prisão preventiva.

Ontem, apenas prestaram declarações sete arguidos, entre os quais Milton Sousa, um dos detidos. O "actor e cantor", como se identificou, alegou desconhecer os factos de que era acusado e, mais tarde, manteve a história de que se limitou a ceder as suas contas bancárias, assim como as da ex-namorada, a um alegado empresário angolano que precisava de efectuar transferências para Portugal. A defesa criticou os bancos por pagar cheques que visivelmente estavam adulterados.

SE NÃO HOUVESSE CENSURA NOS JORNAIS, SE NÃO HOUVESSE ACÇÃO PSICO-SOCIAL ISCTE A TRAIÇÃO NÃO VENCERIA TÃO FACILMENTE...
MUDEM A MERDA DA LEI DA NACIONALIDADE!

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